Gênero é Construção Social: Ensine-o

Saímos de uma era pautada pela ideologia política para vivermos em uma época caracterizada pelos conflitos identitários. Marcadores identitários como a raça e o gênero vêm adquirindo cada vez mais um significado político, a um ponto em que já se sobrepõem às ideologias políticas em existência. Uma evidência clara disto é que, mesmo dentro de um protesto estritamente ideológico como uma marcha feminista, há uma competição vitimista entre mulheres imigrantes, mulheres negras, mulheres trans, etc., que pode ir dos insultos verbais à violência física.

Mas os movimentos identitários estão sendo devorados desde dentro pelo próprio anti-identitarismo da esquerda pós-moderna, que equipara à mulher tudo o que não for um homem. Uma marcha feminista hoje já não é sobre este ou aquele direito da mulher, pois as feministas de hoje sequer são capazes de chegar a um consenso sobre o que é uma mulher. Afirmam que uma mulher trans é uma mulher de pleno direito e que não é necessário ter uma vagina para ser mulher, mas não sabem explicar o porquê. Que não se nasce mulher, torna-se, mas não sabem explicar como.

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Diante deste cenário devemos reconhecer que o gênero agora é uma questão política sobre a qual devemos nos posicionar, seja para desacelerar e reverter a degradação social no longo prazo, seja para oferecer ao indivíduo a proteção da sua identidade no curto prazo.

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Homossexualidade e Política

O político e teórico fundador do conservadorismo inglês, Edmund Burke, ficou conhecido em sua época por vários fatores. O mais importante deles foi a sua crítica à Revolução Francesa e apoio à monarquia (o que lhe rendeu uma discussão com Thomas Paine). Outro deles é a sua lei dos salários que determinava que os altos escalões do serviço público só deveriam receber depois de pagos os salários dos escalões inferiores, uma vez que o pagamento destes salários era parte do seu trabalho e seria injusto que os altos escalões recebessem sem concluí-lo. Mas um outro ponto em particular causou certo escândalo: Burke era contra a pena de morte por suplício no pelourinho, então vigente. E mais, era contra a aplicação desta pena a dois grupos perseguidos na Inglaterra do seu tempo: os católicos e os “sodomitas” (homossexuais). Isso mesmo, o pai do conservadorismo inglês defendia os homossexuais da tirania do governo. Especula-se sobre qual seria o posicionamento de Burke em questões referentes aos homossexuais na política contemporânea.

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A condição do homossexual
A homossexualidade nos custou muito tempo para ser compreendida. Até poucas décadas atrás, ela ainda era tratada como uma disfunção sexual e psicológica a ser curada com tratamentos hormonais. Sabemos, hoje, que nenhum tratamento hormonal na fase adulta irá mudar um desequilíbrio hormonal inculcado já na fase embrionária, caso dos transsexuais. Discute-se muito ainda se a homossexualidade é determinada geneticamente ou socialmente construída. Eu sinceramente acredito mais na primeira hipótese.

A irrelevância da “cura gay”
Um tópico sensível que foi debatido no Brasil foi o projeto de lei, proposto por um político evangélico, que pretendia liberar psicólogos para “curar” pessoas da homossexualidade. O projeto não foi visto com bons olhos e logo foi rechaçado, mas nada se pensou seriamente sobre ele. Independente da homossexualidade ter “cura” ou não, a busca por tratamento da mesma diz respeito aos interessados e não ao poder público: não havendo caráter compulsório para qualquer tratamento médico, não há problema algum em permitir que interessados na “cura” busquem por ela. Há quem busque afrodisíacos e tratamento cromoterápico e nem por isso ficamos escandalizados.

Homossexualidade e sua relação com o poder público
Mas vamos ao que interessa, que é a política. A primeira coisa na qual os homossexuais sempre estiveram interessados no âmbito político é a anulação ou revogação de leis que criminalizam ou punem sua orientação sexual e a sua expressão em espaços públicos (ex.: o direito de beijar em público). Neste ponto creio que não há muita discordância sobre o fato de que a sexualidade, sendo um âmbito íntimo e privado da vida do indivíduo adulto, não pode ser matéria de lei e muito menos de punição e repressão. Quanto às demonstrações públicas de afeto, já parece comum o entendimento da sua licitude, respeitados os limites impostos pelo pudor e que valem para qualquer casal, hétero ou homo.

