Katia Abreu sofrendo de transtorno de personalidade múltipla? Ou fisiologismo delinquente?

Todos sabem que Katia Abreu após ganhar poder e popularidade através da oposição ao governo socialista/bolivariano e por meio do capitalismo num ato de traição e muito fisiologismo aderiu ao PTismo sem nenhuma cerimônia, traindo todos valores que ela ate então professava e traindo todos os produtores rurais sérios do país, aqueles que produzem por meio do livre mercado, não a “meia dúzia” de beneficiários do Bolsa BNDES socialista.

Uma coisa é estranha, Katia Abreu continuou escrevendo artigos muito coerentes em sua coluna, defendendo o Estado de direito e a democracia da sanha autoritária Bolivariana.

O que será isso? Esquizofrenia? Transtorno de personalidade múltipla? Estado dissociativo grave?

Há poucos dias ela novamente declarou apoio ao PT nas redes sociais:

Katia Abreu

O mesmo PT que é membro fundador do Foro de São Paulo, junto a Bolívia, Venezuela, Cuba, as Farc e outros. O mesmo partido que membro que quer o Bolivarianismo no Brasil.

Ontem em mais um artigo na Folha de São Paulo, cujo titulo é “A falência bolivariana“, Katia Abreu em um momento de lucidez ala Dr. Jekyll (O medico e o monstro) discorreu perfeitamente sobre os malefícios do bolivarianismo e da cartilha marxista.

Isso poucos dias depois do seu momento Mr. Hyde de apoiar o partido que quer transformar o Brasil em uma republica bolivariana, onde o único resultado possível é a falência e a miséria para quase todos, com exceção dos altos membros do partido, assim como ocorre em Cuba.

Se o caso de Katia Abreu não for questão de saúde mental, então é um caso grave de delinquência ao apoiar justamente o que ela tão bem ilustrou no artigo como a “cova rasa” de uma nação.

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CNA vai monitorar lei agrícola dos EUA, enquanto isso, no Brasil o governo bolivariano vai tributar as vendas de soja em 9%

O Brasil realmente não corre o menor risco de dar certo.

Kátia Abreu, a traidora do agronegócio que subiu no palanque do PT e já defende a pauta do MST, sequer assinou a o requerimento para abertura da CPI da PeTrobras, agora vai cuidar da política publica voltada para o agronegócio nos EUA.

Realmente “muita falta do que fazer”, a começar porque o que os EUA fazem pelos seus produtores é problema deles e não representa praticamente nada dos prejuízos que o próprio governo Brasileiro nos causa, que tal a CNA dar prioridade para:

– Carga tributaria;

– Infraestrutura;

– Segurança Jurídica;

– Direito de propriedade;

– Burocracia;

– Leis trabalhistas;

E quantos aos outros problemas que o nosso próprio governo nos causa e que não esão na pauta da CNA? O que a CNA falou sobre o projeto de tributar as vendas de soja em mais 9%? Nada, nenhum pio e ai esta mais um grave atentado contra o setor produtivo Brasileiro.

Risco de tributação da soja inquieta produtor

Taxação de 9,25% na soja brasileira poderia causar prejuízo de R$ 6 bilhões

Chamar política agrícola de “subsidio ilegal” é absurdo. Se for assim por que o governo Brasileiro não “retalha” os EUA na mesma moeda nos dando melhores condições de trabalho?

Menos impostos, menos burocracia, abrindo o mercado de seguro agrícola para empresas privadas como é nos EUA.

Não passa da velha falácia de governos comuno-socialistas que acusam sempre os EUA pelos males causados por eles próprios. Quem Fidel Castro sempre culpou pelo caos na Cuba? Quem Hugo Chávez culpava pela miséria Venezuelana.

Sempre a culpa era e é dos EUA, sempre buscavam um bode expiatório, nunca se focavam no real problema interno. O Brasil não avança por causa de nós mesmos, nada tem haver com a politica agrícola nos EUA. Esse amontoado de problemas internos e vão se incomodar com a Farm Bill dos EUA? Deveriam parar de reclamar e copiar o modelo Americano que funciona deixando de copiar o modelo Venezuelano que é um fracasso. Vejam ai:

Uma das mudanças apontadas pela presidente da CNA é a transferência dos pagamentos diretos para o seguro agrícola. Desta forma, fica mantido o efeito distorcido dos programas anteriores, pois o seguro garante renda ao produtor em qualquer nível de preço. Conforme Kátia Abreu, fica claro que os americanos não estão buscando eficiência e produtividade. Eles estão premiando apenas a quantidade, disse ela.

