Tea Party esta sendo atacado covarde e levianamente por todos os lados

Nos últimos dias os porta vozes do socialismo tem propagandeado intensamente no Brasil a demonização da oposição nos Estados Unidos, em especial o Tea Party, que representa a essência daquele país, esse grupo representa e defende a constituição, os direitos individuais, a liberdade e o livre mercado, os pilares que fizeram dos Estados Unidos o berço da democracia moderna.

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Nem mesmo nossos jornalistas mais honestos, comprometidos com a liberdade e preservação dos direitos individuais estão pondo devidamente os pingos nos i’s. A minha impressão é que existe um medo inconsciente e involuntário neles de dizer a pura verdade sobre o Tea Party.

O resgate das palavras é uma meta fundamental se quisermos viver em uma sociedade onde o que é dito ainda faz sentido. No mundo politicamente correto de hoje, a maioria perdeu a capacidade de chamar as coisas por seus nomes. Rodrigo Constantino

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VEJAM ESSE ARTIGO, SÃO BASICAMENTE FOTOS DAS DIFERENÇAS DO TEA PARTY QUE É TRATADO COMO EXTREMISTA E O OCCUPY WALL STREET QUE É TRATADO COMO MANIFESTAÇÃO DEMOCRÁTICA. Tea Party vs Occupy Wall Street in pictures. As imagens falam por si.

Os anarquista do Occupy Wall Street são tratados como “manifestantes pacíficos”, assim como os Black Blocs e seus apoiadores no Brasil, enquanto o Tea Party é chutado de todos os lados, uma tremenda inversão de valores.

Me pediram para publicar alguns números da gestão Obama, o Lula dos EUA, aqui estão (Desemprego de longa duração, pessoas fora da força de trabalho, pessoas dependentes do “bolsa família”, preço da gasolina, Estados com alto nível de desempregados, Índice de miséria, custo mensal de alimentação de uma família media, valor médio da casa unifamiliar, taxa de inadimplência de hipotecas, Divida nacional):

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Se posicionar contra a gastança estatal desenfreada, a corrosão da economia nacional e a consequente socialização do país, contra o comunismo e a anarquia é ser extremista radical? Se for, eu sou extremista radical com orgulho.

Muitos criticam a postura “radical” dos Republicanos nos Estados Unidos nessa questão do aumento do teto da dívida, mas ignoram que esse é o papel da oposição: colocar em pauta debates importantes sobre o país.

No artigo abaixo, Reinaldo Azevedo ao tratar do debate politico sobre o teto da divida publica nos EUA, no mínimo me parece incoerente na critica aos Republicanos verdadeiros e ao Tea Party, pois eles não estão defendendo nada além da responsabilidade fiscal e estado mínimo, ao contrario dos Democratas que estão aumentando o peso do estado, tentando transformar os EUA em um Brasil do PT (SUS, mais impostos, mais programas populistas, etc). Pois sabemos que ela é contra o socialismo e seus métodos, acerta em defender o direito da oposição em ser oposição em uma Republica democrática, mas peca no tratamento dispensado diretamente a oposição e as bandeiras que esta defendendo. Qual o problema com as ações do Tea Party? Agiram ilegalmente?

Os Republicanos no congresso passaram 7 projetos para solucionar o problema do teto da divida temporariamente, os Democratas não aceitaram nenhum, porque a ideia de acordo desses sujeitos é “faça o que eu quero e cala-se”. Obama se negou a negociar com a oposição como todo socialista bolivariano, acha que a oposição só deve estar lá para chancelar suas vontades e dar ares de regime democrático. O que ele quer é ter carta branca para gastar o dinheiro publico como se fosse privado, torrar ate falir o país, como aconteceu em Detroit.

Enquanto o Tea Party e os verdadeiros Republicanos defendem os princípios que formaram aquela nação, a Constituição e a Carta de Direitos, os Democratas (esquerdistas) e os Rino’s (Republicanos apenas no nome, fisiologistas tipo PMDB) tentam transformar o país em uma republiqueta socialista de terceiro mundo.

Obama, o risco do calote e a democracia. Ou ainda: Que pena não haver Renans e Sarneys no Congresso americano para o exercício de trocas virtuosas!

O Dr. Ben Carson, citado no artigo acima de forma pejorativa como medico negro, é tratado pela esquerda como um traidor da causa por não apoiar o socialismo, por ser um negro que não adere aos “movimentos sociais” das ditas minorias, por ser um individuo que preza pela meritocracia, assim como ocorre com outras pessoas que não aceitam se enquadrar nessas denominações.

Os membros do Tea Party são os Americanos “comuns”, trabalhadores e empreendedores, a essência da América e não os “monstros caipiras radicais” que os socialistas tentam mostrar:

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Sete lições do Taiwan para a América Latina

De Carlos Alberto Montaner. Artigo traduzido da versão em espanhol disponível no site da ODLV (Organización por la Democracia Liberal en Venezuela).

