FHC, PSDB e a diferença entre a Social-Democracia e a Direita

Os dois maiores partidos políticos do Brasil atualmente são o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido da Social-Democracia Brasileira (PSDB). Não por acaso, os cinco últimos mandatos de presidente da república foram exercidos por candidatos dos dois partidos: FHC (PSDB), Lula e Dilma Rousseff (PT). Não por acaso também, esses dois partidos apresentam grande rivalidade na política brasileira. Natural. Em qualquer lugar onde existem “grandes”, existe também uma grande rivalidade.

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Colocando os pingos nos i’s (ou: assumam as merdas que vocês fazem)

Esse texto foi originalmente publicado no blog “Mundo Analista“. Para ler o original, clique aqui.

DilmaTem gente dizendo que o PT se entregou ao capitalismo, deixando de ser de esquerda e se tornando um partido de direita. Será?

Bem, capitalismo é um sistema econômico baseado em três fatores: Industrialização, Propriedade Privada e Livre Mercado. Quanto maior forem estes três fatores em um país, mais ele é capitalista. Quanto menor, menos capitalista. Se estes fatores forem muito fracos, o país não é capitalista.

A direita defende, a nível econômico, um capitalismo saudável. Isto é, um sistema com bastante liberdade econômica, baixos impostos, pouca burocracia para se criar e manter uma empresa, propriedade privada bem assegurada, pouca intervenção governamental, competitividade entre as empresas e boas condições para desenvolvimento da indústria.

Mas como medimos esses fatores em um país? Há alguns índices internacionais conceituados que podem nos ajudar nessa tarefa. O que precisamos fazer é simples: averiguar a posição do Brasil em cada um desses rankings. Vejamos:

– Economic Freedom (Liberdade Econômica): índice anual publicado pela Heritage Foundation. Avalia a liberdade econômica de 178 países. O Brasil se encontra hoje na 118° posição desse índice, sendo classificado pela instituição como “Mostly Unfree” (muito não-livre).

– Doing Business (Fazendo Negócios): índice anual publicado pela instituição de mesmo nome. Avalia o grau de facilidade de se fazer negócios na economia de 189 países. O Brasil está hoje na 120° posição desse índice.

– World Competitiviness Ranking (Ranking de Competitividade Global): índice anual publicado pela IMD com 60 países industrializados. Avalia como os países manejam seus recursos econômicos e humanos para gerar prosperidade. O Brasil está na 54° posição desse ranking.

– Competitividade Brasil: índice anual publicado pela CNI. Avalia o grau de competitividade industrial de 15 países selecionados com potencialidades semelhantes. O Brasil está na 14° posição.

Como podemos ver, o Brasil está bem distante de ser um país capitalista ou livre economicamente.

Podemos ainda citar outros dados.

– O brasileiro atualmente paga cerca de 36% de tributos ao Estado. Isso dá cerca de cinco meses trabalhando só para pagar impostos. É uma carga tributária muito alta. Ora, a direita luta pela diminuição de impostos. No entanto, ano após ano, eles só aumentam.

Alguns países desenvolvidos ainda tem uma carga tributária maior que a nossa, como é o caso dos países escandinavos. Mas o retorno que seus Estados oferecem à população é tão maior que o nosso, que o impacto é reduzido. Curiosamente, esses países apresentam números bem mais capitalistas que os nossos, o que demonstra que mesmo “Estados de bem estar social” precisam ter um capitalismo saudável para sustentá-lo. No Brasil, contudo, os impostos são altos e o mercado é engessado.

– O governo brasileiro, ao longo de três décadas, desconstruiu a autoridade do professor brasileiro dos ensinos fundamental e médio dentro de sala de aula. Há cada vez mais restrições a dar limites aos alunos, que sem padrões estabelecidos de conduta, tem feito o que querem em sala. A pretexto de construir um novo modelo de educação, de proteger a criança e o adolescente e de manter as escolas cheias, o governo dissipou a ordem, a moral e os bons costumes entre os estudantes, e amarrou as mãos dos professores e diretores.

– O governo brasileiro hoje torna quase impossível que um pai eduque seu filho em casa (o chamado “Homeshooling”, popular em vários países desenvolvidos). Assim, o cidadão brasileiro é obrigado a se sujeitar a um ensino público péssimo, que servirá para compor os números que os governantes querem, e para encher a cabeça das crianças de doutrinação ideológica.

