Educação vs. Shortinho

Breve reflexão sobre os protestos de feministas mirins em uma escola porto-alegrense clamando pelo “direito de usar shortinho na escola”.

shortinho

1. Não existe “direito do aluno decidir o que vai vestir”. Decidir o código de vestimenta do corpo docente e discente é prerrogativa da escola e sua direção. A escola não é uma democracia onde os alunos podem fazer uma votação, um abaixo-assinado, e mudar as regras. Para certas coisas, como a relação entre corpo diretivo, docente e corpo discente, a autoridade não emana “do povo”.

2. “Meu corpo minhas regras” é uma máxima que também vale para instituições. As instalações pertencem à escola, portanto são o seu corpo, e aí vigoram as regras que a direção escolar determina.

3. As regras de vestimenta da escola são conhecidas previamente pelos pais, que decidem ou não se elas são razoáveis, e então matriculam os seus filhos na escola. Se os pais estão de acordo com a política, os alunos tem que acatá-la pela simples verdade universal e irrevogável que afirma que criança não se governa.Se os pais não estão de acordo com a política, não deveriam matricular seus filhos nesta escola, e se mudaram de ideia agora, que retirem seus filhos desta escola e matriculem em outra.

Argumento bônus
4. Para pais que acataram a ideia do shortinho e acham que a escola deveria mudar sua política de vestimenta, afinal, “você paga para sua filha estudar aí” e “você é quem paga o salário deles”. Você não faz mais que a sua obrigação, pois educação é um serviço que se presta à sua filha. Aliás, a educação da sua filha deveria ser a sua prioridade, não o “direito de usar shortinho”.

Masculinidade em Crise

Algum tempo atrás escrevi um artigo parodiando os masculinistas do “Movimento da Real”, que trouxe até o blog vários comentários enfurecidos na defesa do movimento. Não porque eu menospreze o movimento, mas porque acho sua abordagem bastante superficial.

Dying Gaul

Não é segredo para ninguém que o Ocidente passa por uma crise de masculinidade. E isso pode ser associado a vários fatores: queda alarmante nos níveis de testosterona nos homens, queda do desempenho escolar e acadêmico entre a população masculina, crises dos setores econômicos que mais afetam os homens (como a indústria), propagação de valores androfóbicos na sociedade.

Alguns sintomas desta crise são os números alarmantes da evasão escolar e acadêmica entre a população masculina, a proporção e o impacto do desemprego sobre os homens, o número crescente de homens que simplesmente abandonam a paternidade ou são alienados de seus filhos, a queda de seu desempenho profissional em um ambiente cada vez mais voltado para o público feminino.

Não é um problema que a sociedade abra mais possibilidades para as mulheres. É um problema que os ganhos para as mulheres representem perdas para os homens. O problema maior é que a sociedade acuse os homens de se desmotivarem porque estão apenas “perdendo privilégios” e exija deles um esforço masculino para construir uma sociedade na qual eles terão ainda menos “privilégios”. Como motivar uma pessoa a fazer parte daquilo que lhe é prejudicial senão por chantagem ou coerção?

Enumerarei aqui apenas algumas das preocupações que uma militância “masculinista” (não gosto do termo e explicarei mais adiante por quê) deve ter em mente:

1. Os homens são um grupo com interesses próprios
Frequentemente exige-se que um homem “seja homem” em prol da sua mulher, da sua família, dos fracos e oprimidos, etc. O problema é que não se pode exigir o sacrifício de uma pessoa que foi educada segundo uma ética hedonista ou utilitária. Ninguém sacrifica-se por sacrificar-se, ou sem a certeza e percepção de uma relação direta entre seu sacrifício e o benefício de seus amados: para exigir sacrifício, primeiro se necessita uma ética que o valorize com prestígio, honra, recompensas, etc.