O casamento gay
O segundo ponto é o direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, onde há mais discordância. Os opositores creem que a legalização do casamento homossexual comprometeria a instituição familiar. Eu não vejo como, já que o simples casamento não constitui uma família: um casal é composto por indivíduos sem relação de parentesco, e uma família é definida pela relação generacional entre seus membros (pai e filho, avô e neto, sobrinho e tio). Tampouco há o risco de aumento da população homossexual, uma vez que estes não geram filhos ou preferem adotar a recorrer a procedimentos caros de fertilização in vitro e barriga de aluguel. É razoável a legalização da união civil, especialmente para questões de partilha de bens e herança. Quanto ao casamento religioso, cabe a cada instituição decidir ou não sobre o assunto.

Políticas afirmativas
O terceiro e mais polêmico ponto é o das açõee afirmativas, que é onde há maior discordância e oposição mesmo entre os homossexuais. A maior parte da militância e lobby em prol dos direitos da população LGBT não é simplesmente homo (ou bi, ou trans, etc), é parte de uma subcultura chamada queer ou gay. O próprio termo gay é parte do vocabulário desta subcultura. A Parada Gay, em qualquer lugar do mundo, é o exemplo mais expressivo desta subcultura. O problema é que, obviamente, esta subcultura não representa todos os homos como os motoqueiros e punks não poderiam representar todos os héteros. Homossexuais mais conservadores tendem a rejeitar a subcultura queer ou gay e por isso são hostilizados pela “militância gay” que supostamente deveria defendê-los. Um exemplo clássico foi Clodovil Hernandez, estilista brasileiro e homossexual abertamente contra a Parada Gay.
O financiamento público de uma subcultura, qualquer que seja, é antiético e isso independe se a crítica vem de um homossexual ou de um pastor evangélico. Políticas de ação afirmativa, como cotas, também tendem a ser rechaçadas mesmo por homossexuais.

Conclusão
Podemos distinguir portanto três âmbitos a analisar: o privado, o público e o político. No âmbito privado, não há o que discutir: a liberdade de ir para a cama com quem você ama deve estar fora do alcance dos políticos. A união civil entra neste primeiro âmbito. No âmbito público, onde a pressão social exerce seu poder, deve-se primar pelo bom senso: a expressão pública de afeto é sempre lícita enquanto não atente contra o pudor. No âmbito político, no entanto, a atuação de grupos de interesse é sempre errada quando suas propostas excluem os demais ou demandam para um grupo particular recursos que são públicos: políticas de numerus clausus (cotas afirmativas ou negativas) são exclusivas, e o financiamento público de eventos privados (seja a Parada Gay, a Copa do Mundo ou a Marcha Mundial da Juventude) é imoral por forçar milhões de pessoas a financiar coisas que vão contra seus interesses, princípios e valores.

No fim das contas, a discussão nunca é sobre a sexualidade alheia, mas sobre até onde vai o poder público. E certamente a sua cama é um lugar ao qual os políticos não devem ter acesso.

A homossexualidade, o direito de associação e a privatização do casamento

Muito se tem discutido sobre o casamento gay. O assunto é polêmico, e as opiniões divergem muito. Mas, quase sempre, o maniqueísmo prático divide as pessoas em dois grupos antagônicos: os que apoiam o direito gay de casar (“os do bem”) e os que negam o direito gay de casar (“os do mal”).

Mas a questão não é tão simples, e as posições sobre isso vão além daquilo que a mídia mostra. Sou da opinião, por exemplo, que o Estado não tem o direito de determinar quem pode ou não pode casar – considerando somente que estamos falando de adultos, com pleno exercício de suas capacidades mentais.

A posição é estranha, e espanta muitos que se deparam com ela pela primeira vez. Os que são a favor do casamento gay me tratam imediatamente como alguém que é contra os gays. Os que são contra me tratam como um subversivo que defende o casamento gay. A verdade é que sou, a um só tempo, ambos e nenhum. Já explico.

Acredito que o Estado não tenha nem o direito e nem o dever de instituir um modelo de família oficial. Quando o Estado impõe um modelo de família oficial ele está causando problemas para uma série de pessoas que adotam diferentes modelos familiares – seja por questões religiosas, seja por questões culturais ou individuais. Vejamos os mormons, por exemplo, que são bígamos. Ou os muçulmanos, que são polígamos. Na tribo amazônica Zo’é, uma mulher pode casar com diversos homens (poliandria). Isto porque ela não pede autorização do Estado para fazê-lo: ela não precisa da autorização do Estado para isso. Do mesmo modo, gays não precisam da autorização do Estado para casar. Ninguém precisa.

