Outro atentado em uma Universidade Americana, outra Gun Free Zone.

Há poucos dias atrás, em 5 junho, ocorreu um atentado na Universidade Seattle Pacific, na cidade de Seattle, estado de Washington.

O criminoso/psicopata feriu quatro pessoas, sendo que uma veio a óbito após chegar ao hospital.

Aparentemente os meios de comunicação anti armas legais/anti legitima defesa estão evitando divulgar esse ocorrido, creio eu que isso se deva ha uma conjuntura de fatores:

1) O criminoso foi parado pela REAÇÃO de outro Aluno que trabalhava também como monitor no campus;

2) Esse aluno usou a arma que tinha a mão, no caso spray de pimenta, sendo que na primeira oportunidade que lhe surgiu enquanto o criminoso parou para recarregar a arma que usava para cometer o crime, usou-o fazendo com que o inimigo fosse ao chão, sendo imobilizado posteriormente.

3) O Herói em questão, Jon Mess, é membro da Associação Nacional do Rifle, a famosa NRA, que defendem os valores constitucionais dos EUA.

4) Jon Mess também é fundador do time de airsoft de tiro tático (esporte), um aluno brilhante condecorado pela escola e um patriota altruísta, ajudando no socorro as vitimas do furacão Katrina além de fazer doações de suprimentos para as tropas Americanas no Iraque. Em suma, o Sr. Meis parece ser o tipo de pessoa “que se apega a suas armas e sua religião”… e aindapor incrível que pareça”, não parece ser uma pessoa amarga.

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5) O Estado de Washington tem predomínio de politicas e políticos esquerdistas/socialistas, sendo o próprio prefeito de Seattle figura entre a extrema esquerda dos EUA.

6) Consequentemente as politicas anti armas e anti legitima defesa são prioridades para esses políticos de esquerda e seus projetos de poder. A cidade de Seattle e o estado de Washington figuram entre os Estados com as leis mais restritivas/proibitivas para posse e porte de armas legais.

7) A Universidade em questão é uma Gun Free Zone, um local em que armas são totalmente proibidas mesmo para as pessoas que tem o direito legal de tê-las e portá-las.

Basicamente ao meu ver esses 7 fatos supra mencionados invalidam qualquer “argumento” dos “anti-armas”, por isso a forma seletiva de “gritaria” dos mesmos, que quando não estão defendendo criminosos psicopatas estão culpando as vitimas.

Com certeza se o local não fosse uma Gun Free Zone e o próprio Jon Mess estivesse de posse de uma arma o resultado com certeza teria sido melhor, com numero menor de vitimas.

Jon Mess precisou aguardar o criminoso precisar recarregar sua arma para agir com o que tinha a mão, sendo que estava em considerável desvantagem perante o inimigo, tendo uma arma ele poderia ter reagido muito antes e abatido o criminoso, poupando vidas inocentes.

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Porque a greve no setor público não deve ser um direito

Vivemos o auge da social-democracia. “O auge?”, você pergunta. Eu digo que sim. O auge. O auge da insolvência, da imoralidade. Mas o auge, sim, da social-democracia, já que nada além disso podia se esperar de um sistema que muito promete a uns às expensas de outros. Até que os “outros” sejam insuficientes, e as medidas geniais aparecem: endividamento, impressão descontrolada de papel moeda, etc. Soluções mágicas, no governo mais próximo de você.

Impressão de dinheiro – O real símbolo da social democracia

Nesse mesmo cenário, houve uma evolução dos direitos sedimentados pelos liberais, e os direitos individuais passaram a sociais, difusos. A chamada, por Bobbio, Era dos Direitos. Nada contra, afinal de contas, é interessante analisar essa expansão dos direitos por um ponto de vista que busque uma coesão social. O direito à informação, à preservação do meio ambiente (sem radicalismos eco-terroristas, é claro), essenciais a um ambiente democrático.

Mas nesse mesmo cenário, direitos esdrúxulos aparecem. Um tal de Cristovam Buarque, conhecido ingênuo esquerdista, propôs até mesmo positivar na constituição o direito de ser feliz. Imagino a onda de depressivos movendo uma ação civil pública contra o Estado, exigindo sua indenização por não ter um direito “de classe” (quem sabe até com direito a sindicato) tutelado. A obrigação por parte do Estado de garantir que a felicidade jamais seja retirada de uma classe de infelizes. É claro que aqui uso um exemplo absurdo (Até porque imagino que na verdade se tenha confundido com algo já existente: O direito de buscar a felicidade existente na Declaração da Independência das 13 Colônias, e que se desdobra em inúmeras consequências que não cabem ser tratadas aqui). Em meio a essa manada de direitos (no Brasil pouco importa a eficiência e a aplicabilidade dos direitos, então compensamos com o grande número) existem alguns que, por estarem já enraizados em nosso meio, já não parecem tão surreais.

Greve dos professores

Um deles é o direito à greve, mais especificamente no setor público (já que no privado nada pode impedir que trabalhadores se organizem; e talvez sejam demitidos por isso, mas não vem ao caso). O setor público é sustentado com o dinheiro do contribuinte. Em geral é um sistema deficitário, já que no Brasil não existem muitas empresas governamentais voltadas ao lucro (o que em outros países é comum). Tendo isso em vista, o único retorno que os impostos devem trazer, no caso, é o serviço bem executado (ou pelo menos executado, já que eficiência não é o lema de nosso sistema público). A conclusão é simples: o sistema público não deve, em hipótese alguma, parar.

