Confisco

Por Edmund Burke. Trecho retirado da tradução de Reflexões Sobre a Revolução na França.

Se chegam à conclusão de que os velhos governos estão falidos, usados e sem recursos e que não têm mais vigor para desempenhar seus desígnios, eles procuram aqueles que têm mais energia, e essa energia não virá de recursos novos, mas do desprezo pela justiça. As revoluções são favoráveis aos confiscos, e é impossível saber sob que nomes odiosos os próximos confiscos serão autorizados.

Concessão Estatal não é Privatização

Esta uma sórdida e triste mentira que a esquerda disseminou no país.

Para atacar o setor privado preventivamente, evitando o risco de haver oposição estruturada e população independente quando a derrocada do estatismo viesse a tona, em função da ineficiência e corrupção, garantindo assim mesmo com falência desses setores, o estado ainda mantendo total controle sobre os mesmos.

Praticamente nada foi realmente privatizado, são concessões estatais. Em linguagem simples, o Estado alugou/arrendou suas propriedades para iniciativa “privada” administrar. E sabemos que os métodos usados pelos socialistas/progressistas para escolher os “agraciados” são extremamente imorais

A concessão é uma das principais prerrogativas do Estado moderno, juntamente com o monopólio legítimo do uso da força dentro de seu território e a defesa de seu território e população perante agressões externas. Tem raiz histórica no poder dos imperadores de conceder a exploração de recursos naturais, comércio ou serviços públicos a entes privados mediante condições pré-definidas e o pagamento de taxas ou impostos específicos.

Diferente dos direitos, sejam históricos, adquiridos ou conquistados, as concessões costumam ser temporárias e parciais, geralmente condicionadas a determinado conjunto de regras ou leis pré-estabelecidas por aquele que concede, no caso o Estado e são sempre revogáveis. Assim, o Estado tem a prerrogativa legal de retirar uma concessão quando julgar necessário ou quando o concessionário não cumprir com algumas das condições definidas pelo Estado.

No caso da concessão de serviço público, “há cláusulas pré-definidas que podem ser alteradas unilateralmente pelo Poder Concedente, sem que caiba, de forma legítima, irresignação por parte do concessionário quanto a tais alterações”.

É fato amplamente conhecido nos últimos anos as relações imorais e espúrias entre alguns ditos grandes “empresários”, que jamais podem ser incluídos no hall de empreendedores privados adeptos ao livre mercado e o Governo Federal. Estes devem ser classificados de acordo com o sistema político econômico Chinês, onde Partido Comunista (único) decide quem é que será agraciado com os “prêmios” baseados claramente na ideologia marxista, no favorecimento ilícito e na perpetuação no poder do partido/ditador em questão.

Casos de concessão do Estado no Brasil abrangem praticamente todos os setores econômicos, desde a exploração de recursos naturais como petróleo, minérios, florestas e água, passando pelo uso do espectro eletromagnético por empresas de comunicação, até certos tipos de atividades comerciais (importação e exportação), e a prestação de serviços de utilidade pública. Neste caso a concessão e a permissão de serviços públicos são as formas através das quais a Administração Pública transfere ao particular a prestação do serviço público, como a gestão de serviços de saúde e educação, a administração de meios de transporte, transportes esses quando ligados à área de Segurança Nacional (Estratégia militar), transportes (rodoviário, ferroviário, hidroviário, aéreo) e empresas de transporte público coletivo (ônibus, metrô), a área de comunicação social e/ou Política de Estado (imprensa, rádio e TV), além de serviços de saneamento (coleta de lixo e esgoto, distribuição de água encanada).

Nunca um empresário vai investir com a mesma intensidade e segurança em um aluguel, ainda mais quando o locatário é o governo, afinal, governos de esquerda são conhecidos por quebrarem contratos assim que o negocio volta a ser lucrativo e eficiente. Existem vários exemplos famosos, ate entre estatais, como no caso da refinaria da Petrobras na Bolívia. Algum de vocês reforma a casa que aluga com produtos de alto padrão, sem ter uma garantia contratual que não vão ser expulsos do imóvel assim que terminarem a reforma?

Agencias reguladora que não regulam e sim controlam a atividade privada, Empresa de planejamento logístico estatal que determina como e quem fará os investimentos, monopólios como do setor petroquímico além das próprias empresas estatais ou de capital misto que só servem de moeda de troca entre governo, partidos fisiológicos e legendas de aluguel.  Na verdade esses órgãos tem que ser extintos, pois não tem função real alguma, a não ser empregar os “cumpanheirus” e fomentar a luta de classe e o terrorismo (Funai, Incra, MDA, etc).

O problema é que atingimos um domínio estatal tão grande sobre a economia que fica difícil sequer abrir espaço para concorrência privada, apenas acabar com monopólios estatais. Esses sindicatos, fundos de pensão estatais e empresas estatais são um câncer.

