O que o ataque terrorista em Barcelona representa para todos nós

O atentado terrorista registrado na manhã da última quinta-feira 17 de agosto de 2017 em Barcelona deixou ao menos 13 mortos e mais de 100 feridos. A autoria do ataque foi assumida publicamente pelo Estado Islâmico (ISIS). Desde o ano passado, a Espanha já liderava o ranking de países da União Europeia com mais mortos em ataques terroristas (253 mortos), superando a França (250 mortos) e o Reino Unido (74 mortos). O ataque mais mortal dos últimos anos foi o perpetrado pela Al Qaeda em 11 de março de 2004 aos trens de Madri, que deixou um saldo de 191 pessoas mortas e mais de 1.800 pessoas feridas.

A presença do Estado Islâmico na Espanha
À esquerda: foto tirada por um militante do ISIS diante do palácio de Aljafería em Zaragaoza, Espanha, sem data (supostamente de 2013 ou 2014). À direita: foto tirada imediatamente após o ataque terrorista reivindicado pelo ISIS em Barcelona, 17 de agosto de 2017.

Já há décadas a Espanha vem sofrendo ataques terroristas perpetrados por grupos separatistas catalães (Terra Lliure), galegos (Resistência Galega) e bascos (ETA), porém a imigração massiva imposta pelo governo da UE tem agravado este panorama com a infiltração de terroristas islâmicos de organizações como Al Qaeda e ISIS. Ao que tudo indica, o terrorismo islâmico promete superar em poucos anos o saldo de 829 mortos deixado pelo ETA em quatro décadas de terrorismo, e a Catalunha se converteu no centro de operações do extremismo islâmico no país. A posição estratégica da região catalã funciona como passagem entre Espanha, França, Itália e os países do mediterrâneo em geral, o que significa uma conexão direta entre Oriente Médio, Norte da África e Europa meridional. A Espanha é um alvo preferencial para o terrorismo islâmico, já que o sul do seu território já esteve sob domínio muçulmano durante a Idade Média (Al Andalus). Isto justificaria ideologicamente, a sua incorporação precoce ao Califado Mundial pretendido pelo Estado Islâmico.

A Catalunha é a porta de entrada de entrada ideal para o terrorismo islâmico, pois além de ser acessível desde o Oriente Médio e Norte da África por via marítima, é uma zona fronteiriça que facilita a fuga das autoridades espanholas entrando em território francês e vice-versa. Além disso, há décadas a zona é politicamente instável devido a atividades terroristas de movimentos separatistas e de extrema-esquerda. A Catalunha passa então a fazer parte do grupo de regiões do mundo apontados como berço de extremistas islâmicos, que inclui a zona metropolitana de Birmingham (Inglaterra), as repúblicas do Cáucaso setentrional (Rússia), a província de Xinjiang (China) e a ilha caribenha de Trinidad.

Com exceção do acesso via Mediterrâneo, as zonas basca e galega do país (nas fronteiras com França e Portugal, respectivamente) também apresentam características propícias para se tornarem os próximos berços do terrorismo islâmico em solo europeu. O aumento do terrorismo islâmico na península ibérica pode representar um risco cada vez maior de atentados nos países vizinhos (França, Andorra, Portugal) e a intensificação da atividade terrorista islâmica na América Latina e, consequentemente, no Brasil.

A imigração massiva de países muçulmanos deve ser detida imediatamente e revertida o mais rápido possível, mas gostaríamos de ler a opinião dos nossos leitores sobre a liberdade religiosa: devemos manter as comunidades islâmicas no Ocidente sob vigilância? Que medidas deveriam ser adotadas para evitar que elas se tornem bases de apoio a grupos terroristas?

 

20 verdades históricas inconvenientes

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Resolvi selecionar 20 verdades históricas inconvenientes. É aquele tipo de verdade que irrita muita gente porque contraria suas ideologias. Essa gente tem o péssimo hábito de tentar moldar à realidade às suas ideologias, em vez do contrário. Talvez por isso, as verdades aqui expostas não sejam muito propagadas. Seus professores de história, geografia, filosofia, sociologia provavelmente não te ensinaram isso, aliás. Então, estou fazendo minha boa ação do dia. Lá vai:

1) Hitler era contrário ao marxismo por uma razão apenas: ele entendia que tal doutrina era um embuste criado por judeus para destruir os Estados nacionais, prostrando o mundo todo diante do que ele chamava de Capitalismo Internacional Judaico. Para Hitler, o verdadeiro socialismo não poderia se desfazer do conceito de nação ou de raça. Isso valia não só para a Alemanha. Ele elogiava o regime fascista italiano por valorizar seu próprio povo.

Tanto Hitler como Mussolini fizeram o mesmo que Stalin: perceberam a força do sentimento de nação para agregamento social e do próprio conceito nacional para melhor administração da sociedade. Ademais, seria muito mais fácil fazer uma nação grande e por meio dela conquistar o mundo todo, do que tentar dominar o mundo todo sem uma nação central que conduzisse o processo.

Friedrich Hayek (Nobel em Economia em 1974) já explicava, do ponto de vista econômico, nos anos 40, que o socialismo internacionalista tende a se tornar nacionalista depois que se instaura. Essa tendência só irá mudar um pouco na história com a introdução do conceito de multiculturalismo na politica e a infiltração do progressismo na ONU, os quais habilitaram a mesma a se tornar uma entidade promotora do enfraquecimento dos Estados nacionais. O projeto nacionalista e o internacionalista de domínio mundial só se diferem na estrategia utilizada. A finalidade é a mesma: a promoção de um órgão central que controle o mundo todo.