Tribo Zo’é. O casamento poliândrico das índias é teoricamente ilegal no Brasil. Mas ninguém sai por aí militando para oficializá-lo ou impedí-lo.

O Estado não tem o direito de negar uma instituição que é civil ou religiosa. Isto seria uma violação do direito natural e individual de associação, e também a violação da laicidade ao impor a pessoas de todas as crenças um modelo familiar que não é comum a todas elas. O casamento é responsabilidade da sociedade civil e da religião, não do Estado.

Entendo que para questões de herança e partilha de bens, bastaria um contrato discriminando as partes envolvidas e como se dará o processo. Isso resolveria o problema que se pretende hoje solucionar com uma reforma da definição constitucional de família e com a instituição da “oficialidade” da relação homoafetiva. E ainda evitaria maiores dores de cabeça com modelos familiares de outras religiões e culturas no Brasil. A instituição do casamento civil para gays, longe de solucionar o problema, é uma medida ilusória e eleitoreira que só serve para partidos e políticos disputarem no tapa a imagem de gay-friendly. Pedir benção do governo para casar é o cúmulo do ridículo, e penso que aqueles que pretendem lutar em favor das  liberdades individuais e do direito das pessoas de associarem-se devam rever a sua posição e militar, isso sim, pela desestatização da família.

Perguntas socráticas para chatos em geral

Esta é uma pequena lista de perguntas didáticas para fazer quando estiver em alguma (des)agradável conversa com socialistas, feministas, eco-chatos, militantes do PCO e relativistas morais em geral.

"Um sistema de moralidade que é baseado em valores emocionais relativos é mera ilusão, uma concepção vulgar que nada tem de sólido ou verdadeiro."

1. Se todas as culturas são iguais, porque a UNESCO não organiza uma semana internacional do canibalismo?

2. Por que nenhum político até hoje prometeu melhorar a vida dos homens (em vez das mulheres)?

3. Se todas as crenças são igualmente válidas, como minha crença no absurdo desta máxima é rejeitada por aqueles que a propõem?

4. Já notou que nos últimos trinta anos temos ouvido falar que temos menos de dez anos para salvar o planeta?

5. Se um político é eleito pelos pobres porque promete eliminar a pobreza, cumprir com a promessa não destruiria sua base eleitoral? Não seria melhor para ele que o número de pobres aumentasse? Não parece um claro conflito de interesses?

6. Por que não haviam protestos com slogans anti-feudalismo sob o regime feudal? E sob o regime de Stalin, nenhum protesto anti-comunista? E sob o regime de Hitler, nenhum protesto anti-nazista? Numa sociedade livre e capitalista, protestos anti-capitalistas são lugares-comuns. Seria o capitalismo realmente o pior sistema?

7. Se os pobres nos EUA tem coisas que pessoas em outros países nem sonham ter, porque há movimentos querendo que os EUA sejam como estes outros países?

8. Se eliminar os intermediários reduz o preço das coisas, porque pagamos o governo para ficar entre nós e o mercado?

9. Por que uma enorme nuvem venenosa sobre  um vulcão é considerada magnífica, mas uma coluna de fumaça sobre uma fábrica é considerada feia e nociva?

10. Quantos protocolos de Kyoto são anulados por uma erupção vulcânica de tamanho médio?

11. Por que Hollywood glamouriza viciados em drogas, criminosos, socialistas e retardados? O que eles tem em comum?

12. Por que Hollywood sempre acha um lado bom em mau-encarados, mas nunca em homens de negócio? Quando foi o último filme que você viu exibindo um homem auto-confiante e ordeiro como um modelo?

13. Você saberia através da mídia que há mais abusadores entre professores das escolas públicas do que entre padres católicos? Por que então a Igreja leva a culpa e o Departamento de Educação não?

14. Por que a mídia faz questão de enfatizar que abusadores de menores são padres, mas evita falar que são pedófilos homossexuais? Quem eles temem ofender?

15. Por que aqueles que reclamam da civilização moderna não vivem fora do shopping center e não moem o próprio café com uma machadinha de pedra?