No cenário atual, há de se contentar com aceitar que o homem prioriza seus próprios interesses egoístas: jogar futebol, beber cerveja, assistir o UFC, comer bacon, transar, malhar, etc. O primeiro passo, portanto, é assumir o homem como homem, fim de si mesmo, e não como uma ferramenta para o trabalho ou sustento de outras pessoas. E isso significa, também, dar a ele o direito de ser como ele é: deve-se tolher o assalto moral de ideólogos que querem moldar o seu comportamento, emasculando-o ou tornando um “gênero neutro”. Gostamos de esportes de contato (“violentos”) sim, e ninguém vai proibir. Sentimos mais necessidade de sexo, sim, e ninguém tem o direito de nos desmoralizar ou condenar por isso. E por aí vai.

2. Os homens não admitem, mas estão em situação de vulnerabilidade social
A nossa economia é cada vez menos industrial e mais voltada a serviços, o que significa que muitos homens com pouca formação acadêmica estão sendo empurrados para o abismo do desemprego, especialmente em períodos de crise onde os homens são as vítimas preferenciais das demissões massivas. Também os homens são as maiores vítimas de acidentes de trabalho, principalmente os fatais.

Os homens, também, são mais vulneráveis a cair no mundo do crime ou ser vítimas de crimes violentos. São eles também que compõem as fileiras dos exércitos de mendigos e usuários de drogas. Enquanto entre as mulheres o crime é tratado como um “desvio” patológico que requer um tratamento praticamente médico, assume-se que entre os homens a criminalidade é “normal” e a resposta mais adequada é a punitiva.

O homem, também, está sendo gradualmente expulso da célula familiar: o divórcio fácil, apesar de representar um avanço para algumas mulheres, para a maioria dos homens significa um aumento injustificado e abusivo na já arriscada tarefa de casar. Com a relação risco-benefício do casamento pendendo cada vez mais para o lado do risco, não é de admirar que o casamento esteja se tornando um fenômeno raro e estejamos nos tornando a sociedade das mães solteiras.

E não venham imputar a culpa da mãe solteira toda ao homem porque qualquer homem divorciado e com filhos sabe que a Justiça brasileira praticamente o mata como pai e o reduz a uma conta bancária. A alienação paterna é um verdadeiro crime que se comete não só contra o homem que perde seu filho mas também contra a criança que é privada de um pai. Neste novo arranjo familiar, composto por mãe, filho e um assistente social (ou advogado), não há espaço para o pai. Lembremos que a maioria dos criminosos foram criados em famílias onde a figura paterna é ausente. Portanto, o combate à criminalidade e à miséria se faz com a paternidade.

A situação mais grave imaginável, neste quesito, é a discussão sobre o aborto que, em vez de focar no filho ou no casal que o gera, tem sido desviada por feministas até girar completamente em torno da mulher e excluir por completo o direito de um pai interceder pela vida de seu filho.

3. Existem valores masculinos que não devem ser comparados com os femininos
Os homens são frequentemente ridicularizados por seu comportamento mais agressivo: diz-se que eles querem compensar em agressividade a “masculinidade” que não tem. Curiosamente, esta “masculinidade” que afirmam que não temos é justamente uma artificial e concebida por sociólogos enviesados e de honestidade duvidosa (não raramente feministas). Para quem abandonou os valores tradicionalmente masculinos, como a honra e a coragem, não faz sentido nenhum a demonstração de vigor físico (“agressividade”) exceto quando ela coincide com a ética utilitária: quando a coragem rende lucros ao turismo de aventura, quando a honra serve à segurança nacional, quando a agressividade serve para capturar estupradores.

Deve-se perguntar: o homem é agressivo? Em comparação a quem? À mulher? A mulher não pode ser a medida para o homem, e vice-versa. Do mesmo modo, comparar a dissimulação feminina com o comportamento masculino (como faz o pessoal “da real”) é incabível.