– O governo brasileiro desconsidera a ideia de implementar o sistema de “Vouchers Escolares”, onde os pais são livres para escolher um colégio privado de qualidade e o governo financia os estudos da criança, em vez de obrigá-la a se submeter a uma instituição pública falida.

– O governo brasileiro proíbe que os pais disciplinem suas crianças com palmadinhas.

– O governo brasileiro discute criminalização da homofobia e do feminicídio, mas nada faz para manter presos os motoristas bêbados que matam pessoas todos os dias, ou para tornar mais rígido todo o código penal, a fim de não termos mais assassinos reincidentes (pois eles estarão presos). Aliás, o governo pouco se importa com os 50 mil homicídios anuais, algo que deveria ser a principal prioridade de qualquer governo.

– O governo brasileiro se recusa a terceirizar presídios, mesmo eles sendo muito melhores em qualidade e muito mais baratos.

Ora, o PT e sua base aliada, bem como a maioria dos governantes brasileiros, tem mantido essa mesma estrutura há anos. Qualquer partido político ou governo que suba ao poder e não aja no sentido de mudar drasticamente esse cenário, pondo o Brasil nas primeiras posições dos rankings econômicos mencionados, fortalecendo as leis penais para evitar reincidências e dando ao indivíduo a possibilidade de escolher o que é melhor para sua vida e para a criação dos seus filhos, NÃO É um partido/governo de direita. É de esquerda.

Coloquemos os pingos nos i’s: a esquerda não gosta de livre mercado, de economia competitiva, de cidadão escolhendo o que é melhor para si a despeito do governo, de cidadão criando o seu filho segundo suas regras, de lei penais rígidas, de regras escolares rígidas, de limites de conduta. A esquerda simplesmente foge de tudo isso.

O que o brasileiro hoje vê no seu país está há anos-luz de uma economia liberal e um governo de direita. Anos-luz. E ver pessoas afirmando que o PT é de direita e capitalista só mostra o quanto a hegemonia da esquerda já avançou nesse país. Um grupo de idealistas joga todos os problemas criados pelo seu partido na conta da direita e um monte de gente acredita! A estes, fica a nossa mensagem: assumam as merdas que vocês fazem. Nós tem nada a ver com esse partido.

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Referências:

Enquanto isso, no ajuste fiscal de mentira…

O ano de 2015 era para ser um ano de reajustes na economia brasileira, principalmente fiscais. As contas públicas estão cada vez mais deterioradas e cortes nos gastos são necessários, assim como reajustes nos preços controlados pelo setor público. Nesse cenário, a presidente Dilma Rousseff chegou ao ponto de pedir paciência à população. Para maiores detalhes de tal processo, recomendo este artigo.

E dentro desse cenário de cortes de gastos, em 2015 o governo destinará R$ 867 milhões aos partidos políticos. O texto original destinava “apenas” R$ 289 milhões ao Fundo Partidário, mas o digníssimo senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da proposta, ampliou a previsão em R$ 578 milhões adicionais.

Segundo Jucá, inclusive, o montante reservado para o fundo partidário foi negociado com o governo e é, por mais incrível que possa parecer, menor que o reivindicado por nossos maravilhosos parlamentares. “O pedido era para destinar R$ 2 bilhões para o fundo. Estabelecemos um valor possível de atender, que melhora a situação dos partidos e inicia o debate sobre o financiamento público de campanha”. R$ 2 bilhões de dinheiro do contribuinte era para tentar começar com o financiamento público de campanha. Já estamos começando a ver as maravilhas de tal modelo. Aliás, segundo o próprio Jucá, “se tiver financiamento público, esse valor vai ter que ser muito maior. Seria preciso entre R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões.” Destaco: dinheiro seu, que acorda cedo para trabalhar, para financiar propaganda de político – mesmo que você não concorde com nenhum candidato e anule seu voto.

Conforme a reportagem, segundo a lei eleitoral, 5% do total do Fundo Partidário são destacados para entrega, em partes iguais, a todos os partidos que tenham seus estatutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral. Os outros 95% são distribuídos às siglas na proporção dos votos obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados. Ou seja, apenas 5% são destinados igualmente aos partidos, e 95% ao status quo que vemos na política brasileira, já atolada em escândalos.

E o salário?

Ainda na mesma reportagem, o relatório aprovado pelo plenário do Congresso reserva R$ 900 milhões para pagar somente o aumento do salário de parlamentares, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), procurador-geral e presidente da República.

