Agronegócio e nossos “representantes”

Não haveria como ser diferente, visto que a regra Brasileira é de monopólio esquerdista na politica e na “cultura”, os representantes dos produtores rurais acabam enveredando pelo caminho do fisiologismo adesista.

Precisamos de representantes, que nos representem, não de lideres aos moldes bolivarianos.

Os políticos não “merecem” respeito

Eles precisam conquistá-lo

Quem precisa e gosta de líder é a massa de manobra, os socialistas, comunistas e afins que precisam ser guiados, conduzidos por algum ser “iluminado”. Cada um é líder de si mesmo, em republicas democráticas precisamos de representantes, que respeitem a constituição e as leis, para fazer valer a justiça e o direito de cada individuo. Nos atermos ao real sentido dos termos nesses dias sombrios é fundamental.

O resgate das palavras é uma meta fundamental se quisermos viver em uma sociedade onde o que é dito ainda faz sentido. No mundo politicamente correto de hoje, a maioria perdeu a capacidade de chamar as coisas por seus nomes.

Será que Ronaldo Caiado acordou com o choque que a Marina Silva lhe aplicou!? Ele claramente sentiu o o ataque. Será que vou “ter que agradecer” a ela ainda por fazê-lo “acordar” do fisiologismo adesista? Visto que o mesmo estava se enveredando a apoiar os socialistas do PSB.

Isso só o tempo dirá, visto a memoria curta dos eleitores e falta de vergonha dos nossos representantes. O Brasil precisa de oposição, não de mais esquerdistas e fisiologistas disputando nacos do poder, as custas do contribuinte.

No que toca isso ele já reagiu, cogitou ser candidato a presidente para representar a oposição, com bandeiras conservadoras no campo moral e liberais no campo econômico, é fundamental demonstramos apoio e cobrar que ele assuma compromisso com a representação dessa parcela órfã do eleitorado, visto que é a única alternativa real ao monopólio socialista vigente.

Precisamos restabelecer a ordem no país, a propriedade privada é o pilar básico dos estados democráticos e esta a ruir no Brasil, através do MST, da Funai, do Black Blocs, do MPL e outros grupos terroristas.

Na democracia, o direito à divergência não alcança as regras do jogo. Um democrata não deve, em nome de seus princípios, conceder a seus inimigos licenças que estes, em nome dos deles, a ele não concederiam se chegassem ao poder.

Reinaldo Azevedo

  1. O GLOBO: Rejeição de Marina leva Caiado a cogitar candidatura à Presidência pelo DEM

  2. Carta aberta a Kátia Abreu

  3. Resposta da senadora Kátia Abreu

  4. Sem capital, Petrobras será laranja das estatais chinesas, diz Caiado

  5. O mundo que funciona é bipartidário; Brasil caminha no sentido inverso. E não funciona!

  6. O futuro do Brasil nas mãos dos eco totalitários

  7. A Rede e o caos politico partidário Brasileiro

  8. Eduardo Campos tem de ser mais preciso; eu já sabia que ele só quer o nosso bem…

Carta do ano 2080: Agricultores, que saudade de vocês!

Meu querido neto, estamos no ano 2080 e queria lhe contar como o Brasil que era tão promissor no inicio do século, se tornou nisso que vemos hoje.

Tivemos sérios problemas políticos meu neto, nosso país era muito promissor, tínhamos grande capacidade produtiva, principalmente no setor agrícola. Mas alguns países não queriam que o Brasil deslancha-se economicamente, pois seriamos uma ameaça a eles. Creio que ainda nos resta pouco tempo, nosso país vive na total miséria.

Recordo quando tinha 15 anos. Tudo era muito diferente. Havia muita produção, os agricultores plantavam de tudo nessas terras, soja, milho, feijão, arroz, trigo, cevada, pêssegos, uvas, laranjas, tomates, morangos, mangas, entre tantos outros, nas áreas onde não era possível cultivar alimentos, haviam árvores para reflorestamentos, era tudo muito bem utilizado, esse seu querido avô que hoje vive as custas do estado, criava muitas riquezas para esse país meu jovem.

