Indicação de leitura: “Mentiram para mim sobre o desarmamento”

Mentiram para mim

Prezados leitores, queremos indicar nesse post a leitura da obra “Mentiram para mim sobre o desarmamento”, de Flávio Quintela e Bene Barbosa. O livro é, sobre todos os aspectos, espetacular. Conta com argumentos lógicos e dados estatísticos sólidos baseados em fontes seguras e fáceis de consultar. Além disso, a linguagem é muito leve e simples, os capítulos são curtos e o tema é exposto de modo muito objetivo.

Mesmo que você seja a favor do desarmamento da população, leia esse livro. É importante você saber o que o outro lado diz, da boca das próprias pessoas que o defendem. Garanto que, no mínimo, você terá uma visão bem diferente da importância desse debate após a leitura. E como eu disse, não é leitura enfadonha. A obra é bem gostosa de ler e até quem lê devagar e não tem tempo, consegue terminá-la em cinco dias.

Para quem já é a favor do direito de o cidadão honesto portar armas, leia e divulgue amplamente essa obra. Por que isso é tão importante? Porque não estamos falando aqui apenas de uma mera questão de opinião. Há dados estatísticos sólidos demonstrando que o armamento do cidadão honesto é um importante fator na redução da criminalidade violenta e na proteção do povo contra governos com intenções escusas. E o Brasil hoje necessita muito dessas duas coisas.

Então, leiam, divulguem e até comprem para presentear outras pessoas. As informações desse livro precisam ser conhecidas pela galera. É importante. Até para que tenhamos um debate legítimo de ideias.

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A mentalidade psicótica de alguns universitários

Ser jovem não é crimeEstá vendo esse cartaz ao lado? Foi colocado na UERJ alunos contrários à redução da maioridade penal. Eles fizeram um Sarau, com comida, bebida, música e DJ’s em uma das instalações da universidade, no qual protestaram contra a proposta de lei. Quero fazer uma breve análise sobre o que foi escrito. Note bem: “Ser jovem não é crime. UERJ contra a redução”.

A proposta da redução da maioridade penal, obviamente, não pretende sair prendendo todos os jovens por aí só porque eles são jovens. E é óbvio que ninguém acredita nisso. Então, o que a mensagem quer dizer? Só há uma interpretação possível: a de que atitudes como matar, assaltar, roubar, estuprar, espancar e etc. não são crimes quando cometidas por jovens. São o quê, então? São coisas de jovem. Tal como é coisa de jovem pintar o cabelo de verde e tirar 200 fotos iguais fazendo biquinho. Coisas de jovem. Atos inocentes e inofensivos.

Logo, se uma lei pretende isolar da sociedade um jovem apenas por fazer “coisas de jovem”, atos “inocentes” e “inofensivos” (como esfaquear um ciclista ou estuprar e decapitar uma adolescente), esta lei está, obviamente, punindo um jovem simplesmente por ser jovem. E ser jovem não é crime. Então, poxa… É uma tremenda injustiça!

Bom… Quando você ou alguém que você ama for agredido, assaltado ou morto por um desses jovens, sabe aonde procurar quem é que os defende.

Reparação, o documentário que mostra o outro lado.

No curso de jornalismo eu aprendi várias coisas, porém a que eu julgo mais importante, é que uma história sempre tem mais de uma versão e se você deseja chegar o mais próximo possível da verdade, tem que conhecer todas as versões disponíveis.

O documentário Reparação, que foi publicado pela terranovafilmes, conta uma versão pouco conhecida da Ditadura Militar, mostra tanto a repressão dos militares quanto o terrorismo das guerrilhas e dos grupos de esquerda, que aparentemente não lutavam por democracia.