Obama usa a Receita Federal para eliminar seus adversarios

“O poder de tributar envolve o poder de destruir”, escreveu a Suprema Corte em 1819, pouco depois de Estados Unidos da América nasceu. Agora em 2013, o presidente Barack Obama está lançando um ataque assustador sobre a liberdade de expressão, usando uma das agências mais temidas de todo o governo federal: a Receita Federal.

Um dos aspectos mais severamente condenados da prevaricação de Richard Nixon no escritório foi o uso do IRS para atingir seus inimigos políticos com auditorias. Se as pessoas estremeceram com abusos de Nixon com a Receita Federal, o que Obama está fazendo deve levá-los a convulsões.

Ken Blackwell

Como deixar um revolucionário embaraçado com uma única pergunta

Texto de André Assi Barreto, originalmente publicado no blog “O Bico do Tentilhão“. Para ler o original, clique aqui.

Já mostrei que é da natureza do socialismo ser sanguinário (e aqui);não se trata de acidente ou curso desagradável dos fatos: é a coisa posta em prática na sua pura essência. Também é da essência do próprio que seja totalitário: por querer unir poder político a poder econômico, não por resultado do acaso que formam-se Leviatãs gigantescos, que passarão por cima de quem for preciso.Defender publicamente algo assim é extremamente problemático, diante de cupinchas ou no corrompido meio universitário pode passar despercebido ou soar normal, contudo, caso você esteja conversando com um revolucionário, há uma maneira de deixá-lo com as calças nas mãos, caso o público seja neutro (ainda que até mesmo ignorante):

O que você pretende fazer com aqueles que não aderirem à revolução?

A pergunta é simples, objetiva e de fácil resposta. Já tive a oportunidade de encurralar um anarquista e um socialista num debate público com essa pergunta. Force a resposta o quanto necessário (como diz Ben Shapiro, fazer o esquerdista defender sua posição é uma etapa essencial do debate). Nesse momento, você fará o revolucionário ter a árdua tarefa de justificar um morticínio.

Lembrando, a pergunta é para DEIXÁ-LO embaraçado DIANTE DA EVENTUAL PLATEIA, ele próprio não verá maiores problemas em matar alguém (ou alguens) aqui ou acolá. Internamente, o revolucionário já “resolveu” esse problema com sua psicologia pervertida: ele justifica as mortes atuais com vistas ao futuro perfeito (vide Hobsbawn e os 30 milhões de mortos) – característica essencial da mentalidade revolucionária; ou crê em algo ainda mais ingênuo: que por meio de alguma manobra convencerá a todos de sua causa, não precisando matar ninguém (ainda assim, mesmo que ele convença TODOS os proletários, ele terá de exterminar a burguesia, por exemplo).

A possibilidade de um genocídio, mesmo ao ouvido político destreinado, sempre soará absurda ou no mínimo duvidosa. Com a experiência histórica (pois é, os caras tão propondo o mesmo método para resolver os problemas há cem anos e nós que somos os reacionários…) e o senso moral inerente a qualquer ser humano normal, a probabilidade de rejeição à proposta revolucionária é enorme.

Como afirma Thomas Sowell, provavelmente o maior economista vivo, há três perguntas pelas quais praticamente nenhuma doutrina esquerdistas é capaz de passar:

1ª – Comparam [suas políticas] com o quê?

2ª – A qual custo? [processo revolucionário fascista e sanguinário. A qual custo? Milhares de vidas].

3ª – Que prova concreta tem [que suas políticas funcionaram/funcionam]? [notem que a argumentação esquerdista quase sempre se volta para o futuro, pois seu passado é tenebroso e justificá-lo requer diversas torções argumentativas. A promessa pela omelete segue; até hoje, apenas ovos quebrados].

Zimmerman matou Martin, que matou o jornalismo

AUTOR: ALEXANDRE BORGES *

O choro do âncora da CNN Don Lemon ao comentar o discurso de Barack Obama sobre Treyvon Martin, ou o inacreditável Chris Matthews da MSNBC, pedindo desculpas “em nome da raça branca” pelo veredito que inocentou o hispânico George Zimmerman, foram os últimos e mais constrangedores capítulos da morte da presunção de inocência do jornalismo americano. E isso é uma boa notícia.

