Efeito Barbosa: Ministério Público pretende liberar invasão de propriedades por milicianos tupinambaranas no sul da Bahia

E graças aos desmandos e conivência do STF, o terrorismo rural avança tranquilamente sobre o direito de propriedade.

 

Joaquim Barbosa não é um herói

Opinião: Desabafo de um Engenheiro Agrônomo

29/09/10
Por *Eng° Agr° Fernando Sampaio
Opinião: Desabafo de um Engenheiro Agronomo

Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira.
O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo.

Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.

O Sr. Oliveira levanta-se de manhã e veste-se com roupas de algodão, algodão esse crescido nos campos de Chapadão do Sul( MS), Campo Novo dos Parecis (MT) e processado em Blumenau, SC. Talvez esteja um pouco frio e ele use um pulôver de lã de carneiros criados em Pelotas, RS e fabricado em Americana, SP.

Calça seus sapatos de couro vindo de bois do Mato Grosso, e fabricados em Novo Hamburgo, RS.

Ele toma café da manhã, com ovos vindos de Bastos, SP, leite de uma cooperativa do Rio de Janeiro, broa de milho colhido em Londrina, PR, um mamão vindo do Espírito Santo, suco de laranja de Araraquara, SP e um cafezinho vindo direto de São Lourenço, MG.

Ele lê um jornal, impresso em papel feito de eucalipto crescido em Três Lagoas, MS.

O Sr. Oliveira entra em seu carro, abastecido com álcool de cana de açúcar produzida em Piracicaba, SP, com pneus de borracha saída dos seringais de São José do Rio Preto, SP.

Enquanto ele vai ao trabalho, a Sra. Oliveira vai às compras nos supermercados do bairro, sempre pesquisando os melhores preços das frutas, das verduras e da carne para não apertar o orçamento familiar.

No almoço, o Sr. Oliveira come um filé de frango criado no Paraná, alimentado com soja e milho de Goiás e de Mato Grosso, com molho de tomate de Goiás.

Tem arroz do Rio Grande do Sul, feijão dos pivôs do oeste baiano. Tem salada das hortas de Mogi das Cruzes, SP. Suco de uvas do Vale do São Francisco e de sobremesa goiabada feita com goiabas de Valinhos, SP e açúcar de Ribeirão Preto, SP, e queijo de Uberlândia, MG.

Outro cafezinho dessa vez da Bahia.

Hoje a noite é de comemoração. Sua empresa fez um corte de pessoal, mas felizmente o Sr. Oliveira manteve o emprego. Ele leva a esposa jantar fora. Vinho do Vale dos Vinhedos gaúcho. Presuntos e frios de porco criado em Santa Catarina, alimentado com soja paranaense, filet mignon de bois criados no Sul do Pará. Chocolate produzido com cacau do sul da Bahia. E outro café de Minas, adoçado com açúcar pernambucano.

O Sr. Oliveira é um homem razoavelmente informado e inteligente. No dia seguinte ele lerá os jornais novamente.

Pelos jornais ele ficará sabendo que há conflitos em terras indígenas recentemente demarcadas e fazendeiros cujas famílias foram incentivadas a ocupar aquelas terras há décadas atrás.

Pelos jornais ele ficará sabendo que a pecuária é a maior poluidora do país (embora ele mesmo tenha o sonho de um dia abandonar a cidade poluída e viver no campo por uma qualidade de vida melhor). Pelos jornais ele tem notícias de invasões de terras, de conflitos agrários, de saques e estradas bloqueadas (o Sr. Oliveira é a favor da reforma agrária, embora repudie a violência).Pelos jornais ele toma conhecimento de ações do Ministério Público contra empresas do agronegócio (ele não entende que mal há em empresas que ganham dinheiro).Pelos jornais ele acha que a Amazônia está sendo desmatada por plantadores de soja e criadores de boi..

Mas o Sr. Oliveira pensa que isso não tem nada a ver com ele.

Pois eu gostaria de agarrá-lo pela orelha, e gritar bem alto, de megafone talvez, não um, nem dez, mas mil megafones que TUDO ISSO É PROBLEMA DELE SIM!

– Gostaria de lhe dizer que a agropecuária está presente em todos os dias da vida dele, e que o agronegócio gera um terço do PIB e dos empregos do país.

– Gostaria de lhe dizer que quem diz que a pecuária polui mente descaradamente.

