Por que eu votaria no Bolsonaro se as eleições presidenciais fossem hoje?

Bolsonaro 1

Se as eleições de presidenciais de 2018 fossem hoje eu votaria em Jair Bolsonaro para presidente. Quero elencar abaixo oito razões. O texto é grande, mas importante.

1) Embora muitos critiquem Bolsonaro por, aparentemente, não entender muito de economia, devo lembrar que Lula não entende nada de nada. Seguramente foi o mais ignorante dos presidentes que tivemos. Aliás, num vídeo recente ele afirmou o disparate de que se você está com uma dívida, pega um empréstimo, paga a dívida e segue a sua vida. É um “ótimo” conselho econômico, não? Mesmo assim, sem qualquer habilidade em economia ele conseguiu fazer uma boa gestão econômica no seu primeiro mandato como presidente (2002-2006). Como isso foi possível? Convocando uma boa equipe para o seu ministério.

Lula, embora seja um completo imbecil em quase qualquer área do saber humano, é um exímio estrategista político. Quando subiu ao poder tratou de montar uma equipe razoavelmente liberal para dar segurança aos investidores, angariar a simpatia de empresários, criar um terreno econômico estável e, a partir daí, iniciar um processo de expansão de crédito, agigantamento do Estado e aparelhamento das instituições. Esses três últimos fatores foram, obviamente, o objetivo principal de Lula e do PT desde sempre. E foram os fatores que plantaram as sementes da atual crise pela qual passamos.

Em outras palavras, Lula soube usar de um capitalismo razoavelmente liberal para criar alianças, fazer muito dinheiro para o PT e desenvolver mais plenamente um Estado corporativista que FHC já havia iniciado. Lembre-se que um Estado corporativista (também chamado de capitalismo monopolista de Estado) é o estágio anterior ao Estado socialista (era o próprio comunista Lênin que afirmava isso em seus escritos).

Podemos buscar outro exemplo em Itamar Franco e seu sucessor na presidência, FHC. O primeiro era engenheiro civil. O segundo era sociólogo. Foi no final do governo do primeiro com o segundo como ministro da fazenda que o Plano Real foi formulado. E apesar de suas falhas, o plano cumpriu o que prometeu, acabando com a hiperinflação e estabilizando a moeda. O sucesso foi resultado do entendimento deles de economia? Não.

O sucesso foi resultado da equipe econômica escolhida para o ministério.
Em suma, o presidente não governa sozinho e as áreas que ele não domina podem ser perfeitamente geridas por boas equipes. Se até Lula conseguiu, não há motivo para crer que Bolsonaro não conseguiria. Claro que tudo é uma aposta. Contudo, usar apenas esse argumento para não votar em Bolsonaro é algo frágil.

2) O maior problema do Brasil hoje não é de ordem econômica, mas sim moral/cultural. Precisamos hoje de um nome que tenha ética e pulso firme para se opor à pautas culturais como desarmamento da população, centralização das polícias, financiamento público de passeatas gay, kit gay nas escolas, banheiro unissex também nas escolas, leis pró imigração, leis pró aborto, leis pró drogas, um MEC enviesado para o marxismo, obstruções à Operação Lava-Jato, e etc.

Essas pautas são de importância maior que as econômicas. Quem estudou um pouco das ideias de Antônio Gramsci (esse foi o tema do meu TCC¹, aliás) sabe que a guerra cultural se tornou primordial para a esquerda e que, a longo prazo, vitórias no campo cultural possibilitam hegemonia política. Se não houver quem combata firmemente essas pautas, a sociedade será engolida por problemas muito piores que os econômicos.

Aqui cabe uma reflexão sobre o prefeito de São Paulo, João Dória. Sem dúvida, ele está fazendo uma ótima gestão e, como prefeito, é um nome excelente. Talvez ele fizesse uma boa gestão como presidente. Mas pouco adiantaria ter uma sociedade bem gerida economicamente, porém homens-bomba explodindo pessoas, um povo desarmado contra traficantes e milicianos, um MEC financiando pornografia e ativismo gay nas escolas, um Estatuto da Criança e do Adolescente engessado criando jovens sem limites, a ONU nos empurrando em direção às suas pautas culturalmente destrutivas e, claro, um PSDB mais forte. Pensar só na economia é ignorar que um bom gestor pode deixar uma sociedade economicamente organizada e culturalmente destruída, o que é perfeito para um sucessor socialista fazer a festa e destruir tudo.

Essa é a grande diferença entre quem é só liberal em economia e quem é conservador. O conservador quer uma economia livre e uma boa gestão, mas entende que a guerra cultural/moral não pode ser deixada de lado. O liberal pensa que resolvendo a economia tudo o mais se resolve. Ignora que a guerra cultural é a arma mais poderosa do socialismo atual e que o capitalismo pode ser usado pela esquerda para ganhar dinheiro e agigantar o Estado.

Dória pode fazer um ótimo trabalho à curto prazo (como até o esquerdista FHC conseguiu no que diz respeito à estabilização da moeda). Mas se ela for limitada à parte econômica, Dória estará plantando as sementes para um terrível domínio esquerdista da sociedade, que poderá vir pelas mãos do próprio PSDB ou de algum partido pior (que foi exatamente o que FHC fez, ajudando a criar caminho para o PT de Lula e Dilma).

3) Bolsonaro não passa por cima de princípios por conta de partidos. Ele não se prende aos interesses de uma cúpula partidária. Daí temos mais uma diferença entre Dória e Bolsonaro. O prefeito de São Paulo tem forte amizade com Geraldo Alckmin e tem demonstrado grande fidelidade ao PSDB. Suas críticas ao PT são duras (o que é bom), mas parece estar bem comprometido com o PSDB. Isso não é bom. É um indício de que comprar Dória como presidente é comprar também FHC, Alckmin, Serra e Aécio. Já Bolsonaro é um político independente que pode construir alianças com quem possui princípios semelhantes e recusar alianças com quem é corrupto ou possui um projeto destrutivo de sociedade.

4) As opiniões mais radicais e reprováveis de Bolsonaro não possuem a mínima chance de serem aprovadas como lei e muitas não figuram como pretensão do candidato. Por exemplo, Bolsonaro é só elogios ao período do regime militar. Eu, embora reconheça que o regime não foi uma ditadura (foi um regime híbrido com características autoritárias e democráticas) e que possui méritos, não endosso o regime, creio que ele foi desnecessário e que cometeu muitas falhas.

Contudo, a opinião de Bolsonaro nesse aspecto é irrelevante para  um possível governo dele, já que ele não pretende instaurar um regime militar, tampouco teria apoio se pretendesse. Sua opinião refere-se ao passado, não ao presente. Ao contrário de comunistas, que possuem o mesmo projeto comunista de sociedade do passado, Bolsonaro não tem como meta uma ditadura.

