Lógica elementar: “Indenizar” proprietários de áreas invadidas é incentivar novas invasões

Já falei em artigos anteriores o tamanho da estupidez que é concordar que indenizar proprietários que tiveram suas propriedades invadidas por terroristas tratados como movimentos sociais de qualquer espécie é a resposta errada para um grave problema.

No afã de minorar essas barbaridades estamos aceitando respostas fáceis para problema sérios. Esse tipo de solução só incentiva novas invasões, ate que o estado tenha gasto todo dinheiro dos contribuintes para premiar os invasores terroristas com propriedades privadas legais.

Vejamos:

– Um grupo terrorista invade uma propriedade privada legal.

– O governo trata esse grupo como coitadinhos oprimidos pela “burguesia malvada”.

– A lei nacional não se aplica a eles.

– Eles não produzem nada e dependem diretamente do dinheiro dos contribuintes que estão sujeitos à lei e aos crimes cometidos por esses “movimentos sociais”.

– Para dirimir o problema o governo vai “pegar o dinheiro do proprietário da área e de seus “vizinhos” (outros contribuintes)” e “comprar a propriedade” para entregar aos invasores.

– Reforçando: Um bandido invade sua casa, o estado não age contra o criminoso. Então você da o seu dinheiro ao estado para que ele compre sua casa de você mesmo e entregue ao bandido. Isso é extorsão.

– Cria-se uma indústria terrorista de invasões paga pelos proprietários legais.

– Só que isso tem alcance limitado, como qualquer projeto comunista, após as primeiras indenizações o dinheiro vai acabar e o caos se instalara.

– Teremos uma nova Cuba.

Como disse Margaret Thatcher: “O socialismo dura ate acabar o dinheiro dos outros”.

Pagar com recursos públicos propriedades invadidas é premiar o terrorismo

Em meio ao caos implantado nas zonas rurais do Brasil por terroristas indígenas, sem terra e suas lideranças (CUT, Funai, CNBB, Cimi, Pastoral da Terra, Incra, Fundação Ford, ONU, PT, etc), no desespero de achar uma saída pacifica por parte de alguns inocentes e o objetivo delinquente dos terroristas, surgiu o debate em indenizar os proprietários legais das áreas invalidades e destruídas pelos invasores.

Já comentei anteriormente, que isso é um absurdo do ponto de vista lógico e moral.

É uma ideia extremamente perigosa a de pagar pelas fazendas invadidas e entregá-las aos invasores. Estaríamos mostrando o caminho para que conseguissem, por meios violentos, alcançar um objetivo escuso. Dessa forma a violência aumentaria cada vez mais e, cada vez mais, aumentariam as invasões, depredações, violência e destruição de nossas propriedades. Essa medida, se tomada, sinalizaria: Entrem, invadam, destruam, porque depois pagamos a fazenda pra vocês, invasores! Isso não se admite e sequer deveria ser cogitado, premiar o crime com recursos públicos.

Como demonstra essa matéria do Blog Coturno Noturno, o valor das propriedades invadidas e requeridas pelos invasores esta em torno de 1,2 bilhões de reais, o titulo da matéria é perfeito: Mato Grosso do Sul: R$ 1 bilhão para transformar terras produtivas em favelas indígenas. O contribuinte vai pagar essa conta para premiar criminosos e terroristas com terras produtivas que posteriormente se tornarão terra de ninguém, estado paralelo criminoso como as favelas no Rio de Janeiro. E não é só, vamos continuar a enviar os impostos arrecadados para sustentar essas favelas com os programas assistencialistas/populistas, as enormes verbas para as entidades estatais e Ong’s que representam essa corja, todos esses recursos que vemos diariamente serem aplicados na corrupção e no desrespeito a constituição. E ainda temos outro custo indireto, os impostos terão que subir mais ainda, pois a arrecadação estatal cairá em função da redução da área produtiva que será passada para improdutividade, o ócio, a malandragem e o crime, coisas que demandam mais gastos públicos e a necessidade de mais receita derivada de tributos. Esse aumento de receita recairá sobre o restante do setor produtivo, elevando ainda mais a carga tributaria desses, os impostos irão ter um peso muito maior para cada indivíduo a medida que esse mal se alastra, ate que não reste mais ninguém disposto a trabalhar e gerar riquezas. Isso é um grave ciclo vicioso, quanto mais pagamos, mais destruímos a nação, cada vez estamos mais próximos do abismo que leva ao inferno.