– Gostaria de lhe dizer que o maior desmatador da Amazônia é o INCRA, que com o dinheiro dos impostos dele sustenta assentamentos que não produzem absolutamente nada, condenando uma multidão de miseráveis manipulados por canalhas balizados por uma ideologia assassina à eterna assistência do Estado.

– Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.

– Gostaria de lhe dizer, que os mesmos canalhas querem fechar índios, que há 5 séculos estão em contato com brancos, em gigantescos zoológicos onde eles estarão condenados à miséria e ao suicídio.

– Gostaria de lhe dizer que índios são 0,5% da população brasileira e não obstante são donos de 13% do país.

– Gostaria de lhe dizer que querem transformar 2/3 do país em reservas e parque que estão sendo demarcados sobre importantes reservas minerais e aqüíferos subterrâneos essenciais para o futuro do país.

– Gostaria de lhe dizer que a agricultura ocupa apenas 7,5% da superfície do país, e que mesmo assim somos os maiores exportadores do mundo de carne, soja, café, açúcar, suco de laranja e inúmeros outros produtos.

– Gostaria de lhe dizer que podemos dobrar ou triplicar a produção pecuária do país sem derrubar uma árvore sequer.

– Gostaria de lhe dizer que produtores rurais não são a espécie arrogante e retrógrada que os canalhas dizem que são.

– São gente que está vivendo em lugares onde você não se animaria a viver, transitando por estradas intransitáveis e mortais, acordando nas madrugadas para ver nascer um animal, rezando para chover na hora de plantar e para parar de chover na hora de colher, com um contato e um conhecimento da natureza muito maior do que o seu.

São gente cujos antepassados foram enviados às fronteiras desse país para garantir que esse território fosse nosso, incentivada a abrir a mata, abrir estradas, plantar e colher, às vezes por causa do governo, às vezes apesar dele.

-Gostaria enfim de gritar a plenos pulmões, que qualquer problema que afete um produtor rural, uma empresa rural, uma agroindústria É UM PROBLEMA DELE, DO PAÍS E DO MUNDO.

-Sim, porque no mesmo jornal que o Sr. Oliveira leu, há uma nota de rodapé que diz que há 1 bilhão de pessoas no mundo passando fome.

-E grito finalmente para o Sr. Oliveira e tantos outros iguais a ele:

ABRA OS OLHOS! Desconfie daqueles que querem transformar o agronegócio em uma atividade criminosa.
*Associaçao de Engenheiros Agronomos de Mato Grosso

Marina Silva, os índios e a função social da propriedade

Republico o artigo de Rodrigo Constantino em seu blog na Veja sobre o ovo da serpente que são os partidários de Marina Silva:

 

16/08/2013

às 11:41 \ Cultura, Instituições

Marina Silva, os índios e a função social da propriedade

Fonte: Estadão

Em artigo na Folha hoje, Marina Silva demonstra porque é perigosa do ponto de vista dos liberais. Logo de cara ela defende a tal “função social” da propriedade, algo que ninguém sabe explicar direito o que seja, mas que serve como poder arbitrário na mão do governo para expropriar terras. Ela diz:

Suponha que um dia, por negociação dos líderes partidários, fosse aprovada uma lei determinando que todos os títulos de propriedade de terras, das menores fazendas às grandes “plantations” do agronegócio, só seriam válidos depois de analisados, um a um, pelo Congresso Nacional.

Veríamos os donos da terra brasileira invocando o direito humano e divino de que seriam beneficiários desde os primórdios da civilização. Muitos deles já o fazem, com grande alarde, sempre que uma porção de terra é destinada a atender uma demanda social ou tem sua exploração subordinada a um critério ambiental. Para eles, o direito à propriedade privada é ancestral, sagrado, e se sobrepõe aos direitos e funções sociais, considerados menores e periféricos.

Quem determina as tais funções sociais da propriedade? Quais terras devem se submeter a esse vago critério? Alguns, não custa lembrar, querem estende-lo às propriedades urbanas também, como o caso daquela líder do Movimento Passe Livre, que falou em “latifúndios urbanos”.

Quando a terra é “improdutiva”, ela deixa de exercer sua função social? E qual patamar de produtividade deve ser alcançado para ser classificada como produtiva? Vale para os assentamentos do próprio MST, verdadeiras favelas rurais?