2) Benito Mussolini foi, durante boa parte da vida, um marxista ortodoxo. Escreveu para jornais socialistas e foi integrante do Partido Socialista Italiano (PSI). Começou a se afastar da ortodoxia marxista ao perceber que a guerra imperialista poderia ser interessante para os propósitos socialistas. Influenciado por doutrinas de esquerda heterodoxas, como o sindicalismo de Georges Sorrel, percebeu que combater o conceito de nação era contraproducente e que algumas ideias populares, ainda que míticas, poderiam ser servir de força motriz para movimentar as massas. Usando de pragmatismo, também percebeu que o Estado jamais seria derrubado e que o capitalismo, em vez de destruído, poderia ser controlado pelo governo, o que era muito mais viável. Assim, surgiu o fascismo italiano.

3) Nazismo e fascismo foram movimentos antiliberais (em economia) e progressistas (em política) desde sua origem e não é de hoje que intelectuais de renome perceberam as relações íntimas entre esses dois movimentos e o socialismo marxista. Dentre mais antigos e mais novos autores, podemos citar autores do calibre de Ludwig von Mises, Eric Voegelin, Murray Rothbard, Friedrich Hayek, Hannah Arendt, Ernest Nolte, Joachim Fest, Anthony James Gregor, Helmut Fleicher, Klaus Hildebrand, Andreas Hillgruber, Rainer Zitelmann, Hagen Schulze, Thomas Nipperdey, Imanuel Geiss, Robert Gellately, Richard Overy, Jonah Goldberg, Erik Norling, Zeev Sternhell, Mario Sznajder, Maia Asheri, Erwin Robertson e etc.

4) Winston Churchill (primeiro ministro britânico entre os anos de 1940-1945 e 1951-1955) foi um dos maiores conservadores políticos do mundo. E também foi um dos mais ferrenhos opositores ao fascismo e o nazismo.

5) Marx e Engels defendiam o armamento do proletariado para derrubar a burguesia. Após chegarem ao poder, os ditadores marxistas se empenharam em desarmar seus povos. O regime militar no Brasil não desarmou a população.

6) O islamismo já surgiu, nos anos 600, como uma religião de guerra, que prevê o domínio mundial por meios bélicos. Se difere em sua raiz, portanto, do cristianismo, que surgiu e se expandiu como um movimento pacifico, e também do judaísmo, que surgiu num contexto histórico de guerras, porém jamais teve pretensões de dominação mundial e imposição de sua teocracia em todos os países. O que o islamismo faz hoje através de seus governos teocráticos e seus grupos extremistas é apenas continuação do que se iniciou nos anos 600. Toda a historia do islamismo, desde o inicio, é uma historia dr invasões e dominações.

7) A escravidão foi comum no mundo inteiro por milênios e, na maior parte desses milênios nada tinha a ver com cor de pele. Foram os princípios judaico-cristãos que começaram a humanizar gradualmente os escravos ao longo dos séculos até chegar o momento em que vários setores da sociedade começaram a clamar pelo fim da prática. Em geral, os países que mais tempo praticaram a escravidão foram os não-cristãos. Quando os europeus iniciaram expedições marítimas, tribos africanas que mantinham a prática em voga passaram a vender seus escravos de guerra aos navegantes da Europa. O resultado foi o incremento da escravidão em terras cristãs. E, uma vez que esses escravos comercializados eram negros, tornou comum no ocidente identificar escravidão à etnia africana e a cor negra. O racismo surge por conta disso e é algo novo na história do mundo.

8) O cristianismo foi o grande responsável pelo avanço da ciência e da filosofia no mundo, pois popularizou o pressuposto de que um Deus racional criou leis fixas pelas quais a natureza funciona. Não fosse pelo cristianismo, o mundo provavelmente permaneceria trilhando pelas crendices politeístas irracionais, nas quais elementos da natureza como o sol, a lua, a chuva, os mares e etc. eram deuses ou atendiam aos desejos arbitrários de deuses. Lembre-se que Sócrates procurou estabelecer o mesmo pressuposto séculos antes e acabou sendo condenado. O mundo pagão não era muito racional.

9) O Brasil não passou apenas pelo golpe de 1964. Antes dele houve o golpe de 1937, dado por Getúlio Vargas, que se tornou um ditador, implementou censura, criou um Estado policial e perseguiu opositores. Antes ainda, houve o golpe militar de 1889, que derrubou a monarquia de maneira de maneira ilegítima, inciando uma república instável, corrupta e repleta de microgolpes. A República brasileira, desde sua concepção, é ilegítima.

10) Em 1964, a maioria dos grupos políticos, tanto de direita, quanto de esquerda, não tinham muito apreço pela resolução dos problemas dentro da normalidade instituicional. Seguindo a cultura brasileira de golpes e autoritarismo que nasceu com a República, os grupos que se opunham apenas esperavam uma brecha para implementar seu próprio projeto autoritário de governo. Em um contexto de plena guerra fria, a URSS tinha claro interesse em transformar o Brasil num país comunista (o maior das Américas), bem como os EUA tinham o claro interesse em não permitir isso. Os militares que forçaram a saída de João Goulart em 1964 impediram um muito possível e provável avanço dos comunistas neste projeto de poder. Mas também iniciaram um regime militar desnecessário e que traiu muitos dos que apoiaram a intervenção como solução cirúrgica.