Veja no Caso dos portos, o sindicatos dos portuários afirmou abertamente que se permitirem que existam portos privados atuando livremente, os portos estatais iriam a falência. Esse é o principal motivo de os sindicatos estarem contra a abertura de mercado para portos privados concorrem com portos públicos, são contra os portos privados contratarem trabalhadores livremente, coisa que sequer trata de privatizar portos estatais. Em razão deste motivo eles são contra portos privados.

Esse é um exemplo do tamanho do poder que essa corja tem hoje, tudo conseguido com o consentimento e ignorância nata da população…

As rodovias que foram “privatizadas” são privadas?? Não, são do estado que arrendou para uma empresa privada administrar por um período, e após o termino desse contrato, outra licitação será feita. Se eu fosse dono de uma dessas empresas só iria investir o mínimo necessário para cumprir o contrato, já que quem investe muito no Brasil é punido pelo governo marxista, vide os produtores rurais que tem suas fazendas invadidas por índios, sem terra e outros grupos “çoçiau” terroristas.

O setor de petróleo no Brasil é a mesma coisa, monopólio da Petrobras que arrenda poços para uma empresa explorar ou prestar serviços para o estado.

Minério, ferrovias, hidrovias, comunicação, nada é realmente privado no Brasil, todos estão sujeitos aos devaneios do estado que é dono das propriedades.

Estatais só funcionam com monopólio, e ainda porque em países desenvolvidos da Europa (petróleo e minério) são empresas publicas, administradas como se fossem privadas, mesmo assim sem o monopólio estatal não aguentariam muito tempo a concorrência privada, esse é o medo de permitir que haja concorrência, as estatais acabarem por sua própria ineficiência, que é o resultado lógico e óbvio, assim os esquerdistas idiotas não teriam como acusar os “neo” liberais de “privatizar” tudo.

A concentração de mercado decorre da burocracia e interferência estatal, somente com muita escala para conseguir competir em um mercado como o Brasil, onde temos altos impostos, infraestrutura caótica, corrupção. Somente grandes grupos conseguem suportar os custos fixos de manter uma estrutura para lidar com esse monstro, veja essa matéria Por que tudo custa tão caro no Brasil.

Em nenhum lugar do mundo, empresas precisam de um equipe de “engenharia tributaria”, pois aqui as empresas gastam 108 dias do anos para preparar, registrar e pagar tributos, sendo que em países desenvolvidos a mesma coisa não demanda mais que 7 dias. Pequenas e medias empresas não tem escala para diluir o custos de uma equipe de contadores, economistas, advogados tributaristas e as despesas de montar um setor apenas para lidar com impostos, por isso ou fecham as portas ou se fundem com outras para formar empresas mais robustas e com escala de produção que dilua melhor esses custos fixos. No Brasil temos outros aspectos assim que afetam os empresários que não tem escala de produção, devido ao preço de muitos equipamentos, justamente em função dos impostos e do custo Brasil, não há como ter eficiência produtiva, tornando impossível manter a empresa. Isso é um ciclo vicioso, cada vez mais o país perde eficiência, cada vez mais a empresas precisam de maior solidez e robustez para suportar tudo isso e cada vez menos concorrência no mercado. A culpa não é do setor privado, a culpa é do estado que causa esse mal, “elimine a causa que o efeito cessa”, o setor privado apenas se adéqua a realidade do mercado, as consequências naturais da realidade político econômico local.

Fui questionado em uma conversa que “se abrir o mercado ao setor privado não vai trazer uma onda de imigrantes qualificados que tiraria os empregos dos “nativos”?”. Diversos países que já se abriram a privatização servem de exemplo que não existe esse problema e mesmo que houvesse, só assim para vislumbrar uma luz no fim do túnel, pelo menos começaria a gerar empregos reais, lastreados em produção e não em farsas políticas e populismo marxista. Uma bobagem imaginar que haveria substituição total. Isso seria benéfico, pois forçaria os nativos a se qualificarem. Concorrência é positiva, faz o indivíduo abandonar a zona de conforto, o comodismo.

Não vai ser com estatais que vamos melhorar a qualificação profissional no Brasil, pelo contrario, esta só piorando. Quanto mais estatal, mais emprego de baixo nível, aqui tem uma reportagem em inglês sobre como o governo Obama com sua politica socialista tem criados sub empregos estatais nos EUA.

O governo nos quebra as pernas para depois oferecer muletas, e grande parte da população ainda acha que eles nos fazem um grande favor com isso.

Leituras recomendadas:

Sindicatos se multiplicam e centrais redistribuem forças partidárias

Capitalismo ou Livre Mercado?

Tenho lido, em alguns meios libertários, que devemos parar de usar o termo capitalismo. O termo, cunhado por Karl Marx para descrever o modelo econômico caracterizado pela propriedade privada sobre os meios de produção, tem uma conotação negativa e não descreve necessariamente um modelo econômico liberal, eles dizem. Neste pequeno texto demonstrarei que, apesar de não serem sinônimos como normalmente fazemos parecer, ambos podem e devem ser defendidos.