5) Os projetos de lei já protocolados por Bolsonaro durante seu tempo de deputado até hoje são realmente muito bons. Você já viu? Cito onze aqui:

– PL 6944/2017: impede a limitação dos dados de internet proposta pela Anatel e as empresas concessionárias que prestam serviços de banda larga
– PL-4730/2016: torna hediondos os crimes de homicídio doloso praticados com arma de fogo;
– PL-1281/2015: permite bloquear celulares e radiotransmissores em presídios;
– PL-1824/2015: impõe pena mínima de dez anos de prisão para quem praticar três crimes;
– PL-2832/2015: permite não caracterizar como crime atos de defesa ao patrimônio
– PL-860/2015: obriga a revista pessoal aos visitantes de presídios
– PL-7421/2014: agrava a pena para crimes de pichação
– PL-5398/2013: aumenta a pena para crimes de estupro
– PL-367/2011: suspende o direito de dirigir de quem atingir quarenta pontos na CNH num período de doze meses
– PEC-5107/2007: concede imunidade tributária à produção e comercialização de programas de computador
– PL-6163/2005: autoriza órgãos de segurança pública a reaproveitarem armas e munições apreendidas ou encontradas

Além desses e de outros projetos de lei interessantes, Bolsonaro também é autor original do projeto de acoplar à urna eletrônica um sistema de voto impresso, a fim de que elas sejam auditáveis. Concorde-se ou não com tais propostas, elas sem dúvida versam sobre assuntos de grande interesse da população. E não é exagero afirmar que a maior parte da população dá apoio a todas essas ideias. Seria Bolsonaro tão inepto, então?

6) Há uma tendência nas pessoas de querer para a presidência ou um político ideal ou então ninguém. Ou tudo ou nada. Isso não faz muito sentido. Apoiar o Bolsonaro para a presidência não significa achar que ele é ideal ou colocar a mão no fogo por ele. É apenas reconhecer que ele pode ser a opção mais viável para o momento (ou a menos ruim, como preferir). Adotar a postura de “tudo ou nada” não é racional, pois a vaga de presidente não vai ficar sem ninguém. Alguém estará lá goste você ou não. Então, se não há político ideal (e eu questiono se em alguma parte do mundo existe um “político ideal”) você deve escolher o melhorzinho ou o menos ruim. Isso é óbvio.

Circulou por um tempo um meme de um carro numa estrada. Em dado momento do trajeto, a estrada se dividia em duas. Um caminho tinha uma placa escrito Bolsonaro e outro caminho tinha uma placa escrito Lula. O carro continuou direto e caiu no precipício por se recusar a escolher um dos dois. O sentido do meme é claro: igualar Bolsonaro a Lula. A piada é engraçada, mas não deve ser encarada como mais que isso: uma piada, um meme, jamais uma argumentação factual. Por quê? Porque ela falha totalmente no senso das proporções.

Bolsonaro pode ser considerado um político ruim se focarmos em suas falhas retóricas, em alguns de seus posicionamentos mais radicais e em alguns de seus discursos ambíguos em relação à economia. Mas ele não é (até onde sabemos) um bandido, nem o líder de uma facção criminosa gigantesca (o PT) que pretendeu instaurar um totalitarismo no Brasil, nem o homem que apoiou e financiou (com dinheiro público) grupos guerrilheiros, narcotraficantes e ditadores por toda a América Latina. Ele não é responsável pela miséria e a opressão que a Venezuela sofre hoje nas mãos de Nicolás Maduro, nem pelo quase desarmamento do povo brasileiro, nem pelo sucateamento da polícia, nem pela utilização das faculdades, sindicatos e movimentos em braços militantes de partidos marxistas e socialistas.

Comparar Bolsonaro e Lula é comparar um político limitado em alguns pontos com um bandido de dimensões continentais. A verdade é que não há comparação entre Bolsonaro e Lula, Dilma, FHC, Aécio, Serra, Alckimin, Temer, Renan ou Cunha. Jair Bolsonaro é, no máximo, um político mal preparado. Jogar todos no mesmo saco é comparar crimes com inabilidade política e concluir que não faz diferença colocar um inábil na presidência ou um bandido. Falta senso aqui.

Perceba que estou trabalhando com a narrativa de inabilidade de Bolsonaro, que é uma narrativa midiática. A grande mídia o vende como radical nos costumes/cultura e inábil em administração e economia. Mas devemos aceitar acriticamente o que a mídia nos vende como verdade? Não seria Bolsonaro capaz de se cercar de uma boa equipe e gerir bem as contas públicas? Não existem conselheiros para isso? Ele não conta com o apoio de seus filhos, que possuem um conhecimento econômico mais atualizado? Alguém com honestidade não pode acertar na condução do dinheiro público, cortando aquilo que é supérfluo e desnecessário? Será que outros presidentes eram tão gabaritados em economia e administração a ponto de Bolsonaro ser considerado um inepto?

É curioso, mas nas eleições de 2014, Aécio Neves foi visto por muita gente como uma opção razoável ou menos pior que Dilma. Não vi ninguém criticando Aécio por uma possível inabilidade econômica. Mas quem dos que votaram em Aécio se lembra das suas propostas econômicas? Quem possui conhecimento básico em economia para distinguir uma boa proposta de uma proposta ruim? Acho que conheço as respostas.

Aécio Neves foi muito bem votado e todos sabemos hoje o quão bandido ele é. Há alguma razão para considerá-lo melhor que Bolsonaro? Por que então o ceticismo em relação a Bolsonaro parece ser maior que o ceticismo em relação a Aécio em 2014? Creio que a razão é midiática. Aécio é bandido, mas tem uma aparência e um discurso mais moderados, mais mansos. Bolsonaro é honesto (até onde se sabe), mas tem uma aparência e um discurso mais brutos, mais radicais. Então, estamos nos deixando influenciar em alto grau por aparências.

7) Puxando um gancho nessa questão das aparências, devo lembrar que atos valem mais do que palavras. Bolsonaro fala besteiras por conta de seu comportamento explosivo. Mas vale lembrar que quem cuspiu em sua cara foi o socialista Jean Willis. Vale lembrar que o ator global José de Abreu, petista até os ossos, cuspiu em uma mulher por divergências políticas. Uma professora socialista e feminista defecou e urinou na foto de Bolsonaro, na rua, em um protesto outro dia. O MST e sindicatos tacam fogo em pneus, os Black Blocks depredam patrimônios públicos e privados, universitários de esquerda impedem rotineiramente palestrantes de direita de falarem em palestras. Devemos julgar mais pelas palavras ou pelos atos?

Talvez fosse interessante deixar a hipocrisia de lado e perceber que diariamente nós falamos besteiras horríveis que jamais faríamos de verdade. Todo mundo já disse algo como: “Eu vou matar aquele menino!”, ou “Se você fizer isso, acabo com você”. Quantos não disseram, em momentos de raiva, que determinado político ou determinado bandido deveria receber uma surra ou sofrer algo grave? Pessoas comuns do povo falam em fuzilar deputados, tacar uma bomba no congresso, espancar estupradores até a morte. Isso é algo rotineiro. E boa parte dessas pessoas não teria coragem de fazer 1% do que falam.

A sabedoria popular também diz rotineiramente que maus comportamentos são falta de cinto. Pessoas mais velhas geralmente dizem que apanharam muito na infância e hoje são pessoas honestas e felizes. Muita gente mais velha (muita gente mesmo, já ouvi o discurso dezenas de vezes) afirma que o período do regime foi tranquilo e que se caminhava na rua à noite sem medo.

