Anúncio dos Ganhadores (sorteio 2017)

Prezados leitores, boa noite!

Desde 2011 o Direitas Já! publica artigos de opinião e informação sobre variados temas da política e economia nacional e internacional, bem como artigos sobre filosofia política e econômica a partir de diversas perspectivas da direita política (libertária, liberal, conservadora, etc.). Ao longo destes 6 anos, construímos uma base sólida de leitores e nos orgulhamos de ser uma parte, ainda que ínfima, da tomada de consciência do povo brasileiro.

Queremos continuar levando conteúdo de qualidade a todos vocês, mas infelizmente um dos nossos principais canais de publicação, o Facebook, tem se mostrado cada vez mais inimigo de dois princípios fundamentais sobre os quais esta página foi fundada: a liberdade de expressão e o direito ao dissenso. Além da censura direta por meio de bloqueios, o Facebook tem reduzido drasticamente o alcance de todas as postagens, de modo que hoje só conseguimos chegar a 5-10% de todos os curtidores da nossa página. Consideramos isso uma prática abusiva, pois ganhamos cada curtida ao longo destes anos devido à qualidade do nosso conteúdo, gerando tráfico e receita para a plataforma, que agora usa a restrição artificial do alcance das postagens como uma maneira de obrigar os geradores de conteúdo a pagar por publicidade.

Por esta razão recorremos à esta campanha: para incentivar nossos leitores a seguir o Direitas Já! diretamente pelo boletim de e-mail, sem o Facebook como intermediário. Sabemos que é difícil largá-lo, mas é necessário para que tenhamos liberdade de escolha sobre a informação que consumimos. Você também pode nos seguir no Minds.com, uma rede social focada na liberdade de expressão. Rede esta que, em parte graças ao esforço tradutório do editor deste blog, em breve estará disponível em português.

Sem mais delongas, o objetivo desta publicação é anunciar os ganhadores do nosso sorteio deste ano. Participaram do sorteio todos os leitores que assinaram o nosso boletim mensal esse ano. A cada assinante foi atribuído um número segundo a ordem cronológica da assinatura, e em seguida realizamos um sorteio de três números através da plataforma sorteador.com.br.

Os três felizes ganhadores do vale-presente de R$100,00 (cem reais) para usar na loja da Livraria Concreta são:

  1. Marise Aparecida Schwab
  2. Luizmar Braga
  3. Iris Moura Caldas

Os ganhadores tem até o dia 30/12/2017 para entrar em contato conosco através do email direitasja@gmail.com para receber o prêmio.

Os documentos e evidências do sorteio estão nos links no final do artigo. Por questões de segurança e privacidade dos dados dos nossos leitores, os e-mails não constam nestes documentos, somente o nome com o qual o assinante se registrou, o seu número de participação no sorteio e a data de assinatura.

Para finalizar, queremos agradecer a todos os nossos leitores pelas mais de 380 mil visualizações deste ano e desejar a todos vocês um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!


Documentos:

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SORTEIO: assine, compartilhe e ganhe

Acesse direitasja.com.br/assinar, clique em assinar e preencha o formulário para receber mensalmente o nosso boletim com os últimos artigos publicados. Em seguida, compartilhe essa promoção nas suas redes sociais. Se você já é nosso assinante, basta compartilhar a publicação!

Todos os assinantes participarão de um sorteio que será realizado no dia 1º de dezembro de 2017. Serão 3 ganhadores premiados cada um com um vale-presente da Editora Concreta, no valor de R$100,00, para você adquirir livros e cursos grátis.

Aqui é cultura na direção certa!

Imposto de Renda e Imposto Único

Uma das principais fontes de receita dos governos é o imposto. Aliás, essa forma de financiamento é mais “saudável” para a economia do que dívidas e inflações. Porém, pelo menos não deveria ser algo tão complicado.

Partindo do princípio de que um Estado precisa de recursos, uma inflação monetária, que irá prejudicar a cadeia produtiva sorrateiramente, não é uma boa opção. Assim como emitir dívida, o que por si só já demonstra que o Estado quer gastar mais do que atualmente pode e, observando os gastos públicos totais de um país comum, além de sua respectiva proporção no PIB, é possível concluir que o aumento só irá gerar mais desperdícios de recursos.