Estou tentando ser bem didático, cada vez menos pessoas para pagar mais gastos públicos a medida que o governo destrói a propriedade privada e a segurança jurídica.

Compreendo o desespero das vitimas do terrorismo, que estão vendo o trabalho de uma vida sucumbir diante do terrorismo patrocinado pelo próprio estado que deveria proteger o cidadão honesto. Em teoria a indenização seria uma solução, mas não é, pois nesse caso só esta incentivando mais crimes e mesmo esses que receberem a indenização em breve estará sendo vitimas novamente. É como pagar mensalidade a criminosos para não ser assaltado, isso é extorsão e só vai nos levar ao caos total no longo prazo. Não podemos olhar essa situação de forma imediatista e simplista.

A propriedade privada tem que ser restabelecida e preservada, os culpados pelos crimes devem ser punidos e pagarem com recursos privados pela destruição e caos que promoveram. Cobrar essa conta do contribuinte honesto não é a saída, pelo contrario, é promover o terror e a destruição do direito de propriedade, a destruição da constituição democrática. Vamos matar todos nossos direitos e acabar com o país se continuarmos a buscar respostas simplistas e pontuais a problemas graves.

Espero que nossos representantes de classe e políticos reflitam sobre isso, que olhem a longo prazo e meçam as consequências de tomar decisões ilógicas e imorais, as respostas fáceis e rápidas são as respostas erradas.

Estado paralelo Indígena

Vamos lá, os absurdos não param. Tenho certeza que a maioria desconhece o fato que os Indígenas cobram pedágio nas estradas que cortam as reservas.

253214_653348164691375_667486157_nEsta ai estão os comprovantes, os ditos índios, que “ganharam” a terra do Estado, mesmo estado que tirou a área de um proprietário legitimo, sendo que nos pagamos por isso, mas o proprietário de terra dada aos índios não recebe nada, índios que também são sustentados com nossos impostos, já que os mesmos não produzem nada e ainda são inimputáveis perante a lei (podendo matar, estuprar e roubar que nada acontecera) cobram pedágio sem prestar nenhum serviço referente ao mesmo. Pedágio faz parte da cultura Indígena?

Vejam o relato completo de quem vivenciou a situação: O pedágio indígena

Índios querem oficializar pedágio

Índios??? Desde quando??

Isso tem que acabar, isso pede medidas drásticas.

Esta mais do que provado que esses tais índios e Ong’s que os representam não passam de outro grupo praticando terrorismo rural no país, assim como o MST.

Relatório da EMBRAPA prova que a grande maioria desses ditos índios só chegou aos locais a serem expropriados de seus legítimos donos a poucos anos atrás, os detalhes estão aqui: URGENTE: Relatório da Embrapa desmente laudos da Funai.

Isso sempre foi muito claro para quem já pisou nessas regiões, ENQUANTO AS TERRAS PERTENCIAM AO ESTADO, LOCAIS DESPROVIDOS DE QUALQUER INFRAESTRUTURA, IMPRODUTIVOS E ABANDONADOS, NENHUM ÍNDIO SE INTERESSOU EM RECLAMAR A POSSE DESSAS TERRAS, QUE ALIAS ÍNDIO MESMO NUNCA TEVE CONCEITO DE POSSE, VIVIAM COMO “NÔMADES”, DE CAÇA, COLETA E ALGO QUE NÃO PODE SER TRATADO COMO AGRICULTURA, JÁ QUE QUEIMAVAM UMA ÁREA, PLANTAVAM NELA ATE EXAURIR SUA FERTILIDADE, MIGRANDO PARA OUTRO LOCAL ASSIM QUE ESSA ÁREA NÃO TIVESSE MAIS FERTILIDADE.

Poucos se interessaram em encarar o desafio e investir o que tinham nessa difícil empreitada.

