Sobre a existência de Deus: uma brevíssima reflexão.

Por que durante séculos, e ainda hoje, discute a possibilidade de existir ou não? Porque Deus é um Deus oculto. Alguém discute uma possibilidade do que é melhor ou mais dois são quatro? Certamente que não. Parafraseando o filósofo católico de Peter Kreeft que (obviamente) responde a essa questão no nome da fé cristã, o Deus que se apresenta na Bíblia é um deus propositalmente oculto que se revela por meio de . Caso existam, as provas absolutas da existência de Deus não são necessárias para que se possa ter qualquer hipótese de respeito à sua existência. Por outro lado, caso não seja demitido ou menos importante sobre a existência, seria impossível encontrar-lo. A Bíblia não está indo para todos. Ela diz que alguns o encontrarão. Quem? O que pode ser feito através das perspectivas ou ações que ele mesmo deixou, mediante um salto de fé. Há provas para a existência de Deus, mas também existem para a existência de Deus. Portanto, somente é de fundamental importância para as iniciativas favoráveis ​​à existência de Deus. Está escrito: “Busquem e encontrarão”. Mateus 7: 7. “Aproximem-se de Deus e ele se aproximará de vocês.” Tiago 4: 8.

Referências Bibliográficas:

STROBEL, LEE. Em defesa da fé. São Paulo.Vida Nova, 2002.

KREEFT, Peter. Making sense out of suffering, Ann Arbor, Michigar: Servant, 1986.

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Jesus não nasceu em 25 de Dezembro nem no ano 1 de nossa era. Apesar disso, o Natal é importante para os cristãos?

As Origens do Natal

O Natal existe desde muito tempo antes do nascimento de Jesus. Ele existe em decorrência do costume que antigas culturas tinham de celebrar a mudança das estações. No hemisfério norte na Europa, por exemplo, o solstício de inverno era comemorado por volta do dia 25 de dezembro em razão desse período demarcar o declínio dos rigores do inverno, período em que as plantações não cresciam, os animais permaneciam presos, as pessoas não saiam de suas casas, etc. por isso o solstício de inverno era celebrado com muita intensidade, já que marcava a transição entre o fim do inverno e o início do verão [1]. No antigo sistema religioso romano, Saturno era considerado o deus da agricultura que reinava durante o verão e, com a chegada do inverno, perdia o seu domínio para o deus Júpiter. No templo de Saturno em Roma os pés desse deus eram amarrados simbolicamente com correntes até a chegada do solstício de inverno, quando se delimitava a proximidade do retorno do domínio de Saturno e, consequentemente, da fertilidade das plantações e do alongamento dos dias que no inverno eram muito curtos por conta dos rigores do frio. Em 25 de dezembro também se comemorava o dia do nascimento do deus sol na cultura dos Bálcãs, um povo europeu que remonta a sua origem a centenas de milhares anos antes do nascimento de Jesus Cristo [2].

No tempo de Jesus o festival de inverno em que se comemorava o retorno do domínio do deus Saturno se chamava Saturnália. A princípio a igreja romana não permitia aos cristãos a participação nesse festival, até aproximadamente o século 5º da nossa era. A partir desse período a igreja romana aderiu ao feriado romano de 25 de dezembro no intuito de celebrar o nascimento de Jesus. Ao festival de inverno deram o nome de Festa da Natividade. Essa data foi incorporada à cultura ocidental desde então.

            Árvores de Natal

            Na Saturnália romana as árvores verdes eram utilizadas como símbolos de vida. Elas permaneciam verdes durante todo o ano, por isso eram usadas por diversas culturas como símbolo de vida e renascimento. Nas cerimônias religiosas de diversas culturas eram decoradas como forma de adoração e eram associadas à fertilidade. O símbolo da árvore de Natal foi incorporado ao cristianismo como uma referência à vida oriunda do nascimento do Messias.

            Jesus não nasceu no dia 25 de Dezembro nem no início da nossa era. Como assim?