Essas pessoas muitas vezes são duras em seus discursos e podem fazer parecer às vezes que defendem espancamento de crianças e a ditadura. Mas na maioria dos casos essas pessoas são bastante moderadas, honestas e bondosas. Suas falas estão repletas de hipérboles e exageros retóricos que expressam apenas posicionamentos favoráveis a um pouco mais de ordem e respeito, e um saudosismo de quando existia isso no passado. A maioria delas não quer realmente uma ditadura, não criou seus filhos com sessões de espancamento e nunca fizeram mal a ninguém.

Bolsonaro peca por falar diante das câmeras o que a maioria da população brasileira fala no cotidiano e que, quase sempre, não passa de exagero retórico e força de expressão. O deputado fala o que lhe vem à cabeça. Não necessariamente é o que faria. E se atos falam mais que palavras é digno de nota que o tão radical Jair Bolsonaro não revidou a cusparada que recebeu de Willis, nem mesmo se interessou em processá-lo. Para quem possui uma imagem de ser tão radical, bruto e violento não é estranho? Parece que Bolsonaro é mais louco nas falas do que nos atos.

O que a mídia faz com Bolsonaro aqui no Brasil, fez com Donald Trump nos EUA. Os jornalistas fizeram a sua caveira. Homofóbico, islamofóbico, contraditório nas propostas econômicas, radical, ditador, xenofóbico, bruto, misógino, psicologicamente instável, despreparado, etc. O homem se tornou presidente, escolheu uma boa equipe econômica, cortou financiamentos à ONGs abortistas, reduziu financiamento à ONU, fez frente ao governo da Síria, renovou os laços com Israel, intensificou a luta contra a pedofilia, o desemprego tem caído nos EUA… O mundo não acabou, a economia americana não entrou em colapso… E então? Cadê o Apocalipse? Percebe? Isso não é uma defesa do governo Trump, mas uma defesa contra a imagem radical que a mídia montou de Trump.

Aliás, a mídia, repleta de jornalistas de esquerda e progressistas, tem colado a pecha de radical em qualquer político que seja minimamente conservador. Desse modo, políticos de centro e de direita se transformam, para a mídia, em extrema-direita. Curiosamente, a mídia nunca aponta a existência de uma extrema-esquerda. Cria-se, então, uma áurea de radicalismo em quem é mais nacionalista, enérgico contra o crime e conservador.

Ademais, a mídia faz questão de explorar essa imagem radical das mais diversas maneiras possíveis, o que inclui a criação de entrevistas apenas com perguntas secundárias e que envolvam alguma potencial polêmica. Isso é interessante de se enfatizar. Em todas as entrevistas feitas ao Bolsonaro, sempre os temas referentes à homofobia, cotas, o suposto racismo contra Preta Gil (já explicado dezenas de vezes), o suposto machismo e etc. são evocados como as questões centrais. Questões econômicas, de gestão e educacionais não são enfatizadas. Isso não é só com Bolsonaro, nem só aqui no Brasil. Um dos candidatos republicanos à presidência nos EUA, em 2016, reclamou em uma entrevista da fixação dos jornalistas pelo tema “homossexualidade”. Ora, essa fixação é proposital. O jornalista vai sempre focar nos temas polêmicos que possam ajudar a criar uma imagem radical do candidato.

Assim, um candidato conservador se torna homofóbico, autoritário, fascista e xenófobo só porque ataca financiamento público de passeatas gay, kit gay nas escolas, doutrinação marxista, aceitação irrestrita de imigrantes; e defende porte de armas para o povo, redução da maioridade penal e leis penais mais rígidas. Basta defender essas pautas e elas serão distorcidas e pintadas com cores de radicalismo. É contra kit gay? Quer que os gays sejam espancados. É à favor do porte de armas? Quer que todos saiam se matando por aí. Se já é assim com um candidato que tenha bom domínio retórico, imagina o que a mídia não consegue fazer com alguém que fala como se estivesse numa roda pessoal de amigos e familiares? Pois é.

8) Finalmente, Jair Bolsonaro é um candidato que, até o momento, demonstra não estar envolvido em esquemas de corrupção, é independente dos partidos mais criminosos do Brasil (PT, PMDB e PSDB) e possui princípios rígidos. Em um país com tão elevados índices de corrupção, ter alguém limpo e com princípios sólidos deve ser levado em alta conta. Comparar Bolsonaro com corruptos ou, pior, preferir corruptos, faz cair todo o discurso de ser anticorrupção. Ele pode estar longe de ser um político ideal e ter pontos bastante negativos, mas não há como compará-lo com os vários bandidos que temos hoje como possíveis candidatos à presidência. Reconhecer isso não implica dizer que Jair, se eleito, fará um bom governo. Talvez não. É uma aposta. Mas é uma aposta muito melhor do que confiar o cargo a um Aécio Neves da vida ou a figuras como Marina e Ciro Gomes, que sempre apoiaram partidos marxistas e o próprio PT.

A exposição dessas razões não pretende ser, primordialmente, uma defesa de Bolsonaro, mas sim uma defesa da ideia de votar nele como uma opção racional e viável. Muitos tem enxergado a ideia como idiota, desprovida de senso e tão louca como a ideia de votar no Lula. E é isso que quero combater aqui. Você pode não gostar de Jair Bolsonaro e não querer votar nele. Mas deve repensar a ideia de que votar nele é algo absurdo. Talvez fosse se o Brasil estivesse muito bem. Na atual conjuntura, contudo, ele é uma opção muito viável e, possivelmente, a melhor que temos.

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  1. O TCC foi defendido no dia 18 de Maio de 2017. O título da obra é “A influência de gramscismo no pensamento e na atividade de jornalistas de esquerda no período do regime militar (1964-1985)”. Obra produzida para a obtenção do título de bacharel em jornalismo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Colocando os pingos nos i’s (ou: assumam as merdas que vocês fazem)

Esse texto foi originalmente publicado no blog “Mundo Analista“. Para ler o original, clique aqui.

DilmaTem gente dizendo que o PT se entregou ao capitalismo, deixando de ser de esquerda e se tornando um partido de direita. Será?

Bem, capitalismo é um sistema econômico baseado em três fatores: Industrialização, Propriedade Privada e Livre Mercado. Quanto maior forem estes três fatores em um país, mais ele é capitalista. Quanto menor, menos capitalista. Se estes fatores forem muito fracos, o país não é capitalista.

A direita defende, a nível econômico, um capitalismo saudável. Isto é, um sistema com bastante liberdade econômica, baixos impostos, pouca burocracia para se criar e manter uma empresa, propriedade privada bem assegurada, pouca intervenção governamental, competitividade entre as empresas e boas condições para desenvolvimento da indústria.

Mas como medimos esses fatores em um país? Há alguns índices internacionais conceituados que podem nos ajudar nessa tarefa. O que precisamos fazer é simples: averiguar a posição do Brasil em cada um desses rankings. Vejamos:

– Economic Freedom (Liberdade Econômica): índice anual publicado pela Heritage Foundation. Avalia a liberdade econômica de 178 países. O Brasil se encontra hoje na 118° posição desse índice, sendo classificado pela instituição como “Mostly Unfree” (muito não-livre).

– Doing Business (Fazendo Negócios): índice anual publicado pela instituição de mesmo nome. Avalia o grau de facilidade de se fazer negócios na economia de 189 países. O Brasil está hoje na 120° posição desse índice.