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O que é capitalismo?
O capitalismo é um sistema de gestão caracterizado pela propriedade privada sobre os meios de produção. Ou seja, a propriedade sobre fábricas, fazendas e empresas pertence a uma pessoa, não ao Estado ou a uma coletividade abstrata. Uma empresa que tem um ‘dono’, um ‘proprietário’ – que pode ou não ser o seu gestor – é um exemplo de empresa capitalista. Modelos alternativos a este seriam aqueles onde o meio de produção pertence a algum coletivo (ex.: cooperativas) ou ao Estado (ex.: empresas estatais).

O que é livre mercado?
O livre mercado é um modelo econômico onde as interações econômicas voluntárias dos indivíduos de uma sociedade são livres de distorções geradas por um poder centralizador como o do Estado, por exemplo. Em um livre mercado, todo indivíduo é livre para produzir, comprar, vender, trocar, alugar, emprestar, doar, herdar ou legar propriedade; montar, administrar, vender, comprar, fechar sua própria empresa; contratar ou demitir funcionários e vender sua mão-de-obra. Tudo isto operando com um livre sistema de precificação, ou seja, os fornecedores de bens e serviços determinam o preço de venda de acordo com as condições do mercado, como oferta e demanda, levantadas pelo seu planejamento. Contrário à planificação da Economia por um poder central, o livre mercado pode ser descrito como o modelo econômico onde o planejamento é descentralizado.

Quanto mais liberdade econômica vigora em uma sociedade e melhor se defende o direito de propriedade, mais esta se desenvolve sócio-economicamente e mais liberdades são garantidas aos seus cidadãos. Há uma correlação entre liberdade econômica e desenvolvimento humano, transparência política e igualdade social.

Pode haver capitalismo sem livre mercado?
O capitalismo pode subsistir em um mercado que não é livre, como é o exemplo de empresas operando dentro de sociedades sob regimes totalitários, que as submetem a forte regulamentação, taxação e mesmo políticas de planificação. Outros exemplos de capitalismo operando em mercados que não são livres são o keynesianismo, o nacional-desenvolvimentismo, o mercantilismo, a social-democracia, etc.

Uma economia protecionista, por exemplo, possui empresas capitalistas que não estão sujeitas à competição que normalmente ocorreria dentro de um livre-mercado. Alguns mecanismos limitadores da liberdade econômica são o subsídio, o “resgate” de empresas à beira da falência (bail-out), o financiamento público, a nacionalização, a estatização, a restrição de importações, as proibições em geral, o controle de preços e juros, a inflação da moeda, a determinação de salários e benefícios trabalhistas pelo governo.

Pode haver livre mercado sem capitalismo?
O livre-mercado pode existir sem a presença de empresas capitalistas, mas não se conhece um exemplo real de economia livre onde empresas deste tipo não tenham surgido. O sistema capitalista de gestão é somente um dos modelos possíveis dentro de uma economia liberal. Muitas cooperativas tem prosperado dentro de Economias de Mercado, como é o caso da Unimed e do Sicredi no Brasil.

Qual dos dois deve ser defendido?
O primordial é a defesa do livre-mercado, mas o capitalismo também pode e deve ser defendido como uma alternativa legítima dentro de uma economia livre, assim como o cooperativismo. Não se deve abandonar a defesa deste sistema em específico, em detrimento de outros, porque isto seria acanhar-se e aceitar como verdadeiras as falsas acusações contra ele. Seria admitir, erroneamente, que este sistema é imoral e ilegítimo em si, quando não é.

Se por um lado o livre mercado é quem nos garante liberdade e poder de decisão sobre as nossas vidas – uma vez que, queiramos ou não, o poder de decidir sobre toda a nossa vida é composto de atitudes pequenas como decidir o que comer no café da manhã e onde comprar cada coisa-, por outro lado o capitalismo foi o grande responsável por acomodar as necessidades materiais da sociedade a uma economia com trabalho livre e remunerado, além de continuar sendo a salvaguarda da sociedade contra a “Tragédia dos Comuns” e o facilitador das grandes revoluções tecnológicas que tivemos nos últimos dois séculos.


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Os mitos indígenas usados por delinquentes para golpear o estado de direito

Esse será um artigo extenso, com diversas provas documentais e suas fontes sobre o caos que se instalou no pais em nome do “bem” das ditas minorias em detrimento as leis, a constituição e ao estado de direito.

Veio a tona essa a verdade sobre um embuste que a muito tempo vem causando severos danos ao Brasil, na verdade mais um embuste entre tantos (Aquecimento global com causa antropológica, código florestal, “reforma agraria” entre outros).