         Jesus nasceu cerca de 6 a 4 anos antes da nossa era. Pelos registros dos evangelhos Jesus Cristo nasceu antes da morte de Herodes o Grande, pois foi ele o responsável pelo decreto que determinou a morte de todas as crianças do sexo masculino que tivessem até dois anos de idade. Herodes o Grande reinou na Judéia do ano 37 ao ano 4 antes de Cristo (ou seja, antes da nossa era comum). Herodes Antipas, filho de Herodes o Grande, reinou do ano 4 antes de Cristo ao ano 39 da nossa era. Imaginando que Jesus tivesse 2 anos no ano da morte de Herodes o Grande, ele deve ter nascido entre 6 a 4 anos antes da datação que marca o início da nossa era cristã. Essa datação estaria de acordo à informação histórica disponível. Ou seja, Jesus nasceu antes de Cristo [3].

            Segundo o relato do evangelista Lucas no capítulo 2 verso 8: “E deu à luz seu filho primogênito, e o envolveu em fraldas, e o colocou para dormir em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Havia pastores na mesma região que cuidavam de seu rebanho à noite.”

            Na cidade palestina de Belém onde Jesus nasceu – segundo a tradição cristã, os meteorologistas estimavam para as noites de inverno nessa localidade uma temperatura mínima de 4 graus. O relato de Lucas afirma que pastores cuidavam dos seus rebanhos à noite. Acontece que, como ressaltam especialistas, os pastores não levavam seu gado para o pasto em pleno inverno, muito menos à noite quando as temperaturas eram ainda mais baixas. Jesus deve ter nascido na primavera ou no inverno, conforme sugere Edwin D. Freed, professor emérito de estudos bíblicos da universidade de Gettysburg (EUA) no livro: The Stories of Jesus Birth [4]. (As histórias do nascimento de Jesus).

            Os Cristãos Podem Celebrar o Natal?

            Pelo que foi até aqui apresentado podemos concluir que o Natal surgiu de tradições pagãs. Além disso, com base em estudos históricos se pode afirmar com exatidão que Jesus não nasceu no dia 25 de Dezembro nem no início da nossa era. Sendo assim, aos cristãos fica proibida a celebração dessa data?

            É bem verdade que as Escrituras bíblicas não estabelecem a obrigação de se celebrar dias sagrados, muito menos o Natal. Contudo, também não há uma vedação a respeito. O apóstolo Paulo deixa claro que aos cristãos é dada a liberdade para se observar dias especiais ou não:

Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha a opinião bem definida em sua mente. Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. (Romanos 14, 5-6).

            Com base nesse texto podemos concluir que os cristãos, embora não tenham a obrigação, podem separar um dia – incluindo o Natal – para o Senhor. Entendo que o Natal pode ser um dia de verdadeira celebração reverente ao Filho de Deus. Por quê? Por três motivos. Em primeiro lugar, porque essa época pode ser usada como um período de reflexão acerca do mistério da encarnação. O pastor John MacArthur bem explora essa questão:

“Primeiro, uma estação de Natal nos lembra como grandes verdades da Encarnação. Recordar as verdades importantes sobre o Cristo e o evangelho é um tema prevalente não Novo Testamento (1 Co 11,25; 2 Pe 1, 12-15; 2 Tessalonicenses 2, 5) A verdade precisa da repetição, para que os homens devem ser convidados a celebrar o Natal para registrar o nascimento de Cristo e nos maravilhar antes do mistério da Encarnação. [5]”

Segundo porque o Natal também pode ser uma época de adoração reverente. Os pastores comemoraram o Natal quando adoraram a Deus pelo nascimento do Messias e se regozijaram quando os anjos anunciaram que em Belém havia nascido o Salvador do mundo: Lucas 2,11. Aquele que veio salvar o seu povo dos pecados deles: Mateus 1,21. Por último, o Natal pode ser uma excelente oportunidade para o evangelismo, pois as pessoas ficam mais receptivas à mensagem do evangelho nessa época. Utilizar o Natal como um período de reflexão sobre a pessoa bendita de Nosso Senhor Jesus Cristo e para o testemunho das verdades da salvação, torna essa data um momento de real significado para os cristãos.