Enfim, quando o direito de propriedade, valor dos mais importantes no liberalismo, começa a ser relativizado dessa forma, abre-se um precedente muito perigoso. Marina parece endossar esse relativismo, e vai além, citando Eduardo Galeano e a “bíblia” das esquerdas latino-americanas:

A abertura da terra indígena à exploração mineral, cuja promoção prática se tenta legitimar mudando a lei, é típica da sangria de um continente definido por Galeano com as “veias abertas”. Os mitos do progresso na sociedade do consumo uniram-se a uma espécie de nacionalismo torto, anti-indígena, para gerar um espantalho em que o povo brasileiro não se reconhece.

Ao que me parece, são as esquerdas multiculturalistas que não consideram os índios brasileiros. Ao criarem “zoológicos humanos” que preservam suas culturas, ainda que algumas possam incluir até infanticídio, essas pessoas não só impedem o progresso dos índios rumo à civilização mais avançada, como os tratam feito seres inferiores, inimputáveis, mascotes da visão arrogante e elitista de uma gente culpada.

Índio é brasileiro! E por isso mesmo, devemos lutar pela igualdade deles perante as leis, em vez de ceder 13% do território nacional (é pouco?) que acaba servindo para abusos e corrupção de líderes indígenas e funcionários da própria Funai, enquanto os demais vivem na total miséria. Mas Marina prefere apelar para o sensacionalismo barato que seduz as elites no Facebook:

Quantas vezes os guaranis-kaiowás de todas as aldeias e cidades precisarão dizer e assinar de próprio punho que o Brasil verdadeiro ama os índios e se reconhece neles?

Eles amam os “índios”, enquanto abstração, enquanto mascote para sua própria sensação de superioridade moral, de regozijo por serem almas sensíveis e abnegadas. Curtem uma matéria no jornal, trocam o sobrenome no “Face”, votam na Marina Silva, são lindos!

E depois seguem com suas vidas confortáveis na civilização, com ar condicionado e remédios de laboratórios capitalistas, com suas propriedades bem protegidas, enquanto os “índios” continuam abandonados na miséria e barbárie.

Por outro lado, outros índios, seguros da impunidade, matam pequenos agricultores, como no vídeo abaixo (imagens fortes):

Video do youtube (removido/censurado)

Aos ilustres membros dessa esquerda caviar, da qual Marina Silva parece um ícone perfeito, pergunto: amam também os índios que fizeram isso?

Lógica elementar: “Indenizar” proprietários de áreas invadidas é incentivar novas invasões

Já falei em artigos anteriores o tamanho da estupidez que é concordar que indenizar proprietários que tiveram suas propriedades invadidas por terroristas tratados como movimentos sociais de qualquer espécie é a resposta errada para um grave problema.

No afã de minorar essas barbaridades estamos aceitando respostas fáceis para problema sérios. Esse tipo de solução só incentiva novas invasões, ate que o estado tenha gasto todo dinheiro dos contribuintes para premiar os invasores terroristas com propriedades privadas legais.

Vejamos:

– Um grupo terrorista invade uma propriedade privada legal.

– O governo trata esse grupo como coitadinhos oprimidos pela “burguesia malvada”.

– A lei nacional não se aplica a eles.

– Eles não produzem nada e dependem diretamente do dinheiro dos contribuintes que estão sujeitos à lei e aos crimes cometidos por esses “movimentos sociais”.

– Para dirimir o problema o governo vai “pegar o dinheiro do proprietário da área e de seus “vizinhos” (outros contribuintes)” e “comprar a propriedade” para entregar aos invasores.

– Reforçando: Um bandido invade sua casa, o estado não age contra o criminoso. Então você da o seu dinheiro ao estado para que ele compre sua casa de você mesmo e entregue ao bandido. Isso é extorsão.

– Cria-se uma indústria terrorista de invasões paga pelos proprietários legais.

– Só que isso tem alcance limitado, como qualquer projeto comunista, após as primeiras indenizações o dinheiro vai acabar e o caos se instalara.

– Teremos uma nova Cuba.

Como disse Margaret Thatcher: “O socialismo dura ate acabar o dinheiro dos outros”.

Produtores rurais de 9 estados protestam contra a indústria das invasões indígenas!

Hoje produtores rurais de todos país protestaram contra o “agro” terrorismo praticado no país, hora por MST, hora por índios, hora por via Campesina. O que não falta no Brasil é grupo terrorista rural, o próprio PT praticamente abertamente terrorismo contra o agronegócio desde a sua fundação.

