Aborto: uma história de amor

I. Antiguidade

O primeiro registro de aborto induzido vem de um papiro Egípcio de 1550 AEC. Um relatório chinês documenta o número de concubinas reais que tivessem feito abortos na China entre os anos de 515 e 500 AEC. Muitos dos métodos empregados entre as culturas primitivas eram não-cirúrgicos. Atividades físicas como trabalho estenuante, escalada, halterofilia ou mergulho eram técnicas comuns. Outras incluíam o uso de folhas irritantes, jejum, sangria, derramar água quente no abdômen, ou deitar sobre uma casca de côco aquecida. Descobertas arqueológicas indicam tentativas cirúrgicas primitivas para extrair o feto. Entretanto, tais métodos não deviam ser muito comuns, dada a infrequência de sua menção em antigos textos médicos.

Muito do que se sabe sobre métodos e práticas do aborto na história grega e romana vem sobretudo dos textos clássicos. Aborto era principalmente uma alternativa para parteiras ou leigas bem-informadas. Em seu Theaetetus, Platão menciona a habilidade de uma parteira em induzir o aborto durante os primeiros estágios da gravidez.

Um texto em Sânscrito do século VIII instrui as mulheres que queiram abortar a sentar sobre ums panela de vapor ou cebolas cozidas.

A técnica de aborto por massagem, envolvendo a aplicação de pressão sobre o abdômem da grávida, tem sido praticada no Sudeste da Ásia por séculos. Um dos baixos-relevos decorando o templo de Angkor Wat no Camboja, datado de 1150, ilustra um demônio executando esta técnica de aborto em uma mulher que foi enviada ao submundo.

II. Era medieval e era moderna

Documentos japoneses mostram registros de abortos induzidos já no século XII. O mesmo se tornou prevalente durante o período Edo, entre os camponeses, que mais sofriam com as fomes recorrentes e a alta taxação da época. Estátuas do Boddhisattva Jizo, eregidas em memória de um aborto (espontâneo ou não), natimorto ou morte de uma criança muito pequena, começaram a aparecer por volta de 1710 no templo de Yokohama.

Meios físicos de induzir o aborto, como contusão, exercício ou apertar o cinto são documentados entre as mulheres inglesas durante o início da era moderna.

Preparos botânicos conhecidos como abortivos eram comuns na literatura clássica e medicina popular. Tais remédios populares, no entanto, variavam em efetividade e tinham efeitos colaterais. Algumas das ervas usadas para matar o feto eram venenosas também para a mãe.

Muitos abortivos vendidos no mercado da era vitoriana eram anunciados nos jornais, com uma linguagem apropriada para amenizar o impacto do real efeito do remédio através de eufemismos. Remédios que prometivam “tratar problemas femininos” muitas vezes continham ingredientes abortivos. Abortivos eram vendidos como uma promessa para “restaurar a regularidade da mulher” e “remover do sistema toda impureza”. No vernáculo de tais propagandas, “irregularidade”, “obstrução”, “supressão menstrual” ou “menstruação atrasada” eram compreendidos como referências eufemísticas para a gravidez. Assim, muitos abortivos eram vendidos como “reguladores menstruais”. Entretanto, poucas propagandas explicitamente advertiam sobre o uso do produto por mulheres grávidas, ou listavam o aborto como um efeito colateral.

Ainda que os protótipos da cureta moderna sejam mencionados em textos antigos, o instrumento que é usado hoje foi inicialmente desenhado na França em 1723, mas não era especificamente aplicado como instrumento abortivo até 1842. Dilatação e curetagem tem sido praticadas desde o fim do século XIX.

III. Era contemporânea

No século XX houveram aprimoramentos na tecnologia do aborto, reduzindo os efeitos colaterais para a mãe. Dispositivos a vácuo, primeiramente descritos na literatura médica do século XIX, permitiram o desenvolvimento do aborto por sucção-aspiração. Este método era praticado na União Soviética, Japão e China, antes de ser introduzido na Inglaterra e nos Estados Unidos na década de 60. A invenção da cânula de Karman, uma cânula de plástico flexível que substitui modelos antigos de metal na década de 70, reduziu a ocorrência de perfuração e tornou possível o método de sucção-aspiração possível com anestesia local. Em 1971, Lorraine Rothman e Carol Downer, membros fundados do movimento feminista, inventaram o Del-Em, um dispositivo de sucção barato e que não exigia treinamento para executar abortos (“extrações menstruais”).