No último discurso de Obama comentando a absolvição de Zimmerman, o ex-ativista que tinha prometido unir o país e ser um presidente de uma sociedade “pós-racial”, disse que Trayvon poderia inclusive ser ele mesmo há 35 anos, o que deve ter feito o reverendo Martin Luther King Jr., que sonhava com uma nação que não julgasse pela cor, dar um salto triplo carpado no túmulo. Quando o presidente dos EUA tem um discurso mais próximo de Louis Farrakhan, Al Sharpton e Jesse Jackson do que de Martin Luther King em questões raciais, corra para as colinas.

Desde o dia em que ganhou as manchetes, Zimmerman foi usado como personagem involuntário de uma narrativa sórdida e totalmente fabricada pelo oportunismo político do presidente e do jornalismo militante, que viu no caso uma chance de empurrar uma agenda política e mudar o assunto da crise econômica do país em ano de eleição, mesmo que isso significasse transformar Zimmerman num novo Salman Rushdie, entregando a vida de um inocente para o abate.

A cobertura jornalística do caso nos EUA, bovinamente copiada por aqui, foi definida pelo analista Bill Whittle como “a mistura de fraude criminosa com negligência criminosa”. Segundo ele, “a avassaladora soma de evidências de que Zimmerman atirou em legítima defesa foi esquecida, já que a grande imprensa optou julgar e condenar o acusado em nome da criação de uma falsa narrativa de crime racial”. A reportagem da Folha de S. Paulo de 20/07/2013, assinada por Joana Cunha, diz que Zimmerman perseguiu Trayvon apenas pela sua aparência e que “o jovem de 17 anos estava desarmado, carregando apenas uma embalagem de balas e uma lata de chá.”

Antes que haja qualquer conclusão apressada, fica o registro: a justiça não disse que Zimmerman não matou Martin a sangue frio e com motivação racista, ela apenas se pronunciou dizendo que não há provas, testemunhos ou evidências suficientes para isso. O advogado de defesa Mark O’Mara, citando um dos dos pais fundadores, o ex-presidente John Adams, disse: “é mais importante [num sistema judicial] proteger os inocentes do que condenar os culpados, já que sempre haverá crimes e criminosos, mas quando o cidadão de bem achar que pode ser condenado mesmo não tendo cometido crimes e que tanto faz cumprir a lei ou não, tudo estará perdido.”

Contra a retórica política, vamos aos fatos, alguns deles apagados deliberadamente do noticiário:

  • Os tweets públicos de Trayvon Martin não eram de uma criança inocente, como retratado pelos jornais, mas de um adolescente brigão e usuário de drogas.
  • Martin era praticante de MMA e fã de lutas. Em seu perfil do twitter (@NO_LIMIT_NIGGA, que teve o conteúdo deletado após sua morte), disse uma vez querer vencer novamente um determinado oponente porque o derrotado não tinha “sangrado o suficiente”.
  • No armário de Martin na escola foram encontradas ferramentas para arrombamento como chaves-de-fenda e objetos possivelmente furtados em casas da região. Na sua mochila, jóias sem comprovação de origem.
  • Martin foi suspenso várias vezes da sala de aula por comportamento antissocial e violento. Num dos casos há relatos, ainda não confirmados, de que bateu num professor. No dia da sua morte, estava suspenso da escola por porte de drogas.
  • Com o corpo de Martin foram encontrados uma lata de Arizona Watermelon Fruit (e não de Ice Tea, como a imprensa insistiu) e Skittles, o que para os repórteres foi considerado prova de que era apenas uma criança inocente comprando guloseimas numa loja de conveniência. O que faltou reportar é que suco em lata e Skittles, misturados a um xarope contra tosse comum, criam uma droga barata e muito popular chamada “lean”.
  • Há tweets de Martin conversando com amigos sobre como fazer “lean” com, vejam que coincidência, Arizona Watermelon Fruit, xarope para tosse e Skittles.
  • A autópsia de Martin mostrou danos no fígado incompatíveis com um rapaz saudável de 17 anos, mas totalmente compatíveis com dependentes de “lean”. Foram encontrados vestígios de maconha no seu metabolismo também.
  • Segundo os especialistas, o uso de “lean” tem como efeito associado “comportamento excessivamente agressivo e paranoico”. Nada recomendável para um adolescente lutador de MMA, certo?