O novo embuste desmistificado diz respeito a demarcações de terras indígenas, como esta documentado no site do deputado Junji Abe:

O antropólogo Edward Luz fez, nesta terça-feira (21/08/2012), contundentes declarações sobre os artifícios usados para forçar a conversão de áreas produtivas em reservas indígenas, confirmando o alerta do deputado federal Junji Abe (PSD-SP) sobre a sanha da Funai – Fundação Nacional do Índio em multiplicar demarcações, a serviço de interesses internacionais para prejudicar o agronegócio brasileiro.

Uma das práticas mais comuns é enterrar em áreas pretendidas para transformação em reservas, cerca de 1,5 metro abaixo da superfície, algumas panelas, outros utensílios domésticos e até ossos humanos retirados de cemitérios indígenas. “A ideia é configurar o território como ocupado, historicamente, por tribos. Sob a recomendação de organizações norte-americanas, a farsa é montada e técnicos da Funai convocam a Imprensa para testemunhar a suposta descoberta antropológica”, acusou Junji, reiterando o depoimento de Luz.

Com base em fraudes do gênero, a Funai elabora um relatório antropológico para identificação e delimitação do território pleiteado pela comunidade indígena, usado pelo governo para homologar, por decreto, a criação de reservas. Como o sistema vigente deixa a decisão a cargo da Fundação, “as terras de uso exclusivo dos índios são multiplicadas enquanto a maioria absoluta de brasileiros vive ameaçada de despejo em áreas urbanas e de produção rural”, como protestou o deputado.

Mestre e doutorando em Antropologia pela Universidade de Brasília, Luz conhece profundamente os meandros do processo de conversão de terras em reservas indígenas. Por muito tempo, foi consultor da Funai e respondeu por diversas demarcações de áreas na Amazônia.

Contrariado com a sucessão de fraudes patrocinadas por organismos internacionais – e amparadas pela Fundação – para viabilizar a ampliação do território de uso exclusivo dos índios, ele decidiu se juntar a Junji e demais parlamentares defensores do agronegócio, na expectativa de ajudar a frear o que o deputado classificou como “desserviço à Nação”.

O testemunho de Luz polarizou a atenção dos participantes da reunião semanal da FPA – Frente Parlamentar Mista em Defesa da Agropecuária, nesta terça-feira. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, receberá o grupo nesta quarta-feira (22/08) para tratar das ações relativas à demarcação das terras indígenas no País. Junji e parlamentares da bancada ruralista planejam apresentar uma série de provas de fraudes no processo encabeçado por organizações internacionais que, segundo o antropólogo, utilizam-se das mais diferentes estratégias para consolidar a meta de conter o avanço da agropecuária nacional.

“Agasalhadas pela Funai, organizações empresariais de países como os Estados Unidos, que querem neutralizar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional, criaram uma indústria de reservas indígenas”, vociferou Junji. Baseado nas declarações de Luz, ele afirmou que o jogo de vale-tudo em nome de interesses econômicos inclui até o suborno de profissionais, do quadro da Fundação e de consultores, para fraudarem os levantamentos usados na elaboração dos relatórios antropológicos destinados às demarcações.

As farsas arquitetadas para confirmar a presença indígena em determinadas áreas “extrapolam o impensável”, como definiu Junji. Segundo o deputado, grupos de 50 a 100 índios são convocados para ocuparem terras indicadas por organizações internacionais. Usualmente, completou ele, são porções férteis vizinhas de terrenos altamente produtivos. “Aí, vem a Funai e classifica o território como, historicamente, ocupado por uma nova tribo indígena. Está feita a fraude que servirá para a constituição de mais uma reserva de uso exclusivo dos índios”, relatou, acrescentando que, depois, os indígenas abandonam o local para retornarem aos seus povoados de origem.

O deputado enfatizou que são irregulares as demarcações de terras em favor dos povos indígenas, ocorridas após a decisão do STF – Supremo Tribunal Federal em relação à reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima. O acórdão traz diretrizes fixadas quanto à vedação de se ampliar reserva indígena já demarcada, que precisam ser observadas em respeito à uniformização e à segurança jurídica.

De acordo com Junji, a FPA chegou a entregar a ministros do STF abundante material para comprovar a denúncia de manipulação de ambientalistas brasileiros por corporações norte-americanas. Ao mesmo tempo, observou ele, há um movimento de entidades, patrocinado por corporações de diversos países e contra os interesses dos brasileiros, que mobiliza com rapidez índios do Paraguai, Uruguai, Colômbia, Bolívia e Guianas para constituir uma chamada “Nação Guarani”, que teria extensão territorial equivalente à metade do tamanho do Brasil.

Guerra da Informação
Os índios e quilombolas representam 0,43% da população brasileira. No entanto, ocupam 1,07 milhão de quilômetros quadrados (km²), distribuídos em 514 reservas, o equivalente a 12,7% do território nacional. O deputado federal Junji Abe alertou que a Funai pretende criar mais 156 áreas exclusivas, além de ampliar as existentes. “Se isto acontecer, os 60% de áreas cultiváveis existentes no Brasil serão reduzidos para apenas 28%, considerando as restrições ambientais que impedem a atividade agrícola”, advertiu.