– World Competitiviness Ranking (Ranking de Competitividade Global): índice anual publicado pela IMD com 60 países industrializados. Avalia como os países manejam seus recursos econômicos e humanos para gerar prosperidade. O Brasil está na 54° posição desse ranking.

– Competitividade Brasil: índice anual publicado pela CNI. Avalia o grau de competitividade industrial de 15 países selecionados com potencialidades semelhantes. O Brasil está na 14° posição.

Como podemos ver, o Brasil está bem distante de ser um país capitalista ou livre economicamente.

Podemos ainda citar outros dados.

– O brasileiro atualmente paga cerca de 36% de tributos ao Estado. Isso dá cerca de cinco meses trabalhando só para pagar impostos. É uma carga tributária muito alta. Ora, a direita luta pela diminuição de impostos. No entanto, ano após ano, eles só aumentam.

Alguns países desenvolvidos ainda tem uma carga tributária maior que a nossa, como é o caso dos países escandinavos. Mas o retorno que seus Estados oferecem à população é tão maior que o nosso, que o impacto é reduzido. Curiosamente, esses países apresentam números bem mais capitalistas que os nossos, o que demonstra que mesmo “Estados de bem estar social” precisam ter um capitalismo saudável para sustentá-lo. No Brasil, contudo, os impostos são altos e o mercado é engessado.

– O governo brasileiro, ao longo de três décadas, desconstruiu a autoridade do professor brasileiro dos ensinos fundamental e médio dentro de sala de aula. Há cada vez mais restrições a dar limites aos alunos, que sem padrões estabelecidos de conduta, tem feito o que querem em sala. A pretexto de construir um novo modelo de educação, de proteger a criança e o adolescente e de manter as escolas cheias, o governo dissipou a ordem, a moral e os bons costumes entre os estudantes, e amarrou as mãos dos professores e diretores.

– O governo brasileiro hoje torna quase impossível que um pai eduque seu filho em casa (o chamado “Homeshooling”, popular em vários países desenvolvidos). Assim, o cidadão brasileiro é obrigado a se sujeitar a um ensino público péssimo, que servirá para compor os números que os governantes querem, e para encher a cabeça das crianças de doutrinação ideológica.

– O governo brasileiro desconsidera a ideia de implementar o sistema de “Vouchers Escolares”, onde os pais são livres para escolher um colégio privado de qualidade e o governo financia os estudos da criança, em vez de obrigá-la a se submeter a uma instituição pública falida.

– O governo brasileiro proíbe que os pais disciplinem suas crianças com palmadinhas.

– O governo brasileiro discute criminalização da homofobia e do feminicídio, mas nada faz para manter presos os motoristas bêbados que matam pessoas todos os dias, ou para tornar mais rígido todo o código penal, a fim de não termos mais assassinos reincidentes (pois eles estarão presos). Aliás, o governo pouco se importa com os 50 mil homicídios anuais, algo que deveria ser a principal prioridade de qualquer governo.

– O governo brasileiro se recusa a terceirizar presídios, mesmo eles sendo muito melhores em qualidade e muito mais baratos.

Ora, o PT e sua base aliada, bem como a maioria dos governantes brasileiros, tem mantido essa mesma estrutura há anos. Qualquer partido político ou governo que suba ao poder e não aja no sentido de mudar drasticamente esse cenário, pondo o Brasil nas primeiras posições dos rankings econômicos mencionados, fortalecendo as leis penais para evitar reincidências e dando ao indivíduo a possibilidade de escolher o que é melhor para sua vida e para a criação dos seus filhos, NÃO É um partido/governo de direita. É de esquerda.

Coloquemos os pingos nos i’s: a esquerda não gosta de livre mercado, de economia competitiva, de cidadão escolhendo o que é melhor para si a despeito do governo, de cidadão criando o seu filho segundo suas regras, de lei penais rígidas, de regras escolares rígidas, de limites de conduta. A esquerda simplesmente foge de tudo isso.

O que o brasileiro hoje vê no seu país está há anos-luz de uma economia liberal e um governo de direita. Anos-luz. E ver pessoas afirmando que o PT é de direita e capitalista só mostra o quanto a hegemonia da esquerda já avançou nesse país. Um grupo de idealistas joga todos os problemas criados pelo seu partido na conta da direita e um monte de gente acredita! A estes, fica a nossa mensagem: assumam as merdas que vocês fazem. Nós tem nada a ver com esse partido.

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Referências:

Uma breve análise da reeleição de Dilma

Não poderia iniciar esta análise sem mencionar o que é para mim, um dos principais motivos da hegemonia marxista no Brasil. Esse motivo é a nossa péssima educação. Dito isto, esclareço que a educação no Brasil está evidenciada nos rankings internacionais, como uma das piores do mundo, e isto não é uma prerrogativa de classes, esta é uma constatação quase que, generalizada. O que sobra? Apenas pequenos círculos de pensamento elevado, entre os quais, destaco o seleto grupo de alunos, diretos ou indiretos, do prof. Olavo de Carvalho.

O problema educacional não é evidentemente um entrave apenas em nossa atualidade, já estivemos muito melhor, mas nunca alcançamos níveis de excelência. Muitos discutem as questões de classe como causa do marxismo no Brasil, uma bobagem é claro, não se trata de um ou outro estado, de uma ou outra classe, mas de uma péssima educação brasileira. Como já disse, em todos os níveis da sociedade.

Contudo, este problema parece se agravar nos últimos anos, e um item é importante para uma compreensão mais exata do abismo educacional, esse item é a grande influência de Antonio Gramsci na educação universitária.

Votar na esquerda é algo como votar em um salvador, é como a busca por um paraíso. Há justificativas para este comportamento? Historicamente não. Não mais, se existiram de alguma forma, já foram refutadas pela gigantesca bibliografia que retrata os genocídios do comunismo ao longo do século XX. Eis aqui uma forte relação com a educação. Por isso é que notamos professores universitários que defendem o socialismo/comunismo, porque não o conhecem. Nunca leram os autores mais importantes sobre o assunto. E se leram, e ainda defendem, é porque estão mal intencionados. Por isso, observamos indivíduos menos instruídos defendendo o socialismo/comunismo, porque escutam destes acadêmicos ou foram formados por estes. Em síntese, continuam sem conhecer a história.

As características do comunismo são claras, elas são; políticas, econômicas e ideológicas. Na categoria política, observa-se um monopólio dos ministérios, forças armadas e polícia. No Brasil, já estamos quase lá. Na categoria econômica, desenvolve-se uma oposição a economia de mercado, com exceções na agricultura e em algumas poucas atividades, nesse ponto, apenas sul e sudeste ficam fora dessa característica. Por enquanto. Em geral, esta economia é de comando, ou seja, de cima para baixo e não do mercado consumidor e fornecedor para a produção. Com a Dilma isto é bem claro, por isso nossa inflação. Na categorial ideológica, o fundamental para alimentar o sonho comunista é se basear na crença e na motivação utópica. O Brasil é repleto destas utopias. Deste sonho utópico, as desgraças vão ocorrendo e o povo sempre com aquela velha convicção de que tudo um dia vai melhorar, este é o caso específico do Brasil. Tentando sempre justificar a realidade contraditória de paraíso, com uma ideologia a vir a ser, assim o Brasil se eterniza na categoria de terceiro-mundismo. O abandono destas convicções é irremediavelmente uma tragédia para a continuidade do sonho inalcançável do comunismo, por isso, a Dilma se reelegeu. Para sustentar o sonho, utiliza-se o terrorismo, sem ele não há crença que se sustente, é preciso de ameaças, de intimidação, é preciso aterrorizar a população. É preciso culpar o capitalismo, até mesmo onde ele não existe.

