O que os críticos do capitalismo não entendem

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Atacar o capitalismo parece nunca sair de moda . Ao longo dos últimos 100 anos, poucas instituições têm sido atacados com tanta força , tão falsa e estupidamente.

No entanto, a resiliência do capitalismo continua. Governos com base na idéia de que o capitalismo é mau e que o Estado pode criar riqueza , controlando toda uma economia surgiram e caíram durante este período, mas o capitalismo continua a prosperar.

Hoje, já é auto evidente dizer que o capitalismo tem feito mais bem para mais pessoas do que qualquer outro arranjo econômico já inventado pelo homem. Economias capitalistas como os Estados Unidos são prósperas, crescentes e expansivas, criando oportunidades e riqueza para um números cada vez maior de pessoas.

“Eu acho que todo o mundo ganharia se o comércio fosse perfeitamente livre”, disse Thomas Jefferson, e nossa Constituição foi um grande passo nessa direção. O capitalismo é baseado no livre mercado , sobre as oportunidades para que todos possam entrar em qualquer mercado a qualquer tempo para produzir e oferecer produtos e serviços que as pessoas querem , precisam e vão comprar.

O capitalismo é realmente “poupanci-smo”. O capital fixo é constituído por bens imóveis, fábricas, máquinas, equipamentos e todos os outros fatores de produção que podem ser usados ​​para produzir e distribuir produtos e serviços para cada vez mais pessoas. O capital é acumulado apenas quando as pessoas se abstenham de gastar tudo o que ganham, poupando e posteriormente reinvestindo esse capital para produzir ainda mais bens e serviços no futuro.

A América é grande pois oferece a oportunidade para que quase todo mundo possa trabalhar , poupar, investir e construir o capital ao longo do tempo. Esse capital acumulado pode ser usado para iniciar um negócio ou pode ser combinado com o capital de terceiros para ajudar a financiar a criação de grandes corporações.

Os mercados de ações representa um lugar onde as pessoas podem reunir seu capital, investir em empresas, juntamente com o capital dos outros para produzir e vender produtos e serviços obtendo lucros e dividendos, que são distribuídos aos acionistas como os proprietários do negócio.

O capitalismo depende de uma combinação de produtividade, autodisciplina e autonegação. Ela exige a capacidade de adiar a gratificação de curto prazo, a fim de desfrutar de recompensas maiores a longo prazo. Ele aceita e ajuda a domar a natureza humana.

Como Steve Forbes observou certa vez em uma palestra para a Fundação Heritage, “o capitalismo encoraja os indivíduos ambiciosos para se envolver na busca da paz, em vez de saquear seus vizinhos.”

“Um empresário oferece algo, um produto ou serviço. Você não tem que aceitar. É uma transação voluntária. Ele incentiva a cooperação” , explicou.

A América é grande porque fornece um quadro jurídico e social que consiste de leis claramente compreendidas, contratos legalmente autorizadas, e uma moeda estável, que cria segurança suficiente para que as pessoas a poupem, invistam e arrisquem seu capital na expectativa de alcançar uma maior riqueza no futuro.

A América é grande porque o seu sistema capitalista permite que a pessoa média possa começar com pouco e construir uma propriedade substancial ao longo de uma vida inteira de trabalho. A América tem mais milionários e bilionários do que todos os outros países do mundo. 80 por cento dos americanos ricos começaram de baixo e ganharam o seu dinheiro em uma geração como resultado de investirem na construção de empresas capitalistas.

Onde certos países têm sistemas antigos de castas ou sistemas de classe arraigados em que crescer e prosperar em busca de uma vida melhor é quase impossível, o sistema capitalista de livre mercado nos Estados Unidos apresenta oportunidades para que cada indivíduo possa melhorar sua vida.

A América é grande porque a América é livre, e devemos sempre saber que se perdermos a liberdade econômica que garante o capitalismo, a nossa liberdade política também será gravemente ameaçada.

É por isso que os conservadores sempre defendem o estado mínimo. É a única maneira de trazer mais inovação, mais empregos e mais oportunidades para mais pessoas.

Isso é algo que os críticos do capitalismo sempre parecem ignorar, mas ajuda a explicar porque o capitalismo sobreviveu diante de todos os seus adversários ao longo do século passado.