As atuais reservas indígenas, constituídas por Lei Federal, já garantem a cada um dos 400 mil índios ou quilombolas cerca de 300 hectares de terras, o equivalente a três milhões de metros quadrados. Segundo Junji, os 5,2 milhões de estabelecimentos rurais do Brasil ocupam 3,3 milhões de km², o correspondente a 38,8% do território nacional. Já os 818 mil índios e quilombolas detêm a propriedade de 12,7% da área total do País, como protestou ele.

Junji insistiu que a principal guerra a ser vencida pelos defensores do agronegócio é a da informação. “Precisamos desmistificar, junto à opinião pública, o engodo espalhado por organismos internacionais que exploram a temática dos índios desprotegidos”, conclamou. A propaganda enganosa acusa a agropecuária de vitimar o povo indígena e destruir o meio ambiente, como apontou Junji, esclarecendo que o foco do trabalho estrangeiro é bloquear a expansão das atividades produtivas no País, eliminando a ameaça que o desenvolvimento do setor no Brasil representa para a economia norte-americana.

Na visão do deputado, a grande missão dos defensores do agronegócio é mostrar à população como agem as organizações internacionais, acolhidas pela Funai. Ele comparou a situação às invasões patrocinadas pelo MST – Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra que “perdeu a aura de guardião dos pobres e oprimidos” após reportagem investigativa publicada pela Revista Veja. A matéria escancarou fartos interesses econômicos que norteavam as ocupações, brindando os bolsos de dirigentes da entidade, enquanto crédulos invasores acabavam à míngua nas áreas que eles próprios devastaram.

Além de Junji que preside a Pró-Horti – Frente Parlamentar Mista em Defesa do Segmento de Hortifrutiflorigranjeiros, também participaram da reunião da FPA – Frente Parlamentar Mista em Defesa da Agropecuária o presidente Homero Pereira (PSD-MT), o senador Sérgio Souza (PMDB-PR), os deputados Carlos Magno (PP-RO), Abelardo Lupion (DEM-PR), Alceu Moreira (PMDB-RS), Lira Maia (DEM-PA),Valdir Colatto (PMDB-SC), Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR), Nelson Padovani (PSC-PR), Giovanni Cherini (PDT-RS) e Leonardo Vilela, (PSDB-GO), e o ex-deputado Zonta, atual consultor político da OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras.

E aqui a entrevista que o antropólogo Edward Luz concedeu ao site Noticias Agrícolas:

A revista Exame também publicou a matéria 14 coisas que você não sabia sobre os nossos índios.

Essa matéria refuta todas as teses dos militantes sobre “preservar a cultura indígena”.

Aqui esta a matéria feita pela Revista Veja que mostra os lamentáveis resultados das demarcações já efetuadas. Em boa parte das reservas, antes fazendas produtivas, o cenário é de abandono e a população sobrevive de benesses do governo.

E o emblemático caso de Raposa Serra do Sol:

Outro problema endêmico relacionado a situação diz respeito aos crimes comuns praticados por índios, que são inimputáveis segundo a lei, criando uma proteção para que os mesmos comentam assaltos, extorsões, estupros e assassinatos com a garantia de impunidade:

Índios fecham estrada para saquear cargas | Gazeta do Povo

O autor Leandro Narloch, jornalista e autor do livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil, revela fatos reais sobre os índios e suas praticas, sem a manipulação Marxista que as escolas nos ensinou.

As tribos indígenas nunca tiveram conceito de propriedade privada, como atesta ate mesmo órgãos estatais na matéria publicada na revista Exame, AGORA COMO ALEGAM PROPRIEDADE PRIVADA SE NUNCA TIVERAM ESSE CONCEITO EM SUA CULTURA?

ERAM NÔMADES QUE PERMANECIAM EM UM DETERMINADO LOCAL ATE CONSUMIR TODOS OS RECURSOS DO MESMO, DEPOIS IAM PARA OUTRO LOCAL E FAZIAM O MESMO ATE QUE ESSE LOCAL NÃO TIVESSE MAIS RECURSOS DISPONÍVEIS.
Quando você percebe que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos mais pelo suborno e influência do que pelo trabalho e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que ficam protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada. Ayn Rand.
ESSES “ÍNDIOS” E SEUS “ESTIMADOS PROTETORES BRANCOS” (CIMI, FUNAI, PT, PSOL, PV) SÓ VÃO PROCURAR RESERVAS EM ÁREAS PRODUTIVAS, ONDE ALGUM HOMEM BRANCO JA FEZ O TRABALHO DE TORNAR O LOCAL APTO A PRODUÇÃO…USAM A MESMA LOGICA DO MST E CONGENERES, NUNCA INVADEM AS TERRAS IMPRODUTIVAS, SEMPRE ATACAM ÁREAS PRODUTIVAS, ESTRUTURADAS, ONDE NÃO É NECESSÁRIO INVESTIMENTO DE TEMPO, DINHEIRO E MUITO TRABALHO PARA TORNAR ÁREAS IMPRODUTIVAS E SEM ESTRUTURA ALGUMA EM ÁREAS PRODUTIVAS.

