Outro atentado em uma Universidade Americana, outra Gun Free Zone.

Há poucos dias atrás, em 5 junho, ocorreu um atentado na Universidade Seattle Pacific, na cidade de Seattle, estado de Washington.

O criminoso/psicopata feriu quatro pessoas, sendo que uma veio a óbito após chegar ao hospital.

Aparentemente os meios de comunicação anti armas legais/anti legitima defesa estão evitando divulgar esse ocorrido, creio eu que isso se deva ha uma conjuntura de fatores:

1) O criminoso foi parado pela REAÇÃO de outro Aluno que trabalhava também como monitor no campus;

2) Esse aluno usou a arma que tinha a mão, no caso spray de pimenta, sendo que na primeira oportunidade que lhe surgiu enquanto o criminoso parou para recarregar a arma que usava para cometer o crime, usou-o fazendo com que o inimigo fosse ao chão, sendo imobilizado posteriormente.

3) O Herói em questão, Jon Mess, é membro da Associação Nacional do Rifle, a famosa NRA, que defendem os valores constitucionais dos EUA.

4) Jon Mess também é fundador do time de airsoft de tiro tático (esporte), um aluno brilhante condecorado pela escola e um patriota altruísta, ajudando no socorro as vitimas do furacão Katrina além de fazer doações de suprimentos para as tropas Americanas no Iraque. Em suma, o Sr. Meis parece ser o tipo de pessoa “que se apega a suas armas e sua religião”… e aindapor incrível que pareça”, não parece ser uma pessoa amarga.

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5) O Estado de Washington tem predomínio de politicas e políticos esquerdistas/socialistas, sendo o próprio prefeito de Seattle figura entre a extrema esquerda dos EUA.

6) Consequentemente as politicas anti armas e anti legitima defesa são prioridades para esses políticos de esquerda e seus projetos de poder. A cidade de Seattle e o estado de Washington figuram entre os Estados com as leis mais restritivas/proibitivas para posse e porte de armas legais.

7) A Universidade em questão é uma Gun Free Zone, um local em que armas são totalmente proibidas mesmo para as pessoas que tem o direito legal de tê-las e portá-las.

Basicamente ao meu ver esses 7 fatos supra mencionados invalidam qualquer “argumento” dos “anti-armas”, por isso a forma seletiva de “gritaria” dos mesmos, que quando não estão defendendo criminosos psicopatas estão culpando as vitimas.

Com certeza se o local não fosse uma Gun Free Zone e o próprio Jon Mess estivesse de posse de uma arma o resultado com certeza teria sido melhor, com numero menor de vitimas.

Jon Mess precisou aguardar o criminoso precisar recarregar sua arma para agir com o que tinha a mão, sendo que estava em considerável desvantagem perante o inimigo, tendo uma arma ele poderia ter reagido muito antes e abatido o criminoso, poupando vidas inocentes.

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Lockett & Load (artigo sobre a execução do estuprador Clayton Lockett)

Artigo de de Ann Coulter, traduzido por Claudia Costa Chaves:

Da próxima vez que os esquerdistas se indignarem quando alguém disser que eles se importam mais com os criminosos do que com as vítimas de crimes, lembrem-se da choradeira histérica por causa de Clayton Lockett. Estou falando, claro, do vil estuprador e assassino cuja execução na semana passada está gerando mais mídia do que Chris Christie e o escândalo da ponte.

Esta semana, vamos rever alguns fatos que o The New York Times omitiu dos extensos artigos a respeito de Lockett. São informações indignas de serem impressas. Na semana que vem, debateremos a pena de morte com atenção especial para Clayton Lockett.

O principal fato a respeito de Lockett que não será lido no Times ou qualquer outro veículo NFM (Não-Fox Mídia) é o que ele fez com as vítimas. Com as últimas quatro vítimas, bem entendido. Talvez seja uma surpresa descobrir que Locket tinha uma extensa folha corrida.

Em 1999, Lockett e dois cúmplices invadiram a casa de Bobby Bornt para roubá-lo. Bornt reconheceu Lockett, o homem que ele contratara poucas semanas antes para cobrir uma tatuagem.

Lockett usou uma escopeta para surrar Bornt com selvageria por quinze minutos enquanto o filho de Bornt de nove meses uivava no cômodo ao lado. Os três homens amarraram as mãos de Bornt com fita isolante e começaram a vasculhar a casa em busca de alguma coisa para roubar. Lockett derrubou Bornt do sofá, reclamando que ele estava sangrando demais em cima do que ele chamava de “meu sofá.”