A questão da Islamização da Europa

Se há um problema que o ocidente tem enfrentado como sinal de sua decadência é sua islamização, bastante abordada pelos círculos da Direita. Geralmente esse tema é abordado com ares de conspiração, desejos de dominação. Basicamente, se aborda o tema como se os muçulmanos fossem à Europa com o desejo de islamizá-la, e por isso fazem dezenas de filhos. Pretendo apresentar outra visão.

O ocidental de forma geral, mais especificamente o europeu (que a esses males está exposto a mais tempo), perdeu todo e qualquer senso de comunidade e dever. Leva à sério de mais a máxima “ninguém manda em mim” e se entrega aos excessos hedonistas de nosso tempo. É a filosofia de vida do incompreendido “carpe diem”, somente possível nos tempos de abundância e total despreocupação. O ser humano vive, então, apenas para seu próprio prazer.

Há um contraponto, no mundo hodierno, que representa o exato contrário dessa filosofia: a civilização islâmica. Por mais inaceitáveis que possam ser certos comportamentos pela óptica dos direitos humanos, é inegável que é uma civilização que não se deixou seduzir pelo domínio excessivo da técnica. Existe, ainda, nesse grupo, um sentimento de unidade, de pertencimento a um todo por parte do particular, que há muito o ocidente perdeu.

É necessário falar da técnica porque ela é que abriu o caminho para um sistema de produção jamais visto na história em termos de força produtiva. Se o ser humano, até certo tempo atrás, tinha que lutar diariamente contra a natureza pela sobrevivência, conseguiu criar um reino de relativa abundância (que, apesar do período de decadência, ainda tem o que crescer). Essa facilidade, esse luxo, cria de certa maneira o comodismo de uma maioria, que observa os espíritos criativos guiarem o mundo (espíritos esses que, na atualidade, possuem apenas espaço no setor econômico, passando longe do político) e proverem o bem estar geral. A competição estimula, sim, a produção, dentre aqueles que possuem a gana para competir. Fica clara, nesse trecho, a análise conservadora de que não há progresso, mas mudanças que trazem tanto benefícios quanto malefícios.

Se por um lado a técnica nos trouxe abundância, por outro ela criou a dependência. A morosidade natural de certos espíritos cômodos é acentuada por uma avalanche de distrações e divertimentos, que sufocam toda e qualquer tentativa de transcendência e reflexão. O materialismo, na modernidade, sufoca (já em vias de matar) a espiritualidade. A palavra de ordem é aproveitar o agora, viver os excessos, ao invés de buscas a temperança e o equilíbrio. O resultado final é livrar-se de toda forma de responsabilidade, já que essa, no fim, “aprisiona” (e a tendência mundial de casais que trocam filhos por gatos e cães).

Voltamos, então, à Europa, continente mais afetado pelos males que trazem o progresso da técnica (e, importante lembrar, não estou a ignorar os benefícios, mas apenas a lembrar que tudo possui dois lados). A culpa dessa islamização é partilhada: islâmicos não vão com o objetivo de islamizar a Europa, mas de ascender de vida, inclusive em empregos que os europeus não querem ocupar. Se por um lado os muçulmanos vivem dando seguimento ao ciclo reprodutivo, os europeus esqueceram-se dessa faceta da vida, não querem para si a responsabilidade de criar um ou mais filhos. São bons demais para a comunidade e precisam apenas de seus prazeres imediatos. Viveram uma decadência moral até seu quase fim. Alguns dizem que eles estão a acordar e que podem viver um renascimento moral. Eu acredito que já é tarde: o futuro do ocidente não mais esta em mãos europeias, mas em mãos das américas.

Não deixe que um professor comunista adote o seu filho

Artigo publicado originalmente no blog Homem Culto http://homemculto.wordpress.com

Para ler o artigo original, clique aqui http://homemculto.wordpress.com/video-da-passo-a-passo-como-professor-comunista-doutrina-seu-filho/

Você pode estar sendo vítima de doutrinação ideológica quando seu professor: 
denuncie  doutrinação para  

– Se desvia frequentemente da matéria objeto da disciplina para assuntos relacionados ao noticiário político ou internacional;

– Adota ou indica livros, publicações e autores identificados com determinada corrente ideológica;

– Impõe a leitura de textos que mostram apenas um dos lados de questões controvertidas;