Conclusão

O Natal não possui um fundamento histórico quanto à data e ao ano do nascimento de Jesus. Além disso, essa celebração tem sido constantemente bombardeada pelo consumismo materialista e por mitos que tentam apagar a importância do Cristo. Ainda assim, os cristãos podem dar um sentido real e transformador a esse período. Basta que o celebrem por meio do testemunho reverente e do anúncio das Boas Novas que reverberam ao mundo: “É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lucas 2,11).

Referências:

[1] SLICK, Mattew J. Natal – Os cristãos podem celebrá-lo? Disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/natal/natal_podem.htm> Acesso em: 24/12/18.

[2] História dos Bálcãs. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_B%C3%A1lc%C3%A3s> Acesso: 24/12/18.

[3] ANSEDE, Manuel. Jesus Cristo nasceu cinco anos antes de Cristo (se realmente nasceu). Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/23/ciencia/1450901374_520054.html>Acesso: 24/12/18.

[4] FREED, Edwin D. The Stories of Jesus Birth. A Critical Introduction. Disponível em: <https://books.google.es/books?id=N-xOM_OXo0EC&dq=inauthor:%22Edwin+D.+Freed%22&hl=es&sa=X&ved=0ahUKEwjm0ZPFz_LJAhXDXRoKHVw6B1sQ6AEIUDAH> Acesso: 24/12/18.

[5] MCARTHUR, John. Os Cristãos Devem Celebrar o Natal? Disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/natal/natal_macarthur.htm> Acesso: 24/12/18.

A Fé cristã e o suicídio: para onde vão os desesperados?

Conforme o Centro de Valorização da Vida, rede voluntária de prevenção ao suicídio no Brasil, 25 brasileiros morrem por dia vítimas do suicídio. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo totalizando oitocentas mil de mortes todos os anos. Estima-se que cerca de 10 a 20 milhões de pessoas tentam o suicídio a cada ano. Segundo dados do Ministério da Saúde, o número de suicídios no Brasil aumentou 12% entre os anos de 2011 e 2015.

Através das estatísticas apontadas é notória a importância da prevenção ao suicídio em escala mundial que representa um verdadeiro problema de saúde pública. Mas o objetivo deste artigo é abordar o assunto em questão à luz da cosmovisão cristã, que atribui ao suicídio implicações eternas no que se refere à salvação dos seres humanos. Logo, a pergunta que se pretende responder, ainda que sem a intenção de esgotar o tema é: pode um cristão genuíno levar a cabo o ato do suicídio? E se a resposta for positiva, pode um verdadeiro crente em Cristo perder a sua salvação em consequência da retirada intencional da própria vida?

Pontos de vista A visão cristã acerca do suicídio não se comporta de modo unânime. Há três posições, ou pontos de vista, sobre o assunto:

  1. Um cristão verdadeiro não cometeria suicídio porque Deus o impediria.
  2. Um cristão verdadeiro pode cometer o suicídio, mas se o fizer perde a salvação.
  3. Um cristão verdadeiro pode cometer o suicídio sem que esse ato implique na perda da salvação.

O que a Bíblia diz a respeito?

Em primeiro lugar, o suicídio não deve ser uma escolha para os cristãos. Tanto o homicídio quanto o suicídio encontram barreira no sexto mandamento do decálogo que diz: “não matarás” (êxodo 20:13), o qual se refere tanto à retirada da vida do outro quanto ao auto dizimar-se. Além disso, o norte da vida dos verdadeiros crentes deve ser o amor que inclui o amor a si próprio. O princípio que exclui a possibilidade de tirarmos a nossa vida por conta própria inclui a dependência do Senhor, pois somente Ele pode decidir sobre o momento da nossa partida desse mundo para a eternidade.