Talvez você não lembre, mas quando bebe você mamou o leite materno no seio da tua mãe, naquela época tínhamos produção de leite das vacas que eram as mais saudáveis do mundo, pois viviam em um clima abençoado, mas acusaram os animais de produzir gás metano, e que as pastagens degradavam o solo e prejudicavam o ecossistema, que terrível engano.

Agora comemos frutas nos dias de festa, antigamente eu comia todo dia, era só tirar no pomar que tínhamos atrás da nossa casa. Hoje nossos alimentos são controlados pelo governo. Antes comíamos o que queríamos, pois nós tínhamos liberdade para plantar o que quiséssemos. Que saudade daquele tempo, meu neto.

Antes o meu pai cortava lenha no mato, não precisava de gás e muito menos de energia, e em pouco tempo o mato voltava e recuperava aquela árvore, mas hoje não podemos nem tirar uma folha dela para fazer chá, pois seremos presos por crime ambiental. Comíamos carne quando quiséssemos, era só comprar, ou então abater o nosso próprio gado que nós criávamos, mas agora é proibido, pois os direitos dos animais nos proíbem de fazer isso.

Hoje todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos são controlados pelo governo. Ele faz o que bem entende com ele e nós não podemos nem chegar perto, pois isso é crime de poluição.

A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela má alimentação, cheios de chagas na pele pelo trabalho braçal, pois não temos tecnologia, porque dizem que ela polui, mas as consequências em nossos corpos ninguém dá valor. Saudade de quando tínhamos maquinas, ninguém reclamava de ficar o dia todo em cima delas, pois sabíamos que estávamos produzindo alimentos de qualidade.

Imensas propriedades que antes criavam riquezas, hoje constituem a paisagem horrível que nos rodeia por todos os lados, só se vê ervas daninhas e insetos, onde antes tinha alimentos. Os agrotóxicos que eram os remédios das plantas foram proibidos. As infecções gastrointestinais por fungos dos alimentos são constantes. As contaminações com Bactéria Staphilococus ou Escherichia Coli que estão presentes no esterco que hoje é tido como fertilizante natural é muito mais dolosa do que uma contaminação de molécula de IA de Defensivo, que antes eram usados para pulverizar os alimentos e hoje são as principais causas de morte, somente atrás da fome, ah a fome meu neto, aquela que antes matávamos com facilidade, hoje nem os ricos conseguem.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas estatais são a principal fonte de emprego e pagam-te com alimento em vez de salário. Têm-se notícias que nas periferias pessoas praticam canibalismo, pois não tem o que comer.

Os assaltos por comida são comuns nas ruas. A comida é semelhante às rações usadas para dar aos animais. Antes sentíamos o gosto dos alimentos saborosos, hoje comemos para viver, que saudade dos agricultores.

O governo nos cobra por tudo, menos pelo ar que respiramos. Somente os comandantes vivem bem nesse país, estranho pois éramos o futuro do mundo. Desde que no inicio dos anos 2000 um partido politico chegou ao poder nosso país começou a ser destruído. Quantos erros, meu neto.

Os agricultores advertiam que havia gente que não queria cuidar das plantações, mas destruí-las e que ninguém viveria sem alimentos. Fizeram pouco caso. Hoje, meu neto, quando sua mãe me pergunta como foi que deixamos isso chegar até esse ponto, eu lhe falo: “Foi sua geração que fez isso, caíram aos encantos de ONGs internacionais que tinha outro foco, como o Greenpeace que hoje junto com a ONU e a Unesco governam o planeta inteiro e quem se opor a eles, na melhor das hipóteses, será preso. Muitas pessoas sumiram sem deixar rastro.” As obras que denunciavam os males dessas ONGs foram censuradas, como ninguém deu valor a isso?

Por isso, meu neto, que lhe descrevo o tão bonito eram as plantações, os trigais ao vento, a soja pintando de verde os campos, o gado com sua imponência nos pastos. Éramos felizes, não nos demos conta do que estava acontecendo, de que cor nosso país estava ficando, hoje ele é vermelho, a foice e o martelo são o símbolo dele.