Deve-se combater, portanto, a ridicularização dos valores que estimamos. Não fazê-lo é conceder o monopólio moral à androfobia, segundo a qual nosso vigor, honra e coragem só servem para proteger mulheres e crianças, vender filmes de ação, e sacrificar nossos divertimentos para financiar através de impostos o feminismo universitário. Quem acha que honra, coragem e sacrifício são valores ridículos, machistas e patriarcais, que abra mão dos serviços da polícia, do exército e dos bombeiros.

4. O homem precisa saber e sentir que é homem
Enquanto as feministas afirmam querer libertar homens e mulheres dos papéis sociais “opressores” de gênero, elas criam uma verdadeira identidade de gênero e um ativo lobby feminino sem equivalente masculino. Isto porque “masculino” é encarado como “padrão” e “neutro”: política masculina é apenas política. Só a feminina leva os adjetivos identitários. Isto precisa mudar, e os homens também precisam acordar para defender seus interesses e direitos. Enquanto aborto, divórcio, violência doméstica e empowerment (acadêmico e empresarial) forem só questão de “direitos das mulheres”, nós seremos os prejudicados porque tudo isso também nos diz respeito e somos arbitrariamente excluídos das discussões. Nosso direito político, em questões como essas, é nulo hoje: a nós cabe apenas obedecer o que foi decidido por um punhado de sociólogos e lobistas.

As mulheres tem um rito de passagem, que é a festa de debutante aqui no Ocidente. É um rito, com símbolos e cerimônias, para apresentar à sociedade uma nova mulher. Nós homens já não temos rito de passagem algum, e por isso os adolescentes ficam desorientados e se portam como crianções mesmo após os 20 anos: nos contentamos com substitutos pobres em rito, simbologia, prestígio ou identidade como a aquisição da licença para dirigir, a formatura, ir morar sozinho. Todos estes substitutos podem ser e são obtidos por mulheres também, então de que servem? Qual foi o último homem “apresentado” à sociedade? Retomar a prática da passagem é urgente: não se pode exigir homens de uma sociedade que não produz nenhum.

5. Um bom homem depende de uma boa mulher, e vice-versa
Os gêneros (os dois que existem na nossa sociedade) não são conflitantes, mas complementares. Se os homens vão mal, as mulheres vão mal. Se as mulheres vão bem, os homens vão bem. É por isso que a mulher tem cuidado tão bem da casa e dos filhos enquanto o homem tem governado e morrido nos campos de batalha com gosto nos últimos 10.000 anos. O homem se sente mais homem porque tem uma mulher a quem dedicar-se, a mulher se sente mais mulher porque tem um homem a quem dedicar-se. Uma mulher promíscua não pode exigir dos homens um comportamento reto. Um homem covarde não pode exigir de uma mulher dedicação.

Não só a qualidade dos homens em nossa sociedade deve nos preocupar, mas também das mulheres. Criticá-las, sem instruí-las, é uma atividade improdutiva e que só rega a semente do ódio sexista. Instruam as mulheres, as filhas e irmãs, as esposas e namoradas, as tias e primas, colegas e amigas. É preciso remover a erva daninha do “sextremismo” e da androfobia, e também do machismo e da misoginia, enquanto se planta a semente para uma sociedade onde masculinidade e feminilidade trabalhem em sinergia.

Deste meu último ponto vem a objeção ao nome “masculinismo” para a busca dos direitos da população masculina. Não é o caso de garantir direitos a um gênero às custas do outro, ou de afirmar a identidade de um em oposição à do outro: é uma questão de entender e aceitar a complementariedade dos gêneros em termos morais e identitários, e reconhecer a necessidade do equilíbrio entre ambos nas questões familiares e sociais.

Conclusão
Um movimento “masculinista” que se preze não pode ficar limitado a uma fraternidade que ajude homens com a carreira e os relacionamentos. É necessário combater ativamente o viés androfóbico na mídia, nas escolas e universidades, nas artes, bem como afirmar-se politicamente e assegurar que os homens tenham voz onde hoje são silenciados por aqueles que estão comprometidos com a destruição da nossa identidade de gênero, o que prejudica a todos nós, homens ou mulheres.