11) Apesar de ter sido autoritário, o regime militar não possuiu características plenas de ditadura. Seu modelo foi um híbrido entre democracia e ditadura, um tanto brando quando comparado às ditaduras comunistas e à ditaduras mais à direita, como a chilena, de Pinochet. Não houve um ditador supremo, mas cinco presidentes, cada qual cumprindo o seu mandato. Cada um dos cinco possuía visões distintas, sendo dois de linha dura e três favoráveis à reabertura democrática. Os dois últimos deram contribuições para desmanchar o regime. Havia dois partidos: o do governo (ARENA) e o da oposição (MDB). Por algum tempo, houve eleições para governadores e foi comum o partido de oposição ao governo vencer. O governo não recolheu as armas dos cidadãos. O número de mortos pelo regime, durante 21 anos, gira em torno de 500 pessoas, das quais boa parte era composta de terroristas com projetos totalitários de poder.

12) Os regimes comunistas mataram, juntos, cerca de 100 milhões de pessoas durante o século XX, o que é amplamente reconhecido e documentado. Alguns países do Leste Europeu consideram os regimes comunistas tão totalitários e terríveis quantos os regimes fascistas e nazistas.

13) Há diversos fatos históricos comprovados sobre Jesus. Ele realmente existiu, foi um judeu, foi condenado a uma cruz, sua tumba foi encontrada vazia, diversas pessoas alegaram tê-lo visto, os primeiros cristãos acreditavam na ressurreição e os mártires cristãos morreram afirmando serem testemunhas do que pregavam. Tais fatos são históricos porque passam pelos testes comumente de historicidade comumente utilizados pelos historiadores, tais como: multiplicidade de fontes, multiplicidade e antiguidade de manuscritos, relatos com contextos detalhados, relatos que causaram prejuízos aos seus autores, comprovação em fontes não cristãs, comprovação de fontes inimigas, etc.

14) O Novo Testamento é o livro que mais possui documentos manuscritos antigos no mundo. São cerca de 5700 cópias. O segundo lugar pertence à obra Iliada, de Homero: cerca de 640 cópias. O Antigo Testamento possui cópias antigas preservadas que datam de até 300 anos antes de Cristo, bem como alguns fragmentos mais antigos. O que lemos em nossas Bíblias hoje é a mesma mensagem que os judeus liam no primeiro século (e antes, no caso do Antigo Testamento).

15) Os primeiros cristãos eram judeus e conversos gentios ao judaísmo que frequentavam sinagogas aos sábados e mantinham diversos hábitos judaicos. Pelo menos nas primeiras quatro décadas após a morte de Jesus, o cristianismo não era encarado como uma religião diferente, mas como uma vertente do judaísmo. O panorama mudou gradualmente e as primeiras separações mais sérias e evidentes ocorreram após o ano 70 d.C.

16) A Revolução Francesa matou cerca de 50 mil pessoas por repressão só entre os anos de 1793 e 1794, no chamado Período do Terror. Após muito sangue derramado, perversões públicas e instabilidade política, durante uma década, a Revolução terminou com a subida de Napoleão Bonaparte ao poder, muito mais poderoso do que os tradicionais absolutistas. A Revolução Francesa deu em nada, no fim das contas.

17) O capitalismo trouxe ao mundo uma riqueza jamais vista nos séculos passados, fazendo com que tanto pobres quanto ricos em diversas partes do mundo tivessem acesso aos mesmos produtos (embora os produtos dos ricos sejam melhores). Assim, podemos ver ricos e pobres com computador, internet, televisão, rádio, celular, chuveiro quente, água encanada, microondas, liquidificador, carro e, principalmente, alimento. Os níveis de miséria se reduziram drasticamente com o advento do capitalismo. E se ela persiste ainda hoje é justamente porque há lugares em que simplesmente não há capitalismo.

18) Os maiores capitalistas do mundo geralmente são anticapitalistas. Muitos deles alcançaram o lugar onde estão através não do livre mercado, mas de conchavos com o governo. Outros gozaram realmente do livre mercado e de suas capacidades empreendedoras, mas ao chegarem no topo, perceberam que não é mais conveniente defender essa liberdade econômica (pelo menos não para todos). Afinal, se eles chegaram ao topo, alguém pode chegar também e tirá-los de lá. Assim, esses bilionários frequentemente se convertem em “metacapitalistas”, homens que desejam Estados fortes, que controlem a economia e o mantenha no topo. Alguns desses, como George Soros, vão mais além, abraçando ideologias de esquerda e promovendo-as através de seus investimentos.

19) O primeiro movimento feminista, chamado também de primeira onda, era composto por muitas mulheres religiosas e conservadoras. Elas lutavam contra abusos e desejavam dignidade civil/humana. Aos poucos, o secularismo e o progressismo foi tomando conta do movimento e deixando de atender aos interesses de todas as mulheres, tornando-se meramente um braço da esquerda. Hoje o feminismo se converteu em uma caricatura feia e distorcida do que já foi e só mostra interesse em defender pautas de esquerda e mulheres de esquerda.

20) Não há evidência histórica de que o ser humano pode construir um paraíso na terra, varrendo toda imperfeição do interior dos seres humanos. Em milênios de história, a humanidade testemunhou uma constante e incessante imperfeição mundial e tudo permanece igual nos dias de hoje. A crença de que o progresso tecnológico, a razão e a aquisição de conhecimentos trariam também um progresso moral e um mundo cada vez mais perfeito continua a ser refutada todos os dias. Não há relação entre progresso científico, filosófico e tecnológico com o progresso moral. E se todos permanecem fadados à imperfeição, crer que imperfeitos trarão a perfeição é como crer em Papai Noel.