SÃO COMO GAFANHOTOS, QUE CONSOMEM OS RECURSOS ATE O FIM E DEPOIS MIGRAM PARA OUTRO LOCAL ATE QUE O MESMO ESTEJA ANIQUILADO E CONTINUAM ASSIM, ATE O MOMENTO EM QUE NÃO HOUVER MAIS NADA PARA DESTRUIR.NADA PRODUZEM, SÃO VAGABUNDOS, NÃO QUEREM TRABALHAR, SÓ QUEREM DINHEIRO FÁCIL…

OS PRODUTORES RURAIS, DEMONIZADOS COMO “RURALISTAS” FORAM PARA ESSAS TERRAS POIS O GOVERNO FEDERAL “INCENTIVAVA” PESSOAS APTAS E DISPOSTAS A COLONIZAR E DESENVOLVER A NAÇÃO, GERAR RIQUEZA, EMPREGOS E MATÉRIAS PRIMAS PARA A SOCIEDADE.

COMPRARAM ESSAS TERRAS DO ESTADO, NINGUÉM GANHOU NADA GRATUITAMENTE, HOUVE O INCENTIVO E FOI PAGO O PREÇO JUSTO POR ELAS, JÁ QUE NA ÉPOCA QUASE NINGUÉM QUERIA SE AVENTURAR NOS CONFINS DO MUNDO, SEM COMUNICAÇÃO, SEM ESTRADAS, SEM CUIDADOS MÉDICOS, SEM ENERGIA ELÉTRICA VIVENDO PRECARIAMENTE. FOI PAGO O VALOR DE MERCADO JUSTO POR ESSAS ÁREAS.

TIVERAM QUE FAZER POÇOS E FOÇAS SÉPTICAS, VIVER EM BARRACOS ATE CONSTRUIR UMA CASA DE MADEIRA NA PROPRIEDADE, SENDO QUE TODAS AS MÍNIMAS NECESSIDADES BÁSICAS HUMANAS DEMANDAVAM ENORME ESFORÇO E EMPENHO, POIS QUASE TUDO TINHA QUE SER FEITO NO LOCAL, POIS ERA IMPOSSÍVEL  VISITAR A CIDADE MAIS PRÓXIMA, SENDO QUE ESSAS MUITAS VEZES ESTAVAM A CENTENAS DE QUILÔMETROS DO LOCAL E AS “ESTRADAS” ERAM QUASE INTRANSITÁVEIS, ISSO QUANDO HAVIA ESTRADA.

FORAM ABRIR AS TERRAS NESSES FINS DE MUNDO QUE QUASE NINGUÉM SE INTERESSAVA EM IR, PARA PRODUZIR COMIDA, ROUPA, COMBUSTÍVEL E TUDO MAIS QUE SE CONSOME PELA SOCIEDADE.

O BANCO DO BRASIL ATE POUCAS DÉCADAS ATRÁS SÓ LIBERAVA FINANCIAMENTO AGRÍCOLA PARA O PRODUTOR RURAL MEDIANTE A EXPANSÃO DA ÁREA AGRICULTÁVEL VIA DESMATAMENTO. O PRODUTOR ERA “OBRIGADO”.

AGORA DEPOIS DE TUDO PRONTO, FUNCIONANDO E PRODUZINDO, DEPOIS DA INFRA ESTRUTURA INSTALADA QUEREM NOS TIRAR TUDO QUE CONSEGUIMOS LEGALMENTE E COM MUITO SANGUE, SUOR E SACRIFÍCIO??!! PARA DAR PARA OS DITOS ÍNDIOS E SEM TERRA??

EXISTEM PROPRIEDADES NAS REGIÕES NORDESTE, NORTE E CENTRO OESTE, MESMO NO SUDESTE QUE ATE HOJE NÃO TEM ENERGIA ELÉTRICA… DEPENDEM DE GERADORES A DIESEL…

POR QUE ELES NÃO FIZERAM O MESMO QUANDO NOS FIZEMOS?? OU MESMO AGORA? POR QUE NÃO VÃO ATE AS TERRAS ESTATAIS DEGRADAS E IMPRODUTIVAS, QUE SÃO MUITAS, E LA SE INSTALAM PARA CONSTRUIR E PRODUZIR?

NÃO FIZERAM E NEM FAZEM POIS SÃO NÃO QUEREM TRABALHO, SÓ QUEREM DINHEIRO FÁCIL, AS CUSTAS DE QUEM PRODUZ.