Leitura recomendada:

No Man’s Land – Donovan, Jack

Sítios de interesse:

A Voice for Men
Wikipedia – Men’s Rights Movement
Art of Manliness

Lutando contra a opressão do sistema aritmético: 2 + 2 = 5

Uma esforçada ativista lutando contra o imperialismo e a exploração aritmética. Ela vai chegar ao resultado 2 + 2= 5.

De vez em sempre, esquerdistas simpáticos ao marxismo nos dizem
que os regimes comunistas que se instauraram na URSS, China,
Camboja, Vietnã e etc. não representam o verdadeiro comunismo,
pois desvirtuaram a teoria original. Bom, eu concordo plenamente
que o regime instaurado nesses países não se deram como Marx um dia imaginou. Mas tal fato nada faz para tornar a teoria marxista aceitável (o que me parece ser o objetivo de quem usa esse argumento). Afinal, o que temos aqui é uma teoria que prevê um resultado que jamais poderá ser alcançado. Para entender isso, lancemos mão de uma analogia.

Imagine que alguém proponha a seguinte teoria: 2 + 2 = 5. Não
importa o quão bem intencionada seja a pessoa que formulou esta teoria, ou quão bem intencionados sejam os que procuram colocá-la em
prática… o resultado jamais será 5, porque 2 + 2, na prática,
sempre será 4.

Aqui está o ponto cômico da história. Quando os marxistas dizem
algo como “nestes regimes ditatoriais não se instaurou o
verdadeiro comunismo e, portanto, devemos continuar tentando”,
estão essencialmente dizendo o seguinte: “Nestes regimes, 2 + 2 deu
4. Mas esta não é a verdadeira teoria contra a opressão aritmética. Na verdadeira teoria, 2 + 2 é 5. Portanto, vamos continuar tentando colocar a verdadeira
teoria em prática”.

Conclusão: Mesmo que isso custe a vida de milhões de pessoas e a
liberdade de dezenas de países, não devemos parar de lutar contra o imperialismo e a opressão do maldito sistema aritmético. Se a teoria diz que 2 + 2 deve ser igual a 5, então 2 + 2 será igual a 5. E quem reclamar, vai pro Gulag.

A Não-Identidade

Os movimentos de esquerda fazem questão de mesclar todas as minorias numa só massa amorfa para obter sua força política através do número e usar do conflito interno para paralisar minorias dissidentes. Resumidamente ela pega um negro, um gay, um ateu e uma mulher, mutila suas identidades e molda-os naquilo que ela quer: o não-branco, o não-hétero, o não-cristão e o não-homem. Ela os valoriza não pelo que eles são, mas pelo que eles não são.

O que há em comum entre um imigrante latino nos EUA e um negro? São não-brancos. Entre um gay e uma mulher? São ambos a negação de um homem hétero. Nenhum deles tem, de fato, valor identitário para a esquerda. Seu valor é utilitário. É um meio para um fim. Um negro, um gay, um ateu, uma mulher que não é militante socialista não tem valor algum.

Isto é facilmente verificável. Qualquer negro que se declare, por exemplo, liberal ou conservador, será ostracizado como um alienado. Para usar um termo mais racista que já ouvi, será chamado de Kinder Ovo (negro por fora e branco por dentro). Se for gay então, será considerado algum tipo de aberração em serviço da sociedade que o oprime, como o foram Clodovil e Andy Warhol. Se for uma mulher, bastará levantar uma simples crítica à histeria do feminismo revolucionário para ser tachada de machista. Se for ateu, será acusado de “criptocristianismo” se não engolir sem reclamar a histeria anticlericalista que desrespeita não só a liberdade de culto e chega ao ponto de invadir propriedade alheia.

