O mito socialista da reforma agrária

Propaganda: cenário idílico e de abundância. É o perfeito paraíso rural da fazenda coletiva.

Como mostra a reportagem abaixo publicada pela revista Veja, a reforma agrária só serve para violar o estado de direito e a propriedade privada levando miséria e caos ao campo e a nação.
Com os lotes sendo dados em troca de votos a pessoas inaptas, ignorantes e ou corruPTa, as propriedades serão degradas e conseqüentemente improdutivas, servindo apenas para angariar apoio aos tiranos de plantão.
Desmatamento, fome, atraso, miséria. Vejam o exemplo na Coréia do Norte:

Fome – No plano alimentício, Kim Jong-Il herdou também as crises de fome crônicas que começaram a golpear o país no fim da era de seu pai no poder. Kim Il-sung pôs em prática um plano de coletivização no campo e industrialização em grande escala que, nos primeiros anos de seu mandato, deu resultados, mas logo mostrou suas limitações – as limitações inerentes a um sistema de planificação comunista.

Kim Jong-Il, por outro lado, será recordado apenas por desflorestar a Coreia do Norte e destroçar o solo pelo mal uso de adubos. Isso, somado às periódicas chuvas torrenciais que ocorrem no no verão local, contribuiu para afundar o sustento agrícola do país.

Realidade: crianças subnutridas. Estima-se que mais de 2 milhões de pessoas tenham morrido de inanição entre 1994 e 1998 na Coréia do Norte, por conta do desastre das reformas agrárias.

A política de “o exército primeiro” impulsionada por Kim Jong-Il, que dá prioridade política e orçamentária às Forças Armadas, tirou ainda mais recursos dos trabalhadores rurais na grande crise de fome dos anos 90, na qual se estima que até 2 milhões de norte-coreanos tenham morrido. O desmesurado apoio ao exército, no entanto, demorou para render frutos ao líder, já que ao contrário de seu pai, guerrilheiro que combateu os japoneses quando estes dominavam a península, Kim não tinha formação militar.

Leitura recomendada:
Kim Jong-Il deixa fome, repressão e temor nuclear como principais legados.

O Sonho Americano

De 2008 pra cá, muita coisa foi dita a respeito da crise financeira, mas pouco foi explicado. Quando alguém se metia a explicar, dizia que o vilão era Capitalismo e que a culpa era do Estado não estar controlando a economia, e outras mentiras. Mentiras? Você deve estar se perguntando e eu respondo para você leitor: Sim, mentiras.

O que não mostram, talvez por ignorância ou má fé, é que a crise começou não por falta de controle Estatal na economia, e sim por excesso dele. A animação The American Dream (O Sonho Americano) explica de forma simples, bem humorada e prática o que a mídia não conseguiu desde 2008: explicar de uma forma correta como e porquê surgiu a bolha e quem a fomentou.

The American Dream foi produzido por Tad Lumpkin e Harold Uhl e lançado em 2010, mas só ganhou destaque esse ano, apesar de ser um desenho que mostra como é perigoso a relação Estado-Bancos, o mal que o Federal Reserve (Banco Central americano) faz aos EUA e quem está por trásdele. Também aponta soluções de viés libertário, fonte da qual os Founding Fathers beberam.

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=UzyyUKXE_N4

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=d_8SXZxPWq0

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=-ot7juRuPVY

O que é a Lei? (por Frédéric Bastiat)

Frédéric Bastiat, político e economista francês.

“O que é, então, a Lei? É a organização coletiva do direito individual da legítima defesa.

Cada um de nós tem o direito natural – dado por Deus – de defender a sua pessoa (vida), a sua liberdade e a sua propriedade. Estes são os três elementos básicos da vida, e a preservação de qualquer um destes é completamente dependente da preservação dos outros dois. Pois o que são as nossas faculdades senão a extensão de nossa individualidade? E o que é a propriedade senão uma extensão de nossas faculdades?Se cada pessoa tem o direito de defender – mesmo que pela força – sua pessoa, sua liberdade e sua propriedade, segue que um grupo de homens tem o direito de organizar e manter uma força comum para proteger estes direitos constantemente. Por isto o princípio de direito coletivo – sua razão de existir, sua legitimidade – é baseado no direito individual. E a força comum que protege este direito coletivo não pode logicamente ter qualquer outro propósito ou missão que aquela pela qual age como substituta. Assim, sendo que um indivíduo não pode legalmente usar a força contra a pessoa, a liberdade ou a propriedade de outro indivíduo, então a força comum – pelo mesmo motivo – não pode legalmente ser usada para destruir a pessoa, a liberdade ou a propriedade de outros indivíduos ou grupos.