O Caminho para a Liberdade na África

Por Adewale R. Bankole. Publicado originalmente em inglês no AfricanLiberty.org. Traduzido e adaptado para o português do Brasil por Renan Felipe dos SantosPara ler o artigo original, clique aqui.

Liberdade é a habilidade de viver a própria vida como se quer respeitando a vida dos outros, “você é o dono da sua vida”.
Para viver, é preciso produzir o que sustenta a vida. O que você é capaz de produzir ou inventar é seu produto, ou “os frutos do seu trabalho”.

Seu produto é sua propriedade, que é o resultado do seu pensamento criativo, do seu tempo e energia para inovar e trazer idéias inimagináveis para a realidade, e que são valiosas e podem ser trocadas através de um mútuo acordo.

Por sua vez, um bom governo existirá apenas para proteger esta liberdade, “sua liberdade”, não para redistribuir riqueza, nem para garantir privilégios especiais, nem para interferir na vida dos indivíduos. O governo de um país livre, propriamente falando, reside não nos seus oficiais eleitos mas em suas leis.

Isto é normalmente conhecido como “governo das leis, não dos homens”.

Partindo desta premissa, a África mais do que qualquer outro continente sofreu da quase ausência de liberdade. A distorção da liberdade da África é mais antiga que o período do comércio de escravos e a era colonial.
O período colonial já passou e há muito foi esquecido; ainda assim muitas nações africanas passaram sua era pós-colonial tentando várias formas falhas de governo, incluindo o marxismo e o regime militar.

Dos muitos efeitos da escravidão, dos quais a África sofre a maioria, a escravidão mental é o maior e o pior. Escravos não tem direitos nem para pensar por si mesmos ou experimentar novas idéias; escravos não possuem nada; escravos não investem ou compram porque eles foram comprados. Este é o único método efetivo que senhores de escravo usam para manter o senhorio sobre seus súditos. Consequentemente, a tirania nos governos modernos é até certo ponto uma transição da era colonial que já acabou há muito tempo mas legou um efeito aparentemente permanente.

Tiranos e ditadores proliferaram, especialmente na África pós-colonial, não tanto por causa de sua ingenuidade mas porque operavam uma estrutura política hierárquica e repressora que herdaram, e a usaram para oprimir as pessoas, limitar as empresas, violar a liberdade e a independência individual.
A maioria dos governos africanos não entende a liberdade e a dinâmica do mercado. Em vez disso acreditam, ou fingem acreditar, em mitos associados a eles. Para os poucos que entendem, o que eles promovem é “crony capitalism”[1] – um sistema no qual o capital nacional é pouco mais do que uma gigantesca colméia pulsante de lobistas, burocratas, consultores, especuladores buscando renda fácil, e no qual empresas públicas foram vendidas in leilões corruptos fechados para “amigos do governo” em nome da liberalização.

Para as pessoas da África, globalização significou pouco mais do que seus “líderes” indo para conferências – às custas delas – em outros países. Enquanto escrevo este artigo, há uma notícia anunciando que um novo país, “Azawad”, acabou de separar-se do Mali; Mugabe do Zimbábue está com um novo modelo de nacionalização, expropriando negócios privados apesar do espantoso crescimento negativo e da inflação bilionária que o país registrou nos últimos anos; Boko Haram – uma seita islâmica radical – está ameaçando a unidade da Nigéria com bombas explodindo quase que semanalmente na parte norte da Nigéria; O norte e o sul do Sudão estiveram brigando pelo Heiglig, uma região rica em petróleo. Estas são realidades decepcionantes que ameaçam a liberdade na África.

Por todo o continente africano praticamente não há um país sem problemas de violação da liberdade individual, dos direitos de propriedade e da liberdade econômica, como resultado de governos despóticos.

Hoje, o despotismo se tornou a gangrena do continente africano. George Ayittey em seu mais recente livro entitulado Defeating Dictators: Fighting Tyranny in Africa and around the World (2011)[2], ele observa que “ditadores modernos vem em diferentes matizes; raças, cores de pele e religiões, e eles professam várias ideologias”. Não obstante, déspotas tem muito em comum: eles são líderes que não são escolhidos pelo seu povo e, portanto, não representam as suas aspirações. Conforme a oposição se levanta contra eles, eles refinam suas táticas e aprendem novos truques numa tentativa de deter a maré de forças pró-democracia.

Os homens deveriam buscar sua liberdade, lembrando que qualquer coisa menor do que isso coloca sua sobrevivência debaixo dos sentimentos emocionais de homens que nunca se permitiram conhecer a essência da liberdade. Por isso para vencer a batalha pela liberdade na África, devemos começar por liberdade intelectual. O intelecto começa com o conhecimento da Verdade. A Liberdade do invidíduo é um pré-requisito da Liberdade do Estado.

[1]Nota do Tradutor: capitalismo de compadrio, capitalismo estatal, coronelismo, corporativismo. O termo crony capitalism descreve um sistema pretensamente capitalista, mas onde não há real liberdade de mercado porque o governo interfere privilegiando certas empresas, cartéis e oligopólios. Mais ou menos como o que acontece aqui no Brasil com a tal da ‘parceria público-privado’ e o capitalismo estatal.