Pergunte aos hoje grandes produtores no Centro Oeste, como foi vender tudo que tinham construído no Sul e Sudeste do Brasil, comprar essas áreas do Estado e ir para esses locais ermos, carregando tudo que tinham em seus caminhões, na maioria das vezes velhos, chegarem a esses locais sem água, luz e esgoto, levantaram barracos provisórios no meio do nada, cavaram foças e poços no braço e abrirem suas terras com CBT’s. Existe um ditado que o Centro Oeste foi desbravado com quatro C’s (C10, CBT, Caterpillar e Cesna).

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Não vou me estender a contar essas historias, mais resumindo, encaram um ambiente totalmente inóspito, desprovidos de qualquer infraestrutura e serviços básicos, para construir o que hoje é o principal motor econômico do país, isso tudo sem nenhum apoio, pelo contrario, normalmente com o estado atrapalhando.

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Agora, depois de décadas, quando as regiões se tornaram polos de desenvolvimento, depois de tudo construído, estruturado e produzindo riquezas aparecem as “nuvens de gafanhotos” alegando que as terras os pertence? Por que não disseram isso a 50 anos atrás, antes de esses bravos empreendedores começarem a trabalhar e construir tudo isso?

Porque eles não queriam nem querem terra assim, que de trabalho e demande empenho, trabalho e sacrifício para torná-las produtivas. O Estado tem 123 milhões de hectares em terras improdutivas, mais praticamente 108 milhões de hectares que já são reservas indígenas, 150 milhões de hectares de terras devolutas. MST, Índios e afins querem terras? Estão ai! Vão ocupar essas terras improdutivas do Estado, afinal não é o próprio Estado que quer assentá-los?

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Não vão em busca dessas terras porque terras assim não interessam a vagabundos e parasitas socialistas. Querem a propriedade privada, produtiva, para assim como uma nuvem de gafanhotos, parasitas, sugar toda riqueza e benefícios que essas geram e assim que esses se esgotarem vão migrar em busca de outro “hospedeiro para ser parasitado”. a Foto acima ilustra bem como agem os gafanhotos, antes de se tornar reserva indígena a área ao lado direita era como ao lado esquerdo.

Todo esses estímulos populistas, assim como ocorre com outros setores agraciados pelo Estado com alguma premissa que os torne acima da lei dos “reles mortais”, cria um boom populacional nesses grupos, afinal, existe muito malandro querendo uma boquinha “grátis”. “Todo mundo agora quer ser índio”, tem “índio” branco, azul, verde, de toda cor, tem índio estrangeiro que estão entrando no Brasil alegando que as terras pertencem a eles. Agora tem um monte de Neo Índios circulando por ai, atrás de dinheiro fácil e fama. E quem esta sendo vitima disso tudo são os trabalhadores sérios e honestos, que se empenharam em buscar uma vida melhor e consequentemente melhorar a nação.

“A moda agora ao redor do mundo é afirmar que os governos devem promover a diversidade e a pluralidade — o que na prática significa que alguns grupos organizados têm mais direitos do que outros, o que por sua vez significa a abolição da ideia de “igualdade perante a lei”.’

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Desapropriação de terras para reservas índigenas e as proposta utópicas

Pelo amor de Deus… Não vamos nos enganar com PROPOSTAS “paliativas” absurdas!

Essas terras são propriedades privadas legais, com documentos concedidos pelo próprio governo federal, que estimulou esses indivíduos a colonizarem essas regiões anos atrás. Esses produtores compraram essas terras legalmente do estado ha muitos anos, quando o próprio estado criou programas para colonizar e desenvolver essas regiões. Onde estavam os índios quando só havia “mato” e atraso nesses locais?

Há 40 anos atrás quando muitos gaúchos, paranaenses, catarinenses, paulistas em grande maioria e produtores rurais de outros estados deixaram para trás suas vidas constituídas, vendendo o que tinha em seus estados natais e migrando para um local inóspito, sem infraestrutura alguma (muitos ainda não tem ate hoje) para construir um patrimônio e prosperar, consequentemente desenvolvendo a região, ONDE  ESTAVAM OS ÍNDIOS, A FUNAI E AS ONG’S PARA RECLAMAR ESSAS TERRAS?