O que falta para o Brasil? Leitura, mas boas leituras.

Fontes recomendadas para uma introdução ao estudo do comunismo:

BROWN, A. Ascensão e queda do comunismo. Tradução de Bruno Casotti. – 2ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.

CARVALHO, Olavo de. O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Editora Record, 2013.

PAIM, A. Avaliação do marxismo e descendência. Lisboa, 2005.

PIPES, R. História concisa da revolução russa. Tradução de T. Reis, – Rio de Janeiro: BestBolso, 2008.

RODRÍGUEZ, R. V, E, DE SOUSA, P. S. O marxismo gramsciano: pano de fundo ideológico da reforma educacional petista. Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos. Ano I, nº 1, Juiz de Fora, set.-nov./2006.

O que a direita brasileira quer?

Este texto foi publicado originalmente no blog “Mundo Analista“. Para ler na página de origem, clique aqui.

EstrategistaO ano de 2014 foi interessante para a direita brasileira. Vimos um considerável crescimento de manifestações contrárias à esquerda, uma eleição com mais candidatos políticos de direita em relação às eleições anteriores, muitas pessoas aderindo posicionamentos liberais em economia e conservadores em política, um aumento do interesse de diversas pessoas em política, o surgimento de vários blogs, sites e páginas de direita e uma fortíssima oposição de mais da metade do eleitorado brasileiro ao PT e a Dilma (considerando que boa parte daqueles que não votaram nem em Dilma, nem em Aécio, não estão satisfeitos com o governo petista). Os reflexos dessas mudanças são visíveis nas mídias sociais e no cotidiano das pessoas.

Entretanto, isso não é uma descrição otimista da situação da direita, mas realista. A direita realmente ganhou um pouco mais de espaço, força e representação. Mas ela ainda está muito longe de cativar o eleitorado. Para começar, não temos partidos de direita. O PSDB e DEM são apenas os mais centristas. Há algumas legendas novas surgindo, é verdade. Talvez uma ou outra dispute as próximas eleições. Mas até que esses partidos pequenos ganhem expressão e tenham chances reais de vencer a disputa por algum cargo vamos precisar de muitos anos. A melhor estratégia, portanto, é apostar as cartas em partidos mais centristas, como o PSDB, colocando lá dentro candidatos de direita e pressionando o partido a afastar-se cada vez mais da esquerda no espectro.

Ocorre que para fazer isso, a direita precisa estar bem organizada a nível extrapartidário. Em outras palavras, as pessoas em geral que se reconhecem como fazendo parte da direita precisam saber o que são, o que querem, como pretendem alcançar o objetivo e, finalmente, agir em conformidade com aquilo que sabe. E é justamente neste ponto que a direita brasileira tem falhado miseravelmente.

Enquanto a esquerda tem avançado a passos largos no domínio da cultura, do senso comum e da opinião pública, a direita ainda tem permitido ser associada com regime militar, ditadura, governo para ricos, corporativismo e etc. Ou seja, do ponto de vista estratégico a direita age como se fosse uma criança inocente. O que deve ficar claro aqui é que em política você precisa ser estratégico se quiser ganhar algo. Ser estratégico não significa ser um mentiroso ou um pragmático sem princípios e escrúpulos. Significa planejar suas ações e palavras sempre pensando no efeito psicológico que elas causam nas pessoas, e também, é claro, neutralizar rótulos e alcunhas lançados pelo adversário contra você, minando o efeito psicológico que ele desejava causar nas pessoas com relação ao seu caráter e reputação. Para aquele que é honesto e ama a verdade, tudo isso quer dizer agir conforme seus princípios, mas de maneira inteligente, bem pensada, estratégica.

A direita precisa aprender que há muito tempo os esquerdistas tem se empenhado em lutar uma guerra cultural. Suas armas não são físicas. Suas armas são psicológicas. Seus alvos são a própria plateia. Eles sempre estarão tentando colocar na cabeça do público que eles lutam por liberdade e democracia, contra o preconceito, a exploração e a desigualdade, que eles é que querem tolerância e respeito. Eles tentarão tomar posse de boas palavras para que as mesmas sempre remetam a eles. Ao mesmo tempo, inculcarão no senso comum que todos os seus opositores são de direita, que a direita é má, é preconceituosa, é ditatorial, é contra os pobres, é contra a liberdade. Todas as palavras e ações da esquerda são milimetricamente calculadas para gerar estes efeitos. Essa é a guerra deles.

Então, qualquer deslize, qualquer falha direitista que dê a eles a oportunidade de confirmar os rótulos que eles lançam cria um muro entre a direita e o público. E qualquer rótulo mentiroso lançado pela esquerda que não seja neutralizado pela direita e utilizado para desmascarar a desonestidade esquerdista apenas fortalecerá a posição esquerdista na mente do público.

Se você, portanto, se considera parte da direita, procure calcular suas palavras e ações com base nesta guerra cultural, que é uma luta pelo apoio psicológico das pessoas. Infelizmente, a esquerda está muito à frente da direita nesta guerra. Mas temos algo ao nosso lado: nós não precisamos mentir. Para escrachar a esquerda basta dizermos a verdade, usando de estratégias para que a verdade seja bem absorvida pelo público.

Em suma, saiba bem do que você é, o que quer, como pretende chegar ao objetivo e, então, aja conforme o que você sabe. Deixo aqui uma dica: a direita tem sido desde sempre o posicionamento político e econômico que desconfia de governos muito interventores e com projetos mirabolantes de novo mundo, e que aprendeu com a experiência que um Estado mais enxuto e livre economicamente é o melhor caminho para melhorar a vida da população e garantir a manutenção da liberdade individual. Isso é o que a direita defende e é isso o que você, como direitista quer, não é verdade? Então, fale e aja com base nisso, não deixando margem para que te rotulem com sucesso de fascista, defensor de ditadura, corporativista, amigo dos ricos e etc., mas demonstrando como esses rótulos não só são mentirosos como se aplicam aos próprios esquerdistas. A ideia é desmoralizar a esquerda diante da plateia.

Finalmente, se você é um daqueles que realmente que realmente acredita que o Brasil precisa de uma nova intervenção militar e vive bradando isso por aí, tire imediatamente essa ideia da cabeça e pare de falar besteira! Como eu disse, estamos em meio a uma guerra cultural. É uma guerra pelo domínio do senso comum, da cultura e da opinião pública. É uma batalha de rótulos, propagandas e discursos. Uma intervenção militar agora apenas iria reforçar na mente das pessoas uma associação entre direita e ditadura, esquerda e liberdade. A esquerda já teve muito lucro explorando essa associação psicológica com o regime militar de 1964-1985. Se tivermos outro regime desses, a direita vai morrer para sempre.