Segundo a narrativa de Lucas, o apóstolo Paulo interveio rápido contra o suicídio do carcereiro quando pensou que todos os presos, sob sua responsabilidade, haviam fugido:

“o carcereiro acordou e, vendo abertas as portas da prisão, desembainhou sua espada para se matar, porque pensava que os presos tivessem fugido. Mas Paulo gritou: Não faça isso! Estamos todos aqui!” (Atos 16:27-28).

Deve-se destacar que há casos na Bíblia de homens, reconhecidamente de Deus, que cometeram o suicídio, a exemplo de Sansão: Juízes 16: 28-30 que matou asi mesmo a aos filisteus. Ainda assim, não há no relato qualquer indício de aprovação do ato cometido pelo homem que pediu a Deus, pela última vez, o retorno das forças para se vingar: Juízes 16:28. Ou seja, o suicídio sempre será um ato pecaminoso e não é indicado nem aceitável, biblicamente falando. Feita essa abordagem cabe a análise acercada gravidade do suicídio. Isto é, será esse ato um pecado tão grave a ponto de retirar dos cristãos o direito, a eles legado por Cristo, de irem ao céu após a morte?Praticar o suicídio significa ir automaticamente para o inferno?

O Pecado imperdoável

O suicídio pode ser considerado um pecado sem perdão? Muitos afirmam que sim, já que não há a possibilidade do suicida, tendo alcançado o seu objetivo, pedir perdão ao Senhor por ter dado cabo da própria vida. Será mesmo?

Bem, como dito acima, o pecado do suicídio encontra divina reprovação no mandamento: “Não matarás”. Da mesma forma o pecado do homicídio alcança igual obstáculo e, desde que haja o arrependimento genuíno, um crente que o pratique não perde necessariamente a salvação. O rei Davi é um exemplo claro disso, pois foi o responsável direto pela morte de Urias e,ainda assim, foi perdoado pelo Senhor. Assim sendo, por que o suicídio acarretaria na perda da salvação de um crente genuíno?

A Bíblia nos informa que Cristo, pelo seu sacrifício expiatório, não perdoou alguns pecados dos seus eleitos, mas todos:passados, presentes e futuros. (Colossenses 2:13-14, Hebreus 10: 11-18). Na cruz, Cristo tornou os crentes justos, não justificáveis (Romanos 3:23-26), (Romanos 8:29-30). Portanto, o sacrifício que cobre os pecados dos cristãos é o mesmo que estará com eles na morte e que cobre também o pecado do suicídio. Está claro em Romanos 8:38-39 “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o porvir, nem os poderes, nem a altura nem a profundidade nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus”. Esse texto afirma que nenhuma criatura pode separar os crentes do amor de Deus, inclusive eles mesmos. Em João 10:27-29 está escrito que ninguém pode arrebatar as ovelhas das mãos do Pai e Filipenses 1:6 assevera: “Aquele que começou a boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus”.

De acordo com a Bíblia todos os pecados dos crentes foram perdoados em Cristo, exceto o descrito em Marcos 3:25-32 e Mateus 12:31 que é classificado como o pecado imperdoável, o qual consiste na rejeição contínua e deliberada das obras do Espírito Santo, pecado esse que não pode ser cometido por cristãos genuínos. O versículo 30 do capítulo 3 de Marcos assevera: “Jesus falou isso porque estavam dizendo: Ele está com um espírito imundo.” Essa passagem explica o motivo da reprovação de Jesus aos fariseus que praticaram o pecado imperdoável, ou seja, atribuíam a obra do Espírito Santo a demônios. Assim, o único pecado que os crentes regenerados não podem jamais praticar é o da blasfêmia contra o Espírito Santo, pois apenas homens não salvos podem praticá-lo. Logo, não sendo o pecado do suicídio um pecado considerado imperdoável, ele também alcança o perdão gracioso de Cristo, um favor concedido de modo imerecido aos salvos. Sem querer me aprofundar no tema,cabe a ênfase no fato de que a salvação é um ato concedido por Deus de modo imerecido, conforme explicita o apóstolo Paulo na carta aos efésios no capítulo 2: 8-9: “Porque vocês são salvos pela graça, mediante a fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus para que ninguém se glorie.”