LOGICO QUE NÃO APARECERAM, AFINAL “QUEM QUER” UM MONTE DE MATO IMPRODUTIVO, SEM LUZ, COMUNICAÇÃO, ÁGUA, E MEIOS DE ACESSO? QUEM QUER FICAR ISOLADO NO MEIO DO NADA A DIAS DE DISTANCIA DE UM MEDICO OU UMA FARMÁCIA?

ESSAS TERRAS NÃO SÃO DE ÍNDIOS! SÃO DOS PROPRIETÁRIOS LEGAIS QUE CONSTRUÍRAM A RIQUEZA NESSES LOCAIS.

Não podemos permitir de maneira nenhuma que essas áreas se tornem terras de ninguém, reservas indígenas como Raposa Serra do Sol, mesmo que sejam desapropriadas legalmente e os proprietários recebem indenização.

Quem vai pagar a indenização somos nós, todos os contribuintes, inclusive os donos das terras vão arcar com os custos, pois o governo não gera riqueza, ele usa nossos impostos. NÃO TEM LOGICA NOS PAGARMOS A DESPROPRIAÇÃO DE UMA ÁREA LEGAL PARA TORNÁ-LA UM ÔNUS A NAÇÃO. ESSAS ÁREAS NÃO PODEM SER TIRADAS DE SEUS PROPRIETÁRIOS POR VONTADE DO ESTADO SOCIALISTA.

Eu não quero meu dinheiro servindo para criar zonas de estado paralelo, dominadas por narco terroristas marxistas, que vão consumir mais dos nossos impostos para destruir ainda mais o Brasil. Afinal, essas áreas não produzem nada, A NÃO SER MISÉRIA, CRIMES E DESGRAÇA e ainda por cima demandam recursos do estado, NOSSOS IMPOSTOS, para respectiva “manutenção” de sei lá o que!

Temos que pagar imposto para os índios ganharem terra, depois pagamos impostos para eles serem sustentados pelo estado sem fazer nada e pagamos impostos para esses inimputáveis cometerem crimes contra nós!

Chega de demagogia! Querem terras, comprem de acordo com as leis e as regras do livre mercado!

Nunca houve índios nessas áreas… os próprios professores marxistas nos ensinavam isso na escola… índios queriam terra fácil, normalmente em áreas costeiras… E ainda querem terras fáceis, isso é oportunismo, o estado tem milhões de hectares de mata, POR QUE NÃO INSTALAM ESSAS RESERVAS NESSAS ÁREAS FEDERAIS? NÃO É PARA PRESERVAR OS COSTUMES DOS DITOS ÍNDIOS?  Esses índios queimavam áreas para plantar uma coisa ou outra, quando essas áreas tinham sua fertilidade exaurida, eles abandonavam-nas e queimavam outra are, belo exemplo de “sustentabilidade”, se fosse pelos índios hoje o Brasil todo seria um monte de cinzas improdutivas.

OS PRODUTORES NÃO PODEM PERDER TERRAS LEGAIS EM HIPÓTESE ALGUMA PARA MEMBROS DE UM ESTADO PARALELO, PARA ESSA GUERRILHA TERRORISTA DE “SEM TERRAS” E ÍNDIOS.

Todos Brasileiros serão severamente afetados, alguns diretamente e outros indiretamente.

A CNA e outros entes da agropecuária nacional falam que os índios precisam de terra mas que os produtores precisam ser indenizados (tudo muito bonito para o politicamente correto), então que se coloquem eles nas terras estatais. É um absurdo colocá-los em áreas privadas. Uma ova, isso é burrice ou delinquência, COMO ASSIM INDENIZAR UM PRODUTOR COM O DINHEIRO DE SEUS TRIBUTOS, PARA DAR A TERRA A UMA CORJA MUITO SUSPEITA? Dessa forma que esta sendo proposta estamos botando o nosso pescoço na forca, pode parecer bacana falar em indenização e lógico que é necessário para quem perdeu suas terras injustamente, isso seria o mínimo. Mas isso é utópico, surreal, pois nos mesmo estamos pagando essas indenizações e para que? Para tornar terras produtivas em zonas de crimes e atraso.