Além do mais, não é uma ditadura que nós queremos. Queremos uma democracia. Queremos liberdade. Intervenções militares sempre carregam consigo o risco de se converterem em um regime ditatorial. Uma vez que as armas atuais da esquerda são culturais, correr este risco é algo totalmente insano e idiota. Devemos, em vez disso, entrar com tudo na guerra cultural e destruir a esquerda moral e intelectualmente. Se a direita conseguir entender isso, poderá lutar de igual para igual contra a esquerda. Agora, se ela permanecer cometendo os mesmos erros infantis, adeus política. No fim, todo se resume a seguinte pergunta: o que a direita brasileira quer? A resposta vai definir o nosso futuro.

Você tem certeza de que vai votar no PT?

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Você sabia que o PT é o fundador e integrante até hoje de uma afiliação internacional chamada “Foro de São Paulo”? Essa afiliação foi criada em 1990 com a finalidade de reunir vários partidos de esquerda da América Latina, juntamente com organizações revolucionárias terroristas e narcotraficantes como as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

E você sabia que chefes de estado esquerdistas participam regularmente das reuniões do Foro? As poucas pessoas que sabem disso costumam a dizer que o Foro é apenas um grupo inofensivo de debates. Mas você sabia que os integrantes desse Foro assinam atas e resoluções destas reuniões?

Aliás, a importância desse Foro é tão grande para seus integrantes que quando o Foro completou 15 anos, o sr. Luís Inácio Lula da Silva, então presidente do Brasil, fez um discurso (que chegou a constar na página oficial do governo) ressaltando a relevância do Foro na tomada de decisões e formulação de estratégias em cada governo esquerdista afiliado. Ele chegou a citar afirmar ainda que a eleição de Hugo Chávez na Venezuela muito se deveu ao que se confabulou no Foro (Ver: “Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na celebração dos 15 anos do Foro de São Paulo“).

Você sabia que apenas em 2005 o Foro proibiu formalmente a participação de organizações criminosas como as FARC? E você sabia que o sr. Lula já defendeu publicamente a ideia de as FARC se tornarem um partido político?

Você sabia que o PT é um partido de origem e orientação socialista e que, como todo bom socialista, simpatiza com qualquer país ou organização que odeie os EUA? É por isso que o PT não vê mal em dialogar com grupos terroristas islâmicos e governos autoritários mulçumanos. É por isso que a sra. Dilma Vana Rousseff manifestou extremo carinho e compreensão para com o Hamas quando o mesmo estava sendo atacado por Israel.

Você sabia que o PT é um partido que se originou baseando-se nas ideias de Antonio Gramsci? Sabe quem foi Antônio Gramsci? Foi um marxista italiano da primeira metade do século XX que pregava um novo tipo de revolução socialista. Ele acreditava que o melhor modo de os marxistas efetuarem chegarem ao poder e o manterem, a fim de garantirem a revolução, era através do alcance da hegemonia cultural. Em outras palavras, o partido deveria focar em fazer todas as pessoas pensarem e falarem dentro dos moldes marxistas e do partido. Na medida em que isso fosse se tornando parte da cultura, do cotidiano de cada um, do senso comum e do instinto, as ideias do partido se tornariam a suprema verdade e o mesmo se tornaria hegemônico. Para tal, toda e qualquer arma não-fisica era válida. Qualquer coisa que pudesse inculcar na cabeça das pessoas que o partido é bom e não pode ser tirado do poder poderia ser usado.

Antônio Gramsci, aliás, fez uma releitura da famosa obra “O Príncipe”, de Maquiavel, onde ele dizia que o partido marxista deveria ser o novo príncipe. Assim, ele aplicava as regras de Maquiavel para a manutenção de poder ao partido, legitimando para o mesmo a ideia de que os fins justificam os meios. A ética de Gramsci funcionava assim:

1. Há um sumo bem;
2. Este sumo bem é a revolução, que criará um mundo perfeito;
3. O partido é o agente capaz de implementar a revolução;
4. Logo, tudo o que beneficiar o partido pode ser feito e justificado, pois é em prol do novo mundo.

Se olhar para o PT, verá que é isso o que rege suas más ações. Lula, por exemplo, confessou em uma palestra que citava números mentirosos só para ganhar simpatia (Aqui tem o vídeo: “LULA FALA MAL DO BRASIL, DIZ QUE MENTE E RI DAS MENTIRAS“). Os escândalos de desvio de dinheiro publico em que o PT está envolvido não são para meramente enriquecer o bolso de seus integrantes, mas para financiar campanhas do partido. Ou seja, faz parte do projeto de manutenção do poder.

Você sabia ainda que o PT era contra programas assistencialistas? O PT considerava isso esmola e uma forma de dominação da classe politica aos pobres. Mudou de ideia ao chegar ao poder. Você sabia que os primeiros programas de assistência foram criados pelo PSDB e que o Bolsa Família é apenas uma continuidade, união e ampliação de antigos programas como Bolsa Escola e Vale Gás? Você sabia que oferecendo o Bolsa Família para 11 milhões de famílias, propagandeando ser o criador da assistência e fazendo terrorismo mentiroso de que o PSDB irá acabar com o programa, o PT consegue mais de 15 milhões de votos?

Você está ciente de que o PT apoia governos que estão afundando seus países, como o de Nicolas Maduro, da Venezuela, que mantém o país com escassez de produtos e inflação? Aliás, o PT é amigo de políticas inflacionarias, tal como todo partido socialista. Afinal, fazer dinheiro é una maneira simples de o governo saldar dividas de empresas publicas deficitárias. Simples para o governo, mas terrível para o povo, já que é a inflação da moeda que gera o descontrole dos preços e a perda do poder de compra. Era o que ocorria no Brasil antes do plano real, que o PT votou contra na época. É o que está perigando ocorrer de novo, ainda que com menor intensidade.

Você sabia que a maioria dos grandes nomes do PT que lutaram contra o regime militar (incluindo a sra. Dilma), queriam implantar uma ditadura comunista? É o que confessa, por exemplo, o ainda hoje esquerdista e socialista Eduardo Jorge, neste vídeo:
Eduardo Jorge admite o que Dilma sempre escondeu: ‘Éramos a favor da ditadura do proletariado‘”.

Você sabia que ditaduras comunistas levaram milhões de pessoas à morte em países como o Camboja, o Vietnã, a China, a Coreia do Norte e a URSS, por repressão e falhas em planos econômicos?

Você tem ciência de quantas mentiras o PT tem contado nestas eleições para vencer o PSDB? Por exemplo, a de que o FHC quebrou o Brasil três vezes, enquanto Lula saldou a divida com o FMI. A verdade é que FHC passou por quatro fortes crises internacionais que atingiram principalmente países emergentes. E em vez de recorrer a políticas inflacionárias para pagar dividas (algo que todos os governos anteriores faziam e que Lula faria em seu lugar), pegou empréstimo com o FMI, o que é muito menos pior para a população. Lula, por sua vez, quando resolveu pagar a divida com o FMI simplesmente vendeu títulos da divida para bancos brasileiros. Ou seja, ele saldou a divida com o FMI contraindo uma divida com bancos nacionais. Ele transferiu a divida externa para a interna. Só isso. Mas com um “detalhe”: os juros nacionais são mais altos que os juros do FMI.