Mas Renan, o que você está querendo dizer com isso? Estou querendo dizer que as pessoas devem se preparar para resistir aos discursos identitários que nos separam usando como padrão qualquer coisa que não seja as idéias e os valores. Coloquemos os princípios no seu lugar, que é o princípio, o ponto de partida de todos nossos julgamentos, escolhas e decisões.

A liberdade individual é a única coisa que garante que você continue vivendo em paz sendo você mesmo em vez do “não-outro”.


Leia também

Em Defesa do Masculinismo

Esclarecimento do ‘consermangina’ aos paladinos da Real: partindo do princípio que escrevo para adultos, acho desnecessário informar que o artigo se trata de uma sátira quando o seu conteúdo deixa isto óbvio. Mantida a animosidade cordial e bem-humorada, mimimis a parte, podem criar quantas combinações puderem imaginar entre as palavras conservador, liberal e mangina. Até recomendo algumas que talvez queiram usar: liberal-manginismo, conservador-manginismo, manginacon, manginalib, liberagina, conservagina, libermangina, etc.


Se você é homem e está cansado da promiscuidade feminina engendrada pelo feminismo mas não quer abrir mão da tradicional promiscuidade masculina, o masculinismo é a ideologia de gênero feita para você. Chega de ficar na friendzone com cara de bunda sem comer ninguém, una-se à legião da real e reavive o poder macho que existe em você!

Se você não sabe o que o masculinismo brasileiro é, este artigo elucidará para você as três principais vertentes deste robusto sistema político-filosófico e o que você pode aprender com cada uma delas.


As três principais vertentes do masculinismo tropical são as seguintes:

Masculinismo Catreano – O representante honoris causa do emergente masculinismo nas periferias cariocas é Mister Catra. Polígamo e pródigo reprodutor, tem três esposas e vinte filhos. Sua vida artística não destoa de seus inabaláveis princípios:

Passa nela, passa nela , passa o pau na cara dela
Passa nela, passa nela, passa na cara dela, na cara, na cara
Na cara, na cara dela .
Passa nela, passa nela, passa na cara dela,
Passa nela, passa nela , passa na cara dela , passa na cara, na cara , na cara,
Na cara dela

Também não esquece de reafirmar a natural e legítima autoridade dos homens sobre as mulheres, pois é para o patrão (no caso das que tem emprego porque estão solteiras) que elas devem ceder, como fica bem explícito no trecho “ela dá pra nóis que nóis é patrão”.

A principal contribuição do masculinismo catreano é a reafirmação de um direito masculino já quase esquecido que é o de ter quantas mulheres lhe aprouver, bem como o másculo dever de legar para a posteridade uma grande leva de descendentes para honrar o nome da família.

Masculinismo Wilkeriano – Popularizado por José Wilker, quando interpretou o ícone masculinista Coronel Jesuíno da novela Gabriela, apesar de todo mundo saber que macho que se presta não assiste novela. O típico pater familias é um exemplo de homem linha-dura que não dá o braço a torcer para ninguém, bota a esposa no seu devido lugar – que é o do cumprimento do dever matrimonial – e manda matar os seus desafetos.

O legado do masculinismo wilkeriano é a recolocação do homem no seu merecido lugar que é o de chefe de família e senhor de sua mulher, bem como a reafirmação do seu direito a legítima vingança em defesa da honra.

Masculinismo Magaliano – Ressurgido das cinzas dos anos 70, esta figura representa o autêntico latin lover descompromissado e conquistador. O típico “galinha” e “cachorro” pelo qual as mulheres amam ser enganadas nos traz de volta velhas noções de conquista, e habilidades notoriamente necessárias para a predação sexual como a dança, a camuflagem e a preparação das armadilhas (vulgo “clima romântico”).

Sua herança para o masculinismo é mais prática que teórica, uma vez que encarnou o arquétipo do sedutor latino, romântico e violento.