Naquela hora, a amiga de Bornt, Summer Hair, passou lá para convidá-lo para uma festa. Os ladrões a puxaram para dentro, empurraram-na contra a parede e bateram nela, encostando uma arma na cabeça dela até ela chamar uma amiga que estava esperando do lado de fora, no carro, insistindo para que ela entrasse. Era Stephanie Neiman.

Stephanie entrou e ela também foi agredida até entregar as chaves da caminhonete. Todas as três vítimas foram trancadas no quarto junto com o filho bebê de Bornt enquanto Lockett & cia. saqueavam a casa, parando apenas para arrastar Hair para fora do quarto e currá-la. Um dos capangas de Lockett a sodomizou oralmente e, depois, a estuprou vaginalmente. Lockett a estuprou vaginal, anal e oralmente.

Lockett instruiu um dos cúmplices a roubar uma pá da casa de Bornt, enfiou todo mundo nas caminhonetes de Bornt e Neiman e os levou para uma área afastada. Lockett arrastou Hair para fora de uma das caminhonetes e novamente a estuprou vaginal e oralmente. Ele a devolveu para o carro, onde o terceiro homem a obrigou a fazer sexo oral nele.

(Paremos um instante para refletir a respeito da histeria do The New York Times a respeito de nebulosas alegações de estupro em compromisso social feitas por universitárias bêbadas em campus de universidades.)

Lockett exigiu que as vítimas garantissem que não contariam à polícia o que ele fizera. Bornt e Hair prometeram, mas Stephanie se recusou. Sendo assim, ele a arrancou do carro e mandou os cúmplices começarem a cavar uma cova.

(Mais tarde, ele contou à polícia que queria matar as três vítimas adultas para que o oficial de condicional dele não descobrisse que ele havia se ausentado do distrito.)

Stephanie ficou ao lado da cova que era escavada para ela por vinte minutos. Lockett atirou nela, mas a arma engasgou. Então, ele se voltou à caminhonete para consertá-la, ouvindo Stephanie chorar, “Meu Deus! Por favor! Por favor!” Os três homens riram dela.

Então, ele retornou e atirou nela outra vez, mas Stephanie ainda respirava. Lockett mandou que os outros a enterrassem assim mesmo. Ela tossiu quando jogaram terra no rosto dela. Ela foi enterrada viva.

Lockett alertou Bornt e Hair: eles seriam assassinados também se fossem à polícia. Então, ele os levou de volta à casa de Bornt. Bornt e Hair deram queixa dos estupros, do sequestro e do assassinato no dia seguinte. Um dos cúmplices de Lockett logo confessou e levou os policiais até o corpo de Stephanie.

Tais fatos não foram contestados por Lockett, que, do modo como escreveu em uma carta enviada da prisão, “disse àquele tonto” – o promotor distrital – “eu atirei naquela vaca.”

Todos os quatro adultos que vivenciaram aquela noite com Lockett o “caguetaram” – os dois cúmplices e as duas vítimas. (Por causa disso, ele fez um grande esforço de dentro da prisão para contratar atentados contra todos os quatro – com cartas que vieram a calhar durante o pedido de clemência dele!)

Um júri condenou Lockett à morte, mas ele viveu por mais quinze anos depois de cometer os crimes hediondos. Nesse tempo, ele foi alimentado, alojado e recebeu tratamento médico sob os cuidados do generoso povo de Oklahoma.

Além de conspirar contra as quatro testemunhas, enquanto estava na prisão, Lockett repetidamente ameaçou os guardas que o pegaram em flagrante com armas improvisadas. Ele também vandalizou a prisão e jogou fezes e urina nos guardas que lhe traziam comida.

Quando chamado para responder por causa de uma agressão a um guarda prisional, ele explicou, “Foda-se esse tribunal fajuto. Da próxima vez, vou usar uma faca.” Quatro dias mais tarde, ele foi pego com um estilete de trinta e cinco centímetros e um porrete de setenta centímetros escondidos na cela.

Em outra ocasião, um estoque improvisado foi encontrado com Lockett. Ele disse ao guarda, “Tu sabe que eu podia ter enfiado ele na porra do teu coração.”

Lockett era tão violento que outros detentos se recusaram a ser alojados na mesma cela que ele mesmo sabendo que poderiam ser punidos por causa da recusa.

