Mais uma farsa sendo exposta, a preservação da “cultura” indígena

Outra mentira dos ambientaloides politicamente correto vem abaixo, o principal argumento deles para expropriar propriedades rurais e passá-las ao índios, mais falsos que nota de 3 reais diga-se de passagem, é que esses necessitam das mesmas para preservar sua “cultura”, seus costumes e tradições.

Desde quando ter smartphone, internet, notebook faz parte da cultura indígena? Muito menos plantar soja comercialmente.

Eram para estar vivendo da coleta, caça e pesca, no meio do mato, de acordo com suas tradições originais.

Funai financia plantio de lavoura em propriedade invadida por índios no Mato Grosso do Sul

Esquerdopatia recorrente: o caso Pinheirinho.

Os coitadinhos do Pinheirinho se preparando para atacar a polícia.

A cada dia as certezas parecem aumentar sobre o caso do região do Pinheirinho em São José dos Campos. Todos parecem ter uma filosofia de vida pronta, onde analisam qualquer acontecimento sob esta ótica, sem nem se esforçarem para ter o mínimo de conhecimento sobre o assunto. A gritaria dos esquerdistas e “defensores” da vida humana está grande, porém duvido muito que tenham parado para analisar por cinco minutos toda a história daquela região antes de saírem emitindo opiniões.

A região invadida há quase uma década pertence à massa falida do grupo Selecta, que tem como dono o Sr. Naji Nahas. Nahas reivindica a área na justiça desde 2004, e em julho de 2011 foi emitida a ordem de reintegração de posse. De lá até hoje, o monitoramento da região por parte das esquerdas aumentou. Até a União entrou na história para tentar se resolver a situação mediante um acordo. O fato é que depois de sucessivas liminares, caçando e revalidando a integração, foi revalidada a decisão inicial da 6ª Vara Cível de São José dos Campos – começa aí o primeiro argumento daqueles que bradam em favor dos invasores. O TRF havia proibido a reintegração de posse, um prato cheio para os esquerdopatas de plantão que passaram o dia todo alegando que a polícia militar de São Paulo e o Sr. Geraldo Alckmin desrespeitaram uma decisão da Justiça Federal, porém uma decisão da  6ª Vara Cível de São José dos Campos só poderia ser revogada pelo STJ ou pelo STF, não havendo qualquer motivo para a gritaria instaurada.

Desmistificada a suposta rebeldia da Polícia e do Governo do Estado de São Paulo, começaram as acusações de que a polícia chegou no Pinheirinho dando tiros para todo lado. Só esqueceram de contar que esta mesma polícia foi recebida a pedradas e que carros foram incendiados, tudo para impedir a ação de reintegração de posse. Fica a pergunta: queriam que a polícia reagisse como? “Senhores, convido vocês a se retirarem da região além de pedir encarecidamente para que parem de tacar pedras e incendiar carros”? Este, sem dúvida não é o modo mais adequado para tratar invasores rebeldes. Este vídeo mostra claramente o modo como a polícia foi recebida, além de dar algumas outras explicações.

Com mais um argumento posto a baixo, partiram para, talvez, o mais grave de todos. Em nome de um sentimento transcendente de solidariedade, surgiram as primeiras palavras em repúdio ao direito da propriedade privada sob o pretexto de defesa da vida humana. Locke, no século XVII já havia escrito sobre os direitos naturais do cidadão: a vida, a liberdade e a propriedade. Além disso, teorizou que a formação do Estado se deu justamente para se garantir estes direitos naturais, e caso o Estado fosse ineficiente nesta função, os cidadãos tinham total direito de se rebelar. No século XIX foi a vez de Bastiat, em “A Lei” ele escreveu:

A vida, a liberdade e a propriedade não existem pelo simples fato de os homens terem feito leis. Ao contrário, foi pelo fato de a vida, a liberdade e a propriedade existirem antes que os homens foram levados a fazer as leis.
O que é então a lei? É a organização coletiva do direito individual de legítima defesa. Cada um de nós tem o direito natural, recebido de Deus, de defender sua própria pessoa, sua liberdade, sua propriedade.

Ou seja, não cabe questionar a lei de defesa da propriedade privada, qualquer questionamento seria um questionamento a um direito natural e qualquer decisão que vá contra estes direitos implicará na perda da única função estatal – a defesa dos direitos naturais,  além de representar um passo rumo ao socialismo, tão desejado pelas nossas esquerdas.

Aliás, a esquerda não perde tempo. O líder do Pinheirinho é filiado ao PSTU, tem casa própria, tem carro e ainda é filiado ao Sindicato dos Metalúrgicos, ou seja, o Pinheirinho nada mais era do que um braço político do partido, fato aliás confirmado pelo próprio partido em nota que repudia a reportagem que denuncia esta aliança invasores-partido.

De toda esta gritaria, fica uma certeza. O viés marxista de pensamento já está arraigado na consciência nacional. As pessoas emitem opiniões pensando estarem sendo imparciais, mas não estão. Pensam o mundo a partir da dicotomia ricos-empresários-Estado X povo, tendo o povo o monopólio da bondade e da razão. Só esquecem que tanto o empresário, quanto os ricos, como os integrantes do Estado também fazem parte do povo e estão submetidos ao estado democrático de direito.

Não importa se a propriedade é da empresa falida do Sr. Nahas, se é do padeiro, do carpinteiro ou de qualquer outro cidadão. A propriedade privada deve sempre ser preservada independente de quem seja o dono.

O absurdo no Brasil é tanto que invasor de terra alheia é tido como mocinho, e a justiça que só faz cumprir a lei é tida como vilã – fora isto, o Sr. Geraldo Alckmin ainda anuncia um “Bolsa-moradia” para os invasores. Pagar invasores com dinheiro do “contribuinte”, realmente vamos mal das pernas.

Ouvi uma simpatizante do PSOL dizer que as leis têm de priorizar o ser humano. Concordo. E nada melhor prioriza o ser humano do que a garantia dos seus direitos naturais: vida, liberdade e propriedade – invadir a propriedade alheia não prioriza, apenas desrespeita o próximo.