Já o “monstro branco assassino racista” George Zimmerman também teve sua cota de fatos apagados das reportagens:

  • Filho de uma peruana com um americano, foi criado lado a lado com duas outras crianças negras. A comunidade que vigiava era tudo menos um gueto de brancos, pelo contrário, era tão etnicamente diversa quanto possível.
  • Os vizinhos disseram à polícia que ele era amável, socializava com todos, e era o único que tinha o hábito de se apresentar aos novos moradores quando chegavam.
  • Quando um negro morador de rua foi agredido por um filho de policial da região, Zimmerman ficou tão revoltado que fez uma campanha pela prisão do rapaz, inclusive imprimindo folhetos e distribuindo entre os moradores, e não parou enquanto ele não foi processado pelo crime.
  • O FBI elaborou um parecer técnico do perfil de Zimmerman em que ele nunca deixou qualquer evidência de comportamento racista na vida.
  • De acordo com a simples análise das provas, Zimmerman não perseguiu Trayvon gratuitamente pela rua, como saiu na imprensa, nem que ele fugia assustado e foi morto covardemente. Trayvon (1,80m de altura, 17 anos e lutador) partiu para o confronto com Zimmerman (1,70m, 29 anos e obeso). Com seu treinamento de MMA, a briga seria nada menos que um massacre.
  • Zimmerman diz que gritou pedindo ajuda e foi encontrado muito machucado. Trayvon bateu muito em Zimmerman, além de ter jogado diversas vezes a cabeça de Zimmerman contra a calçada da rua, deixando cortes profundos e escoriações.
  • Os gritos chamaram a atenção de alguns moradores que abriram suas janelas a tempo de ver a briga, cena que poderia ser descrita como Trayvon por cima de Zimmerman caído no chão e apanhando no estilo “ground and pound”, aquele em que o lutador de MMA fica desferindo socos e cotoveladas no adversário caído, como aconteceu com Anderson Silva na sua última derrota. Some a isso o fato de Martin bater a cabeça de Zimmerman várias vezes na calçada e ter quebrado seu nariz.
  • Era tão claro que Zimmerman sofria risco de morrer espancado, e que atirou para se salvar, que a polícia se recusou a fichá-lo como assassino. Para os policiais que chegaram poucos minutos depois no local e que interrogaram Zimmerman e as testemunhas por horas e horas naquela noite, era evidentemente que se tratava de um caso de legítima defesa. A narrativa de assassinato frio com motivação racista só apareceu depois, quando a morte de Martin foi apropriada pelo oportunismo político em clima de vale tudo.

Não há a menor, a mais remota possibilidade, de que jornalistas experientes, em algumas das maiores empresas de comunicação do mundo, tenham deixado passar essas informações por mero descuido. Desde a escolha proposital de fotos de Martin criança e não as mais recentes, com feições incompatíveis com a narrativa, até os furiosos comentários dos analistas e apresentadores, é impossível alegar boa fé.

O que aparentemente aconteceu naquela noite, juntando o quebra-cabeça de fatos, versões, relatos e depoimentos:

  • George Zimmerman fazia a vigilância noturna da vizinhança, uma região perigosa e com um índice muito alto de arrombamentos e assaltos a casas.
  • Estava escuro, chovendo, e ele viu um sujeito não identificado sozinho, caminhando na rua e “checando” as casas.
  • Trayvon Martin estava na região visitando seu pai, divorciado da sua mãe desde que ele tinha 4 anos, por ter sido suspenso da escola por 10 dias. A suspensão foi motivada por terem encontrado drogas em sua mochila.
  • Zimmerman acha aquilo suspeito (quem não acharia?) e faz o certo, liga para a polícia e avisa o que está acontecendo. Diz na chamada que o possível assaltante parece drogado pela maneira como caminhava.
  • Ele tem uma conversa com a polícia ao telefone que em nada sugere um agressor sedento por matar, pelo contrário, ele vai relatando ao policial, numa ligação gravada, tudo que está acontecendo e o que ele pretende fazer. Isso soa como uma atitude de um justiceiro alucinado?
  • Zimmerman quer saber se o policial vai demorar a aparecer e recebe de volta o protocolar “está a caminho”. Depois, ainda dentro do carro, se assusta com Martin vindo na direção dele, e diz ao telefone que Martin está com a mão na cintura como se fosse sacar uma arma.
  • Ao ver Martin mudar de direção e correr, Zimmerman se irrita e diz para o atendente do 911: “esses babacas sempre conseguem fugir!”
  • Acreditando que o rapaz escaparia antes da chegada da polícia, vai atrás dele de carro. Zimmerman comunica à polícia que vai perseguir o suspeito e ouve “você não precisa fazer isso”. A própria acusação reconheceu que a instrução passada pela polícia foi ambígua, que ele deveria ter sido orientado claramente a não fazer isso.
  • Trayvon Martin está ao telefone com Rachel Jeantel, uma testemunha de acusação que, para muito, acabou virando um troféu para a defesa pelas contradições, atitude desrespeitosa e mentiras. Jenteal diz que aconselhou Martin a fugir, mas ele vê que Zimmerman sai do carro na direção dele e resolve então voltar e confrontar seu perseguidor. Jenteal diz que ouve Martin perguntar “por que você está me seguindo?” e ouve de volta “o que você está fazendo aqui?”
  • Começa a briga, Trayvon Martin espanca George Zimmerman. Na versão de Zimmerman, Martin grita “vou te matar” e tenta tirar a arma da sua cintura. Zimmerman, no chão, com Martin por cima, saca a arma primeiro e atira.