Isso é protesto, sem destruição do patrimônio publico e privado, sem violar leis, sem atacar a policia e os direitos do próximo. O resto é terrorismo, aquele praticado por quem destruiu a cidade de São Paulo e outras no Brasil.

Quero apenas comentar uma fala da Katia Abreu durante o protesto no Mato Grosso do Sul:

Compra de terras para índios? Pode ate ser, desde que não seja com dinheiro dos contribuintes! Não quero meu dinheiro dado para vagabundo terrorista construir um estado paralelo dentro do país.

QUE CADA IDIOTA “GUARANI KAIOWÁ”, CADA PADRECO SOCIALISTA, CADA ONGUEIRO DELINQUENTE DOEM O DINHEIRO DE SEUS PRÓPRIOS BOLSOS.

Assim, tudo bem, sem desapropriação, de acordo com o mercado e vontade do proprietário.

Recursos públicos para comprar terra para vagabundo, jamais, essa não é a função do estado!

Abaixo reproduzo a cobertura dada pelo Blog do Reinaldo de Azevedo:

Produtores rurais de 9 estados protestam contra a indústria das invasões indígenas! É raro haver protesto de quem trabalha, produz e arrecada impostos, né? No Brasil, os vagabundos é que lideram a cultura da reclamação

Produtores rurais do Mato Grosso do Sul: eles não escondem a cara nem usam máscara. Quem trabalha não se esconde

Produtores rurais organizaram protesto em nove estados nesta sexta contra a indústria das invasões indígenas: Roraima, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Reproduzo, abaixo, texto publicado no site da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil). Tentei, juro, ter como referência as reportagens dos veículos de comunicações que decidiram cobrir os eventos. Impossível! Os textos estão recheados de preconceito contra quem trabalha.

E não custa notar: protesto de quem  produz e recolhe impostos é raro no país, não é? Nos últimos tempos, quanto mais vagabundo, improdutivo e subsidiado é o sujeito, mais cheio de razão ele se mostra, não é mesmo? Os inúteis se tornaram os donos da cultura da reclamação no Brasil. Segue texto da CNA.
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“Vamos reconstruir cada caibro, cada tijolo, cada pedaço de chão das propriedades destruídas em Mato Grosso do Sul. Reconstruiremos por que aquela área é nossa e produz riquezas”. A fala do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária (Sistema FAMASUL), Eduardo Riedel, deu o tom dos discursos durante a movimentação “Onde tem Justiça, tem espaço para todos”, realizada em Nova Alvorada do Sul (MS) e, simultaneamente, em outros sete estados brasileiros, nessa sexta-feira (14). Organizada pela FAMASUL e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a manifestação pediu segurança jurídica ao produtor rural e paz no campo.

Mais de cinco mil produtores rurais se reuniram na movimentação sul-mato-grossense. A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, participou da manifestação e foi aplaudida pelos produtores ao defender a compra de propriedades para a ampliação de áreas indígenas. “Temos que dizer compra de fazenda e não indenização. E compra de fazenda de produtor rural que quiser vender”, defendeu. Kátia Abreu deu ênfase à violência com que os produtores rurais têm sido retirados de suas casas durante as invasões. Mato Grosso do Sul tem 66 propriedades invadidas. “Se os índios foram injustiçados, hoje os injustiçados somos nós”, afirmou a senadora.

Produtores e lideranças rurais do Paraná, Maranhão, Rio Grande do Sul e São Paulo participaram da manifestação em Mato Grosso do Sul. Do Paraná, houve deslocamento de uma comitiva de 15 ônibus, com 650 produtores. O ato pacífico tem objetivo de chamar atenção da sociedade e do poder público sobre a falta de segurança jurídica. Sem interromper o trânsito, os manifestantes distribuíram aos motoristas, material informativo, adesivos e envelopes com sementes de hortaliças.

“Estamos aqui para a sociedade ouvir o pedido de socorro do produtor rural”, afirmou Riedel. Ao fazer referência às fazendas incendiadas pelos indígenas, o dirigente justificou que quem produz também tem história na região. “Vamos valorizar a história e a origem de quem foi prejudicado. Não é justo expulsar 20 mil produtores como ocorreu no Maranhão. Não vamos sossegar enquanto houver uma propriedade invadida em MS“, disse.