Dilatação e extração intacta ou “descompressão craniana intrauterina” – método aplicável somente a partir do 4º mês de gestação e que basicamente se trata de abrir um buraco no crânio da criança e sugar o seu cérebro para reduzir o tamanho da cabeça e então extraí-la – foi desenvolvido pelo Dr. James McMahon em 1983. Lembra um procedimento usado no século XIX, no qual o crânio da criança era furado por um perfurador, então esmagado e extraído por um forceps, conhecido como “crânioclasto”.

Em 1980, pesquisadores da Roussel Uclaf na França desenvolveram a mifepristona, um composto químico que funciona como abortivo ao bloquear a ação dos hormônios. Foi primeiramente vendido na França sob o home de Mifegyne (Mifegina) em 1988.

IV. As armas

Dentre os instrumentos empregados para matar humanos no útero, podemos citar:

a) Cureta uterina

Um dos lados da volta é afiado para separar a criança do útero. O outro lado raspa o útero para remover a placenta.

b) Seringa:

Usado para injetar soro dentro do útero. O bebê engole e respira o veneno. A causa da morte é congestão, hemorragia e choque. A mãe entra em trabalho de parto um dia depois e dá a luz à uma criança morta. Outro uso é injetar químicos (digoxina, cloreto de potássio, etc) no coração do bebê. Em ambos os caso, estes produtos químicos amolecem o corpo da criança, permitindo que seja rasgado e retirado mais facilmente.

c) Fórceps

Usada para esmagar, agarrar e puxar a criança para fora.

d) Tesoura de Embriotomia

Usada para cortar fora a cabeça ou os membros.

Alguns instrumentos mais antigos e “menos ortodoxos” para o padrão atual de infanticídio: a) O perfurador craniano de Blot

Estes instrumentos foram desenhados para serem empurrados para dentro do crânio do bebê e então abertos, cortando-o em pedaços.

b) O tira-cabeças

Este instrumento funciona enfiando o espeto na cabeça da criança. Uma vez lá dentro, o botão é pressionado. Quando ele abrir, você pode puxar a criança para fora.

c) O decapitador

Usado para decepar a cabeça da criança.

d) Cranioclasto

Usado para esmagar o crânio da criança, facilitando a retirada.

Químicos que, além de tratarem algumas doenças, servem como veneno homicida: Cytotec, Pitocina, Cervidil, Hemabate, Syntocinona, Mifeprex, Prostina E2, Prepidil.

Para eliminar humanos adultos indesejados, recomendamos o uso do cianeto de hidrogênio. Antigamente comercializado sob o nome de Zyklon-B, e hoje como Uragan D2.

Como meios físicos, ainda dispomos da decapitação  (usando o instrumento que chamamos de guilhotina), o fuzilamento (procedimento pelo qual se atravessa o crânio do humano já nascido e indesejado com um projétil, para interromper o seu processo de maturação e envelhecimento), e a forca (que consiste no uso de uma corda como forma de interromper a transmissão de oxigênio para o cérebro e impulsos elétricos do cérebro para o corpo). Um outro método consiste em privar o humano em questão de nutrientes (inanição) ou oxigênio (sufocamento).

Mais informações sobre instrumentos para matar humanos indesejados em fase fetal, acesse http://abortioninstruments.com/

Testemunho de um médico perito mundial em aborto

Por Dr. Bernard Nathanson

Uma explicação sucinta de um médico especialista em abortos que no passado foi um dos maiores responsáveis pela sua liberalização nos EUA nos anos 70, co-fundador de associações pró-aborto e antigo director de uma das maiores clínicas de aborto dos EUA, vem agora falar sobre a estratégia de movimentos pró-aborto e de poderosos interesses econômicos…

Dr. Bernard Nathanson

Testemunho

Bernard Nathanson,

“Eu sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos. Isto legitima as minhas credenciais para falar com alguma autoridade sobre este assunto. Eu fui um dos fundadores da NARAL (National Association for the Repeal of the Abortion Laws) nos EUA, em 1968. Nesta época, uma pesquisa de opinião fiável descobriu que a maioria dos americanos eram contra o aborto permissivo. Em cinco anos nós tínhamos convencido o Tribunal Supremo dos EUA a promulgar a decisão que legalizou o aborto nos EUA em 1973 e tornou legal o aborto até ao momento anterior ao nascimento.