É razoável supor que Zimmerman achou que Martin era um ladrão de casas, drogado e pronto para cometer um crime. Chamou a polícia, que é o procedimento correto, e poderia ter parado por aí, mas resolveu ir atrás do suspeito, acreditando que escaparia antes da polícia aparecer. Trayvon notou que estava sendo perseguido e, em vez de ir embora, resolveu voltar e encarar o perseguidor. Duas decisões erradas que resultaram numa morte e num cadáver ambulante, marcado para morrer.

Se é para construir um perfil sobre Zimmerman, qual seria o retrato mais mais fiel, o do branco racista frio que matou uma pobre criança assustada ou do hispânico criado num ambiente multiétnico, participante ativo da comunidade, amigo dos vizinhos, que foi dragado para o centro de uma disputa política em que o que menos importava era a verdade?

Como disse o ex-senador Daniel Patrick Moynihan, “você tem direito a desenvolver uma opinião própria, não fatos próprios.” Ou, lembrando o temível Lavrentiy Beria, o mais conhecido e cruel genocida a serviço de Stálin, “escolha uma pessoa e eu invento um criminoso.” Zimmerman foi um criminoso inventado pela imprensa e absolvido pela justiça, mas não pelas ruas.

Quando um jornal escancara suas preferências político-partidárias, muitos se escandalizam, mas é preciso um dose cavalar de inocência para imaginar que elas não existem. Em vez de ficar em estado de negação, um mecanismo de defesa mental mapeado pela psicanálise, não é preferível exigir que os veículos abram de vez sua caixa preta ideológica e tenham uma relação mais honesta com o leitor? Qual veículo é mais transparente, um “The Telegraph” que se assume de direita e um “The Guardian” que se assume de esquerda, ou o The New York Times, o Washington Post, a CNN, ou a maioria dos veículos brasileiros, que fingem estar acima das ideologias?

George Zimmerman move um processo milionário contra a NBC pela edição delinquente que a emissora fez de seu telefonema para o 911, criando uma conversa racista que nunca houve. Na acusação, seus advogados disseram que a NBC fez “a mais velha forma de jornalismo marrom, que é manipular a fala de alguém para mudar o sentido do que disse”. E eles estão cobertos de razão, tanto que o cenário mais provável é que ganhe uma indenização milionária da emissora.

Zimmerman já teve seu julgamento no caso da morte de Trayvon, a despeito de toda a enorme pressão política e da imprensa. Agora é torcer para que tenha também a devida reparação causada pelo mau-caratismo militante e pela canalhice de políticos e ativistas, que mostram como uma falsa acusação de racismo é algo tão deplorável e danosa quanto o próprio racismo.

* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL

Pior cidade da América deu 98% dos votos para Obama

20% da população de Detroit depende de “Bolsa Família”. Sua taxa de crimes violentos é 5 vezes superior a média nacional e é classificada como cidade mais perigosa da América.

40% dos moradores de Detroit querem deixar a cidade. Os preços das casas caíram 54% nos últimos três anos. E Detroit tem a maior taxa de pobreza no país.