Em cartas enviadas da prisão, Lockett disse que planejava “dar um teco no” Bornt. Ele escreveu para uma tia, mãe de um dos cúmplices, avisando-a que os “manos” da prisão estavam “esperando a ordem dele.”

Lockett também planejava matar a ex-namorada, a respeito de quem ele dizia, “Ela vai tomar uma dura, uma lição da real. Ainda vai. É melhor ela ralar peito de Perry” (Oklahoma) “por causa de que meu irmãozinho tá vindo pra cá de San Diego e neguinho acha que eu sou maluco. Espera só até o maluco chegar aqui! Ele já tá fugido de New Orleans por causa de um homicídio.”

Os editores do New York Times podem ter perdido o sono depois da execução de Lockett, mas Bornt, Hair e mais meia dúzia de pessoas dormiram bem melhor.

Em cartas para o sub-xerife, Lockett se gabou da conexão com gangues de rua, dos crimes anteriores e da intenção de matar Bornt e Hair. “É que eu sou dos Crips da Califórnia!” ele disse. “A gente não se entregamos que nem os babaca de Oklahoma. Por que tu acha que neguinho desce a porrada em quem quer sair da gangue? Porque eu sou um assassino. A sangue frio!”

Este é o assassino cuja recente execução levou os esquerdistas às raias do desespero.

* Lockett & Load é um trocadilho feito com a expressão Lock & Load (armado e pronto, ou preparado).

A arma é civilização

Maj. L Caudill USMC (Ret)

 

Manifestação do Major L. Caudill – Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA – USMC

As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão e pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você tem a opção de me convencer via argumentos ou me obrigar a me submeter à sua vontade pela força. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela persuasão.
A força não tem lugar como método válido de interação social e a única coisa que remove a força da equação é uma arma de fogo (de uso pessoal), por mais paradoxal que isso possa parecer.
Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela Força. Você precisa usar a Razão para tentar me persuadir, porque eu possuo uma maneira de anular suas ameaças ou uso da Força.
A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante de 105 Kg; um aposentado de 75 anos e um marginal de 19, e um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com bastões de baseball.
A arma de fogo remove a disparidade de força física, tamanho ou número entre atacantes em potencial e alguém se defendendo.

Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. São essas pessoas que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas de fogo fossem removidas da sociedade, porque uma arma de fogo deixaria o trabalho de um assaltante (armado) mais fácil. Isso, obviamente, somente é verdade se a maioria das vítimas em potencial do assaltante estiver desarmada, seja por opção, seja em virtude de leis – isso não tem validade alguma se a maioria das potenciais vítimas estiver armada.
Quem advoga pelo banimento das armas de fogo opta automaticamente pelo governo do jovem, do forte e dos em maior número, e isso é o exato oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força.
Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais confrontos os que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo ferimentos seríssimos sobre os vencidos.
Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força letal, estão assistindo muita TV, onde as pessoas são espancadas e sofrem no máximo um pequeno corte no lábio. O fato de que as armas aumentam a letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado. A arma de fogo é o único instrumento que é igualmente letal nas mãos de um octogenário quanto de um halterofilista.

Elas simplesmente não funcionariam como equalizador de Forças se não fossem igualmente letais e facilmente empregáveis.
Quando eu porto uma arma, eu não o faço porque estou procurando encrenca, mas por que espero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa que eu não posso ser forçado, somente persuadido. Eu não porto arma porque tenho medo, mas porque ela me permite não ter medo. Ela não limita as ações daqueles que iriam interagir comigo pela razão, somente daqueles que pretenderiam fazê-lo pela força. Ela remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.
Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados.

Milicias legais, um instrumento de defesa do estado de direito e da democracia

As milicias nos EUA tiveram papel crucial na criação da nação, durante a Guerra de independência contra os britânicos, o filme O Patriota retrata esses acontecimentos. Devido a toda essa contribuição para a criação da nação os EUA consagram as milicias na segunda emenda junto a garantia do direito de manter e portar armas na Constituição Federal Americana:

Segunda emenda:

Uma bem treinada milícia sendo necessária à segurança de um estado livre, o direito do povo de manter e portar armas não deverá ser infringido.

[Note que no texto original o termo “regulated”, no século 18, significava “properly disciplined” (ver Oxford English Dictionary vol. 7, 1933, p. 416). O termo “disciplined”, em relação a armas, significava “training in the practice of arms” (ver Oxford English Dictionary vol. 3, 1933, p.416). Daí a tradução acima (ver também David Kopel, “The Samurai, the Mountie, and the Cowboy: Should America Adopt the Gun Controls of Other Democracies?”, Amherst, N.Y.: Prometheus Books, 1992, pp. 113).]