Como fizemos isto? É importante entender as táticas utilizadas porque as mesmas têm sido usadas em todo o Ocidente com algumas pequenas mudanças, sempre com o intuito de mudar as leis do aborto.

A 1ª TÁTICA ERA GANHAR A SIMPATIA DA MÍDIA
Nós persuadimos os meios de comunicação que a causa de permitir o aborto era uma causa liberal, esclarecida, sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa fiável fosse feita nós seríamos derrotados, nós simplesmente fabricamos resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos aos meios de comunicação que tínhamos feito pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis à liberalização do aborto. Esta é a tática da mentira auto-satisfatória. Poucas pessoas gostam de fazer parte da minoria.

Nós adquirimos muitos simpatizantes para divulgarmos o nosso programa de permissividade do aborto ao fabricarmos o número de abortos ilegais feitos no EUA anualmente. Enquanto este número era de aproximadamente 100.000, nós dizíamos repetidamente aos meios de comunicação que o mesmo era de 1.000.000. A repetição de uma grande mentira várias vezes convence o público. O número de mulheres que morriam em conseqüência de abortos ilegais era em torno de 250, anualmente. O número que constantemente dávamos aos meios de comunicação era 10.000. Estes números falsos criaram raízes nas consciências dos americanos, convencendo muitos da necessidade de revogação da lei contra o aborto. Um outro mito que demos ao público através da mídia era que a legalização do aborto seria a única forma de tornar legais os abortos que então eram feitos ilegalmente. O aborto está sendo atualmente utilizado como o principal método de controle de natalidade no EUA e o número de abortos feitos anualmente cresceu em 1500% desde a legalização (ver: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html
).

A 2ª TÁTICA ERA ATACAR O CATOLICISMO
Nós sistematicamente difamamos a Igreja Católica e suas “ideias socialmente retrógradas” e colocamos a hierarquia católica como o vilão que se opunha ao aborto. Esta música foi tocada incessantemente. Nós divulgávamos à mídia mentiras tais como: “todos sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas comprovam que a maioria dos católicos quer uma reforma na lei contra o aborto”. E a mídia martelava tudo isto sobre os americanos, persuadindo-os que alguém que se opusesse ao aborto permissivo devia estar sob a influência da hierarquia Católica e que católicos favoráveis ao aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência desta tática foi a de que não havia nenhum grupo não-Católico oposto ao aborto. O fato de que as outras religiões Cristãs e não-Cristãs eram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, assim como as opiniões de ateístas pró-vida.

Pinte o seu opositor como se ele fosse o vilão, assim você rotula todo mundo que se opõe às suas idéias.

A 3ª TÁTICA ERA DENEGRIR E SUPRIMIR TODA EVIDÊNCIA DE QUE A VIDA SE INICIA NA CONCEPÇÃO
Muito me perguntam o que me fez mudar de pensamento. Como mudei de proeminente abortista para advogado pró-vida? Em 1973 eu tornei-me director de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tive que iniciar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início de uma nova tecnologia que usamos agora para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é insistir em que a definição de quando a vida inicia é impossível; que esta questão é uma questão teológica, moral ou filosófica, nada científica. A fetologia tornou inegável a evidência de que a vida se inicia na concepção e requer toda proteção e o cuidado de que qualquer um de nós necessita. Porque, podem perguntar, alguns médicos americanos, cientes das descobertas da fetologia, desacreditam-se fazendo abortos? Simples aritmética: a US$ 300 dólares cada, 1,55 milhões de abortos significam uma indústria de US$500 milhões de dolares anuais, dos quais a maior parte vai para o bolso do médico que faz o aborto. É claro que a permissividade do aborto é claramente a destruição do que é, inegavelmente, uma vida humana. É um inadmissível ato de violência.

Negue o óbvio veementemente. Mentiras grandes contadas incessantemente são melhor assimiladas.

Todos devem reconhecer que uma gravidez não planejada é um dilema difícil. Mas, procurar a sua solução num deliberado ato de destruição é desprezar a vasta quantidade de recursos do gênio humano e abandonar o bem-estar da população a uma clássica resposta utilitarista aos problemas sociais.

COMO CIENTISTA EU SEI – NÃO APENAS ACREDITO – QUE A VIDA HUMANA SE INICIA NA CONCEPÇÃO.