Então, adivinhem para quem foram 98% dos votos nas eleições de 2012 em Detroit? Obama, naturalmente. Porque quando você já está vivendo em um inferno, sua principal motivação é arrastar o resto do país com você. Os 40% que querem deixar a cidade de Detroit não tiraram nenhuma conclusão sobre as causas de todos os seus problemas.

Barack Obama derrotou o governador Mitt Romney por números surpreendentes em Detroit, Michigan, acumulando 98% dos votos contra 2% Romney. Em uma cidade de mais de 700 mil habitantes, Romney só foi capaz de obter 6.016 votos de acordo com contagens do governo.

Obama recebeu um total de 281.382 votos, mais de quarenta e cinco vezes maior do que os votos do governador. Os Democratas ganharam maciçamente em Detroit, embora nenhum democrata que enfrentou um adversário republicano recebeu um percentual de votos maior do que o presidente.

Mas há uma razão para isso. Detroit é a perfeita Obamalandia. Você pode até dizer que Detroit é o futuro da América de Obama.

Há apenas 50 anos atrás, Detroit ostentava uma população de mais de dois milhões de habitantes. Depois de décadas, restam quase 700 mil almas, muitos deles presos na pobreza e envoltos pelas mais altas taxas de criminalidade e dependência de programas do Estado de bem-estar social.

O número de pessoas que desapareceram de Detroit na última década, cerca de um quarto de milhão, é quase o dobro dos 140 mil deixaram New Orleans logo após o furacão Katrina.

Escolas públicas de Detroit estão entre os piores do país, apesar do Estado gastar cerca de US$ 16.000 por aluno. Isso é cerca de 60 por cento a mais do que gastamos, em média, aqui na Geórgia. Taxas de evasão escolar são estratosféricas e os resultados das avaliações são tão ruins que o superintendente de educação da cidade uma vez disse que, se os alunos simplesmente chutassem as respostas dos testes aplicados, os resultados seriam bem melhores.

A carga tributária per capita de Detroit é várias vezes superior à média dos demais municípios dentro do mesmo estado. O peso de sua burocracia gigantesca e a extensão da sua lendária corrupção são surpreendentes. Localmente, os serviços da cidade foram comparados aos dos remotos confins do Terceiro Mundo.

(“Não há nenhum plano para erguer uma estatua em homenagem ao Robocop. Obrigado pela sugestão”. Disse o prefeito Dave Bing no twiteer).

Claro que não. Robocop é Republicano.

Original em inglês: Worst City in America Votes 98 Percent for Obama

Leituras recomendadas sobre o assunto e que esclarecem os motivos da falência do estado (em inglês):

Administração Obama tomando medidas Nazistas contra Conservadores?

Um breve comentário sobre como a Receita Federal Americana se focou em grupos específicos da sociedades Americana em 2011 e 2012 com intuito de prejudicá-los e assim garantir a eleição da esquerda “Obamica”.

Como a mídia por aqui vai omitir isso solenemente, encaminho diversas fontes para quem se interessar em saber mais sobre o socialismo tentando destruir o berço da Democracia moderna. O IRS mirou especificamente grupos envolvidos na defesa e divulgação da constituição e da carta de direitos, procurando meios de atingi-los e denegrir a imagem dessas pessoas e entidades (Tea Party, NRA, etc.) para garantir a eleição do “Democratas”.

Claramente uso da maquina publica para perseguir grupos da sociedade que se opõem ao governo.

E essa matéria fala sobre o Departamento de Segurança Nacional que tem tomado medidas no mínimo suspeitas contra cidadãos Americanos que não se enquadrem nos grupos de estimação dos socialistas. Retired Army officer warns: DHS preparing for war against American citizens

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Quem são os terroristas de “extrema direita” que imprensa progressista tanto ataca?

Como disse no artigo anterior, O ataque terrorista em Boston e o que a mídia esquerdista evita mostrar, volto ao assunto com algo extremamente grave que é omitido pela imprensa internacional (progressista) com intuito de preservar a sapiência telúrica que inventaram tratada pelo nome de Barack Obama.

Vejam essas imagens, desta matéria SHOCKING: DHS “No More Hesitation” shooting targets (PHOTOS):

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É abominável, isso são alvos e a administração Obama os comprou em grande quantidade por 5,5 milhões de dólares para os agentes do DHS (Departamento de Segurança Interna) praticar tiro. O programa se chama “No More Hesitation” ou “Sem Hesitar” e claramente visa treinar agentes do estado para atacar civis honestos e respeitadores da lei, indivíduos esses que defenderiam  a nação e a constituição de um governo autoritário/tirano que tenha interesse em lhes tirar a liberdade e seus direitos.