Agora quando você me pergunta: “Vovô, por que acabou os alimentos?” Então, sinto um nó na garganta, não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que destruiu os agricultores, não tomamos conta com tantos avisos que eles davam. Agora os nossos filhos e netos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na Terra já não será possível porque a destruição dos que produziam riquezas chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer alguma coisa para salvar a nossa pátria amada Brasil!

*Obra adaptada da “Carta do ano 2070” pelos administradores da pagina Agricultura Brasil: Vade Bernaski, Alison Ciceri, Micael de Aguiar Marsiglio e Ricardo Angonese.

Abaixo arcabouço teórico, à principio pode parecer uma teoria da conspiração, mas estudando esses artigos vocês terão noção do que vem ocorrendo:

  1. Verde a nova cor do Comunismo
  2. Agrotóxicos, remédios para as plantas
  3. Ecobobice é a religião da nova era
  4. Instrumentalização política do movimento ambientalista
  5. Interesses econômicos por trás de ONGs

A serpente eco-terrorista destila seu veneno contra o alvo predileto

Marina Silva, a Aiatolá eco-facista não consegue esconder suas reais intenções, para o bem de todos nós, que jamais poderão dizer no futuro que não sabiam o que estavam fazendo ao votarem nela.

Novamente fez um ataque rasteiro a todos produtores rurais Brasileiro quando atacou Ronaldo Caiado sem nenhum motivo logico:

Se prosperar a contribuição da Rede, é obvio que o (deputado Ronaldo) Caiado (DEM-GO) não se sentirá confortável nesse quadro, e imagino que ele já esteja se preparando para ir para a candidatura do Aécio. Porque, obviamente, na cultura da Rede não há lugar para um inimigo histórico dos trabalhadores rurais, das comunidades indígenas e para quem articulou a derrota do Código Florestal.

Quem sustenta o crescimento brasileiro é a agropecuária, mas Marina prefere colocar girinos como prioridade? O latifúndio virou inimigo dos trabalhadores rurais?

Ela não sabe que os Estados Unidos são grandes produtores de grãos, justamente pelo investimento tecnológico de grandes empresas no campo? Vai preferir tomar o partido dos “índios” representados por lideranças hipócritas em conluio com corruptos da Funai? É esse o avanço na política?

Marina é uma eterna petista, “saiu” do partido para dividir a “oposição”, pelo menos a que temos, se é que podemos chamá-la assim. A velha tática: dividir para somar. Em eventual segundo turno entre o PT e outro partido que não o dela, vota no PT. Saiu do PT mas o PT nunca sairá dela.

Como bem disse o roqueiro Lobão em recente entrevista para a Veja, se ele um dia for eleita o Brasil vai se transformar numa “clorofilocracia teocrata”.

O PSB também não tem nada alternativo, é tão bolivariano quanto o PT, participa ativamente do Foro de São Paulo e apoia os terroristas do Hamas. Aqui outra noticia do site do PSB sobre a atuação no Foro de SP.

Marina está sendo tratada por boa parte da imprensa como uma espécie de reinvenção da cidadania e da política. Em muitos aspectos, reeditam-se procedimentos antes dispensados apenas a Lula, no tempo em que ele era um líder da oposição, tido como puro e autêntico, ainda não corrompido pelo jogo do poder. Até parecia que ele disputava coisa diferente dos demais — como parece agora, no caso da ex-senadora. (Reinaldo Azevedo)

O artigo O Marinês de Denis Lerrer Rosenfield no Estadão é leitura indispensável para quem queira ajudar a impedir que o Brasil volte ao período jurássico. Segue um trecho:

O marinês é uma nova língua política que se caracteriza por abstrações e fórmulas vagas com o intuito de capturar o apoio dos incautos. Suas expressões aparentemente nada significam, porém procuram suscitar a simpatia de pessoas que aderem ao politicamente correto. Mas só aparentemente nada significam, pois carregam toda uma bagagem teórica que, se aplicada, faria do Brasil um país não de sonháticos, mas de pesadeláticos.