Tal perversão da força seria, em ambos os casos, contrária à nossa premissa. A força nos foi dada para defender nossos próprios direitos individuais. Quem ousaria dizer que a foça nos foi dada para destruir os direitos iguais de nossos irmãos? Uma vez que nenhum indivíduo agindo separadamente pode legalmente usar a força para destruir os direitos de outros, não segue logicamente que o mesmo princípio também se aplica à força comum, que nada mais é que a combinação organizada de forças individuais?

Se isto é verdade, então nada pode ser mais evidente que isto: A lei é a organização do direito natural da legítima defesa. É a substituição das forças individuais por uma força comum. E esta força comum é para fazer somente o que as forças individuais tem o direito natural e legítimo de fazer: proteger pessoas, liberdades e propriedades; manter o direito de cada um, e fazer reinar sobre nós a justiça.”

Capítulo II do livro A Lei, de Frédéric Bastiat. Para ler o livro todo, clique aqui.

A demência espacial e as ditaduras de esquerda

Fidel Castro, ex-senhor feudal da “democracia” cubana.

São várias as explicações que se dá à demência espacial. Uma delas é a de que o ser humano, na imensidão do espaço sideral, sente-se insignificante perto da grandiosidade daquilo que o rodeia, caso deixado muito tempo no espaço. Os sintomas podem variar, sendo um deles um impulso suicida. A existência dessa doença é questionada, mas é presente na ficção científica. E esse é apenas o primeiro ponto em comum com os delírios esquerdistas, a ficção. Mais sobre isso depois.

A implantação de qualquer regime autoritário de esquerda segue um roteiro curioso, quase sempre comum. Normalmente são insurgências contra regimes autoritários. Pode parecer bom em um primeiro momento, mas é aí que mora o maior perigo. “Em nome da democracia” a população é convocada. E ao desejo por democracia, a população responde. E em torno do ideal democrático o ideal revolucionário ganha corpo. A partir desse momento a democracia torna-se apenas um detalhe. A revolução ganha um corpo tão grande que tudo passa a ser sacrificado em seu nome: inclusive a democracia. Pode-se inferir do pensamento de Edmund Burke que o ideal democrático, se não convertido em instituições e ações sociais concretas, seria apenas uma palavra que levaria a população em direção ao caos¹. E exatamente isso acontece. Mesmo após a implantação de uma ditadura Lenin dizia que a URSS era “muito mais democrática” que qualquer nação ocidental. Fica claro que o significado da palavra se perdeu, mas mesmo assim continua sendo usado para manipular a população ao caos que se desejar.

Junto com a revolução crescem outras figuras: O Estado, o líder da revolução, os mártires da revolução. O Estado passa a interferir em cada aspecto da vida do “cidadão”, evitando assim colocar em risco a revolução. Qualquer coisa que não cheirar a revolução é duramente reprimida. Então aqueles que primeiro a trouxeram à tona passam a ser obrigatoriamente glorificados: ganham porte de gigantes. Não fosse o inconveniente, provavelmente teriam verdadeiros colossos em sua homenagem.

Mas isso não basta. Para a submissão total do indivíduo ao coletivo é necessário que o Estado demonstre poder. Marchas militares são comuns para que fique clara a força que paira sobre o cidadão. A violência do Estado, em nome da revolução, passa a ser banal, afinal de contas, o indivíduo é agora insignificante.

E, assim como o homem que por muito tempo é esquecido no espaço, o indivíduo é agora minúsculo quando comparado com as grandes estrelas da revolução e do Estado. A imensidão da coletividade o engole e, ciente de sua insignificância, ele agora está pronto para oferecer tudo em nome de seu melancólico ideal: sua vida, sua família, seus amigos. Tudo ocorrendo numa verdadeira demência coletiva, impregnada pelo medo, com apenas um destino possível: o caos.

¹ Pires Ferreira, Lier; Guanabara, Ricardo; Lombardo jorge, Vladimyr: Curso de Ciência Política – Grandes autores do pensamento político moderno e contemporâneo; 2ª edição;

Dilma e a ‘faxina’…


A presidente Dilma Rousseff vai completar um ano de mandato em janeiro e goza de uma boa popularidade. Mas pelo jeito não tem a mesma sorte com seus ministros, pois 7 ministros já pediram demissão, após denúncias de corrupção ou desentendimento com o Planalto. Já a mídia por sua vez acabou dando os louros para a presidente, até falaram  que ela fez uma ¨faxina¨ nos ministérios. Mas o que de fato aconteceu, os outros ministros saíram por medo das investigações e não por vontade de Dilma Rousseff.

Para tentar contornar a situação, o planalto promete uma reforma ministerial para 2012. Não se sabe ao certo quando e como ela irá acontecer, mas que um dos objetivos é enxugar a máquina pública, cortando gastos e unificando algumas pastas.