[2] Nota do Tradutor: Defendendo Ditadores: Combatendo a Tirania na África e no Mundo.

Uma distribuição desigual… de capitalismo

por Johan Norberg. Traduzido e adaptado para o português do Brasil por Renan Felipe dos Santos a partir da versão em espanhol disponível no site da ODLV (Organización por la Democracia Liberal en Venezuela).

Vinte porcento (20%) da população do mundo (ouvimos muito isso) consome mais de oitenta porcento (80%) dos recursos do planeta, enquanto que os outros 80% consomem menos de 20%. Os críticos da globalização nunca se cansam de nos lembrar esta injustiça. Mas pouquíssimas vezes escutamos uma análise adequado da razão desta situação.

Os críticos a colocam como “os pobres são pobres porque os ricos são ricos”, como se os 20% mais ricos houvessem roubado de alguma forma estes recursos dos outros 80%. Isso está errado. Os países ricos cresceram mais rápido desde que perderam as suas colônias. E as regiões que as nações imperialistas subjugaram cresceram mais rápido assim que se converteram em colônias do que haviam feito antes. Muitas das nações mais ricas do mundo — como a Suiça e os países escandinavos — nunca tiveram colônias de grande importância. Outros, como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Hong Kong, e Singapura, foram colônias. Por outro lado, muitos dos países menos desenvolvidos – Afeganistão e Nepal, por exemplo — nunca foram colônias.

E financiando todos os outros -ismos, desde 4000 a.C.

A principal razão para que estes 20% consumam 80% dos recursos é que eles produzem 80% dos recursos. Os 80% consomem somente 20% porque eles produzem só 20% dos recursos. É este último problema que devemos enfrentar. O problema é que há muitos pobres, não que há alguns ricos.

Os críticos do capitalismo afirmam que o PIB per capita é 30 vezes maior nos 20 países mais ricos do mundo que nos 20 mais pobres. Os críticos tem razão que esta desigualdade se deve ao capitalismo — mas não pelas razões que eles creem. A diferença se deve a que certos países tomaram a senda do capitalismo, o que lhes resultou em uma fantástica prosperidade para seus habitantes, enquanto que aqueles que escolheram impedir a propriedade privada, o comércio, e a produção permaneceram atrasados. Os fatores como o clima e os desastres naturais não carecem de importância, mas a maior parte deste atraso pode ser atribuída a que certos países optaram pela liberalização enquanto outros optaram pelo controle.

Os 20 países economicamente mais livres do mundo têm um PIB per capita aproximadamente 29 vezes maior do que as 20 nações menos livres economicamente. Então, se falamos sério sobre eliminar o atraso com relação do Sul ao Norte, deveríamos esperar com todos os nossos corações que o Sul também ganhe acesso a uma economia livre e a mercados abertos. Os países em desenvolvimento que tem feito aberturas em décadas recentes não só tem crescido mais rápido que os outros países em desenvolvido – tem crescido mais rápido que os países ricos também.

A desigualdade do mundo se deve ao capitalismo. Não ao capitalismo empobrecendo a certos grupos, mas sim enriquecendo os seus praticantes. A distribuição desigual da riqueza do mundo se deve à distribuição desigual de capitalismo.

Capitalismo desigual: países capitalistas enriquecem. Países não capitalistas, não enriquecem. Problem?

Um quarto do investimento internacional direto entre 1988 e 1998 foi para os países em desenvolvimento. Desde començos dos anos oitenta, os fluxos de investimento aos países em desenvolvimento aumentaram de $10 bilhões a $200 bilhões ao ano. Se olhamos unicamente para os fluxos de capital ao mundo em desenvolvimento, descobrimos que 85% do investimento direto vai a tão somente 10 países, frequentemente os mais liberalizados. Mas devido ao fato que tais investimentos cresceram a uma taxa anual de 12% nas últimas três décadas, os países que não se encontram nestes 10 primeiros lugares também experimentaram crescimentos estupendos.

Os países ricos representaram 80% do PIB mundial em 1975, uma cota que caiu a 70% hoje em dia. Como já foi mencionado, os países pobres que optaram pela liberalização econômica e o livre comércio tiveram um crescimento mais rápido que os países ricos em décadas recentes. O livre comércio e o liberalismo econômico são uma forma para que os países em desenvolvimento não só enriqueçam, mas que também possivelmente alcancem os países mais prósperos.

Como disse o secretário geral das Nações Unidas, Kofi Annan, em uma conferência levada a cabo em fevereiro de 2000, pouco depois das demostrações contra a Organização Mundial do Comércio: “Os maiores perdedores neste mundo tão desigual de hoje em dia não são aqueles que estão expostos demais à globalização. São aqueles que ficaram fora dela”.