Nessa matéria, DHS usa pessoas comuns em treinamento anti terroristas em vez de jihadistas, fica clara as reais intenções da administração em questão, que trata o cidadão americano (aqueles que construíram a América) como terroristas e terroristas islâmicos como anjinhos imaculados, vitimas da opressão.

Olhem novamente os alvos, crianças, idosos, mulheres gravidas, esses são os “extremistas” de direita que a mídia progressista ataca, que culpa por todos os males do universo. Pessoas essas que descendem dos fundadores dos EUA, pessoas que trabalham, respeitam a lei e a constituição, os pilares da Republica democrática  que garante a liberdade de imprensa a esses idiotas que tentam destruir o país berço da liberdade e do estado democrático de direito moderno.

Coisas que esses “jornalistas” jamais teriam no Irã, na Coreia do Norte ou na Síria, lugares que aos olhos deles são o paraíso na terra.

Outro ponto que não deixa duvida é esse: Renowned author: Obama wants military leaders who will fire on U.S. citizens, onde a administração Obama tem questionada as lideranças militares internas e externas sobre quais deles atirariam em civis respeitadores da lei em caso da ordem do governo federal e destituindo ou ameaçando os que se posicionam contrariamente a essa clara tentativa de golpe contra a democracia e o estado de direito nos EUA.

Como nos EUA ainda existe oposição, o plano nazista de Obama de desarmar os civis e acabar com a segunda emenda através do congresso tem dado com os burros n’água, então ele passou a ameaçar com decretos a agir veladamente com o desarmamento indireto, onde sua administração fez aquisições massivas de 1,6 bilhões de munições de armas leves para agencias federais como o DHS e afins e com isso fazendo faltar munição nas fabricas e consequentemente nas lojas de armas onde os cidadãos compram legalmente as mesma para esporte, defesa pessoal e defesa da nação contra tiranos como esse.

Lembrando que a Segunda Emenda da constituição Americana trata justamente disso, de garantir a liberdade das pessoas contra governos tirânicos.

Com certeza ainda voltarei a tratar de assuntos como esse que nos são omitidos solenemente pelos porta vozes da esquerda. Abaixo diversas fontes com materias e noticias sobre tudo isso:

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Thomas Jefferson, 1776, proposta para a ‘Constituição de Virginia’:
“Nenhum homem livre deve ser privado do uso de armas.”
[I T. Jefferson, Papers 334 (J. Boyd ed 1950)]

Thomas Jefferson, 1787, em carta para William Smith:
“E qual país pode preservar suas liberdades, se seus governantes não são avisados de tempos em tempos que o povo preserva o espírito de resistência? A árvore da liberdade deve ser revigorada de tempos em tempos com o sangue de patriotas e tiranos.”
[em carta para William Smith, Jefferson, On Democracy 20, S. Padover, ed. 1939]

Nota: O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (United States Department of Homeland Security ou DHS em inglês), comumente denominado nos EUA apenas de “Homeland Security”, é um departamento do governo dos Estados Unidos da América cuja responsabilidade é proteger o território dos EUA contra ataques terroristas e agir em caso de desastres naturais.

Enquanto o Departamento de Defesa está encarregado de ações militares no exterior, o Departamento de Segurança Interna trabalha na esfera civil para proteger o território estadunidense, dentro e fora de suas fronteiras. Seu objetivo é preparar-se, prevenir e responder a emergências domésticas, particularmente terrorismo. Em 1 de março de 2003, o DHS absorveu o agora extinto Serviço de Imigração e Naturalização dos Estados Unidos da América e assumiu suas tarefas. Ao fazê-lo, dividiu a parte policial e de serviços em duas agências novas e independentes — USICE e USCIS.

Com mais de 200.000 funcionários, o DHS é o terceiro maior departamento federal do governo dos EUA, atrás apenas do Departamento de Defesa e Departamento de Assuntos de Veteranos de Guerra. A política de segurança interna é coordenada pela Casa Branca pelo Conselho de Segurança Interna. Outras agências com significativas responsabilidades em segurança interna incluem o Departamento de Saúde e Serviços Humanos, o Departamento de Justiça e o Departamento de Energia.