A remuneração de senadores, deputados, PGR e ministros do STF passou, em janeiro deste ano, a ser de R$ 33,7 mil por mês. Já presidente da República e ministros de Estado receberão R$ 30,9 mil.

Na próxima vez que você pagar um imposto lembre-se que parte dele é destinado para essas verbas. Depois, compare quanto você ganha com quanto ganham nossos “líderes”. Lembre-se, então, que você é um dos que sustentam todo esse sistema.

Dilma, a “Ex” terrorista, agora diz condenar o ISIS pelo atentado na França?

A “presidentA” Dilma Rousseff que nos passado participou de grupos terroristas que queriam implantar o comunismo no Brasil, hoje diz condenar o ataque terrorista perpetrado por islâmicos em solo Frances.

A esquerda não tem a mínima vergonha de se aproveitar de situações que beneficiem seus projetos tirânicos, sem falar na coerência.

dilma

Em setembro de 2014 a presidente Dilma lamentou os ataques militares contra os terroristas do ISIS e defendeu o dialogo com os terroristas, ate aqui tudo “normal” e coerente com a ideologia de esquerda comuno/socialista que defendem uma infinidade de ditaduras mundo a fora e demoniza republicas democráticas.

Hipocrisia se deu hoje quando ela diz condenar o terrorismo, sendo que não se passaram 4 meses desde que ela estava defendendo os mesmos terroristas que atacaram a França hoje.

E onde esta a coerência para condenar o terrorismo praticado pelas FARC na Colômbia? Pelo MST e pela Funai no Brasil?? Quando vai sancionar a lei anti-terror no Brasil??? Dilma falando em liberdade de imprensa logo após nomear Ricardo Berzoini para implementar a censura no país????

Questões essas meramente retoricas, pois o PT sempre apoiou as FARC fazendo malabarismo ideológico para justificar o terrorismo praticado por aquele grupo e pelos grupos que agem dentro do Brasil.

Sabemos que essa “condenação” do terrorismo é apenas oportunismo momentâneo, pois nem mesmo PT consegue fazer esse tipo de malabarismo ideológico para defender esse tipo de ato no momento em que acontece, o que não quer dizer que no futuro eles não vão relativizar esse ataque terrorista também, assim como relativizam o terrorismo praticado pelos “movimentos sociais” do PT. Só não podem fazer isso agora enquanto o sangue das vitimas esta fresco no chão e nas mãos dos terroristas.

 

 

Presidente sanciona lei que regulamenta a profissão de bandido

Dilma Assinando
Presidenta do Hu3zil, Gilma Rucefi, assinando a lei da regulamentação da profissão de bandido.

A lei que prevê a regulamentação da profissão de bandido foi sancionada hoje pela presidente Gilma Vã Na Rucefi após meses de acalorada deliberação nas duas casas legislativas. O texto final afirma:

“Reconhece-se a profissão de bandido como legítima e relevante para a manutenção da ordem e do bem-estar da sociedade, devendo sua prática ser efetuada livremente, sem quaisquer impedimentos ou obstáculos legais que firam a sua dignidade, e a ocupação deve estar regulamentada em acordo com as normas da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Ademais, fica estabelecido que é terminantemente proibido, sob o risco de pena de lei, quaisquer manifestações discriminadoras, baseadas em discursos de ódio, contra a bandidagem”.

Deputada federal pelo Petê, Maria do Margaridário, que é autora da lei, declara que a sanção da mesma foi uma grande vitória para a classe bandida e para o povo brasileiro. O efeito esperado é que a lei reduza a violência da população e da polícia contra os bandidos. A deputada acredita que o bandido tem sofrido grande discriminação e que os índices de violência contra a classe são inadmissíveis no Brasil. “O bandido é a maior vítima da sociedade atualmente. Ninguém reconhece o seu trabalho e o seu valor. Nós precisamos reverter este quadro […]. Acredito que esta lei será um progresso nesse sentido”.

Outros parlamentares envolvidos no projeto da lei como os deputados Gian Uilis, Marcelo Fresco e Luciana Sogro, todos do PLUA, também comemoraram a sanção. Em entrevista a este jornal, Luciana Sogro disse: “Tu pensas que a vida de bandido é fácil porque tu nunca tiveste que segurar um fuzil e correr da polícia, se esconder em viela, pular muro e ter que fazer isso todos os dias pra colocar comida em casa. Esta nova lei certamente irá proteger o bandido de barbaridades”. Sogro lembrou, no entanto, que só esta lei não é o suficiente para resolver os problemas que afligem a classe bandida. Ela afirma que o próximo passo é investir em facções criminosas estatais, estatizar outras que estejam monopolizando a criminalidade e desenvolver agências reguladoras para regular as facções privadas já existentes. Tais medidas visariam combater os interesses do capital financeiro dentro do universo criminoso.