A well regulated militia, being necessary to the security of a free state, the right of the people to keep and bear arms, shall not be infringed.

O ‘Militia Act of 1903 organizou as várias milícias estaduais no atual sistema da Guarda Nacional. Com a aprovação, em 1916, do National Defense Act, cerca de metade das forças de combate disponíveis do Exército dos EUA e um terço de suas organizações de apoio, são compostas de unidades da Guarda Nacional. A Guarda Nacional Aérea, da Força Aérea, foi estabelecida em 1947.

Título 10 do Código dos Estados Unidos:

(a) A milícia dos Estados Unidos da América consiste de todos os homens a partir dos 17 anos e, exceptuando-se o previsto na seção 313 do título 32, abaixo dos 45 anos que sejam, ou que tenham assinado declaração de intenção de se tornar, cidadãos dos Estados Unidos e por mulheres cidadãs dos Estados Unidos que forem membros da Guarda Nacional.
(b) As classes da milícia são:
(1)as milícias organizadas, que integrem a Guarda Nacional e a Milícia Naval; e
(2)as milícias não-organizadas, que consistem nos membros milicianos que não integrem a Guarda Nacional ou a Milícia Naval.14

Muitos estados mantém também sua própria Força Estadual de Defesa. Estas forças são federalmente reconhecidas como milícias, mas não como um serviço de forças armadas. Por conta disto elas não integram a Guarda Nacional e não têm funções nacionais. Servem exclusivamente ao estado, especialmente quando a Guarda Nacional não possa intervir ou esteja indisponível.

A unidade do Exército da Guarda Nacional são treinadas e equipadas como parte do Exército dos EUA. O Exército também operava as unidades aéreas, até a aprovação do ato de defesa, em 1947 – que criou a Força Aérea, como também separou a Guarda Nacional Aérea, treinada e equipada por esta força. Os mesmos graus de hierarquia e insígnias são usados tanto pelas forças regulares como pela Guarda Nacional, existindo nestas, entretanto, algumas distinções estaduais, para servições prestados em cada estado.

Outros exemplos de reação armada por parte da população contra criminosos se deu no México, onde o exercito e a policia não não foram capazes de acabar com carteis do narcotráfico por vários anos, uma milicia armada resolveu o problema em um mês. Com isso o Governo Federal Mexicano esta legalizando as Milicias.

No Brasil a milicia no estado de São Paulo barrou os planos ditatoriais de Getúlio Vargas, como explica Bene Barbosa explica na entrevista dada a Guilherme Macalossi do programa Confronto, a partir 45 minutos (exatamente aos 53 minutos), o porque de Getúlio Vargas estabelecer uma lei que proíbe as policias estaduais e os cidadãos de terem armas com poder de fogo igual ou superior ao governo federal.

Se tivéssemos autonomia Estadual via Federalismo onde milicias estaduais fossem ativas, grupos terroristas como o MST não agiriam livremente com a certeza de impunidade e pior, com patrocínio do Governo Federal. Eles só agem livremente pois sabem que não serão confrontados, pois vagabundos delinquentes como Getúlio Vargas criou leis que os protegem há décadas. O MST apoia o desarmamento civil.

A esquerda odeia a Segunda Emenda da CF Americana e tudo o que ela representa, pois ela garante o direito do cidadão comum se defender, defender seu patrimonio e defender a nação contra toda sorte de criminosos e “candidatos” a tiranos, os queridinhos dessa gente.

Críticas ao estatuto do desarmamento das vítimas

Republico a postagem do caro amigo José Luiz de Sanctis no Blog Pela Legitima Defesa:

Críticas ao estatuto do desarmamento das vítimas

Amigos,

Assistam no link http://youtu.be/7U3G5RcTswg o comentário do jornalista Paulo Eduardo Martins do Jornal da Massa do SBT, sobre o draconiano estatuto do desarmamento.

 “…O Brasil (entenda-se governo) desarmou o cidadão de bem, acabou com sua capacidade de reação … um bandido dificilmente vai agir num lugar onde ele sabe que há várias pessoas armadas … o indivíduo deve ter o direito de proteger a própria vida e de proteger sua família. Precisa ter a opção de, diante de uma violência, poder apontar uma arma para o delinquente e dizer: “Mãos na cabeça vagabundo! Aqui é um cidadão de bem armado e disposto a acabar com você!”