O Taiwan é uma ilha menor que a Costa Rica e quase tão povoada quanto a Venezuela. Não tem petróleo nem riquezas naturais. Em 1949 era mais pobre que Honduras e mais tiranizada que o Haiti. Hoje é uma democracia estável duas vezes mais rica que a Argentina. Há alguma lição a aprender? Pelo menos sete. Suponho que Chávez, Correa, Ortega, Morales e Raúl Castro, os cinco cavaleiros do Apocalipse do Século XXI, deveriam prestar atenção.

Primeira lição.
Não há destinos imutáveis. Em quatro décadas, o Taiwan logrou superar a tradicional pobreza e despotismo que sofria o país há séculos até converter-se numa nação de primeiro mundo com um per capita de $37,900 anuais medido em paridade de poder de compra. Este milagre econômico se levou a cabo em apenas duas gerações. A pobreza ou a prosperidade são opcionais em nossa época.

Segunda lição.
A teoria da dependência é totalmente falsa. As nações ricas do planeta – o chamado centro – não designaram aos países da periferia econômica o papel de supridores ou abastecedores de matérias-primas para perpetuar a relação de vassalagem. Nenhum país (salvo a China continental) tentou prejudicar o Taiwan. Esta visão paranóica das relações internacionais é uma mentira. Não vivemos em um mundo de países algozes e países vítimas.

Terceira lição.
O desenvolvimento pode e deve ser para benefício de todos. Mas a divisão equitativa da riqueza não se obtém redistribuindo o que foi criado, senão agregando-lhe valor à produção paulatinamente. Os taiwaneses passaram de uma economia agrícola a outra industrial, mas o fizeram mediante a incorporação de avanços tecnológicos aplicados à indústria. O operário de uma fábrica de chips ganha muito mais que um camponês dedicado à produzir açúcar porque o que ele produz tem um valor muito maior no mercado. Isto explica porque o Índice Gini do Taiwan – o que mede as desigualdades – seja um terço melhor que a média latinoamericana. Só 1,16% dos habitantes deste país está sob o umbral da pobreza extrema.

Quarta lição.
A riqueza no Taiwan é fundamentalmente criada pela empresa privada. O Estado, que foi muito forte e intervencionista no passado, foi se retirando da atividade produtiva. O Estado não pode produzir eficientemente porque não está orientado a satisfazer a demanda, gerar benefícios, melhorar a produtividade e investir e crescer, senão para privilegiar a seus quadros e a fomentar a clientela política.

Quinta lição.
No muito citado começo de Ana Karenina, Tolstoy assegura que todas as famílias felizes se parecem umas às outras. A observação pode aplicar-se aos quatro dragões ou tigres asiáticos: Taiwan, Singapura, Coréia do Sul e Hong Kong. Ainda que tenham tomado caminhos parcialmente distintos até o topo do mundo, se parecem nestes cinco pontos:

  • Criaram sistemas econômicos abertos baseados no mercado e na propriedade privada.
  • Os governos mantém a estabilidade cuidando das variáveis macroeconômicas básicas: inflação, gastos públicos, equilíbrio fiscal e, por consequência, o valor da moeda. Com isto, facilitam a economia, o investimento e o crescimento.
  • Melhoraram gradualmente o Estado de Direito. Os investidores e os agentes econômicos contam com regras claras e tribunais confiáveis que lhes permitem fazer investimentos a longo prazo e desenvolver projetos complexos.
  • Abriram-se à colaboração internacional, entrando de cabeça na globalização, apostando na produção e exportação de bens e serviços que são competitivos, em lugar do nacionalismo econômico que postula a substituição de importações.
  • Focaram na educação, na incorporação da mulher no trabalho e no planejamento familiar voluntário.

Sexta lição.
O caso do Taiwan demonstra que um país governado por um partido único de mão forte, como era o caso do Kuomintang, pode evoluir pacificamente para a democracia e o multipartidismo sem que a perda de poder traga perseguições ou desgraças a quem até o momento deteve este processo. A essência da democracia é esta: a alternabilidade e a existência de vigorosos partidos de oposição que auditam, revisam e criticam o trabalho do governo. A imprensa livre é benéfica.

Sétima lição.
Em essência, o caso taiwanês confirma o valor superior da liberdade como atmosfera em que se desenvolve a convivência. A liberdade consiste em poder tomar decisões individuais em todos os âmbitos da vida: o destino pessoal, a economia, as tarefas cívicas, a família. Não há contradição alguma entre a liberdade e o desenvolvimento. Quanto mais livre é uma sociedade mais prosperidade será capaz de alcançar. Para isto, claro, é imprescindível que a imensa maioria das pessoas, encabeçadas pela classe dirigente, se submetam voluntária e responsavelmente ao império da lei.

Artigo original em espanhol aqui.