Ninguém esta sendo verdadeiramente indenizado, estamos sendo enganados e lesados, pois usam o nosso próprio dinheiro para pagar por nossas propriedades privadas que estão sendo expropriadas ilegalmente pelo governo marxista. Como pode ser justo e compensatório o estado pegar meus impostos e usá-los para desapropriar algo que é legalmente meu, e ainda desapropriar ilegalmente. É bem provável que algum inocente útil ainda caia nessa conversa fiada achando que se o estado indenizar o produtor a expropriação será justificável.

Isso não é indenização, isso é enganação.

Se o estado quer dar terras para índios preservarem a sua dita “cultura”, que deem as terras estatais, improdutivas, com toda mata nativa em cima, afinal, cultura de índio é isso, mato, caçar e pescar artesanalmente, coletar, se tratar com pajé. Agropecuária, internet, Hilux, celular, medicina moderna, curso de idiomas não faz parte da cultura indígena e nossos impostos não podem ser usados para isso.

A quantidade de índios brasileiros saiu de 294 mil em 1991 para 896 mil agora, segundo o Censo do IBGE. A presidente da Funai diz que não houve uma explosão na taxa de natalidade (sério?), mas que isso é fruto da queda do preconceito. Deixa eu ver se entendi: o governo criou privilégios para os “índios” (aqueles que usam jeans, celular e tem TV parabólica, mas que colocam um cocar quando chegam as câmeras da gente da TV), e a quantidade de gente que se declara índio explodiu? Uau! Que mistério!

Aconteceu a mesma coisa na Austrália, com os aborígenes. Que coincidência, não?! A elite branca culpada cria uma espécie de zoológico humano, cedendo terras aos “nativos” para expiar sua culpa (sabe-se lá qual, meus pais e avós jamais mataram um único índio), e depois ficam espantadas com o crescimento da população indígena? Gente, são quase 15% do território nacional de brinde. Índio quer apito! Alguém tem um cocar, um arco e umas flechas para me emprestar?

“O Brasil tem hoje nada menos de 13% do seu território destinados a reservas indígenas. No mais das vezes, o que se produz por lá são pobreza, miséria e ignorância. As comunidades que conseguem escapar desse destino se organizam sem dar bola para a Funai. E isso pode ser feito de maneira virtuosa ou viciosa, como se constatará mais adiante. Vejam como é distribuído o território brasileiro.

Vocês entenderam direito. A agropecuária ocupa, no Brasil, 329.941.393 de hectares; desse total, 98.479.628 são áreas de preservação dentro das propriedades. Logo, os proprietários rurais brasileiros preservam 29,84% das terras que constam, oficialmente, como destinadas à sua atividade. Como o Brasil tem 851 milhões de hectares, isso significa que agricultura e pecuária ocupam apenas 27,2% do território brasileiro (231.431.765 milhões de hectares). Estudos mais recentes falam em 27,7%.

Fizeram as contas? Em pouco mais do dobro do que se reserva aos índios, os produtores brasileiros conseguiram desenvolver uma das agropecuárias mais avançadas do mundo — único setor da economia que impede o país de ir para o buraco. Não obstante, é o que mais apanha: da imprensa, das ONGs, dos ecologistas, do MST, de qualquer politicamente correto em busca de uma causa ou de um nativo para chamar de seu.

 Leituras recomendadas:

O Mato Grosso do Sul pede socorro – Os crimes continuados da Funai contra agricultores brasileiros, contra a economia, contra o bom senso e contra os… índios! Ou: A incrível história de uma comunidade de 4 mil pessoas destruída pelo governo petista

Dois pré-candidatos ao Supremo. Ou: Talvez os produtores rurais brasileiros devam se mudar para o Paraguai!

O Brasil nunca pertenceu aos índios

Aposentado de 81 anos é desalojado pelo Código Florestal

O aposentado Celso de Oliveira de 81 anos, morador da cidade de Fartura, interior de São Paulo, foi obrigado pela justiça, com base no Código Florestal, a demolir sua própria casa, situada próxima à Represa de Chavantes, no bairro Barra Seca.