Sobre o Conflito Israel-Hamas

hamasEm uma disputa entre um Estado Democrático de Direito – pluripartidário e que assegura os direitos das mulheres, das minorias étnicas e dos homossexuais – que se vê obrigado a ir à guerra para defender sua população – e um movimento terrorista – que oprime mulheres, enforca homossexuais, usa crianças como escudo humano e força de trabalho escrava e se orgulha de degolar civis diante do mundo – não deveria haver dúvidas sobre qual deles está certo e age em legítima defesa e qual deles está errado e é um agressor violento.
Mas algumas pessoas, infelizmente, preferem acreditar mais na sua ideologia do que nos seus próprios olhos: a ideologia é o substituto da sua consciência e as isenta do dever moral de pensar.


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As contradições dos discursos da esquerda

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contradiçãoQuanto mais eu observo a esquerda política e procuro entender o seu modo de pensar, mais eu descubro contradições em seus discursos. E eu não sou o tipo de pessoa que procura ridicularizar aquilo que não conhece. Um bom argumento realmente tem poder para me fazer parar, refletir e cogitar a hipótese de que ele esteja correto. Diversas vezes já fiz isso. Contudo, a esquerda política se supera na formulação de discursos contraditórios, o que torna a cada dia mais remota a possibilidade de eu me tornar esquerdista. Resolvi fazer um apanhado dos principais deles.

Um dos discursos mais importantes para a esquerda é o de que a desigualdade política e econômica, a discriminação, os assaltos, os roubos, enfim, a maldade, tem suas causas em fatores externos ao ser humano. A esquerda surgiu com este pressuposto. Para ela, não é o homem que é ruim em sua essência, mas é a sociedade que está desestruturada e que, por isso, corrompe a essência do homem. É claro que vão existir esquerdistas mais moderados ou de viés religioso, que não compram totalmente esta ideia. Eles vão entender que há certa inclinação do ser humano à maldade, mas que a sociedade tem mais culpa na maldade do que o tem a natureza humana. Também crerão que uma mudança na sociedade pode reverter este quadro, a ponto de praticamente anular essa natureza humana falha. Em resumo, para a esquerda, somos fruto do meio. O meio nos molda, tanto para o bem, quanto para o mal. O meio tem influencia praticamente total em nossa personalidade, nossas tomadas de decisões e nossas escolhas.

Entretanto, a mesma esquerda apresenta um discurso totalmente contrário quando se coloca a defender a concepção de homossexualismo como uma inerência biológica de certas pessoas. Neste discurso, o esquerdista dirá que o homossexualismo não é uma escolha. “Ninguém escolhe ser homossexual. Você nasce assim”, dirá a esquerda. A ideia deste discurso é impedir que homossexualismo possa ser tão criticável como é qualquer escolha (como a de ser cristão, de ser budista, de fazer tricô, ou de jogar bola aos domingos). Ao colocar o homossexualismo como uma inerência biológica de um ser, qualquer um que o critique será comparado a alguém que critica um negro por ser negro, ou um cego por ter nascido cego.

O leitor percebe a contradição? Para defender reformas sociais, a esquerda interpreta o homem como fruto do meio, o que o possibilita mudar o destino do mundo. Mas para transformar o homossexualismo em algo incriticável, ela interpreta o homem como escravo de sua natureza, o que o impossibilita de mudar a si próprio. Uma ideia refuta a outra. Se o homem é fruto do meio, o homossexualismo é uma escolha influenciada por fatores externos e que pode ser mudada mediante uma reforma na sociedade. Se o homem é escravo de sua natureza, então não é possível reformar a sociedade, pois sempre haverá homens maus.

Vamos ver outra contradição. Recentemente uma onda de protestos feministas se iniciou na internet por conta de uma pesquisa feita pelo IPEA. A pesquisa “revelou” que a maioria dos brasileiros acredita que uma mulher que se veste indecentemente merece ser estuprada. A pesquisa foi uma verdadeira vergonha por conter grotescos erros metodológicos (como a formulação de perguntas ambíguas e tendenciosas) e por ter confundido os gráficos, errando as porcentagens da pesquisa. No entanto, ela serviu mesmo assim para levar as feministas a postarem fotos nas redes sociais (muitas vezes seminuas) com as palavras “Eu não mereço ser estuprada” e bradando que a culpa do estupro não é da roupa que a mulher usa, mas do estuprador.

Eu concordo perfeitamente que a culpa do estupro é do estuprador. Mas perceba que esse discurso, que é um discurso de esquerda (que pretende fortalecer o feminismo e apontar para os conservadores e religiosos como os defensores da ideia de que “a mulher indecente merece ser estuprada”, a fim de minar o conservadorismo, a religião e a família tradicional), contradiz o discurso esquerdista de que um homem e, sobretudo, um menor de idade, se torna marginal por causa das mazelas sociais. Esse discurso surge diretamente da ideia do homem bom por natureza, mas corrompido pelo meio. Se o homem é bom por natureza, mas corrompido pelo meio, a culpa de ter se tornado marginal é do meio e não dele. Isso inclui principalmente o menor de idade, que ainda está se desenvolvendo.