16. Se somos chamados de uma “sociedade do consumo” porque consumismos, porque não nos chamamos também uma “sociedade da excreção” já que todos nós fazemos isto? Além disso nós também dormimos, sonhamos, falamos, pensamos, inventamos, tocamos músicas, criamos filhos, sentimos dor, ficamos doentes e morremos. Por que não somos chamados de uma “sociedade da produção”, já que produzimos as coisas que consumimos? Quem inventa estes rótulos e com que propósito?

17. Se descrever terroristas como arautos da liberdade é justificado pelo princípio jornalístico da neutralidade, qual é o nome do princípio que justifica descrever as tropas americanas como estupradores e assassinos?

18. Por que fazer experiências com animais é cruel, mas fazer experiências em embriões humanos é algum tipo de compaixão?

19. Por que aqueles que dizem que não devemos interferir na natureza defendem a intervenção na Economia? Não é a economia também um sistema frágil onde uma mudança repentina pode engatilhar uma ação em cadeia devestadora?

20. A última crise econômica não é uma dessas reações em cadeia?

21. Não são os maiores problemas sociais de hoje o resultado da intervenção nos ecossistemas sociais?

22. Por que a bioengenharia é ruim e a engenharia social é boa?

23. Se Al Gore estiver certo e nosso consumo dos recursos do planeta é um problema moral, isto não torna o genocídio uma solução ética? E que tal uma fome artificial?

24. Se ser um vencedor na luta natural pela sobrevivência é egoísta, entrar em extinção te faz altruísta?

25. Já que os recursos do planeta são limitados, não seria o ápice do ativismo ambientalista parar de comer e morrer de fome?

26. Se os altos e baixos da economia são ciclos naturais, porque a queda é sempre culpa do capitalismo e a ascenção é sempre resultado da liderança de algum presidente?

27. Por que nunca há na mídia alguma história elogiando o capitalismo pelo boom da economia?

28. Já notou que aqueles que demandam “poder para o povo” também acreditam que o povo não pode fazer nada direito sem supervisão do governo?

29. Como exatamente a dependência ao governo aumenta o “poder do povo”?

30. Por que nunca há uma reportagem com o título “Programa do governo termina após alcançar seu objetivo”?

31. Por que tantos radicais anti-americanos vestem marcas americanas, ouvem música americana, assistem filmes americanos, e jogam videogames americanos em computadores projetados por engenheiros americanos?

32. Você conhece alguém que tenha pago mais imposto de renda do que deveria porque confia que o governo faz bom uso do dinheiro?

33. Já passou pela cabeça daqueles que acusam o 11 de setembro de ser obra do governo americano que uma conspiração do governo para matar milhares de pessoas também incluiria um plano para se livrar de fofoqueiros?

34. Finalmente, se todas as opiniões devem ser respeitadas, porque um esquerdista que discorda de um direitista é “mente aberta” e um direitista que discorda de um esquerdista é “alienado”?

 

Uma lista adaptada do artigo original de Oleg Atbashian, autor do Shakedown Socialism.
Confira o original em inglês aqui.

A incoveniente verdade sobre o Partido Republicano

Partido Republicano, ou G.O.P (Grand Old Party ), como é conhecido no EUA. Quando a mídia brasileira o cita, ele é descrito como um partido conservador (não uma rotulação política, mas o xingamento que virou aqui no Brasil), de direita radical, com posições racistas, xenófobas, homofóbicas e também ligado ao armamentismo.  Ou seja, republicanos são o diabo na Terra. São uma coisa ruim, assim como tudo que é considerado de direita é retratado pela mídia brasileira e parte da mídia americana (encabeçada pela CNN) de maneira vilificada, para manipular as pessoas e fazer com que elas tenham visões erradas sobre a política e sobre certos partidos, como o próprio G.O.P.

Logo do GOP, ou Republican Party.

Essas pessoas tentam convencer que os Republicanos são gananciosos, fascistas e racistas, etc. Mas isso não é verdade, e vou lhe mostrar no decorrer do texto.
1º Mentira: Republicanos são gananciosos.
Verdade: Republicanos, ao contrário dos Democratas (partido da esquerda americana), defendem a redução e corte nos impostos, menores taxas e menos regulamentação do governo no mercado. Logo, defendem um mercado e uma sociedade mais livres. Todas essas medidas são benéficas a qualquer cidadão e beneficiam tanto quem compra como quem vende. O Partido Republicano defende que o dinheiro fique com o cidadão. Diferente do Partido Democrata, que deseja que o dinheiro do cidadão vá para a mão do governo em forma de impostos. E agora, quem são os  gananciosos?