Segue para leitura um artigo escrito por Irapuan Costa Júnior e publicado no Jornal Opção, que retrata as consequências do estatuto do desarmamento, que além de não combater a criminalidade conforme promessa, obviamente falsa do governo e, sob orientação deste mesmo governo, está descumprindo o prazo do Artigo 4º, parágrafo 6º, no qual a autorização para compra de armas deve ser concedida ou negada com justificativa, no prazo máximo de 30 dias úteis.

Estatuto do Desarmamento não contribui para reduzir a violência

http://jornalopcao.com.br/colunas/contraponto/estatuto-do-desarmamento-nao-contribui-para-reduzir-a-violencia

O Estatuto do Desarma­men­to (lei 10.826, de dezembro de 2003) está perto de completar dez anos de vigência. Um dos atos que a “esquerda revolucionária” conseguiu cometer contra a liberdade no Brasil foi a aprovação dessa famigerada lei, que na prática inviabilizou a defesa pessoal do cidadão contra a marginalidade. A promessa de que a lei viria a diminuir a criminalidade, pregada como certeza pelo governo e por boa parte da imprensa (a comprometida ideologicamente ou financeiramente com ele), só merecia crédito por parte de quem nada conhecia de segurança pública.

Hoje, como se avisou à época, temos uma criminalidade maior, e aumentando, e mar­ginais mais confiantes na impossibilidade de defesa do cidadão. O referendo, feito em 2005, mostrou que a população, ma­ciçamente, se insurgia contra a proibição de venda de armas. Nada adian­tou. O go­verno, sem outra justificativa que não a ideologia (uma po­pu­lação armada sempre será uma ameaça para um governo co­munista), na prática inviabilizou a comercialização de ar­mas de defesa, im­pondo custos elevadíssimos para as permissões e criando entraves burocráticos absurdos para as compras.

Mas há ainda o pior: vendo que o brasileiro, na necessidade de se defender de uma marginalidade crescente, e vista com beneplácito pelo poder público, enfrentava as dificuldades e mesmo assim desejava adquirir a sua arma, o que fez o governo: tomou, também ele, sua dose de marginalidade, e passou a adotar um comportamento ilegal. O Ministério da Justiça determinou à Polícia Federal dificultar ao máximo as permissões para compra de armas, ainda que isso viesse ao arrepio da lei, o que está ocorrendo no Brasil inteiro.

Uma fonte policial informou-me que dormem, nas gavetas dos superintendentes da Polícia Federal, em cada unidade da Federação, centenas de requerimentos, por meses, com o que muitos pretensos compradores de armas desistem. Um despachante, que trabalha com os processos de compra e seus penduricalhos, como obtenção dos atestados de capacidade técnica e psicológica, confirmou-me na íntegra a informação. Só o seu escritório aguarda, há meses, mais de uma centena de permissões. Os cofres das lojas de venda estão repletos de armas encomendadas, cujos compradores ainda não tiveram seus requerimentos despachados na Polícia Federal.

Tal proceder é ilegal, pois o próprio Estatuto do Desarma­men­to o proíbe. Reza o monstrengo, em seu Artigo 4º, parágrafo 6º, que a autorização para compra de armas deve ser concedida ou negada com justificativa, no prazo máximo de 30 dias úteis. Esse proceder, sendo desobedecido — e está sendo — sujeita os policiais federais responsáveis às cominações legais, o que não deixa de ser uma injustiça que comete o Ministério da Justiça (!), órgão político, aliás ultimamente desvirtuado, com um órgão técnico subordinado, e de credibilidade alta, que é a Polícia Federal.

Caminho igual seguem os pedidos de porte de arma, que são engavetados independentemente da real necessidade demonstrada pelo requerente. Nesse caso, o Ministério da Justiça submete os superintendentes regionais a um constrangimento maior. Negando o porte, podem estar sujeitos, caso o requerente sofra atentado, fatal ou não, previsto no seu requerimento, a processos e pedidos de indenização por parte dos interessados ou suas famílias. Estes dez anos mostram que o Estatuto do De­sarmamento é uma lei equivocada, aprovada sem estudos à época, no auge da compra de votos pelo mensalão, e que precisa ser amplamente revista. Revisões que, aliás, têm sido propostas, mas esbarram numa maioria que tem o go­verno na Câmara dos De­pu­ta­dos e no Senado.

Irapuan Costa Junior – Jornal Opção – Edição 1988 de 11 a 17 de agosto de 2013.