É por isso que a esquerda não defende a prisão de menores que cometem crimes (mesmo crimes hediondos) e deseja o abrandamento máximo das punições para criminosos já maiores de idade. Em outras palavras, quando você é assaltado ou agredido por um marginal que nasceu em lugar pobre e repleto de crimes, a culpa do assalto não é dele; tampouco é culpa dele o fato de ele ter se tornado criminoso. Logo, proteger o cidadão desse criminoso (o que, na prática, significa puni-lo com o isolamento da sociedade) é algo desnecessário e ultrajante. Não é o cidadão que precisa ser protegido. É o criminoso que precisa ser reeducado, amado, tratado, recuperado. A prioridade é o criminoso, pois ele não é o culpado, mas sim a sociedade, o meio em que ele cresceu. E se a vítima se opõe a este pensamento de priorizar o criminoso, ela automaticamente se torna culpada pelo crime que sofreu, pois ela é uma das pessoas que não prioriza a reeducação do criminoso e que ainda coloca em suas costas a culpa de um crime que, na verdade, é da sociedade.

O leitor percebeu a contradição? Em um discurso, o estuprador é o culpado pelo crime que cometeu e não a vítima. Em outro discurso, o criminoso que nasceu pobre e em lugar violento, não é culpado pelos crimes que cometeu – a culpa é da sociedade, o que inclui todas as vítimas que discordam disso. Um discurso anula o outro. Se a culpa é individual, então tanto o estuprador quanto qualquer criminoso que nasceu em lugar ruim são igualmente culpados por seus crimes. Se a culpa é da sociedade, então tanto o estuprador quanto o criminoso que nasceu em lugar ruim são inocentes. Neste segundo caso, as vítimas podem ter sua parcela de culpa no crime por contribuírem, de alguma forma, para chamar a atenção do “criminoso” ou para moldar o pensamento do meio em que ele nasceu.

Ainda falando sobre estupro, outra contradição: Foi até o programa “Altas Horas”, do apresentador Serginho Grosman, uma das líderes do movimento nas redes sociais “Eu não mereço ser estuprada”. Em dado momento ela disse que, por causa do movimento que iniciou, tem recebido várias ameaças de estupro. Ela disse ainda que achava impressionante que a maioria dos que faziam ameaças eram adolescentes. Em suas palavras: “Eles acham o estupro algo engraçado e ficam brincando com isso. Mas isso não é engraçado”.

Aqui, mais uma vez, há uma contradição de discursos esquerdistas. Porque a mesma esquerda que dá uma de moralista, dizendo que o assunto estupro não deve ser tratado com irreverência, displicência e leviandade (como se fosse algo normal e engraçado) incentiva os adolescentes a encararem o sexo como irreverência, displicência e leviandade, fazendo a relação sexual se tornar mero passatempo de criança, que pode ser feito com quem quiser, em qualquer lugar, e que não há problema em se fazer piadas pesadas e sujas com o assunto.

A mesma esquerda quer que a educação sexual seja ensinada nas escolas para crianças pequenas. A mesma esquerda não vê problema algum em que crianças vejam pornografia e sejam estimuladas a pensar, falar e fazer sexo desde a mais tenra idade. É ela que fala sobre revolução sexual, sobre quebrar todos os tabus (o que significa, na prática, “dar pra todo mundo” e incentivar isso) e quer destruir a ideia de sexo como o selo de um matrimônio, como a união mais intensa entre o homem e uma mulher e que, por isso, precisa estar acompanhada de uma união igualmente intensa nas áreas mental, emocional e espiritual. É ela que faz do sexo algo tão corriqueiro como apertar a mão de um conhecido, por exemplo. É ela que vê com bons olhos os chamados “funks proibidões”, que são funks que exaltam a imoralidade sexual (o adultério, a poligamia, o bacanal, a sedução de menores, volubilidade) e tratam o assunto como algo engraçado. Para a esquerda, isso é expressão cultural. É a expressão da realidade do morro e das periferias. É bom. É bonito. É saudável.

Eu me pergunto: como é que essa esquerda imoral, que quer criar uma cultura de perversão sexual, pode reclamar que os adolescentes tratam a questão do estupro como algo engraçado e normal? Isso contraditório! É contraditório incentivar imoralidade e depois vir com um discurso moralista desses.

Mais uma contradição envolvendo a questão do estupro: se a culpa do estupro é do estuprador, por que não se pune esses desgraçados com rigor? Por que a esquerda não cria leis que inviabilizem a vida de estupradores e pedófilos? É por que a mesma esquerda que coloca a culpa no estuprador, não quer tornar as leis mais rígidas. E não quer fazer isso porque considera que o criminoso comete crimes por causa do meio. Mas se o criminoso comete crimes por culpa do meio, como o estuprador pode ser culpado pelo estupro? E se ele é culpado pelo estupro, como se pode defender leis brandas para criminosos?

As contradições não param por aí. Vamos falar sobre filhos. A esquerda gosta de acusar a direita de dar aos seus filhos uma educação bruta, sem amor, retrógrada. Por isso, gosta de enfatizar que nunca, jamais, devemos bater em nossos filhos quando eles nos desobedecem, mas apenas conversar com eles. Para a esquerda, isso é educar com amor. No entanto, a mesma esquerda discursa a favor do aborto, argumentando que “a mulher é dona do seu próprio corpo” (mais uma vez o maldito feminismo). Em outras palavras, ela não leva em consideração que existe um ser vivo dentro do corpo da mulher grávida, um ser humano, uma criança, um filho. A vida da criança não interessa, mas apenas a vontade da mãe de abortar. É esse o amor que os esquerdistas pregam?