Então, uma opção muito antiga que ainda é utilizada é a tributação. Porém, não satisfeitos, os governos ao redor do mundo aumentaram as alíquotas e a quantidade de impostos. Naturalmente, o aumento das alíquotas dificultou a criação de riqueza pelo setor privado, mas os problemas não pararam por aí.

Com um sistema tributário complexo, principalmente como o do Brasil, as empresas acabam por ter que redirecionar mais recursos para pagar impostos do que fariam se o sistema fosse mais simples, e isso causa mais uma distorção na economia. Isso porque não são apenas altos impostos, mas também a complexidade dos mesmos que trarão dificuldades.

Uma empresa terá mais dificuldades em um sistema tributário complexo não só por causa de gastos financeiros altos, decorrentes das altas alíquotas, mas também pela quantidade de impostos e burocracias. Precisará de mais serviços de contadores, por exemplo, para conseguir colocar a representação de suas contas em dia. Se não existissem tantas burocracias nesse sentido, a empresa realocaria melhor o seu tempo e seus gastos, melhorando a produtividade e consequentemente seus ganhos.

Da mesma forma, uma parte do tempo que o profissional estava trabalhando para fazer todo o planejamento poderia ter sido utilizado para algo mais
produtivo, pois seu trabalho teria sido mais rápido e ele teria mais tempo de sobra. Ao invés de planejar sobre como pagar impostos, planejaria sobre como aumentar a produtividade, por exemplo. Porém, com essa nova distorção econômica, gastou mais tempo do que deveria ser preciso. Ademais, longe de dizer que profissões como contador são inúteis, e sim que elas teriam uma menor demanda e também seriam bem mais simples, pois encarariam sistemas tributários mais simples.

Uma opção para reduzir esses problemas seria um imposto único. Ao invés de diversos cálculos diferentes para impostos diferentes, seria algo mais rápido, simples e prático. Alguns podem defender que um imposto de renda seria a solução, mais justa aliás.

Só que o problema de um imposto de renda é que ele tem um funcionamento contrário ao do mercado: no mercado, a sua recompensa por fazer as coisas
acontecerem de forma satisfatória é lucrar. O contrário, é ter prejuízo. Um imposto de renda progressivo é justamente o inverso, em que aqueles que
passarem a lucrar mais (vencendo as adversidades do mercado) terão que pagar mais, enquanto aqueles que não o conseguirem (por diversos fatores), terão que pagar menos, ou seja, uma meritocracia invertida.

Se um trabalhador conseguir uma promoção e um aumento salarial, dependendo dos novos valores, se enquadrará em uma nova categoria de cobrança e terá que pagar mais impostos, o que na prática não tornará o seu aumento salarial tão atraente quanto ele deveria ser.

Um imposto único e igual para todas as pessoas esbarra no problema de que algumas pessoas têm mais dinheiro que outras, logo quem tiver menos sairá bem mais prejudicado. Um imposto anual para todos de $10.000, por exemplo, seria pesado para quem recebe $1.000 por mês, mas leve para quem recebe $10.000.

Uma opção – que não é perfeita, mas acaba por se tornar a melhor (ou menos pior, se preferir) – é um imposto único sobre consumo. Alguns podem dizer que um imposto direto sobre o consumo desincentiva-o, porém, em contrapartida, poderia contribuir a evitar formação de bolhas e consumismo decorrente de expansões creditícias.

Um bom exemplo seria uma empresa que, aumentando a produtividade, aumentou seus lucros. Com um imposto de renda, seu aumento no lucro não será tão significativo pois o pagamento do imposto irá acompanhar esse aumento. Com um imposto sobre consumo, se ela conseguir aumentar o lucro sem aumentar seus gastos os impostos não irão acompanhar esse crescimento, pelo menos não diretamente.

Mas apenas elaborar um imposto único sobre consumo não é suficiente, pois um imposto único com uma alíquota muito alta não trará benefícios
financeiros, assim como não reduzir os gastos do governo, mas reduzir impostos, trará déficits. Entretando, já é um pequeno passo rumo ao
desenvolvimento.