A deputada Jangada Fegalinha, do Pecêdobe, também se pronunciou sobre a sanção da nova lei, elogiando a postura do Petê em ter levado o projeto para frente e em especial a da deputada Maria do Margaridário. “A igualdade social começa quando damos condições às classes mais oprimidas a lutarem de igual para igual. A iniciativa do Petê e da deputada Maria do Margaridário na formulação desta lei é louvável”, afirma Fegalinha.

Com a nova lei, os bandidos estão mais animados para trabalhar. É o que conta o assaltante e traficante de drogas, Luizinho Mabú, morador de uma favela da Zona Sul: “Mesmo antes da lei sair, já estávamos fazendo alguns testes. A facção pra qual eu trabalho implantou a pouco tempo um sistema de cartão de crédito e débito. Isso facilitou muito as coisas. Agora, se o cliente não tiver dinheiro na hora, pode passar o cartão. É prático e o cliente pode saber para onde foi o dinheiro através da fatura”.

Mabú fala ainda sobre quais inovações sua facção criminosa pretende fazer agora que a lei foi sancionada. “Vamos uniformizar toda a organização, pra ficar padrão. Vai ter o logotipo da facção na camisa, crachá com o nome do funcionário e tudo mais. Também já estamos dando treinamentos para que nossos assaltantes ajam com a maior educação possível. O padrão é chegar ao cliente, se identificar, falar um pouco sobre a facção, sua história, nossos projetos e só então mandar passar a grana ou o cartão. Palavrões, gestos bruscos e gritaria também estão sendo cortados da nova postura. Queremos causar uma boa impressão no cliente”.

Em entrevista coletiva, concedida agora há duas horas, a presidente Gilma Rucefi ressaltou o importância da carteira de trabalho para o bandido: “No que se refere a… No que se refere a carteira de trabalho, é importante dizer que o bandido, antes ele, antes não tinha antes carteira de trabalho antes, no que se refere a carteira de trabalho. Agora, ele tem carteira e isso é muito importante. Ele vai poder recolher INSS, ganhar o décimo terceiro, férias remuneradas, folga, seguro desemprego e outros direitos que vinham sendo sempre negados. É um avanço”.

Rui Gavião, presidente do Petê, mostrou-se otimista com o novo cenário. Para ele, esta nova lei é uma conquista que abre portas para outros projetos e garante que o Petê vai continuar lutando por uma sociedade mais justa e igualitária. “Esse projeto aprovado nos dá certeza de que poderemos colocar para frente outros projetos. No passado, nós criamos o programa “Mais Médicos”, onde recrutamos médicos cubanos para suprir a demanda por médicos no Brasil. Queremos fazer o mesmo com relação aos bandidos. O Brasil precisa de bandidos com maior especialização. Por isso estamos discutindo o programa “Mais Narcotraficantes”, onde vamos recrutar narcotraficantes colombianos, que já vem de uma longa experiência no ramo e irão somar aos bandidos brasileiros”.

A oposição, liderada pelo Peéssedebe, não se mostrou contente com a lei. José Serrote, um dos nomes mais importantes do partido foi taxativo em suas colocações: “É possível que esta medida não dê certo. Talvez. Não por maldade do Petê. Mas vamos torcer para que dê tudo certo, né? Nós queremos o melhor para o Brasil”.

José Desceu, ex-deputado do Petê que foi condenado à prisão pelo STF em 2013 no caso do Mensalão, também se pronunciou sobre a nova lei. Ele resumiu o seu sentimento em relação a nova lei com as seguintes palavras: “Até hoje havia uma terrível desigualdade entre o bandido de origem pobre e o bandido político. Agora, o bandido pobre passa a ter a mesma importância que o bandido político. Mas ainda não é o suficiente. Tanto bandidos ricos como bandidos pobres ainda são julgados pelo seu trabalho. Nós só ficaremos satisfeitos quando a profissão de bandido for inteiramente aceita e respeitada pela sociedade, pela polícia e pelos setores reacionários, conservadores e religiosos da sociedade. Aí tudo estará bem”.
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Obs.: Este texto é uma crítica irônica. Evidentemente, a “profissão” de bandido não foi legalizada, mas o panorama hipotético absurdo descrito aqui serve para deixar mais claro que o Brasil tem passado por uma valorização da bandidagem nas mãos da esquerda. Contamos hoje com mais de 50 mil homicídios anuais no Brasil. Nossos presos são soltos em datas comemorativas. Ladrões roubam e matam há poucos metros de carros de polícia. Nossos policiais se aliciam com bandidos e nada acontece. As famílias dos presos tem auxílio mensal do governo. Nossos políticos corruptos são considerados heróis por seus partidos. O bandido é visto como vítima da sociedade, oprimido. E o cidadão honesto já não tem mais direito de se defender. Enfim, é como se a se a legalização da bandidagem estivesse às portas. Só estamos esperando que assinem as carteiras de trabalho deles.