Por fim, caso alguém ainda se mostre contrário à possibilidade de um cristão verdadeiro ser salvo, ainda que cometa o ato do suicídio, alegando que alguém nessa condição não teria tempo suficiente para se arrepender a fim de alcançar o perdão de Deus expresso na primeira carta do apóstolo João no capítulo 1:9:“Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”. A esse respeito cabe aqui a aplicação de uma interessante analogia promovida pelo pastor Augustus Nicodemus em uma de suas preleções. Considere a possibilidade de um casal, genuinamente cristão, discutir feio enquanto o marido dirige seu automóvel e, em decorrência desse desentendimento, ocorra um acidente fatal que dizime a vida dos dois.Pelo fato de não ter dado tempo para o casal se reconciliar antes da morte,isso acarretaria na perda da salvação de ambos? É lógico que não, pois todos nós somos e seremos sempre pecadores e jamais estaremos livres da prática do pecado em momento algum de nossas vidas. Se esperarmos um momento em que ficarmos completamente livres dos nossos pecados para irmos ao céu, não iremos a ele jamais.Entende? Então, sim. É possível que um cristão, ainda que suicida, alcance a glória eterna. Por quê? Pelo fato de os méritos salvíficos residirem completamente no sacrifício expiatório de Cristo, não em nossas obras.

Uma palavra aos suicidas

O fato de um salvo não perder a salvação em decorrência da prática do suicídio,de modo algum, deve ser interpretado como uma justificativa para o crente dar cabo da própria vida. Embora haja a possibilidade de crentes salvos morrerem vítimas do suicídio, cabe ressaltar que, na grande maioria dos casos, o suicídio é praticado por homens e mulheres não alcançados pela regeneração salvadora. Ou seja, assim como um salvo pode cometer esse ato num momento extremo de sua vida, apresenta-se nesses casos o real questionamento acerca da salvação dessas pessoas. Caso você seja um crente que já pensou em tirar a própria vida,achegue-se a Cristo. Ele é quem vai lhe dar o escape necessário em meio às adversidades e percalços da existência humana:

“Não veio sobre vós tentação que não fosse humana, mas Deus é fiel que não deixará que sejam tentados além das vossas forças, antes vos proverá o livramento para que a possais suportar.” (1 Coríntios 10: 13).

REFERÊNCIAS:

Dados mundiais sobre o suicídio – Paula Fontenelle. Disponível em:

https://www.prevencaosuicidio.blog.br/dados

Acesso em: 14 de maio de 2018.

Número de suicídios aumentou 12% no Brasil, mostra Ministério da Saúde. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2017/09/numero-de-suicidios-aumentou-12-no-brasil-mostra-ministerio-da-saude.html

Acesso em: 15 de maio de 2018.

Falando abertamente sobre o suicídio. Disponível em: www.cvv.org.br

Acesso em: 18 de maio de 2018.

Suicídio– Vincent Cheung. Disponível em: http://defesaapologetica.blogspot.com.br/2017/04/suicidio-vincent-cheung.html

Acesso em: 17 de maio de 2018.

Quem comete suicídio necessariamente vai para o inferno? Disponível em: https://www.defesadafe.org/single-post/2017/04/17/suicidio

Acesso em: 13 de maio de 2018.

Ao cometer suicídio, o cristão perde a salvação? Miguel Núñes. Disponível em: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/633/Ao_Cometer_Suicidio_o_Cristao_Perde_a_Salvacao

Acesso em: 12 de maio de 2018.

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