Seu Celso com algumas das mudas que ele plantava habitualmente em seu terreno e que a (in)justiça ambiental mandou arrancar na mesmo ordem que mandou demolir a casa.

Recebi um longo e-mail da Srª. Maria Angélica de Paula, esposa do Sr. Celso Oliveira, descrevendo os acontecimentos. É por situações como essa que esse blog existe. Reparem nos absurdos que a legislação ambiental vem causando na vida de gente simples como o Sr. Oliveira e D. Angélica. Esse tipo de ambientalismo canalha precisa ser detido. É claro que precisamos tomar conta do nosso patrimônio ambiental, mas fazer isso pisando na dignidade de gente como o Sr. Oliveira não é correto.

Tomo a liberdade de reproduzir o e-mail da D. Angélica abaixo e peço desculpas por não poder fazer mais do que isso. Agradeço a autorização para publicar o e-mail e o envio da foto. Segue a carta da D. Angélica:


Boa noite!

Sou Angélica, da cidade de Fartura-SP. É com profunda tristeza que relato um desfecho judicial. Em 2002, comprei um pequeno terreno na zona rural com treze mil e quinhentos metros quadrados de área, de forma retangular, às margens da represa de Chavantes. O ex- proprietário cultivava milho e mandioca no local, em meio a um cafezal já extinto. Nesse local, havia uma velha tulha, em decadência, que servia de abrigo em dias chuvosos para os trabalhadores. Era um local bonito somente pela topografia, comparado com os arredores, cujas vizinhanças construíam seus ranchos e trabalhavam na jardinagem e plantio de árvores.

Assim que o adquiri, construí no local da tulha, minha casa, e todos os dias dedicava uma parte do tempo para plantio de flores e árvores. Comprava mudas num viveiro da cidade, e com a ajuda de meu marido, plantávamos, em finais de semana ao mesmo tempo em que também nos ocupávamos em acabar com saúvas, que eram o flagelo do lugar.

Em 2004, certo dia, apareceu um policial ambiental e nos multou. Ele pediu para que meu marido assinasse o auto de infração, cujas alíneas já estavam assinaladas. Alegou que estávamos revolvendo a terra, descaracterizando-a, e nem adiantou falarmos que eram raízes de um cafezal extinto que retirávamos para plantar árvores. Foi embora, deixando-nos uma multa de três mil e oitocentos reais, recomendando-nos que a pagássemos junto ao DPRN.

Meu marido pagou a multa. Tudo parecia tranqüilo, continuamos plantando nossas flores e árvores e quando nosso vizinho decidiu vender a área dele, por motivo de doença na família, meu marido comprou para minha netinha. Esse terreno era de um mil e quinhentos metros quadrados, com uma casa que ele havia comprado de outro, há mais ou menos uns dez anos.

Nesse terreno também havia eucaliptos seculares muito bonitos de maneira que não necessitávamos reflorestar a área, apenas cuidá-la. O espanto veio, quando um oficial de justiça bateu à nossa porta, intimando-nos a comparecer ao fórum. Meu marido ficou muito assustado, pois durante toda sua vida teve seu nome honrado.

O promotor nos perguntou se sabíamos por que estávamos lá. Dissemos que não, não sabíamos. Ele então nos disse: Vocês estão usando uma área que não pertence a vocês, essa área é preservada e pertence ao DPRN. Vocês construíram casas e elas devem ser demolidas. Tudo que for feito dentro de uma área de cem metros, deve ser retirado. Meu marido argumentou, dizendo que estava plantando, zelando, que estava conservando, que poderia fazer acordos. O promotor disse que tinha uma proposta, derrubasse tudo e tudo terminava ali mesmo. Então, todas as casas nessas condições serão demolidas, perguntou meu marido. Não! Estou falando da sua, cada caso é um caso.

Meu marido não aceitou acordo, porque não houve proposta de acordo, e no dia seguinte o oficial de justiça apareceu novamente em casa nos convocando para seguí-lo até a área implicada. Mediu a distância da margem da água até a casa, com passos, e contou 80 passos. Disse que estava distante 80 metros. Meu marido arrumou um advogado, que não era da área, pois da área não havia por aqui, e distante daqui era uma fortuna, e nosso salário não dava para pagar.