Conclusão
Agora que você já tem os modelos masculinos nos quais se espelhar e está decidido a deixar de ser um mangina, é só começar a meter a real na mulherada. Se não funcionar, culpe o feminismo.

Mulheres cultas e trabalhadoras ameaçadas por serem contra o feminismo e suas mentiras

Esse artigo foi publicado no site MULHERES CONTRA O FEMINISMO, para ler o artigo original clique aqui.

Algumas pessoas desconhecem que existem outras mulheres que lutam ativamente contra o feminismo. Sim, este raivoso movimento que mente nos representar possui outras mulheres contra ele. Existe esta falsa propaganda feminista na sociedade como se toda mulher deve ser ser feminista, pois de algum modo devemos algo a ele e isto é coisa de mulher ”moderna” pois o feminismo “promete o futuro”. Esta pressão é muita usada por feministas que deixam a entender serem as “verdadeiras defensoras” da verdade sobre serem mulheres e o papel da mulher na sociedade segundo as feministas. Tudo é propaganda feminista. Uma mentirosa propaganda. Este post tem o objetivo de enfatizar que existem MUITAS outras mulheres contra o feminismo e que nunca devemos nada a ele. Estas outras mulheres foram ameaçadas como também fomos e também foram censuradas pelos movimentos feministas. Liberdade, respeito, igualdade? Puras mentiras feministas da ditadura feminista hoje existente no Brasil. O movimento feminista é uma ditadura que censura e condena quem discorde delas. Todas as outras mulheres abaixo aqui sofreram com isso também.

Erin Pizzey: trabalhadora social inglesa que possui um tradicional abrigo para homens e mulheres que sofrem de abusos domésticos. Erin é uma ex-feminista e decidiu abandonar as feministas por notar a verdade escondida embaixo dos movimentos feministas que usavam de falsa propaganda como “amor, igualdade, paz, liberdade, etc” e outras mentiras do mito paz e amor para outros fins. Erin descobriu que mulheres abusam de homens e violentam homens fisicamente ou psicologicamente semelhante a homens que maltratam mulheres. Isto na época foi algo novo que fugia do conto feminista que homens sempre maltratam mulheres. Erin descobriu que ambos os sexos podem ser violentos e podem gerar crianças violentas em um ciclo vicioso o que é perigoso para todos. Erin quis falar a verdade mas foi censurada pelo movimento feminista que era feliz com a verdade oculta, pois neste ciclo vicioso a estrutura familiar era arruinada, tendo o homem sempre como culpado.  Além disso, o movimento feminista lucrava com esta mentira por desviar incentivos financeiros do governo para fins feministas, sempre tendo o homem como culpado. Casos de injustiça eram considerados justiça por politicamente correto. Por falar a verdade, Erin sofreu ameaças de morte por parte das feministas, teve o seu cachorro morto e precisou mudar de continente por motivos de segurança.

Esther Margareta Katzen: Mais conhecida como Esther Vilar: escritora, mais conhecida pelo seu livro de 1971, O Homem Domado, e suas continuações, que argumentam, ao contrário da retórica feminista e dos direitos femininos, que as mulheres em culturas industrializadas não são oprimidas, e que ao invés disso exploram um sistema bem estabelecido de manipulação dos homens.  Nele, ela alega que as mulheres não são oprimidas pelos homens, mas os controlam em um relacionamento que é vantajoso à elas mas no qual a maioria dos homens não tomam ciência.

Debateu com gurus feministas que a ofenderam sem refutar os seus argumentos. Pelas as controvérsias em torno do livro sofreu  ameaças de morte de grupos feministas.

Algumas das estratégias descritas no livro e usadas pelas mulheres segundo a autora são: atrair homens com sexo, usando estratégias de sedução; usar o elogio para controlar homens administrando-o com cuidado; usar chantagem emocional como meio de controlar os homens; uso de amor e romance como um pretexto para disfarçar suas intenções e motivos reais.