Atualização 2/5/13:

MSNBC’s Collective Head May Explode Over This – Chicks on the Right

Dos 31 terroristas mais procurados pelo FBI, 30 são islâmicos e um é um eco terrorista (de esquerda).

O ataque terrorista em Boston e o que a mídia esquerdista evita mostrar

Desta vez não irei traduzir, apenas farei um resumo do que ocorreu no atentado terrorista em Boston recentemente e o que a mídia de esquerda tem evitado mostrar para não afetar a imagem dos políticos a quem elas estão subjugadas.

Nos EUA, grande parte da imprensa falada e escrita tem viés liberal (esquerda para os Americanos), chamada por lá de “Midia Bias”, com raras exceções como a Fox News e empresas de comunicação do grupo, alguns jornais como NY Post e Washington Times e mais alguns que fazem uma cobertura digna de jornalismo, não de propaganda, voltando a recorrer a George Orwell, “jornalismo é a arte de publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”.

No meio digital nos EUA a cobertura jornalistica é maior e permite que os cidadãos tenho acesso aos fatos rapidamente, devido a isso, a imprensa tradicional também acaba sendo forçada a falar a verdade no final, mesmo que de forma velada e com “notas de rodapé”. Vamos ao caso:

Barack Obama disse “que não faz sentido relacionar os ataques ao fato de os dois serem muçulmanos”, mas ele e seus lacaios politicamente corretos na mídia e de Hollywood não pensaram duas vezes antes de acusar o “branco Americano”, os “extremistas” de direita do Tea Party, os membros da NRA, os cristãos, conservadores, as pessoas contrarias as cobranças abusivas de impostos que fizeram um protesto pacifico naquele dia. Eles nunca se cansam de acusar o espirito da América, aqueles responsáveis por criar e sustentar a republica democrática, o estado de direito e liberdade naquele país.

Enquanto os porta vozes de Obama (MSNBC, ABC, CNN, etc) acusavam a NRA (Associação Nacional do Rifle), os conservadores, os brancos americanos e o movimento anti impostos, não tiveram a coerência de dizer que não fazia sentido ligá-los ao caso, claro que sei que coerência e esquerdista e como óleo e água, disse isso apenas para ilustrar. Esses babavam enquanto clamavam para ter um culpado “conservador, branco reacionário” sem nem mesmo ter sequer uma pista para alegar esse absurdo, apenas torcendo por isso e protegendo os reais terroristas (bárbaros islâmicos, de esquerda, socialistas), afinal são eles os queridinhos do politicamente correto. Para eles não fazia sentido acusar os islâmicos mas fazia sentido acusar cidadãos Americanos respeitadores da lei.

E mesmo depois de evidenciado os fatos, continuaram a tentar amenizar a e mascarar a identidade e a ideologia dos terroristas, o procurador geral e corrupto inveterado Eric Holder continua a defender os terroristas e dizer que não faz sentido descriminar radicais islâmicos pelos atentados, mas faz sentido para ele acusar os Americanos que respeitam a lei por crimes de um individuo maluco que atacou uma escola, esse por sinal apoiador e membro do partido Democrata. Eric Holder é junto com Obama responsável pela operação Velozes e Furiosos que botou armas nas mãos de carteis de drogas do México, armas essas que foram usadas para matar Americanos, inclusive o agente de fronteira Brian A. Terry.

Os dois terroristas em questão receberam mais de cem mil dólares em “Bolsa Família”, la chamado de Food Stamps ou welfare benefits do governo que recebeu diversas informações da Rússia e da própria Arabia Saudita anos antes alertando sobre o risco em potencial que era essa família, os Árabes inclusive negaram visto para um dos irmãos visitar Meca dois anos antes e Obama se negou a deportá-los em 2009.

Abaixou compilei alguns links com matérias mostrando a realidade dos fatos mencionados, algumas delas criticando os absurdos cometidos pelos Democratas e outras apenas matérias originais defendendo os terroristas e atacando os Americanos respeitadores das leis. Eu tenho costume de usar meu twitter como banco de dados, tendo lá muito mais dados sobre todos esses ocorridos.

Voltarei no próximo artigo falando sobre outro atentado do governo Obama contra os cidadãos de bem Americanos, tendo relação direta com esse artigo.

midia bias