Eleições: uma análise ética e moral. Ou: a diferença entre PT e PSDB.

Eleições e uma análise para o voto sob uma perspectiva ética e moral.

Publicado originalmente por André Rezende Azevedo, autor do blog Viagem Lenta.

Eleições e uma análise para o voto sob uma perspectiva ética e moral – e não somente econômico-social. Esta é a maior diferença entre o PT e o PSDB. Confira na parte final do artigo.

Diferenças entre PT e PSDB

Esse não é um blog de política, embora em muitas postagens eu deixo transparecer claramente o que penso a respeito de diversos assuntos relacionados às decisões, práticas e estratégias praticadas por nossos representantes em Brasília. Mas em função de estarmos a três dias da eleição, optei por efetuar um pequeno comentário, racional e fundamentado, sobre nossas opções para a votação à presidente da república.

Analisando as últimas pesquisas de intenção de voto, fico perplexo como a população insiste em votar no PT. Tenho comentado em outros artigos que existem apenas duas opções para essas pessoas. Ou elas não sabem o que está acontecendo ou estão levando vantagem em alguma coisa e não querem perder seus privilégios. Não existe outra opção. Pelas redes sociais, vejo algumas postagens defendendo a candidata petista. Postagens de figurinhas, com frases primárias, mentirosas, que não esclarecem nem explicam nada. A análise é pífia, quando existe. Em geral são ataques aos demais candidatos ou comparações grotescas do governo PT com o anterior, do PSDB. Em geral feitas por pessoas com menos de 30 anos que não possuíam nem maioridade quando o PSDB saiu do governo. E claro, possuem uma ideia totalmente errada do que foi aquele período.


Não vou insistir nesse ponto comparativo pois ele fica sem sentido sem uma análise mais profunda do que é sair de um país em hiperinflação, possuir uma nova e altíssima demanda em gastos sociais em função de algumas leis delirantes da recém Constituição Federal de 1988 ou conviver com déficits públicos absurdos em função da ausência de uma Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa foi a situação que foi herdada em 1995. Mesmo assim, para quem gosta de números, acesse essa página e veja que o governo FHC possui, em geral, indicadores melhores do que o governo Lula. E perceba: a comparação é com o governo Lula e não inclui o governo Dilma. Pois se incluísse, o resultado seria ainda mais favorável para o PSDB, visto que nos últimos 4 anos, andamos claramente para trás.

As maiores diferenças entre os dois partidos, entretanto, não estão nos indicadores econômicos, por incrível que pareça, embora o time de economistas do PSDB esteja muito à frente do time petista. Aliás, ser melhor do que o time que comanda o governo já há 8 anos nem quer dizer muita coisa, pois essa equipe econômica petista já é considerada a pior equipe econômica de todos os tempos. A era Palocci terminou há tempos. E sua condução na economia do país vai demandar um ajuste severo já em 2015, como eu havia comentado em outro artigo.

As maiores diferenças também não são referentes à demandas sociais, uma vez que o início de toda essa grande rede assistencial ocorreu no governo FHC. O PT votou contra e criticou muito a implantação dos programas de transferência de renda pelo PSDB, mas depois adotou-o e usa agora seus beneficiários como animais pertencentes ao seu curral eleitoral. O PSDB tanto criou os programas que foram fundidos posteriormente no Bolsa-Família como quer garanti-los agora como política de Estado. Não, a diferença entre ambos partidos não está aqui.

As maiores diferenças também não estão na defesa das minorias. Ambos partidos declaram-se a favor da igualdade racial, de gênero e de orientação sexual. Não diferem ainda no papel atribuído ao Estado para o setor de educação e de saúde, defendendo a manutenção de toda o arcabouço estatal.