Michele Elliott: Mestre em psicologia, autora, professora e trabalhadora social especializada em crianças. Em 1992, Elliott publicou seu livro “Abuso Sexual de Crianças Feminino, o último tabu “, o primeiro livro a abordar a questão do abuso sexual por mulheres. O livro foi bem recebido pelos profissionais e organizações. Mike Lew descreveu como ”um trabalho importante e desafiador“, ajudando a ”forjar uma nova compreensão das questões“. Doody anual afirmou que era ”um livro extremamente valioso para todos os profissionais, e isso aumenta muito o estado atual do conhecimento, ou a falta que conhecimento, que pode ter uma profunda influência sobre o desenvolvimento da sobrevivência e recuperação“.

Trabalho de Elliott em expor a questão da pedofilia feminina também resultou na hostilidade de feministas que quiserem censurar o livro como fizerem com outros casos de mulheres que falavam a verdade contra a “verdade feminista”. Ao divulgar Abuso Sexual de Crianças Feminino Elliott organizou uma conferência em Londres sobre o abuso sexual por mulheres  e sofreu ameaças. Depois de publicar o livro Elliott foi sujeita a um “dilúvio” de mensagens de ódio das feministas.

Christina Hoff: Christina Hoff Sommers é uma autora americana e ex-professora de filosofia que é conhecida por sua crítica do feminismo do final do século 20, e seus escritos sobre o feminismo na cultura americana contemporânea. Seus livros mais discutidos são Who Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women e The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men. Christina fala sobre a desinformação muitas vezes proposital sobre a violência doméstica contra a mulher, a raiva de feministas contra homens, violência doméstica contra os homens/meninos e sobre dados manipulados pela mídia feminista.

Karen Straughan (Girl Writes That): Vlogueira e blogueira que desmascara as feministas e os dogmas feministas como “cultura do estupro”, “homens ganham mais”, “homens isso, aquilo”, “mulheres sempre foram vítimas do sistema”, etc. Ela questiona o mundo visto pelas feministas e os reais motivos do movimento feminista. Também sofre ameças por partes das feministas que em geral sempre repetem a mesma conversa.

Suzanne Wenker é vice-presidente do Centro de Política Casamento e autora de quatro livros, incluindo How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage) (February 2013), The War on Men (February 2013, eBook only), The Flipside of Feminism (2011), and 7 Myths of Working Mothers (2004).

Suzanne é uma colaboradora freqüente do Fox News.com e tem escrito extensivamente sobre política, educação de filhos, e a influência do feminismo na sociedade americana. Seu trabalho foi publicado no New York Post, St. Louis Post-Dispatch, Parents.com, Human Events, National Review Online, e CNSnews.com. Além disso, Suzanne apareceu no ABC, CNN, FOX, C-Span, e outros canais, bem como de programas de rádio de todo o país.

Seu primeiro livro, 7 Myths of Working Mothers, argumenta que as crianças e carreiras exigentes são incompatíveis. O Flipside of feminism, lançado em 2011, é uma conta explosiva dos danos deixados na esteira do movimento feminista. Seu original de e-book,  The war on men, é um olhar, concisa autoritária no mito da igualdade de gênero. E seu mais recente lançamento, How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage), lança um olhar duro para a revolução sexual e incentiva as mulheres a rejeitar o roteiro cultural têm sido vendidos sobre o amor, o sexo, os homens e o casamento.

