Record de impostos

Nunca na história deste país…

Ontem (29/12) foi divulgada a notícia de que o impostômetro passou da marca de R$1,5 trilhão e bate um novo recorde. Usando o velho chavão, nunca na história desse país se pagou tanto imposto. Esse valor exorbitante é o número exato da quantia que é roubada do cidadão brasileiro honesto e que paga seus impostos. Com esse dinheiro poderiam ser feitas inúmeras obras públicas que iriam trazer uma melhora na vida das pessoas. Porém, se pegarmos esse valor de R$ 1,5 trilhão e dividirmos pelo numero de habitantes (200 milhões) no Brasil, cada cidadão ira ter direito ao valor aproximado de R$ 7.500,00.

Vamos pensar um pouco

Uma família que tem 4 membros vai ter direito a 30 mil reais, que dividido pelos 12 meses de um ano dá R$2.500,00. Com esse  “salário” extra, fica possível ter um plano de saúde de qualidade e colocar até dois (2) filhos em uma escola particular.  Outra opção seria investir esse dinheiro em fundos, tais como os CDB’s ,que rendem bons juros a longo prazo também é possível aplicar no mercado imobiliário.

Fique de olho no impostômetro!
http://www.impostometro.com.br/
http://chegadetantoimposto.ning.com/ 

Links :
http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/12/impostometro-encerra-2011-em-r-15-trilhao-diz-associacao.html  

http://noticias.r7.com/economia/noticias/impostometro-chega-a-r-1-5-trilhao-e-brasil-encerra-2011-com-recorde-de-impostos-pagos-20111229.html?question=0

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,impostometro-deve-encerrar-o-ano-em-r-15-trilhao,97634,0.htm

Urnas Biométricas: Cabresto 2.0

A influência dos coronéis na política nacional, há muito tempo atrás, causava leves desconfortos na hora de votar. A votação era vigiada pelos coronéis, então era público o voto de qualquer pessoa que votasse naquela região: a escolha era o candidato do coronel. Se a simples persuasão não fosse o suficiente para convencer o “cidadão”, uma espingarda bem carregada fazia o trabalho com eficiência. Esse era o voto de cabresto.

Um dos pilares de uma democracia saudável é o voto secreto. O eleitor deve fazer uso de seu direito de votar com plena liberdade. Ninguém deve ser obrigado a revelar em quem votou. A urna biométrica apresenta grandes ameaças a essas garantias. Não é um absurdo dizer que, quando a urna for ativada a partir das digitais do eleitor, fiquem armazenados o horário que a urna foi acionada, qual eleitor o fez e em que candidato votou. Aliás, não é um absurdo. É provável. Esse frenesi pelo registro biométrico da população é estranho, ainda mais vindo de um governo com tendências autoritárias. Não pode ser considerado livre e democrático um povo que tem seu voto vigiado.

Quando o governo pode estabelecer padrões de votação e as comprovar através da gravação dos votos, fica fácil executar represálias: agora não mai contra indivíduos isolados, mas contra classes sociais inteiras. E isso apenas segue a política do atual governo de colocar as classes sociais umas contra as outras, criar inimigos entre a população em um momento em que o povo deve existir como nação: unido. Afinal de contas, em um Brasil de tendências marxistas, tudo se explica pela luta de classes. E sabendo em quem cada classe votou, é muito fácil gerar discórdias e aplicar punições em massa.

O mito socialista da reforma agrária

Propaganda: cenário idílico e de abundância. É o perfeito paraíso rural da fazenda coletiva.

Como mostra a reportagem abaixo publicada pela revista Veja, a reforma agrária só serve para violar o estado de direito e a propriedade privada levando miséria e caos ao campo e a nação.
Com os lotes sendo dados em troca de votos a pessoas inaptas, ignorantes e ou corruPTa, as propriedades serão degradas e conseqüentemente improdutivas, servindo apenas para angariar apoio aos tiranos de plantão.
Desmatamento, fome, atraso, miséria. Vejam o exemplo na Coréia do Norte:

Fome – No plano alimentício, Kim Jong-Il herdou também as crises de fome crônicas que começaram a golpear o país no fim da era de seu pai no poder. Kim Il-sung pôs em prática um plano de coletivização no campo e industrialização em grande escala que, nos primeiros anos de seu mandato, deu resultados, mas logo mostrou suas limitações – as limitações inerentes a um sistema de planificação comunista.

Kim Jong-Il, por outro lado, será recordado apenas por desflorestar a Coreia do Norte e destroçar o solo pelo mal uso de adubos. Isso, somado às periódicas chuvas torrenciais que ocorrem no no verão local, contribuiu para afundar o sustento agrícola do país.

Realidade: crianças subnutridas. Estima-se que mais de 2 milhões de pessoas tenham morrido de inanição entre 1994 e 1998 na Coréia do Norte, por conta do desastre das reformas agrárias.