Para encerrar, entre caso se confirme a desgraça de um segundo turno entre os comunistas verdes e comunistas vermelhos, eu votarei NULO, pois os Melancias ao meu ver serão piores que os atuais vermelho no poder, os métodos dos Eco-fascistas serão mais agressivos e diretos contra a propriedade privada e a constituição. Nesse caso o voto nulo serve como um voto de protesto, ficando registrado que repudiamos ambas as cores da tirania comunista, pois o caos sera praticamente o mesmo com qualquer uma das duas no poder.

Dilma e Marina MST

O futuro do Brasil nas mãos dos eco-totalitários

O futuro do Brasil, em poucas linhas, será mais ou menos assim:
Um exemplo: Expulsaram os arrozeiros da Raposo Serra do Sol. Deixaram aquele território imenso inteirinho para meia dúzia de índios que ficaram desempregados, ociosos porque são vagabundos e não plantam nada. Aí o governo dá bolsa esmola e os patifes dos índios gastam com cachaça. Dizem que o índice de alcoolismo beira os 90%. Esse é o futuro desgraçado deste pais. Os empreendedores vão vazar. Os investidores vão vazar. Isso aqui vai voltar a ser a selvageria igual a época do descobrimento. Vão implorar para os EUA e os europeus ajudarem. Aí será tarde demais. Teremos um Brasil de indígenas bebuns e comunas. Alguém aí duvida que estamos caminhando neste sentido?

Simone de Oliveira

O ovo da serpente foi posto, PSB e REDE copularam.

Esta ai, a serpente botou o seu ovo, fruto do “cruzamento” entre Eduardo Campos e Marina Silva.

A “ex” PTista de longa data que saiu do PT, mas o PT nunca saiu dela, e o ex Ministro do governo Dilma que não deixa de ser base alugada, uniram interesses suspeitos no Partido Socialista de Eduardo Campos, com isso temos duas versões do PT disputando a mesma eleição, seis ou meia duzia, sendo que essa meia duzia parece que pode conseguir ser pior que o 6, visto que representa o PT dos anos 90.

Como disse Rodrigo Constantino em seu artigo Consenso progressivo. Ou: De Thatcher para Marina Silva, faço minhas as palavras dele:

Não tolero o tom messiânico de Marina, que olha os demais de cima, com ar de superioridade pois não faz parte “disso que está aí”. É mentira, claro. Foi do PT por 30 anos, ministra do governo de Lula, e é animal político e partidário como os demais. Só que convence a esquerda caviar de que paira acima do bem e do mal, com sua capa verde (de perto está mais para avermelhada). Um amigo meu, filósofo, cunhou o apelido “Morena da Selva” para descrevê-la.

Fica o alerta, o direito de propriedade vai ser enterrado de vez caso esses dois cheguem ao poder, vão transformar o Brasil em um imenso “paraíso ecoterrorista”, onde todas aquelas utopias pregadas por “Ong’s” globalistas, Al Gore e Funai se tornaram a triste realidade. Eduardo Campos ja diz endossar a politica “ambiental” de Marina Silva.

Espero muito estar enganado, mas é isto que mostram os fatos, caso esse ovo eclodir teremos um serpente hibrida pronta a dar o bote no estado de direito.

Marina Silva quer sepultar a velha república ao lado do cara que nomeia a mãe para o Tribunal de Contas.

Guilherme Macalossi.