Enquanto corria o processo, todo mês, o oficial de justiça nos importunava, querendo ver a área e registrando o que observava. Nesse tempo, ficamos impedidos de entrar na área que ficou embargada e com isso, o mato crescia sobre as plantas novas que morriam, além das saúvas que cortavam-nas. Os desocupados, percebendo que a área estava embargada pela justiça, começaram a depredar a casa, até os postes da rede de luz roubaram. Muitos boletins de ocorrência e nenhuma ação.

Meu marido, hoje com 81 anos, foi ficando depressivo, pois essa situação, pela formação moral dele e idade avançada era uma tortura psicológica, sem contar os mal dizentes que o amedrontavam dizendo que ele terminaria preso.

Um dia, pedi cópia do processo para o advogado, e li que os oitenta metros que o oficial havia contado com os passos, tinha baixado para 40 e muitos laudos de peritos técnicos que nunca vimos. Perdemos em primeira instância, e em segunda instância, pedindo novamente cópia do processo, percebi que tudo que meu marido tinha de bens no passado constavam no processo, e a metragem de treze mil e quinhentos metros quadrados havia passado para 1,506 hectares. O advogado disse que a área da netinha tinha entrado também nessa nova metragem.

Enquanto o processo seguia, em segunda instância, em primeira instância cada promotor e juiz substitutos que passavam pela comarca, deixavam uma intimação, dizendo que tínhamos seis meses para demolição, sob pena de multa diária de mil reais. O processo havia sido dividido em três partes, de maneira que cada parte estava numa determinada instância, conforme íamos perdendo por unanimidade em todas elas.

No meu desespero, escrevi para Xico Graziano, pedindo ajuda e orientação, pois perder um bem desta forma é traumatizante, mas ele nunca me respondeu. Liguei para o DPRN que nos multou e lá me disseram que isso era com a justiça. Fiz um projeto de reflorestamento intimada pelo promotor, de plantar duas mil e quinhentas árvores. A promotoria sempre dando prazo de seis meses para plantar e demolir, do outro lado, o projeto no meio ambiente que nunca saía aprovado, sem contar a dificuldade para encontrar as mudas que determinaram que fossem plantadas.

Meu marido cada vez mais doente, tendo que fazer coisas que o físico não conseguia que era procurar as mudas e plantar, e o medo. Não sabia se plantava, se isso era desacato pois a área estava embargada, os seis meses terminando e o povo dizendo que ele seria preso.

Concluindo, perdemos por unanimidade em todas as instâncias, e o projeto foi indeferido, dizendo que a área deverá ser maior e que as plantas não condizem com a resolução. Os seis meses dados, terminariam no final de setembro, então meu marido, não suportando mais a pressão foi até a prefeitura, pagou para arrumarem a máquina e deu início as demolições. A primeira casa foi da netinha, presente dele para ela, que é uma netinha adorada.

O maquinista me contou, que foi a cena mais triste do mundo, ver um velhinho chorando num cantinho, assistindo a demolição do presente que deu para a neta. Ele também me disse que quase desistiu, pois não conseguia ver nenhuma irregularidade naquele lugar, nada que prejudicasse a natureza. Foi forte, porque viu a intimação.

Naquela mesma noite, meu marido foi para o hospital. Não resistiu a pressão psicológica. Meu filho, vendo o pai naquele estado, entrou em pânico, sem saber o que fazer, se fechou, numa amargura impenetrável. Eu não sei como ajudar, apenas vejo minha família desestruturada, sem apoio, sem justiça.

Não gostaria que meu marido morresse assim, se sentindo martirizado, menosprezado e bandido. Gostaria que alguém, iluminado por uma luz divina, através de ações, mostrasse a ele que ele é um homem honrado e que quando morrer, morrer com dignidade porque ele é um bom homem. Eu sei que a história não termina aqui. Ainda ele será chamado para os ajustes finais, para os acertos de contas na justiça.

Fonte: Paz No Campo. Para ler o artigo original, clique aqui.