Isso só pode ser uma piada, eu mesmo não entendo isso como um “subsidio” maléfico da forma que “nossos representantes” políticos nos tentam passar. Os tais pagamentos diretos nos EUA se referem a terras não cultivadas que os produtores deixam como reservas ambientais, qual o problema com isso? Por que o nosso governo não nos paga também pelas reservas legais que nos foram impostas via Código ambiental? Nos EUA a reserva legal é voluntaria, ninguém é obrigado a inutilizar parte de seu patrimônio sem compensação financeira por isso, direito de propriedade é o principal pilar de qualquer estado democrático. Tudo que é obrigatório não é bom.

O governo Brasileiro também subsidia o seguro agrícola e ate onde sei, proporcionalmente, o subsidio aqui é bem maior que nos EUA. O problema é que nosso seguro estatal é obrigatório/compulsório e não funciona, sequer cobre os custos do produtor e o mesmo ainda é obrigado a contratar o seguro caso precise financiar a safra no Banco do Brasil. Nada que é obrigado é bom ou funciona!

Quem é mais protecionista? segundo o ranking da heritage foundation os EUA estão em décimo segundo lugar enquanto o Brasil em centésimo décimo quarto lugar. Antes de criticarmos qualquer um por protecionismo deveríamos lavar a boca com soda primeiro.

Eu estou revoltado com o seguro agrícola Brasileiro, fui obrigado a contratá-lo para a safra de soja que foi colhida no mês de fevereiro e março de 2014. Tive todo problema possível, seca severa, sol escaldante, granizo… A quebra foi enorme, o prejuízo também e o seguro não cobre nada, pois, a produtividade mínima garantida por hectare é de 27 sacas de soja. Só pagam a diferença abaixo dessa produtividade, que pela realidade tecnológica atual é praticamente impossível de ocorrer, há não ser que um furacão ou um meteoro atinja a região.

O produtor rural paga por um serviço que jamais terá serventia, nunca vai se beneficiar com mesmo. É praticamente extorsão, venda casada, praticas ilegais segundo o a lei Brasileira.

Em 20 anos que exerço a atividade isso nunca ocorreu, o pior ano aqui foi em 2006 que a produtividade atingiu 30 sacas por ha. Segundo produtores que estão há mais tempo atuando na região essa baixa produtividade acontecia nos anos 70, quando a tecnologia era muito defasada, porem os custos eram muito menores e realidade econômica diferente.

Já expliquei como funciona o seguro agrícola nos EUA em Mitos sobre “protecionismo” agrícola nos EUA, baseado no livre mercado e na realidade de cada produtor, onde usam a produtividade media de cada fazenda para definir o nível de proteção. Alguém faria seguro do carro se o índice para ressarcimento em caso de acidente fosse de 200% o valor do veiculo? Claro que não, pois jamais algo assim iria acontecer, em caso de perda total no máximo o custo do carro seria o valor de mercado do mesmo.

Atacar a politica agrícola dos EUA não vai resolver em nada nossos problemas, vamos continuar seguindo esse modelo socialista falido de atacar os outros por problemas causados por nós mesmos ou vamos começar a usá-los como modelo a ser seguido? E dai que os EUA gastem dinheiro dos tributos recolhidos, que foram pagos pelos contribuintes, incluindo produtores rurais, para com políticas publicas voltadas aos cidadãos dos EUA? Essa é obrigação do governo. Qual o tamanho da carga tributaria no Brasil e nos EUA? Muito maior aqui no Brasil e consequentemente a renda per capta é quatro vezes maior nos EUA. E onde estão as contrapartidas publicas por esses impostos que pagamos?

Faça-me rir! Os EUA são ineficientes e improdutivos?! Kátia Abreu tirou essa bobagem de onde? Aderiu definitivamente ao modus operandi bolivariano de culpar “uzamericanu”? Esta andando muito com a Dilma Rousseff pelo visto, a confusão mental parece ser contagiosa.

Lembrem-se, “Os cães ladram e caravana passa”.