– Exibe aos alunos obras de arte de conteúdo político-ideológico, submetendo-as à discussão em sala de aula, sem fornecer os instrumentos necessários à descompactação da mensagem veiculada e sem dar tempo aos alunos para refletir sobre o seu conteúdo;

– Ridiculariza gratuitamente ou desqualifica crenças religiosas ou convicções políticas;

– Ridiculariza, desqualifica ou difama personalidades históricas, políticas ou religiosas;

– Pressiona os alunos a expressar determinados pontos de vista em seus trabalhos;

– Alicia alunos para participar de manifestações, atos públicos, passeatas, etc.;

– Permite que a convicção política ou religiosa dos alunos interfira positiva ou negativamente em suas notas;

– Encaminha o debate de qualquer assunto controvertido para conclusões que necessariamente favoreçam os pontos de vista de determinada corrente de pensamento;

– não só não esconde, como divulga e faz propaganda de suas preferências e antipatias políticas e ideológicas;

– omite ou minimiza fatos desabonadores da corrente político-ideológica de sua preferência;

– transmite aos alunos a impressão de que o mundo da política se divide entre os “do bem” e os “do mal”;

– não admite a mera possibilidade de que o “outro lado” possa ter alguma razão;

– promove uma atmosfera de intimidação em sala de aula, não permitindo, ou desencorajando a manifestação de pontos de vista discordantes dos seus;

– não impede que tal atmosfera seja criada pela ação de outros alunos;

– utiliza-se da função para propagar ideias e juízos de valor incompatíveis com os sentimentos morais e religiosos dos alunos, constrangendo-os por não partilharem das mesmas ideias e juízos.

O vídeo abaixo mostra a doutrinação feita em plena sala de aula por um professor comunista.

Leia também:

Caro professor

Marxismo cultural na prática

A esquerda e seu modus operandi

Série de artigos – A Conquista do Brasil

Suponho que todos os leitores do blog ou tem ou já tiveram contato com a disciplina de História. Não duvido que muitos, assim como eu, devam ter achado ela um saco no colégio mas descobriram depois que ela não precisa ser aquela coisa maçante e repetitiva. Felizmente, a internet nos abriu possibilidade para interagir um pouco mais com a História através de exposições online, reconstruções históricas, mapas tridimensionais, jogos, música, etc.

A História do Brasil para muitos, entretanto, permanece um tédio. A História do país parece não despertar o interesse das pessoas. Ou é isso, ou o brasileiro realmente tem memória curta (Fernando Collor é prova viva). Talvez o desinteresse pela História seja o causador dessa amnésia coletiva.

Um dos problemas da nossa historiografia é que não conhecemos muito bem o que se passava aqui antes da chegada dos portugueses. A nossa história é contada pela perspectiva de navegantes que ousaram chegar às Índias por um caminho diferente e acabaram por aqui. O modo como é contada a história não varia muito de como ela é contada em países americanos de colonização espanhola: ou temos relatos dos conquistadores – sempre heróicos e triunfando sobre hordas de bárbaros; ou temos relatos daqueles que tratam os índios como meros sujeitos da história, sempre passivos ou reativos, nunca com uma vontade própria.

Esta série tem por objetivo acabar um pouco com a imagem do índio passivo, submisso, paz e amor. Vamos desmistificar a imagem do bon savage, e trazer à luz da realidade a história dos índios contada de uma maneira diferente. Embora não disponhamos de abundância relatos históricos dos próprios índios (eram povos ágrafos) da época, podemos reconstruir a história a partir de relatos daqueles que entraram em contato com eles.

Basicamente, a série vai abordar:
1. Precedentes: as navegações e a colonização européia nas Américas.
2. Terra sem dono?: um perfil da América antes da chegada dos europeus.
3. Os povos nativos do Brasil: quem eram, onde estavam, como viviam, o que faziam.
4. Os estrangeiros: traficantes, comerciantes, degredados, colonizadores, missionários.
5. Tecnologia: as armas, as tecnologias, as táticas e estratégias de combate de cada  povo.
6. A guerra: os conflitos, as batalhas, as sublevações envolvendo tropas estrangeiras e tropas índigenas.

Tudo isto será abordado, por mim, a partir da semana que vem. Aguardem.