2º Mentira: Republicanos são fascistas, nazistas, etc.
Verdade: Fascismo foi o regime implantado pelo Partido Nacional Fascista, que defendia um Estado forte, onde cada individuo era parte de um corpo homogêneo  guiado pelo Estado. Acreditavam que o poder deve ser ocupado e mantido pela força (alguma semelhança com as ações dos membros do Occupy Wall Street?).

Fascistas se opõem ao livre mercado, odeiam o capitalismo (olha de novo uma semelhança com o movimento OWS. Incrível não?). A máxima de Benito Mussolini e do movimento fascista italiano era: “Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato”, ou seja, “tudo dentro do Estado, ninguém fora do Estado, nada contra o Estado”.

Nacional-socialismo foi o regime que foi implantado pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Assim como o partido fascista, defendia o totalitarismo, o coletivismo e se opunha ao liberalismo econômico e político. Tanto fascismo quanto nacional-socialismo nada tem a ver com as ideologias do Partido Republicano: republicanos defendem livre-mercado, propriedade privada e direitos individuais, etc. Pior é ver um movimento interno do G.O.P, o Tea Party, que é um movimento libertário, ser taxado na imprensa brasileira como um movimento fascista. O que, obviamente, é uma mentira desonesta plantada por alguns “jornalistas” que deixam suas ideologias pessoais influenciarem demais no lado profissional.

3º Mentira: Republicanos são homofóbicos.
Verdade: O G.O.P possui grupos internos dedicados aos homossexuais, como o Log Cabin Republicans, que é um grupo do partido republicano formado por gays conservadores. Eles tem como diretor executivo ninguém menos que R. Clarke Cooper, homossexual e veterano da Guerra do Iraque. O Log Cabin Republicans se inspira  em Abraham Lincoln na luta por direitos iguais a todos.

4º Mentira: Republicanos são racistas.
Verdade: O Partido Republicano foi fundado em 1854 por abolicionistas e em 1861 Abraham Lincoln é eleito presidente pelo partido republicano, sendo o primeiro republicano a assumir o cargo. Os “racistas” do partido aboliram a escravidão, que foi um dos fatores que levou os EUA à Guerra Civil, fomentada pelos estados escravistas do sul, que tinham o apoio dos democratas.

O passado racista do Democrats: a plataforma democrática é para o branco.

A União venceu a guerra e Lincoln continuou com seu mandato até ser assassinado em 1865 por John Wilkes Booth, um ativista sulista que apoiava os democratas. Outro “racista” do G.O.P era Frederick Douglass (1818-1895), negro que escapou da escravidão e tornou-se um dos mais bem-sucedidos líderes abolicionistas. Nos EUA quando se fala em abolição da escravidão, Douglass é citado com freqüência junto com Anna Murray-Douglass, que foi sua esposa por 44 anos. Uma das lutas de Anna Murray-Douglas foi também em favor dos direitos das mulheres.

Frederick Douglass, um dos mais importantes abolicionistas americanos.

Já a Ku Klux Klan, famigerado grupo racista oriundo do sul dos Estados Unidos, foi fundado por quem? Advinha, Republicanos?  NÃO, por Democratas. As Jim Crow Laws (1876-1965), conjunto de leis estaduais decretadas nos estados sulistas que segregavam as minorias, também foram iniciativa dos Democratas. Os grupos étnicos que mais sofreram com elas foram negros e asiáticos. Essas leis foram aprovadas por Democratas e abolidas pelos Republicanos “racistas”.

A amável esquerda americana…

Hoje o Partido Democrata continua querendo segregar a população. Eles querem criar cotas em universidades para negros e outros grupos étnicos (semelhante ao que se faz aqui), fomentam conflitos étnicos, criam “raças” assim como se fazia na Alemanha de Hitler e exploram o ódio entra essas “raças”. Mas, como disse o Republicano Martin Luther King Jr: “Eu tenho um sonho que um dia meus quatro filhos viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter”.  Ao empregar sistemas de cota racial, não julgamos a pessoa pelo seu caráter ou inteligência e sim pela sua cor, o que é errado.