Percebe-se que o PSDB está muito distante de pessoas que defendem princípios liberais, como eu. Logo, não faço uma defesa do partido, bem como tenho muitas críticas a ele. Afinal, o partido é de esquerda, embora alguns lunáticos insistem em colocá-lo como representante da esfera oposta. Mas é uma esquerda bem menos imbecil e perigosa do que a esquerda representada pelo partido da situação. E o objetivo aqui é mostrar que mesmo assim, ele possui uma diferença marcante em relação ao PT.

A maior diferença dos dois partidos está no aspecto ÉTICO e MORAL.

  • O PSDB NÃO fundou e nem apoia o Foro de São Paulo, como o PT.
  • O PSDB NÃO defende, dá voz e elogia grupos terroristas como as Farc, como o PT.
  • O PSDB NÃO financia e/ou se solidariza com ditadores pelo mundo, como o PT.
    O PSDB NÃO passa a mão na cabeça e chama de “guerreiros” bandidos condenados e presos por um julgamento no STF, como o PT.
    O PSDB NÃO apoia decretos para beneficiar politicamente minorias organizadas em detrimento à maioria da população, como o PT.
  • O PSDB NÃO tenta solapar a liberdade de imprensa através de projetos de lei e financiamento de blogs sujos que pululam na internet, como o PT.
  • O PSDB NÃO tem políticos apoiados pelo PCC, como o PT.
  • O PSDB NÃO tentou processar analistas econômicos por emitirem sua opinião pessoal.
  • O PSDB NÃO usou truques e maquiagens criativas nas contas públicas para mostrar uma realidade econômica que não existe, como o PT tem feito ultimamente.

É por esse meio que encorajo as pessoas que possuam um modelo mental coerente a escolher com cuidado seu candidato. O PT representa a supressão de sua liberdade. O PT representa a destruição da verdade. O PT representa a perda de sua própria individualidade. Se você acredita que aqui nunca será uma Venezuela, é porque ainda é um sapo que não percebeu que a água está esquentando.

Banco Santander demite funcionários para agradar o PT, com isso deve ser agraciado com “selo de fidelidade” a ditadura socialista

A pouco dias a equipe de analise econômica do Banco Santander emitiu um breve comunicado para uma determinada carteira de investidores sobre os panoramas econômicos a curto e médio prazo no Brasil, todos devidamente embasados nos fatos e na realidade atual.

O Partido do Trabalhadores (PT) se doeu com analise e econômica e usando todo seu “know how” bolivariano, partiu em busca das cabeças dos responsáveis e o mais grave, a instituição financeira acatou a ordem. Segue a nota do PT:

O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou na noite desta sexta-feira (25) que o banco Santander pediu desculpas pelo texto distribuído para correntistas em que descreve a reeleição da presidente Dilma Rousseff como uma ameaça à economia. Ele disse que foram feitas demissões na instituição.

“Já houve um pedido de desculpas formal enviada à Presidência. […] A informação que deram é que estão demitindo todo o setor que foi responsável pela produção do texto. Inclusive gente de cima. E estão procurando uma maneira resgatar o que fizeram”, disse Falcão.

A militantes do PT do Rio, Falcão classificou o caso como “terrorismo eleitoral”. Mas afirmou que aceita as desculpas do banco.

“Aceito as desculpas do banco, mas isso não elide o que aconteceu. Isso é proibido. Instituições bancárias ou financeiras não podem fazer manifestações que interfiram na decisão do voto.”

Eis o documento que o banco enviou para cerca de 40 mil clientes:

Isso nada mais é que censura e perseguição política, assim como foi pratica recorrente na União Soviética, China e continua sendo em Cuba, Venezuela, Coreia do Norte e algumas outras ditaduras e regimes autoritários que ainda se mantém.

Se restava alguma duvida para as pessoas com alguma sanidade que as intenções do PT é de instalar uma Ditadura Bolivariana no Brasil, esta é a prova final. Cabeça rolaram porque o partido exigiu em uma clara censura a liberdade de expressão e ao exercício legal do trabalho desses indivíduos.

O Banco Santander ao se sujeitar as vontades Partidárias, torna-se cúmplice de todas as mazelas causadas pelos socialismo PTista no Brasil, se comportando como mera sucursal financeira de um partido político e não uma empresa privada comprometida com o Estado de Direito e a Constituição Democrática.

Com isso o Santander já pode requisitar um “Fidel Castro” ou “Antonio Gramsci” de fidelidade do comunismo/socialismo:

Abaixo seguem dois artigos esclarecendo maiores detalhes do ocorrido: