Regulamentação = Censura

Um dos assuntos que ganhou as redes sociais e causo histeria dos militantes de esquerda, foi à declaração de Julian Assange, fundador do Wikileaks. Assange disse que apenas 6 famílias controlam mais de 70% da imprensa brasileira, o que não é nenhuma mentira. Eu estou no quinto semestre de jornalismo já percebi (e qualquer leigo, mas que é esperto percebe) que boa parte da imprensa está na mão de poucos e esses poucos são ligados a políticos.

A declaração de Julian Assange além apoiar um maior controle dos meios de comunicação despertou o libido dominandi* dessa galerinha da canhota. Há tempos o governo tem esse desejo de controlar e dominar a imprensa, assim como os milicos fizeram no passado. O PT hora ou outra tenta emplacar algum tipo de controle, mas felizmente encontra uma resistência, que faz eles se aquietarem de forma temporária.

Idéia desse texto é mostrar que maior controle da mídia vai piorar a situação. Esse monopólio que temos hoje se da graças ao controle que o Estado exercesse sobre os meios de comunicação. É difícil obter uma concessão do governo para se ter uma rádio ou canal de TV, há uma burocracia, além de ser necessária a aprovação do congresso. Logo mais controle do estado, igual mais ferramentas para se manter esse monopólio ou até nas piores das hipóteses, o Estado acabar controlando a imprensa de forma direta, o que já acontece na Venezuela.

O sonho dessa turma é ter controle da imprensa, eles não lutam para que mais pessoas tenham controle de 70% da imprensa, mas para que o Estado controle esses 70% ou 100%.  Ainda vão usar a desculpa de “democratizar” os meios de comunicação, uma vez que sendo estatal é do povo. Isso é outra mentira assim como o petróleo não é nosso e muito menos a Petrobras. É preciso tirar o controle que o governo tem sobre as concessões e facilitar os meios para se ter um canal de rádio ou TV.

Quanto menos burocracia na imprensa, mais livre, independente e plural ela vai ser. Um claro exemplo disso são os blogs que encontramos na internet. O próprio Direitas Já! só existe graças a liberdade e facilidade que se tem para criar um blog e compartilhar informação. Traduzindo para o português claro, não caiam nessa de “regulamentação”, “controle” ou qualquer coisa que queira aumentar a influência do governo sobre a imprensa. Julgue qualquer idéia pelo seu resultado, não intenção e como diz o ditado: De boas intenções o caminho para o socialismo inferno é pavimentado.

* Líbido dominandi: Descrito por Santo Agostinho como o desejo pelo poder

Regulamentação = Censura

Um dos assuntos que ganhou as redes sociais e causo histeria dos militantes de esquerda, foi à declaração de Julian Assange, fundador do Wikileaks. Assange disse que apenas 6 famílias controlam mais de 70% da imprensa brasileira, o que não é nenhuma mentira. Eu estou no quinto semestre de jornalismo já percebi (e qualquer leigo, mas que é esperto percebe) que boa parte da imprensa está na mão de poucos e esses poucos são ligados a políticos.

A declaração de Julian Assange além apoio a  um maior controle dos meios de comunicação despertou o libido dominandi* dessa galerinha da canhota. Há tempos o governo tem esse desejo de controlar e dominar a imprensa, assim como os milicos fizeram no passado. O PT hora ou outra tenta emplacar algum tipo de controle, mas felizmente encontra uma resistência, que faz eles se aquietarem de forma temporária.

Idéia desse texto é mostrar que maior controle da mídia vai piorar a situação. Esse monopólio que temos hoje se da graças ao controle que o Estado exercesse sobre os meios de comunicação. É difícil obter uma concessão do governo para se ter uma rádio ou canal de TV, há uma burocracia, além de precisar da aprovação do congresso. Logo mais controle do estado, igual mais ferramentas para se manter esse monopólio ou até nas piores das hipóteses o Estado acabar controlando a imprensa de forma direta, o que já acontece na Venezuela.

O sonho dessa turma é ter controle da imprensa, eles não lutam para que mais pessoas tenham controle de 70% da imprensa, mas para que o Estado controle esses 70%.  Ainda vão usar a desculpa de “democratizar” os meios de comunicação, uma vez sendo estatal é do povo. Isso é outra mentira assim como o petróleo não é nosso e muito menos a Petrobras. É preciso tirar o controle que o governo tem sobre as concessões e facilitar os meios para se ter um canal de rádio ou TV.

Quanto menos burocracia na imprensa, mais livre, independente e plural ela vai ser. Um claro exemplo disso são os blogs que encontramos na internet. O próprio Direitas Já! só existe graças a liberdade e facilidade que se tem para criar um blog e compartilhar informação. Traduzindo para o português claro, não caiam nessa de “regulamentação”, “controle” ou qualquer coisa que queira aumentar a influência do governo sobre a imprensa. Julgue qualquer idéia pelo seu resultado, não intenção e como diz o ditado: De boas intenções o caminho para o socialismo inferno é pavimentado.

Ilhas Maurício, o país mais livre da África

A República de Maurício, Maurício, ou como é mais conhecida no Brasil, Ilhas Maurício, é uma nação insular na costa sudoeste do continente africano, localizada a 870 quilômetros da Ilha de Madagascar.

Já esteve sob domínio colonial holandês, francês, e britânico, obtendo sua independência do Reino Unido em 1968. É uma república parlamentar assim como a Índia, a Turquia, a Finlândia e a Mongólia. Faz parte da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (Southern African Development Community – SADC), do Mercado Comum da África Oriental e Austral (Common Market for Eastern and Southern Africa – COMESA), da União Africana (African Union – AU) e da Commonwealth of Nations.

Seu sistema legal em vigor se baseia em elementos da Lei Comum Britânica e da Lei Civil Francesa. O judiciário opera de maneira independente. É considerado um dos países onde a política é menos corrupta em toda a África. De acordo com o International Property Rights Index, índice internacional que mede a defesa da propriedade privada, o escore geral das Ilhas Maurício é de 6,2 (acima dos 4,5 que é a média geral da África), com um destaque para a defesa das propriedades privadas físicas, onde obtém o score 7 (a média do continente é 5,2).

Um fruto da liberalização
O país passou por um processo de liberalização desde a década de 70, e hoje colhe os frutos. A liberdade econômica do país, medida pelo ranking da Heritage Foundation, obteve um escore geral de 77 no ano de 2012 (um aumento de 0.8 desde a última comparação). É o país africano mais bem posicionado no ranking, e o oitavo melhor colocado do mundo – logo atrás do Chile. O país cresce a uma média de 4% ao ano.

De acordo com índice de GINI, que mede a igualdade da distribuição da riqueza num país, tem o score de 39 pontos. Outros países com índice similar são a Jordânia, Gana, Indonésia, Mauritânia e Malawi.

Educação
O índice de analfabetismo para maiores de 15 anos é de 12%. Entre jovens de 15 a 24 anos, a taxa de analfabetismo é de 3,5%. No ano de 2011, os gastos do governo em educação foram estimados em 11,709 milhões de rúpias. Ou seja, 12,5% de todo o investimento governamental e 3,1% do PIB.

As matrículas nas escolas pré-primárias atingiram 97% da população com uma taxa de 12 alunos por professor. Na educação primária, a taxa de matrícula foi de 100% com uma taxa de 27 alunos por professor. Na educação secundária, a taxa de matrícula foi de 70% e com uma taxa de 15 alunos por professor. Na educação terciária, a taxa de matrícula foi de 6,9%.

Saúde
A expectativa de vida ao nascer é de 73 anos. A mortalidade infantil até os cinco anos é de 15 (por mil), inferior à brasileira. O gasto percentual do PIB em saúde, no ano de 2009, foi de 5,7%. A subnutrição atinge somente 5% da população.

Comunicações
Mais de 22% da população tem acesso à internet, mais de 81% da população utiliza celular e cerca de 29% da população tem linhas telefônicas.

Economia
O PIB para 2010 foi de 9,46 milhões de dólares, com uma taxa de crescimento real de aproximadamente 4%. A renda per capita com paridade do poder de compra é estimada em 13,670 mil dólares para o mesmo ano. Um negócio pode ser aberto no país em 6 dias úteis.

A agricultura representa 3,6% do PIB, enquanto o setor de manufatura representa 18%, o turismo 7% e os serviços financeiros 10%. Os principais produtos de exportação são os têxtis, os vestuários, os alimentícios, os derivados de petróleo, os produtos químicos, a carne, o peixe, o arroz, a farinha, o óleo vegetal, o ferro, o aço, o cimento, fertilizantes, relógios, joalheira e instrumentos ópticos. Seus principais supridores são a Índia, a França, a África do Sul, a China, o Japão e a Austrália.

Liberdade de imprensa e democracia
Considerado um país de imprensa livre pela Freedom House e um país em situação satisfatória pelo Reporters Without Borders. Também pela Freedom House, o país é considerado uma democracia plena com um escore geral de 8.04, superando a Espanha.

Desenvolvimento Humano
Segundo o índice de desenvolvimento humano (IDH) provido pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (United Nations Development Program, UNDP), as Ilhas Maurício tem um desenvolvimento humano superior à média da África Sub-Saariana e superior à média mundial, aproximando-se bastante dos países de alto desenvolvimento humano. O IDH das Ilhas Maurício, registrado para o ano de 2011, fica em 0.728.

A lição que se tira de Maurício
Assim como o Taiwan, Maurício é uma lição para muitos países do mundo. É mais uma prova viva de que mesmo um país pequeno, sem muitos recursos naturais e que viveu séculos sob dominação colonial ou ditaduras de partido único, pode alcançar um grande nível de desenvolvimento humano, garantindo bem-estar, qualidade de vida e liberdade para o seu povo. Para isso, basta levar a sério as medidas de democratização, investimento e liberalização necessárias ao pleno desenvolvimento de uma economia saudável, de uma educação de qualidade e de uma sistema legal justo.


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Fontes dos dados:
Direitos de Propriedade
http://www.internationalpropertyrightsindex.org/

Liberdade econômica
http://www.heritage.org/

GINI
https://www.cia.gov/

Educação, saúde e economia
http://data.worldbank.org/
http://www.gov.mu/
http://ddp-ext.worldbank.org/
http://ddp-ext.worldbank.org/
http://www.who.int/
http://www.state.gov/

Liberdade de imprensa
http://www.freedomhouse.org/country/mauritius
http://en.rsf.org/
http://en.rsf.org/

Democracia
http://www.eiu.com/

Índice de Desenvolvimento Humano
http://hdrstats.undp.org/

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