Cinco coisas que você deveria saber sobre o sucesso

O fim de ano está chegando. Esta é a época de fazer votos à sua família e aos seus amigos desejando saúde, alegria e sucesso para o ano que vem. Também o momento de fazer aquela retrospectiva do ano que termina e planos para o ano que inicia. Há itens que não podem faltar: saúde, felicidade, sucesso. Este artigo é sobre o sucesso.

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Da série: coisas que nunca escutarei um esquerdista dizer

 

Mal posso esperar para acontecer a revolução bolchevista! Assim posso ser um dos operários obedientes que trabalhará sem descanso para o bem comum e sem perspectiva nenhuma de crescimento pessoal! Caso eu não dê muito certo, o pior que pode acontecer é trabalho forçado!

Disse militante comunista nenhum na história. Não sei porque, mas eles sempre se imaginam como o Querido Líder.

Ócio

Um dos aspectos mais preocupantes que tenho notado na adoção de bandeiras liberais por conservadores é a condenação do ócio. A própria aproximação intransigente já é temerária, mas esse é um ponto especial, já que pode desconfigurar totalmente o pensamento conservador. O ócio não é algo a ser temido: pelo contrário, sua existência propaga a civilização através de suas mais belas expressões; multiplica a arte, a filosofia, a cultura em geral.

Vejo isso ocorrer principalmente quando se valoriza o trabalho, como se a existência desse fosse oposta ao momento de reflexão. Sim, o trabalho é um valor exaltado pelo conservador, mas é importante lembrar que este não deve se deixar seduzir pelos fetiches materialistas das doutrinas modernas. Quando lembramos que o homem não é um ser meramente econômico não precisamos assumir que esse homem seja cristão e gaste seu tempo na devoção a Deus. Voltar-se ao espírito é algo muito mais amplo: desde o pensar sobre si mesmo e sua condição no mundo, até pensar a comunidade e seus problemas; desde o pensar suas ações futuras, até transcender de todas elas e refugiar-se dos obstáculos da vida terrena por um breve momento.

O ser humano que não se volta para a sua humanidade é incapaz de perceber a humanidade dos outros, e até mesmo sua própria: está propício a deixar de lado seus valores em busca do material. Por isso é tão importante que o ser disponha de tempo para a reflexão, o pensamento e a produção cultural: as artes humanizam, e não nos deixam ser indiferentes. Apenas a reflexão é capaz de ressuscitar a moral de uma sociedade decadente, que chega a ser capaz de colocar o prático e o material acima até mesmo da vida humana.

Diante disso, é difícil negar que conservadores devem reencontrar sua identidade. De nada adiante aproximar de radicais, já que o que é necessário em meio a tanta loucura é de equilíbrio. Esse sim, um valor presente nas mais diversas culturas desde tempos imemoriais, um valor que urge pela ressurreição. O valor da prudência, tanto na política, quanto na vida pessoal. E esse equilíbrio não existe sem reflexão.

Jovens encontram oportunidades de emprego trabalhando em bufês

OBS: Essa matéria eu escrevi para o portal de notícias da faculdade, mas achei interessante posta-la aqui também

Jovens entre 14 e 17 anos buscam o primeiro emprego. Eles desejam independência financeira e maior liberdade individual, mas poucas empresas contratam menores de 18 anos. Uma saída para esses jovens é o emprego informal, que é encontrado com facilidade em bufês de festas.

O serviço não requer nada complexo. Exemplo: encher bexigas, ajudar na decoração, servir e limpar às mesas. A carga horária é flexível, costuma ser de seis a quatro horas e a remuneração atinge cerca de meio a até um salário mínimo por mês.

“É uma experiência bacana, pois além de ganhar meu próprio dinheiro eu acabei trabalhando com pessoas de varias idades. Isso me ajudou a perder um pouco a timidez e ter maior responsabilidade.”, comenta Rodrigo Santini, 18, que trabalhou durante dois meses num bufê em São Caetano. Hoje Rodrigo está cursando o primeiro semestre de educação física e procura estágio na área.

Os jovens não costumam ter nenhum vínculo com os estabelecimentos. Eles apenas prestam serviço como autônomos, por meio de um contrato assinado pelos jovens, e caso eles sejam menores de idade os responsáveis que assinam.

Segundo Caio Cesar Guastamacchia, 18, que trabalha em bufês desde os 17 anos, a remuneração se dá por festa. N,o caso das festas infantis, o monitor ganha R$ 20,00 e garçom R$ 40,00. Também é possível fazer a sua própria escala e ter folga quando quiser.

“Comecei a trabalhar porque precisava de dinheiro para pagar minha festa de formatura”, disse Caio.

Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.

Adrian Rogers

É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

– Adrian Rogers, 1931