No Brasil, o sonho de muitos, assim que entram na universidade, é prestar concurso para integrar o corpo de servidores públicos. Não para servir o povo, como sugere o nome, mas em busca da estabilidade que o setor, em tese, oferece (em tese pois os salários dependem do cargo, e em alguns o salário é baixo). Oferecendo um serviço bom, não há nada de errado em pessoas buscarem, ao servir o povo, um bom salário e, também, nessa empreitada, satisfazer seus interesses pessoais. Não se espera que a pessoa vá ao sistema público por puro altruísmo. Existem casos, mas são raros.

O caso mais recente de insatisfação, e que tem ocupado espaço nos noticiários, é o dos professores das universidades federais. A greve já se estende por dois meses, com duas propostas de aumento do governo federal. Aumentos respeitáveis, diga-se de passagem. Não concordo com a extensa greve, e para isso destacarei alguns pontos:


I – O Salário é definido em Edital

Podemos começar com o fato que o salário inicial é dado, e ninguém é obrigado a prestar o concurso. A carreira acadêmica deve ser incentivada? É claro. Mas o salário em edital é baseado nos recursos destinados ao setor em questão. Em outras palavras, é o que o governo, em tese, pode oferecer.

II – A universidade é um ambiente de pesquisa

Muitos reclamaram das propostas pois elas beneficiam mais os doutores do que os mestres. Em um ambiente que objetiva o desenvolvimento da ciência, não poderia ser diferente. Assim estimula-se que os professores busquem se aprimorar cientificamente, realizando doutorados e contribuindo para o aumento no número de patentes.

III – A universidade é mantida com o dinheiro dos contribuintes

Como consequência, ela deve estar formando para o mercado de trabalho, para a carreira acadêmica e contribuindo para com o futuro do país. Independente do que aconteça. É isso que se espera de onerosas instituições: que deem o retorno à sociedade em forma de tecnologia e ciência.

Muitos podem pensar que sou a favor das condições precárias que acometem as universidades federais. Ledo engano. O governo tem sua parcela de culpa: o valor investido nas universidades poderia oferecer uma estrutura muito melhor do que a existente. Parcerias com o setor privado deveriam ser buscadas para um maior desenvolvimento do setor (mas isso apavora os lunáticos do DCE e professores adeptos ao comunismo dinossauro). Não julgo correto que os salários dos professores se mantenham congelados por tempo indeterminado, também: nesses casos, a justiça deveria se incumbir de indenizar, além de que o governo deveria ser mais claro no que tange os reajustes.

Mas agora, volto ao que abordei ainda no primeiro parágrafo desse texto: vivemos um sistema que está à beira da bancarrota. Uma crise se alastra e, cada vez mais, arrisca atravessar o atlântico para provar que, diferente do que disse Lula, não é só uma “marolinha”. Já sentimos seus impactos na inflação, tão temida pelos professores com relação aos aumentos (que, sinceramente, foram respeitáveis). Enquanto os governos do mundo precisam se adaptar fiscalmente, aumentar suas responsabilidades no que tange os gastos, os professores do ensino público desejam um aumento surreal. Quem sabe possamos imprimir milagrosamente o dinheiro que os professores e os sindicatos desejam. Então, num passe de mágica, entraremos de cabeça na crise, que demanda o corte de gastos. Mas sempre podemos nadar contra a correnteza. Os tempos de Sarney não nos ensinaram nada.

A mente de um socialista

Esse texto circula pela web já faz um tempinho, mas achei interessante posta-lo.

Perfil de um esquerdista

Pra começo de conversa, muitos não gostam de estudar. Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra ‘ser alguém na vida’. Como são preguiçosos, sem disciplina, e folgados, precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem, e se fazerem passar por coisas que não são.

Fingir que é culto, ‘engajado’, e ‘crítico’ rende pontos. Assim prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História, e começam sua carreira de charlatanismo.

Ali na universidade encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, palestras com ‘doutores’ no assunto, e até o assédio de políticos ‘guerreiros’ do PT e do PC do B.

É claro que não estudam nada. Vivem o tempo todo no DCE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro, e cabelos ensebados. Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos sem-terra. Já começam a se achar revolucionários, e reserva intelectual das massas proletárias exploradas, e da causa revolucionárias.

Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes. Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente.

Começa a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia e Medicina como pobres coitados que não tiveram a chance da ‘iluminação’. Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre lisos.
Aí começa a brotar o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. São os chamados ‘porcos capitalistas’ , ou ‘burgueses reacionários’ .

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O antes de depois de um esquerdista

Começam uma fase mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, etc. Não usam mais desodorante, e a cada 5 minutos aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald’s totalmente destruído.

Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, e são arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas. Querem no fundo a coisa que todo esquerdista mais deseja, mesmo que de forma subliminar: um emprego público!

Mas aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso. É preciso estudar (argh!).

Assim, sonham com a ‘revolução’ proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo.

Logo, ocupará, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganhará um bom salário para poder aplicar seus vastos e necessários conhecimentos adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.

Nessa fase cortará o cabelo, usará terno, passará a apreciar bons vinhos e restaurantes, e dependendo do cargo, terá até motorista particular. E enfiará a mão sem dó no dinheiro dos cofres do estado ou usará cartão corporativo sem limite. Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores.

O autor é desconhecido.