Liberdades individuais. A esquerda gosta de se colocar como a verdadeira defensora das liberdades individuais. Por isso, é favorável a ideias como a liberalização das drogas e a liberalização do aborto. Essas ideias trazem, evidentemente, prejuízos diretos para terceiros, mas a esquerda vê como direitos individuais. No entanto, a mesma esquerda não acha que um homem tenha o direito de ter suas terras (a defesa das invasões do MST e da reforma agrária nada mais é do que dizer: “Você não tem direito a essas terras e nós vamos tomá-las contra sua vontade), de comprar uma arma para se defender, de abrir e gerir uma empresa sem imensas dificuldades burocráticas ou de não financiar, com seus impostos, empresas e serviços públicos ineficientes. Aliás, para a esquerda, um homem também não tem direito de educar seu filho como deseja. Ele precisa rezar a cartilha do politicamente correto.

Corrupção cristã. A esquerda brada contra corrupções no cristianismo. Ela deseja ensinar que o cristianismo é um comércio e que os pastores são ladrões, e faz pressão para que as igrejas paguem impostos. O roubo de dízimos e ofertas é um ultraje para a esquerda e precisa ser evitado. No entanto, dízimos e ofertas dão quem quer. Nenhum esquerdista é obrigado a dizimar ou ofertar. Na verdade, dentro da lei civil, ninguém é obrigado a dar dízimo ou oferta a igrejas. Isso é uma prática que se restringe a quem quer seguir a religião. Então, a esquerda não tem absolutamente nada a ver com isso.

Agora, todos os cidadãos são obrigados a pagar impostos. Altos impostos. Muitos impostos. E impostos que não são bem utilizados pelo governo. Isso sim é um problema que afeta a todos. Mas a mesma esquerda que brada contra o roubo de dízimos e ofertas que ela nem sequer tem obrigação de dar, apóia o aumento de impostos sobre todos os cidadãos para financiar mais empresas e serviços ineficientes do governo e permitir que mais verbas sejam roubadas por governantes. Isso não só é contraditório como desonesto. Aliás, o imposto que a esquerda quer que a igreja pague também será roubado por governantes. Em outras palavras, a esquerda não está interessada em ajudar os cristãos a não serem roubados. Ela está interessada em passar a riqueza dos pastores ladrões para os políticos ladrões.

Opressão cristã. A esquerda adora falar sobre a opressão cristã. Ela afirma que o cristianismo é uma religião que cria preconceitos contra a mulher e o homossexual, que nos reprime sexualmente, que cria uma moral burguesa hipócrita e etc. É claro que o esquerdista que é cristão ameniza essa ideia para poder conciliar sua religião e sua posição política. Mas a esquerda surgiu do pensamento iluminista anticristão e sempre se destacou por criticar o cristianismo. Por isso, os países de maioria cristã são severamente criticados pela esquerda, por seu moralismo, sua defesa das tradições e sua “opressão” religiosa. Curiosamente, a mesma esquerda costuma a adotar um discurso favorável aos países de maioria islâmica ou, no mínimo, um discurso com críticas muito brandas e raras. A impressão que fica é que o cristianismo e os países de maioria cristã são mais opressores que o islamismo e os países de maioria islâmica. Mas são justamente nos países islâmicos que mais vemos abuso dos direitos humanos. Agressões físicas a mulheres e homossexuais não só fazem parte da normalidade como recebem autorização legal. Aliás, o homossexualismo é considerado crime punido com a morte em muitos desses países.

Guerras. A esquerda adora posar de defensora da paz. Ela brada contra as guerras feitas a países islâmicos e países comunistas, ao longo da história. Também não gosto de guerras. E acho que muitas delas poderiam ter sido evitadas. Mas a mesma esquerda que condena as guerras contra os países que ela defende, não vê problema algum em guerras, violência e assassinatos contra aqueles que ela entende como inimigos. No Brasil, por exemplo, algumas dezenas de pessoas foram mortas por ataques de terroristas de extrema-esquerda na época do regime militar. Em todos os países comunistas somados, milhões de pessoas morreram por inanição forçada e por repressão do regime. Milhares de pessoas morrem todos os anos em países islâmicos também por causa do autoritarismo dos mesmos. As FARC, da Colômbia (que é criação da esquerda), e todas as facções criminosas do Brasil, como CV, ADA e PCC (cujos integrantes não tem culpa de seus crimes, mas são vítimas da sociedade, segundo a esquerda) matam centenas de pessoas todos os anos. Esses assassinatos, porém, não são considerados nos discursos da esquerda.

O leitor pode estar pensando que eu sou um daqueles idealistas que joga a culpa de todo o mal do mundo na esquerda e que acha que a direita é perfeita. Mas não é verdade. Eu reconheço que a direita cometeu muitos erros ao longo da história e que continuará cometendo. Também não acho que a esquerda deve ser retirada do jogo democrático. Uma democracia, para funcionar, precisa ter tanto esquerda como direita. E eu sou capaz de dizer que ambas podem contribuir para a melhora de problemas sociais. Agora, que a esquerda tem discursos contraditórios, isso é fato incontestável. Um esquerdista não é obrigado a comprar essas contradições. Ele pode escolher apenas os discursos de esquerda que se complementam, a fim de ter coerência. Mas isso dificilmente acontece. E esse mais um dos motivos que me fazem não querer ser um esquerdista.

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Observação: Esta é página de direita que preza pela pluralidade de ideias direitistas e que é escrito por diferentes articulistas. Em outras palavras, aqui você encontrará textos mais liberais e textos mais conservadores. Este texto é obra de um articulista que se identifica mais com o conservadorismo. Se você discorda de algumas das ideias aqui descritas, não deixe de seguir a página por isso. Há direitistas mais liberais, que flertam, inclusive, com o libertarianismo.

Por que a esquerda ocidental apoia o Islamismo?

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Esquerdistas apoiam e defendem o Islã porque tem inimigos em comum que eles odeiam acima de tudo:

– Conservadores, Judeus, Cristãos, Capitalistas e a tradição Norte Americana, seus valores e ideais.

Os dois formam uma aliança profana e os esquerdistas não vão estar satisfeitos com o resultado final!

Neste tipo de aliança esses “idiotas úteis” são normalmente descartados e destruídos depois que eles já não são mais úteis a causa.

Barack Obama: o fantasma da Universidade de Columbia

Escrito por Wayne Allin Root | 05 Junho 2013
Internacional – Estados Unidos

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Um único professor de Columbia — um esquerdista radical que odeia Israel — afirma que se lembra de Obama.

 

Eu sei que em algum lugar nos Estados Unidos há um defensor de Obama que vai me acusar de estar mentindo. Mas todos aqueles colegas do nosso 30º encontro estão mentindo também?

 

Acabei de voltar de Nova York, onde compareci ao encontro de 30 anos de formado da Universidade de Columbia. Eu comemorei com meus estimados colegas. Todos, exceto Barack Obama. Como de costume, ele não estava lá. Nem uma saudação em vídeo. Nem mesmo uma carta personalizada para seus colegas. Nada. Mas o pior: ninguém no nosso 30º encontro jamais o conheceu. O Presidente dos Estados Unidos é o fantasma da Universidade de Columbia.

Não sou nenhum “Joãozinho apareceu só agora”. Há cinco anos (desde 2007, quando ficou claro que Barack Obama estava se candidatando para presidente), eu venho sendo citado na mídia como tendo dito que ninguém que eu tenha conhecido na Universidade de Columbia se lembra de ter alguma vez encontrado, ou mesmo visto o nosso colega de faculdade Barack Obama. Você não acha que a mídia deveria estar fazendo perguntas? Essa não é uma história muito estranha?

Eu sou formado pela Universidade de Columbia — turma de 1983. Essa é a mesma turma na qual Barack Obama afirma ter se formado. Nós fizemos exatamente o mesmo curso: Ciências Políticas. Nós éramos ambos “Pré-Direito” [no original, “Pre-Law”, habilitação que, no sistema de graduação americano, corresponde a um preparo inicial para o curso em que o aluno deseja se formar]. Era uma turma pequena com cerca de 700 alunos. O departamento de Ciências Políticas era ainda menor e mais unido (talvez com 150 alunos). Eu achava que tinha conhecido, ou encontrado pelo menos uma vez (ou certamente visto em aulas) cada colega de classe de Ciências Políticas nos meus quatro anos em Columbia.

Mas não Obama. Ninguém jamais o conheceu. Pior ainda: ninguém sequer se lembra de ter visto aquele rosto único e memorável. Pense nisso por um minuto. Nosso colega é o presidente dos Estados Unidos. Alguém não deveria se lembrar dele? Ou, pelo menos, afirmar que se lembra dele?

Um dos oradores do 30º encontro deveria ter relembrado “os meus dias com o futuro presidente”. Mas ninguém o fez. Você imagina que Obama poderia ter enviado um vídeo para nos dizer tudo de que ele gostava em sua época em Columbia. Você imagina que ele teria enviado pelo menos uma carta para ser lida em voz alta por um de seus ex-colegas de faculdade. Certo? Mas ele não fez nada disso. Porque Obama não tem ex-colegas de faculdade. Ninguém que tenha alguma vez encontrado Obama, muito menos feito amizade com ele, compareceu ao nosso 30º encontro de turma.

Neste momento, você pode argumentar que tudo isso é estranho, mas é possível. Afinal, Columbia diz que ele se formou. E eu aceito a palavra da minha faculdade. Será que uma das maiores instituições da Ivy League [conjunto das oito universidades americanas de maior posição acadêmica e prestígio social] participa de um esquema de acobertamento, arriscando assim a sua bilionária reputação? Há um único artigo escrito para o jornal de Columbia que contém o nome de Obama. Também existe uma foto única de Obama em seu apartamento em Manhattan com o homem que ele afirma ter sido seu colega de quarto na faculdade, um estudante estrangeiro, paquistanês. E ainda um único professor de Columbia — um esquerdista radical que odeia Israel — afirma que se lembra de Obama.

Essa é a soma total da existência de Obama na Universidade de Columbia — turma de 1983.

Então eu perguntei a cada colega que encontrei na nossa 30ª reunião, muitos deles formados em Ciências Políticas, se eles nunca tinham encontrado, ou visto, ou ouvido falar de Obama. A resposta foi um sonoro NÃO de cada um deles. Eu perguntei se eles achavam estranho, ou se perguntavam como isso era possível? Todos eles responderam que SIM. Eu perguntei se eles achavam que era possível se formar em Ciências Políticas e nunca ter encontrado com qualquer colega formado nas nossas pequenas turmas. Todos eles me deram um olhar de grande estranhamento e responderam que não. Então eu perguntei: “Como isso poderia ser possível? Você pode explicar?” Ninguém tinha uma resposta.