Outro exemplo de mentira: a de que o desemprego no Brasil é de 5%• Para se chegar a esse numero o IBGE usa uma metodologia totalmente falha, que considera como não desempregado até quem fez um bico na semana da em que foi entrevistado. Veja com seus olhos no site do IBGE:

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme/pmemet2.shtm

É uma metodologia totalmente diferente da usada nos países europeus. O DIEESE, aliás, um instituto já antigo de pesquisa do Brasil, indica que o valor na verdade é de 10%. E pela metodologia europeia, seria mais de 20%. As seguintes leituras ajudam a entender melhor:

– A real taxa de desemprego no Brasil
– A farsa da taxa de desemprego no Brasil! 5,3% ou 22,1%?
 EXCLUSIVO: Desemprego no Brasil ultrapassa os 20%
– Governo manipula para baixo taxa de desemprego do Brasil

E por aí vai.

É realmente esse partido que você quer no poder? Um partido que acha que mentir para o seu bem é justificável, que tem um plano de se tornar hegemônico, que simpatiza com terroristas, ditadores e narcotraficantes, que discute estratégias e ações em um Foro com gente da pior espécie! É isso que você quer? Imagine esse partido conquistando a hegemonia que pretende! Imagina esse partido se tornando parte da cultura e da mentalidade da maioria dos brasileiros, incluindo até policiais, delegados e juízes! Imagina uma lei de controle de mídia nas mãos de um partido que alcança essa hegemonia! Tudo isso pode levar ao totalitarismo. Mas mesmo que isso nunca aconteça, você acha que um partido assim deve ficar no poder? Acha que um partido assim vai diminuir a horrenda taxa de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos? Acha que esse partido vai conseguir limitar a corrupção? Acha que esse partido vai dar aos brasileiros a condição de andarem com as próprias pernas, sem a necessidade de um Estado-babá que toma conta de tudo, sufocando nossa autossuficiência?

Talvez você venha me dizer que o PSDB também tem um monte de erros. E tem mesmo! Tem corruptos, tem incompetentes, tem idiotas e tem um programa de governo falho em diversos aspectos. Mas não passa de um batedor de carteiras em comparação ao PT, que já é o traficante dono do morro e líder da facção.

A gestão do PSDB entre 1994 e 2002 e as razões da direita para escolher os social-democratas nessas eleições

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Aécio

Até onde sei, FHC e seu partido, o PSDB, governaram o Brasil em uma época complicada economicamente. O país já vinha quebrado com uma hiperinflação que perdurava desde a época da ditadura e com diversas empresas públicas prestando maus serviços, gerando déficits ou não lucrando o esperado. De quebra, aquele Brasil ainda viria a sofrer com os reflexos de crises internacionais que afetariam principalmente os países emergentes. Ou seja, a economia tupiniquim não vivia dias muito tranquilos.

É claro que existiam muitos outros problemas que afligiam os brasileiros. E é claro que, para o cidadão comum, economia não é algo muito interessante. O que ele quer é ver resultados práticos em sua vida. Práticos e rápidos. Mas é preciso dizer que a economia, essa coisa abstrata, difícil e chata, é um dos principais pilares para resolver os problemas de um país (senão o principal, já que tem outros pilares, como a formação do caráter de um filho, por exemplo, que cabem ao cidadão e não ao Estado). Somente quando acertamos os principais problemas da economia de um país, temos condição de começar a resolver outros problemas.

Pois bem, foi isso o que FHC e o PSDB se esforçaram para fazer em seu governo: dar um jeito na economia. E os resultados foram positivos. O plano real estabilizou a moeda, acabando com a hiperinflação e as privatizações de algumas empresas problemáticas fizeram com que os serviços melhorassem bastante, os lucros aumentassem (gerando mais receita para o governo sem onerar o cidadão) e o crescimento das mesmas, à longo prazo, gerasse mais empregos. O serviço de telefonia é o exemplo que mais se destaca, pois era realmente muito ruim e caro. Hoje qualquer um pode ter um celular.

O governo da época também procurou facilitar a entrada de empresas estrangeiras no país como uma forma de estimular a concorrência e diminuir preços de alguns produtos. Criou ainda a lei de responsabilidade fiscal, a fim de limitar um pouco a má gestão do orçamento público em estados e municípios.

Não podemos dizer que foi um governo perfeito e que todos os problemas econômicos foram sanados. Entretanto, as medidas econômicas tomadas deram ao Brasil a estabilidade necessária para começar a pensar na resolução de outros problemas. E nisso o PSDB, como um legítimo representante da social-democracia, também procurou fazer, ao criar programas sociais como o Bolsa Escola, o Vale Gás e o FIES.

O panorama, portanto, que o PT encontra no Brasil quando assume a gerência do país é o de uma economia centenas de vezes melhor do que quando o PSDB assumiu e com vários programas sociais que poderiam continuados (e, de fato, foram. O Bolsa Escola, o Vale Gás e outros programas acabaram sendo reunidos no Bolsa Família pelo PT, que, vale lembrar, não concordava com a existência deles, chamando-os de esmola). Em outras palavras, o PT entra com a faca e o queijo na mão, já não necessitando focar tanto na questão econômica, mas podendo pensar na resolução de outros problemas.

Do meu ponto de vista, a gestão do PSDB foi positiva. Em primeiro lugar, porque os problemas econômicos do Brasil eram bem graves e o contexto não ajudava nem um pouco. Ainda assim, a gestão os atacou com eficiência. Em segundo lugar, porque nenhum governo é capaz sanar todos os problemas de um país enorme como o Brasil em apenas oito anos de gestão. Pensar que o governo FHC conseguiria, além de resolver problemas econômicos graves, resolver completamente os problemas de saúde, educação, segurança pública, miséria, infraestrutura e etc. do Brasil em oito anos é exigir o impossível. Não estamos falando de um país com o tamanho de uma Suíça.

Assim, não vejo sentido em julgar o governo do PSDB como um governo que deveria ter feito mais e sim como um governo que preparou um bom terreno para o governo que o sucedeu. Não vejo sentido em ver a gestão de FHC como uma gestão que falhou em resolver outros problemas além da economia e sim como uma gestão que deixou as coisas mais arrumadas para o governo seguinte. Isso não significa dizer que a gestão foi perfeita, que não tomou decisões ruins e que foi isenta de erros, mas é apenas reconhecer que ela fez muito pelo Brasil em uma época complicada e que o saldo final foi positivo.

Quaisquer que sejam as comparações entre os governos PT e PSDB, portanto, precisam levar em conta elementos básicos como o contexto nacional e internacional em que cada gestão assumiu o Brasil, os problemas prioritários que precisavam ser resolvidos em cada época e os resultados conquistados em relação um ao outro e em relação ao seu contexto. Esse tipo de comparação é mais complexa, demanda mais tempo e paciência, porém é mais justa.

Das análises que tenho feito, tenho chegado à conclusão de que o governo PSDB foi superior ao do PT e que, assumindo em um contexto econômico mais tranquilo em comparação ao de outrora, tem boas chances de atuar bem em muitas das áreas às quais, naquela época, não era possível fazer grandes coisas e/ou não foram dadas tanta atenção.