Deputados estaduais, federais e senadores discursaram durante a mobilização com afirmações sobre a busca de solução em reuniões semanais com representantes do Congresso Nacional, Assembleia Legislativa e Ministérios da Casa Civil e da Justiça.

Por Reinaldo Azevedo

Pagar com recursos públicos propriedades invadidas é premiar o terrorismo

Em meio ao caos implantado nas zonas rurais do Brasil por terroristas indígenas, sem terra e suas lideranças (CUT, Funai, CNBB, Cimi, Pastoral da Terra, Incra, Fundação Ford, ONU, PT, etc), no desespero de achar uma saída pacifica por parte de alguns inocentes e o objetivo delinquente dos terroristas, surgiu o debate em indenizar os proprietários legais das áreas invalidades e destruídas pelos invasores.

Já comentei anteriormente, que isso é um absurdo do ponto de vista lógico e moral.

É uma ideia extremamente perigosa a de pagar pelas fazendas invadidas e entregá-las aos invasores. Estaríamos mostrando o caminho para que conseguissem, por meios violentos, alcançar um objetivo escuso. Dessa forma a violência aumentaria cada vez mais e, cada vez mais, aumentariam as invasões, depredações, violência e destruição de nossas propriedades. Essa medida, se tomada, sinalizaria: Entrem, invadam, destruam, porque depois pagamos a fazenda pra vocês, invasores! Isso não se admite e sequer deveria ser cogitado, premiar o crime com recursos públicos.

Como demonstra essa matéria do Blog Coturno Noturno, o valor das propriedades invadidas e requeridas pelos invasores esta em torno de 1,2 bilhões de reais, o titulo da matéria é perfeito: Mato Grosso do Sul: R$ 1 bilhão para transformar terras produtivas em favelas indígenas. O contribuinte vai pagar essa conta para premiar criminosos e terroristas com terras produtivas que posteriormente se tornarão terra de ninguém, estado paralelo criminoso como as favelas no Rio de Janeiro. E não é só, vamos continuar a enviar os impostos arrecadados para sustentar essas favelas com os programas assistencialistas/populistas, as enormes verbas para as entidades estatais e Ong’s que representam essa corja, todos esses recursos que vemos diariamente serem aplicados na corrupção e no desrespeito a constituição. E ainda temos outro custo indireto, os impostos terão que subir mais ainda, pois a arrecadação estatal cairá em função da redução da área produtiva que será passada para improdutividade, o ócio, a malandragem e o crime, coisas que demandam mais gastos públicos e a necessidade de mais receita derivada de tributos. Esse aumento de receita recairá sobre o restante do setor produtivo, elevando ainda mais a carga tributaria desses, os impostos irão ter um peso muito maior para cada indivíduo a medida que esse mal se alastra, ate que não reste mais ninguém disposto a trabalhar e gerar riquezas. Isso é um grave ciclo vicioso, quanto mais pagamos, mais destruímos a nação, cada vez estamos mais próximos do abismo que leva ao inferno.

Estou tentando ser bem didático, cada vez menos pessoas para pagar mais gastos públicos a medida que o governo destrói a propriedade privada e a segurança jurídica.

Compreendo o desespero das vitimas do terrorismo, que estão vendo o trabalho de uma vida sucumbir diante do terrorismo patrocinado pelo próprio estado que deveria proteger o cidadão honesto. Em teoria a indenização seria uma solução, mas não é, pois nesse caso só esta incentivando mais crimes e mesmo esses que receberem a indenização em breve estará sendo vitimas novamente. É como pagar mensalidade a criminosos para não ser assaltado, isso é extorsão e só vai nos levar ao caos total no longo prazo. Não podemos olhar essa situação de forma imediatista e simplista.

A propriedade privada tem que ser restabelecida e preservada, os culpados pelos crimes devem ser punidos e pagarem com recursos privados pela destruição e caos que promoveram. Cobrar essa conta do contribuinte honesto não é a saída, pelo contrario, é promover o terror e a destruição do direito de propriedade, a destruição da constituição democrática. Vamos matar todos nossos direitos e acabar com o país se continuarmos a buscar respostas simplistas e pontuais a problemas graves.

Espero que nossos representantes de classe e políticos reflitam sobre isso, que olhem a longo prazo e meçam as consequências de tomar decisões ilógicas e imorais, as respostas fáceis e rápidas são as respostas erradas.