Tenha em mente que essas pessoas com quem falei são todas — homens e mulheres — esquerdistas, eleitoras do Partido Democrata que votaram em Obama. Eu estou supondo que 90% deles estão entre os principais contribuidores do Partido. Meus colegas de Columbia são o ‘crème de la crème’ da sociedade americana. Advogados, médicos, membros bilionários de fundos de cobertura, estrelas da mídia. Eles adoram Obama. Mas todos eles admitem que nunca o conheceram em seus quatro anos em Columbia. Estou orgulhoso da honestidade e da integridade dos meus colegas.

Um colega me contou que estava presente quando um dos professores mais honrados da história da Universidade de Columbia fez um discurso para os alunos uns dois anos atrás. O discurso foi seguido de perguntas e respostas. Este amado professor foi questionado sobre Obama na Universidade de Columbia. Ele disse: “Eu tenho minhas dúvidas sobre a história.” A multidão ficou atordoada. Ele passou imediatamente para a próxima pergunta e nunca desenvolveu a resposta. Obviamente, portanto, não sou o único com dúvidas.

Aqui vai então a minha opinião sobre este grande mistério. Eu nunca disse que Obama não foi registrado em Columbia. Tenho certeza de que ele foi. Eu nunca disse que ele não se formou. Se Columbia diz que ele fez isso, então eu tenho certeza que ele fez. Mas eu sempre disse que há algo de errado nessa história. É repugnante. É inacreditável. É impossível. É a história de um candidato da Manchúria.

A questão não é se ele já foi registrado, ou se ele se formou. E é interessante que uma foto, um professor e um artigo de jornal existam — apenas o suficiente para fornecer uma cobertura fina. Mas a pergunta séria que a mídia deveria estar fazendo é… O que Obama fez durante os dois longos anos entre o registro e a formatura? Ele assistiu alguma vez a uma aula? Ele chegou a ter um único amigo que não fosse um cidadão paquistanês? Por que o único professor que veio a público afirmar que se lembra dele é um esquerdista radical que odeia Israel? O que exatamente ele estava fazendo se ninguém o encontrava, via, ou ouvia falar dele? Por que selou seus registros da faculdade? O que ele tem a esconder?

Mas o meu palpite é que ele não pode, ou nunca vai liberar os registros. Porque o que nós iríamos encontrar seria chocante.

Neste momento, eu sei que em algum lugar nos Estados Unidos há um defensor de Obama que vai me acusar de estar mentindo. Mas todos aqueles colegas do nosso 30º encontro estão mentindo também? E se eu quisesse mentir, não seria melhor eu sair dizendo que eu conhecia bem o futuro presidente? Se eu quisesse difamar o presidente, eu não deveria estar dizendo que ele era meu grande amigo e que eu testemunhei todos os tipos de coisas terríveis? Mas eu não posso dizer isso. Porque eu nunca testemunhei nada. Nem qualquer um dos meus colegas de turma. Nós não o conhecemos. Nunca o encontramos. Nunca o vimos. Minha história é simplesmente a verdade — e é a mesma história consistente que eu venho contando desde 2007.

Há algo de errado com a história de Obama — isso eu sei. Ou ele é o fantasma de Columbia, ou é o perfeito candidato da Manchúria. Mas algo cheira a podre em Columbia.

Do The Blaze: http://www.theblaze.com/contributions/barack-obama-the-ghost-of-columbia-university/

Tradução: Felipe Moura Brasil

Chicago Law Prof on Obama: “The Professors Hated Him because he was Lazy, Unqualified & Never Attended any of the Faculty Meetings”

 

E o sequestrador e predador sexual de Cleveland é um… Esquerdista Registrado

Acho que todos estão a par do ultimo crime bárbaro nos EUA, segue abaixo parte da reportagem da Veja:

O sequestrador que manteve três americanas reféns por 10 anos em Cleveland (em Ohio, EUA), Ariel Castro, operava uma “câmara de tortura e um cárcere privado”, nas palavras do promotor Timothy McGinty. O promotor do condado de Cuyahoga, em Cleveland, busca agora acusar Castro de assassinato pelos abortos forçados a que submeteu suas vítimas. Homicídio pode ser punido com a pena de morte no estado de Ohio.

Agora o que a imprensa nacional vai omitir é que ele é um eleitor Democrata (esquerdista) registrado: Ariel Castro, Cleveland Kidnapper, is a Registered Democrat.

Os porta vozes do Obama que alguns chamam de imprensa (CNN, ABC, NBC, etc.) e a mídia de esquerda mundo a fora não pouparam “munição” ao caluniar cristão, brancos, conservadores e qualquer “grupo” contrario a ditaduras socialistas, logo após o atentado em Boston. Torciam para que os terroristas fossem membros do Tea Party, da NRA, do Partido Republicano ou Cristão Brancos. Fizeram isso ao vivo mesmo sem ter uma pista sequer para embasar essas afirmações absurdas e sempre defendendo as esquerdas e os terroristas Islâmicos.

Obama costuma dizer “que não devemos julgar todos muçulmanos pelas ações terroristas praticadas por muçulmanos”, como se fossem casos isolados, mas o próprio Obama culpa todos os donos de armas legais por crimes cometidos por um individuo criminoso e ilegalmente armado, sendo que os cidadãos americanos respeitadores da lei, pilares da republica democrática não são merecedores do mesmo tratamento ou “lógica” segundo o esquerdopata.

Mas o fato é que terroristas, criminosos e toda sorte de delinquentes simpatizam com os ideais socialistas/comunistas.

Esse é mais um deles.

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