Leitura recomendada:

Economias à prova de políticas

Nobel de Economia Michael Spence e o professor de Stanford David Brady afirmam que economias menos engessadas e que são à prova de protecionismo crescem mais

Conspiração, teoria e prática (Relativização e destruição da propriedade privada)

Artigo da senadora Katia Abreu no jornal folha de São Paulo, que apesar de todo fisiologismo por parte da senadora quanto a seus atos contraproducentes no combate a esse mal, expressa a realidade nua e crua.

Há um projeto em curso, que quer restringir e relativizar a propriedade privada e a economia de mercado

“Teoria da conspiração” tornou-se uma espécie de mantra para banir qualquer avaliação mais profunda da conjuntura política. O termo é invocado mesmo quando já se está diante não de uma tese, mas da própria prática conspirativa.

Os fatos estão aí: há um projeto em curso, que pretende restringir e relativizar a propriedade privada e a economia de mercado. Em suma, o Estado democrático de Direito. O setor rural é o mais visado.

Usa-se o pretexto da crise social para invasões criminosas a propriedades produtivas: sem-terra, quilombolas e índios têm sido a massa de manobra, incentivada por ativistas, que, no entanto, não querem banir a pobreza.

Servem-se dela para combater a livre iniciativa e estatizar a produção rural. Espalham terror nas fazendas e, por meio de propaganda, acolhida pela mídia nacional, transformam a vítima em vilão. Nos meios acadêmicos, tem-se o produtor rural como personagem vil, egoísta, escravagista, predador ambiental, despojado de qualquer resquício humanitário ou mesmo civilizatório.

No entanto, é esse “monstro” que garante há anos à população o melhor e mais barato alimento do mundo, o superavit da balança comercial e a geração de emprego e renda no campo.

Nada menos que um terço dos empregos formais do país está no meio rural, que, não tenham dúvida, prepara uma nova geração de brasileiros, apta a graduar o desenvolvimento nacional.

Enfrenta, no entanto, a ação conspirativa desestabilizadora, que infunde medo e insegurança jurídica, reduzindo investimentos e gerando violência, que expõe não os ativistas, mas sua massa de manobra, os inocentes úteis já mencionados.

Vejamos a questão indígena: alega-se que os índios precisam de mais terras.

Ocorre que eles –cerca de 800 mil, sendo 500 mil aldeados– dispõem de mais território que os demais 200 milhões de compatriotas. Enquanto estes habitam 11% do território, os índios dispõem de 13%. Não significa que estejam bem, mas que carecem não de terras, e sim de assistência do Estado, que lhes permita ascender socialmente, como qualquer ser humano.

Mas os antropólogos que dirigem a Funai não estão interessados no índio como cidadão, e sim como figura simbólica. Há o índio real e o da Funai, em nome do qual os antropólogos erguem bandeiras anacrônicas, querendo que, no presente, imponham-se compensações por atos de três, quatro séculos atrás.

O brasileiro índio do tempo de Pedro Álvares Cabral não é o de hoje, que, mesmo em aldeias, não se sente exclusivamente um ente da floresta, mas também um homem do seu tempo, com as mesmas aspirações dos demais brasileiros.

Imagine-se se os franceses de ascendência normanda fossem obrigados pelos de descendência gaulesa a deixar o país, para compensar invasões ocorridas na Idade Média. Ou os descendentes de mouros fossem obrigados a deixar a Península Ibérica, que invadiram e dominaram por oito séculos.

A história humana foi marcada por embates, invasões e violência. O processo civilizatório consiste em superar esses estágios primitivos pela integração. O Brasil é um caudal de raças e culturas, em que o índio, o negro e o europeu formam um DNA comum, ao lado de imigrantes mais tardios, como os japoneses.

Querer racializar o processo social, mais que uma heresia, é um disparate; é como cortar o rabo do cachorro e afirmar que o rabo é uma coisa e o cachorro outra.

A sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante. Em torno de cada um desses grupos aglutinam-se milhares de ONGs, semeando o sentimento de que cada qual padece de injustiças, que têm que ser cobradas do conjunto da sociedade.

Que país pretendem construir? Não tenham dúvida: um país em que o Estado, com seu poder de coerção, seja a única instância capaz de deter os conflitos que ele mesmo produz; um Estado arbitrário, na contramão dos fundamentos da democracia. Não é teoria da conspiração. É o que está aí.

KÁTIA ABREU, 51, senadora (PMDB/TO) e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), escreve aos sábados nesta coluna.