Ayn Rand.Nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, de origem judaico-russa , em 1905, Ayn Rand deixou seu país, ao completar 21 anos de idade, rumo aos Estados Unidos, supostamente para visitar parentes, mas, de fato, com a intenção de por lá ficar. Na terra natal, com a revolução russa e a vitória final dos comunistas, sua família de classe-média, que fugira para a Criméia, teve seus bens confiscados e ficou na miséria. Mesmo assim, de volta a Petrogrado, Alissa conseguiu se formar, em 1924, em Filosofia e História na universidade local e, no ano seguinte, 1925, logrou obter permissão para visitar parentes nos EUA, a terra da liberdade, como aprendera nas aulas de história ainda no secundário. Nunca mais retornou. Foi escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa origem,  mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de “A Nascente” e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por “Vontade Indômita”) e Atlas Shrugged (“A Revolta de Atlas” no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand emigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged.

Talyta Caravalho: Filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP. Escreveu um texto interessante na Folha de SP (que publicamos aqui no nosso blog) sobre o feminismo no contexto atual e se transformou imediatamente em um alvo por parte das feministas. Feministas além de repetirem a mesma conversa marxista cultural e a atacarem pessoalmente com argumentos antigos fizeram campanhas contra Talyta. Uma amostra de censura ditatorial feminista.

Kelly Mac: Blogueira que é contra o feminismo por ele atualmente ser praticamente anti-homem. O blog dela é awomanagainstfeminism.blogspot.com

Mentalidades Coletivistas

O maior desafio de um individualista ao tentar esclarecer as pessoas sobre os benefícios de uma sociedade mais livre é tentar, primeiramente, livrá-las dos cacoetes mentais coletivistas que povoam suas cabeças. Não é tarefa fácil: as pessoas são treinadas, educadas e adestradas para pensar e comunicar-se sempre em “coletivês” de modo que parece as vezes até impossível pensar de modo diferente.

Desta mentalidade coletivista brotam jargões do tipo “Brasil para os brasileiros”, “dívida histórica/social”, “luta de classes” e outros absurdos. Eu arriscaria dizer que a mentalidade coletivista é a mãe de todos os preconceitos, do racismo ao sexismo passando pela xenofobia e pelo preconceito de classe. O artigo de hoje propõe uma divisão “taxonômica” da mentalidade coletivista.

Supremacismo
É a mentalidade coletivista que hierarquiza os coletivos humanos (gêneros, etnias, classes, nacionalidades, grupos religiosos) e declara abertamente a supremacia de um sobre os demais. Este que fica no topo tem o direito de dominação sobre os demais. Os exemplos mais claros são o racismo e suas variantes (supremacismo branco, supremacismo negro, etc.), mas também se aplica ao ultranacionalismo, ao sexismo (machismo, femismo) e ao sectarismo religioso.

A contraparte do supremacismo é o submissivismo que reconhece a si e ao coletivo com que se identifica como uma parte da hierarquia que está abaixo daquela dominante. Um submissivista, por exemplo, seria como um racialista negro que acredita que os negros são cidadãos de segunda classe e que deveriam se espelhar e imitar os brancos para melhorar sua condição.

Igualitarismo
É a mentalidade coletivista que reconhece os diferentes coletivos humanos mas propõe que a relação de valor entre eles é a de igualdade, ainda que as características naturais ou sociais deles não sejam. Do igualitarismo também vem a noção de igualdade formal, embora prejudicada pela sua impossibilidade de conceber os seus membros como indivíduos transcendentes que ora estão em um grupo, ora em outro, ou mesmo em mais de um grupo ao mesmo tempo. A relação de igualdade entre os grupos, sem o reconhecimento do indivíduo como ente primário e necessário, força a incorporação arbitrária deste a um grupo.

Vitimismo
É a mentalidade coletivista que identifica nos coletivos humanos uma relação conflitiva entre explorados e exploradores, da qual não raro brota o revanchismo histórico (“dívida social”, “dívida histórica”) ou o irredentismo. O vitimista que se crê parte do coletivo “explorado” demanda políticas compensatórias das quais é beneficiário. Exemplos claros são o protecionismo (vitimismo econômico), a xenofobia (vitimismo nacionalista), o racismo (vitimismo étnico), o feminismo (vitimismo sexista), etc.