Não obstante, deve-se ter em mente que isso não quer dizer que uma nova gestão do PSDB irá acabar com os problemas na saúde, educação, segurança pública e etc. Primeiro, porque, como já dito, não se muda grandes problemas em alguns poucos anos. Segundo, porque, o PSDB não é um partido de direita. Ele é de esquerda moderada. Oscila entre esquerda e centro. Como um legítimo representante da social-democracia, sabe o valor do capitalismo, mas não abre mão dos cacoetes esquerdistas de querer domar a economia como um cavalo adestrado e de enxergar o Estado como uma mãezona que deve educar seus filhos. O primeiro cacoete inviabiliza o surgimento de novas ideias que integrem a iniciativa privada às resoluções de problemas sociais. Um governo assim, por mais que abra algumas concessões ao livre mercado para que a economia cresça e respire, sempre continuará crendo que pode abraçar o mundo e resolver a maioria das coisas através da ação direta do Estado, o que sempre acaba gerando má administração, corrupção e autoritarismo.

O segundo cacoete inviabiliza a criação de leis penais mais rígidas, melhores sistemas de fiscalização e o respeito às leis. Um governo assim, dificilmente conseguirá combater com eficiência a corrupção (seja nos altos ou nos baixos escalões), o sentimento de impunidade, o desrespeito à autoridade, a reincidência de crimes que poderiam ser evitados e etc.

Num país de dimensões continentais como o Brasil, com um péssimo passado econômico, um horroroso histórico de corrupção e uma sucessão de governos autoritários, isso tudo desde que passou a existir como país independente, é praticamente impossível que um governo social-democrata consiga transformá-lo em uma Suécia, por exemplo, que o que é hoje justamente porque tem uma história oposta a do Brasil em tudo o que acabei de falar.

Meu voto nesse segundo turno (como foi no primeiro) vai para o Aécio Neves, do PSDB, não porque eu pense que ele dará jeito em tudo (nem se ele fosse de direita eu acharia isso, aliás), mas porque a social-democracia está mais próxima daquilo que eu acho que seria o melhor para o Brasil. Meu voto vai para o Aécio porque não acredito em governos de esquerda e, na falta de um candidato e um partido de direita, o melhor é votar em social-democratas.

Há quem diga que esse tipo de voto é voto pelas elites, que não ser de esquerda é ser contra o pobre. Mas não é verdade. Ser de direita é simplesmente entender que dá para sentar e pensar em maneiras mais eficientes de cuidar do país e dos pobres sem precisar fazer do Estado uma mãezona. Para quem gosta de programas sociais, não é sequer necessário abandoná-los. Convido-o a pensar, por exemplo, em um governo que em vez de gastar rios de dinheiro com escolas públicas, transferisse aos poucos os alunos para bons colégios privados, financiando a mensalidade de cada um e dando aos pais a oportunidade de transferir o aluno de colégio se achar necessário? É difícil? Há possíveis problemas? Pode ser, pode ser. Mas como eu falei, é necessário pensar. Sentar e pensar.

No mais, qualquer pessoa sensata sabe que se um país estimula a iniciativa privada e a concorrência, os produtos tendem a ficar mais baratos e melhores, mais empresas tendem a surgir e, com isso, mais empregos. Isso, à longo prazo, é o melhor tipo de programa social existente.

Qualquer pessoa sensata sabe também que violência e corrupção só podem ser controladas com leis rígidas, que imponham respeito ao criminoso, ou que, no mínimo, o mantenha impossibilitado de cometê-lo novamente contra o cidadão honesto. A taxa de cinquenta mil assassinatos anuais no Brasil só irá diminuir se o sujeito que matar uma vez não puder matar de novo. E para isso é necessário haver leis rígidas.

Ser de direita é simplesmente tentar melhorar as coisas sem depositar confiança em esperanças utópicas como um governo repleto de homens de ótimo caráter e perfeita noção de administração. É tentar melhorar as coisas reconhecendo que ninguém é perfeito, que alguns são corruptos, que outros são maus gestores e que é preciso criar mecanismos inteligentes para limitar ao máximo os prejuízos que a imperfeição humana causa a nós mesmos.

Aqui ficam expostas, portanto, as minhas razões para votar no candidato e no partido social-democrata. Em suma, eles são os que, atualmente, mais se aproximam do que julgo ser bom para o Brasil. Mas também há motivos para simplesmente não votar no PT, tais como o fato de este ser um partido de origem/orientação marxista (ideologia que só causou genocídios, miséria e perseguição nos países onde tentou ser implantada), de ter ajudado a criar no início dos anos 90 (e fazer parte até hoje) do Foro de São Paulo – uma organização que reúne vários partidos de esquerda da América Latina, juntamente com organizações terroristas e narcotraficantes como as FARC -, de não apresentar qualquer preocupação com os 50 mil mortos assassinados no Brasil anualmente, de defender terroristas islâmicos, de aparelhar empresas estatais, de ser a favor de um Estado altamente interventor e eteceteras.

Além de tudo isso, há o fator democracia. Não é bom para a democracia que um partido fique eternamente no poder. É perigoso. Está na hora de mudar. Entrando, porém, o PSDB na gestão brasileira, certamente não cessarei de fazer minhas críticas, tampouco considerarei ideal que social-democratas estejam no poder. Esta é a minha posição.

Continua o avanço do PT contra a Democracia, depois do Santader agora o alvo é a Empiricus Consultoria

E segue a caçada aos opositores da ditadura PTista, agora o alvo e uma consultoria de mercado, a Empiricus.

Após episódio com o banco Santander, partido atua para neutralizar análises da consultoria Empiricus, que prevê “futuro sombrio” para a economia brasileira caso a presidente Dilma se reeleja

O PT já pediu ao TSE para o mesmo retirar as analises de mercado da empresa da internet. Segue algumas analises perfeitas sobre a realidade nacional, tenho todas salvas caso sejam eliminadas pela censura PTista:

O Fim do Brasil

Como se proteger de Dilma

Estão falando em terrorismo eleitoral, mas quem pratica o terrorismo é o PT e seus asseclas, abertamente via CUT, MST, PCC e afins.

Aécio Neves comentou o caso do Santander e esclareceu alguns fatos a sua maneira, resumindo claramente que o que o PT quer fazer é calar ou eliminar quem não segue as ordens do partido:

Santander – Durante a sabatina, Dilma afirmou que é “inadmissível” uma instituição financeira posicionar-se contra sua candidatura à reeleição. O Santander enviou recentemente um informe aos seus clientes de alta renda afirmando que a possível reeleição da presidente traria riscos econômicos.

Aécio criticou a reação da presidente: “Não adianta o dirigente partidário questionar ou cobrar demissões de uma instituição financeira, porque teriam que demitir praticamente todos os analistas, de todas as instituições financeiras. Todos eles são muito céticos em relação ao cenário da economia brasileira se continuar o atual governo”.

“Quando a presidente está pior nas pesquisas, a Bolsa sobe”, disse o presidenciável. “A resposta adequada do governo não é questionar uma nota ou pedir que cabeças rolem. A resposta adequada do governo seria garantir um ambiente estável, de confiança, regulado, para que os investimentos possam voltar ao país, para que a inflação possa ser controlada e tenhamos crescimento da economia.”

Banco Santander demite funcionários para agradar o PT, com isso deve ser agraciado com “selo de fidelidade” a ditadura socialista