As críticas que ficam são as seguintes: a presidente não poderia ter escolhido melhor seus ministros no começo do ano? Por que colocou gente que já tinha tido problemas com corrupção e outras atividades ilegais e antiéticas?As investigações a respeito das denúncias vão prosseguir? Caso culpados,eles vão pagar pelos crimes? Não adianta apenas tirar o ministro,mas sim investigar,ir até as ultimas conseqüências,mas caso contrário vamos ver mais denúncias e outros ministros caindo em outras pastas e poucas respostas

Vamos relembrar os que se foram:

O primeiro ministro a cair foi Antonio Palocci, que já havia sido obrigado a deixar o Ministério da Fazenda em 2006 (governo Lula), depois que foi acusado de quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo. Em 2010 foi chamado pela presidente Dilma para comandar o Ministério da Casa Civil, porém foi obrigado novamente a deixar o governo, pois não soube explicar como aumentou seu patrimônio em 20 vezes durante os 4 anos que esteve na Câmara e acabou entregando sua carta de demissão no dia 7 de Junho.

Alfredo Nascimento foi o segundo ministro a pedir demissão, após a Revista Veja publicar denúncias que ligavam a sua pasta em um esquema de propina. Alfredo pediu demissão no dia 6 de julho e já estava no cargo desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula.

Com uma série de declarações polêmicas, Nelson Jobim deixou o Ministério da Defesa no dia 4 de agosto. Entre as declarações polêmicas, Jobim disse que achava a Ministra Ideli Salvati ¨fraquinha¨ e que Gleisi Hoffman, substituta de Palocci na Casa Civil e casada com o Ministro Paulo Bernardo, não conhecia Brasília.

Denúncias de corrupção no Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), entre elas o pagamento de propina em troca de contratos e favorecimentos em dinheiro para  financiar campanhas eleitorais, fizeram com que o então Ministro da Agricultura Wagner Rossi deixasse o cargo no dia 17 de agosto.

A denúncia feita pela Folha do Estado de S.Paulo dizia que o Ministro do Turismo, Pedro Novais, teria usado o dinheiro da Câmara para pagar o salário da governanta do seu apartamento em Brasília e depois em agosto ele teve seu nome envolvido com outra polêmica: o secretario de seu ministério foi preso na operação Voucher, da PF, suspeito da liberação irregular de verba para a ONG Ibrasi. No dia  14 de setembro, Pedro Novais, assim como os outros ex-ministros de Dilma, entregou sua carta de demissão e já tinha passado por outro imbróglio quando pediu o ressarcimento da Câmara de R$2.156  por despesas em um Motel de São Luis (MA).

Conhecido na mídia pela sua pasta desde o governo Lula e problemas relacionado com uso de cartão coorporativo para comprar tapiocas, Orlando Silva começou a balançar no governo Dilma, logo após denúncias públicas pelo Estadão, que apontavam irregularidades no Programa Segundo Tempo, que teria sido convertido em um esquema para financiar o PCdoB, partido de Orlando. Em outubro novas denúncias surgiram, dessa vez colando Orlando como responsável num suposto esquema de desvio de dinheiro e cobrança de propina, o ministro negou as acusações e prestou esclarecimentos por três vezes ao Congresso, mas sua situação se tornou instável e assim como os outros ministros de Dilma pediu demissão no dia 26 de Outubro.

Carlos Lupi talvez o seja o mais polêmico de todos a cair. Assim como Orlando, Lupi era um veterano no seu ministério, o ministério do trabalho, posto que também ocupava desde o governo Lula. Mas, novamente as denúncias foram a respeito de cobranças de propina. O então ministro não soube explicá-las ao Congresso. Mesmo dizendo que só deixaria o ministério à bala e depois declarar seu amor a Dilma, Lupi entregou sua carta de demissão no dia 4 de Dezembro, num domingo, mesmo domingo que coincidiu com a rodada final do Campeonato Brasileiro de futebol. Talvez tenha sido uma data estratégica, pois boa parte da população não deu destaque ao fato.

 Entre mortos e feridos, o Brasil sofre

Em apenas um ano 7 ministros pediram demissão, com exceção de Nelson Jobim que saiu por fazer criticas ao governo e ter algumas opiniões contrárias. Os outros 6 caíram por denúncias de CORRUPÇÃO. Muitas delas vinham desde o governo Lula,pior são nomes como o de Antonio Palocci, que já havia tido problemas no antigo governo e foi chamado para compor esse novo. Pelo visto temos um “novo” governo com velhos problemas.

Já as denúncias dificilmente vão ser investigadas ou explicadas. Até agora Palocci não disse como aumentou seu patrimônio, muito menos Orlando, Lupi e companhia explicaram as denúncias de cobrança de propina e desvios de dinheiro público.
Que Deus ilumine a cabeça de Dilma Rousseff nas próximas escolhas dela, pois já demonstrou não ter sorte ou competência para cravar boas decisões.