Marina Silva decide filiar-se ao PSB, de Eduardo Campos

Marina filia-se PSB e diz que Campos é o candidato

Marina Silva: “O que penso sobre…”

Campos e Marina mantiveram ‘agenda secreta’

Marina Silva, os índios e a função social da propriedade

Republico o artigo de Rodrigo Constantino em seu blog na Veja sobre o ovo da serpente que são os partidários de Marina Silva:

 

16/08/2013

às 11:41 \ Cultura, Instituições

Marina Silva, os índios e a função social da propriedade

Fonte: Estadão

Em artigo na Folha hoje, Marina Silva demonstra porque é perigosa do ponto de vista dos liberais. Logo de cara ela defende a tal “função social” da propriedade, algo que ninguém sabe explicar direito o que seja, mas que serve como poder arbitrário na mão do governo para expropriar terras. Ela diz:

Suponha que um dia, por negociação dos líderes partidários, fosse aprovada uma lei determinando que todos os títulos de propriedade de terras, das menores fazendas às grandes “plantations” do agronegócio, só seriam válidos depois de analisados, um a um, pelo Congresso Nacional.

Veríamos os donos da terra brasileira invocando o direito humano e divino de que seriam beneficiários desde os primórdios da civilização. Muitos deles já o fazem, com grande alarde, sempre que uma porção de terra é destinada a atender uma demanda social ou tem sua exploração subordinada a um critério ambiental. Para eles, o direito à propriedade privada é ancestral, sagrado, e se sobrepõe aos direitos e funções sociais, considerados menores e periféricos.

Quem determina as tais funções sociais da propriedade? Quais terras devem se submeter a esse vago critério? Alguns, não custa lembrar, querem estende-lo às propriedades urbanas também, como o caso daquela líder do Movimento Passe Livre, que falou em “latifúndios urbanos”.

Quando a terra é “improdutiva”, ela deixa de exercer sua função social? E qual patamar de produtividade deve ser alcançado para ser classificada como produtiva? Vale para os assentamentos do próprio MST, verdadeiras favelas rurais?

Enfim, quando o direito de propriedade, valor dos mais importantes no liberalismo, começa a ser relativizado dessa forma, abre-se um precedente muito perigoso. Marina parece endossar esse relativismo, e vai além, citando Eduardo Galeano e a “bíblia” das esquerdas latino-americanas:

A abertura da terra indígena à exploração mineral, cuja promoção prática se tenta legitimar mudando a lei, é típica da sangria de um continente definido por Galeano com as “veias abertas”. Os mitos do progresso na sociedade do consumo uniram-se a uma espécie de nacionalismo torto, anti-indígena, para gerar um espantalho em que o povo brasileiro não se reconhece.

Ao que me parece, são as esquerdas multiculturalistas que não consideram os índios brasileiros. Ao criarem “zoológicos humanos” que preservam suas culturas, ainda que algumas possam incluir até infanticídio, essas pessoas não só impedem o progresso dos índios rumo à civilização mais avançada, como os tratam feito seres inferiores, inimputáveis, mascotes da visão arrogante e elitista de uma gente culpada.

Índio é brasileiro! E por isso mesmo, devemos lutar pela igualdade deles perante as leis, em vez de ceder 13% do território nacional (é pouco?) que acaba servindo para abusos e corrupção de líderes indígenas e funcionários da própria Funai, enquanto os demais vivem na total miséria. Mas Marina prefere apelar para o sensacionalismo barato que seduz as elites no Facebook:

Quantas vezes os guaranis-kaiowás de todas as aldeias e cidades precisarão dizer e assinar de próprio punho que o Brasil verdadeiro ama os índios e se reconhece neles?

Eles amam os “índios”, enquanto abstração, enquanto mascote para sua própria sensação de superioridade moral, de regozijo por serem almas sensíveis e abnegadas. Curtem uma matéria no jornal, trocam o sobrenome no “Face”, votam na Marina Silva, são lindos!

E depois seguem com suas vidas confortáveis na civilização, com ar condicionado e remédios de laboratórios capitalistas, com suas propriedades bem protegidas, enquanto os “índios” continuam abandonados na miséria e barbárie.

Por outro lado, outros índios, seguros da impunidade, matam pequenos agricultores, como no vídeo abaixo (imagens fortes):

Video do youtube (removido/censurado)

Aos ilustres membros dessa esquerda caviar, da qual Marina Silva parece um ícone perfeito, pergunto: amam também os índios que fizeram isso?