Comentários podem ser feitos no links indicados.

Saudações.

José Luiz de Sanctis

Coordenador Nacional

Quem é a vítima?

“Em qualquer país sério do mundo, 50 mil homicídios por ano é considerado guerra civil. Com 1,09 milhão de homicídios entre 1980 e 2010, o Brasil tem uma média anual de mortes superior aos conflitos da Chechênia, onde morreram 50 mil pessoas entre 1994 e 1996, da Guerra Civil da Angola onde morreram 20,3 mil pessoas por ano entre 1975 e 2002 e, por fim, a guerra do Iraque que matou 13 mil pessoas por ano.

Temos um “Massacre” do Carandiru todos os dias, mata-se 137 pessoas diariamente. A gravidade da situação é tamanha que é mais fácil banaliza-la e culpar a vítima pela sua morte. Mata-se por tudo e por nada com uma única certeza: Que a impunidade será a lei.

Na madrugada de hoje, mataram uma criança de cinco anos de idade, boliviana, pobre, cuja a família morava numa casa com outra família. Tudo aconteceu porque o garotinho chorava e os pais não tinham mais dinheiro para dar aos criminosos, e assim, com a benevolência que só os facínoras sabem lidar, atiraram na cabeça do pobre garoto, do garotinho pobre no colo de sua mãe. Morreu implorando pela vida para quem- sequer- merecia estar vivo.

O que não falta são OnG´s, Blogueiros, pseudo-intelectuais, palpiteiros, para defender as vítimas sociais justificando seus crimes. Esse discurso medíocre poderia ser mais plausível quando as vítimas eram os endinheirados, mesmo assim é deprimente e facilmente refutável. Mas e agora que as vítimas são mais pobres que os bandidos? Qual é a desculpa que irão usar? Quem é mais vítima, o bandido a “vítima social” de si mesmo, ou o pobre trabalhador a vítima social de um estado patife?

O discurso errôneo começa quando acreditam que a cadeia serve para reabilitar, regenerar pessoas, quando, na verdade, cadeia serve apenas para punir. Claro que esta minha visão é rechaçada pelos inteligentinhos de classes sociais abastada, mas a cadeia não tem função de resocializar ninguém. Há muitos voluntários, ONG´s e pessoas que fazem isso em presídios, mas esta não é a função do estado. E estas mesmas ONG´s, Movimentos, blogueiros, palpiteiros, não movem um só dedo para ajudar as vítimas, sequer lamentam as suas mortes.

Você trabalhador de São Mateus, acha mesmo que tem culpa pelo seu vizinho não ter a mesma disposição para o trabalho que o senhor e com isso justifica o assassinato do menino de 5 anos? É nossa culpa quando alguém resolve se drogar por conta de suas frustrações? Temos alguma coisa a ver com o problema de cunho individual das pessoas? Alguma coisa a ver com a escolha das mesmas? Porque temos que nos sentir culpados por isso?

Enquanto as pessoas não tiverem consciência que as escolhas, as atitudes e as condutas frente a vida são derivadas da nossa liberdade de escolher, elas acreditarão fielmente que quem rouba, mata, estupra, ateia fogo é vítima social.

É bíblico: Quando Poncio Pilatos perguntou quem ele deveria crucificar, o povo escolheu Barrabas o bandido, e 2013 anos depois, nossos governantes continuam escolhendo bandidos e crucificando crianças, dentistas, estudantes, trabalhadores de todas as classes, credos e cores.

Num país que não há leis rigorosas, há assassinatos monstruosos.

Lastimável.”

Autora: Michelle Fransan

Estado paralelo Indígena

Vamos lá, os absurdos não param. Tenho certeza que a maioria desconhece o fato que os Indígenas cobram pedágio nas estradas que cortam as reservas.

253214_653348164691375_667486157_nEsta ai estão os comprovantes, os ditos índios, que “ganharam” a terra do Estado, mesmo estado que tirou a área de um proprietário legitimo, sendo que nos pagamos por isso, mas o proprietário de terra dada aos índios não recebe nada, índios que também são sustentados com nossos impostos, já que os mesmos não produzem nada e ainda são inimputáveis perante a lei (podendo matar, estuprar e roubar que nada acontecera) cobram pedágio sem prestar nenhum serviço referente ao mesmo. Pedágio faz parte da cultura Indígena?

Vejam o relato completo de quem vivenciou a situação: O pedágio indígena

Índios querem oficializar pedágio