A política de “o exército primeiro” impulsionada por Kim Jong-Il, que dá prioridade política e orçamentária às Forças Armadas, tirou ainda mais recursos dos trabalhadores rurais na grande crise de fome dos anos 90, na qual se estima que até 2 milhões de norte-coreanos tenham morrido. O desmesurado apoio ao exército, no entanto, demorou para render frutos ao líder, já que ao contrário de seu pai, guerrilheiro que combateu os japoneses quando estes dominavam a península, Kim não tinha formação militar.

Leitura recomendada:
Kim Jong-Il deixa fome, repressão e temor nuclear como principais legados.

O Sonho Americano

De 2008 pra cá, muita coisa foi dita a respeito da crise financeira, mas pouco foi explicado. Quando alguém se metia a explicar, dizia que o vilão era Capitalismo e que a culpa era do Estado não estar controlando a economia, e outras mentiras. Mentiras? Você deve estar se perguntando e eu respondo para você leitor: Sim, mentiras.

O que não mostram, talvez por ignorância ou má fé, é que a crise começou não por falta de controle Estatal na economia, e sim por excesso dele. A animação The American Dream (O Sonho Americano) explica de forma simples, bem humorada e prática o que a mídia não conseguiu desde 2008: explicar de uma forma correta como e porquê surgiu a bolha e quem a fomentou.

The American Dream foi produzido por Tad Lumpkin e Harold Uhl e lançado em 2010, mas só ganhou destaque esse ano, apesar de ser um desenho que mostra como é perigoso a relação Estado-Bancos, o mal que o Federal Reserve (Banco Central americano) faz aos EUA e quem está por trásdele. Também aponta soluções de viés libertário, fonte da qual os Founding Fathers beberam.

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=UzyyUKXE_N4

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=d_8SXZxPWq0

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=-ot7juRuPVY

Dilma e a ‘faxina’…


A presidente Dilma Rousseff vai completar um ano de mandato em janeiro e goza de uma boa popularidade. Mas pelo jeito não tem a mesma sorte com seus ministros, pois 7 ministros já pediram demissão, após denúncias de corrupção ou desentendimento com o Planalto. Já a mídia por sua vez acabou dando os louros para a presidente, até falaram  que ela fez uma ¨faxina¨ nos ministérios. Mas o que de fato aconteceu, os outros ministros saíram por medo das investigações e não por vontade de Dilma Rousseff.

Para tentar contornar a situação, o planalto promete uma reforma ministerial para 2012. Não se sabe ao certo quando e como ela irá acontecer, mas que um dos objetivos é enxugar a máquina pública, cortando gastos e unificando algumas pastas.

As críticas que ficam são as seguintes: a presidente não poderia ter escolhido melhor seus ministros no começo do ano? Por que colocou gente que já tinha tido problemas com corrupção e outras atividades ilegais e antiéticas?As investigações a respeito das denúncias vão prosseguir? Caso culpados,eles vão pagar pelos crimes? Não adianta apenas tirar o ministro,mas sim investigar,ir até as ultimas conseqüências,mas caso contrário vamos ver mais denúncias e outros ministros caindo em outras pastas e poucas respostas

Vamos relembrar os que se foram:

O primeiro ministro a cair foi Antonio Palocci, que já havia sido obrigado a deixar o Ministério da Fazenda em 2006 (governo Lula), depois que foi acusado de quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo. Em 2010 foi chamado pela presidente Dilma para comandar o Ministério da Casa Civil, porém foi obrigado novamente a deixar o governo, pois não soube explicar como aumentou seu patrimônio em 20 vezes durante os 4 anos que esteve na Câmara e acabou entregando sua carta de demissão no dia 7 de Junho.

Alfredo Nascimento foi o segundo ministro a pedir demissão, após a Revista Veja publicar denúncias que ligavam a sua pasta em um esquema de propina. Alfredo pediu demissão no dia 6 de julho e já estava no cargo desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula.

Com uma série de declarações polêmicas, Nelson Jobim deixou o Ministério da Defesa no dia 4 de agosto. Entre as declarações polêmicas, Jobim disse que achava a Ministra Ideli Salvati ¨fraquinha¨ e que Gleisi Hoffman, substituta de Palocci na Casa Civil e casada com o Ministro Paulo Bernardo, não conhecia Brasília.

Denúncias de corrupção no Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), entre elas o pagamento de propina em troca de contratos e favorecimentos em dinheiro para  financiar campanhas eleitorais, fizeram com que o então Ministro da Agricultura Wagner Rossi deixasse o cargo no dia 17 de agosto.

A denúncia feita pela Folha do Estado de S.Paulo dizia que o Ministro do Turismo, Pedro Novais, teria usado o dinheiro da Câmara para pagar o salário da governanta do seu apartamento em Brasília e depois em agosto ele teve seu nome envolvido com outra polêmica: o secretario de seu ministério foi preso na operação Voucher, da PF, suspeito da liberação irregular de verba para a ONG Ibrasi. No dia  14 de setembro, Pedro Novais, assim como os outros ex-ministros de Dilma, entregou sua carta de demissão e já tinha passado por outro imbróglio quando pediu o ressarcimento da Câmara de R$2.156  por despesas em um Motel de São Luis (MA).

Conhecido na mídia pela sua pasta desde o governo Lula e problemas relacionado com uso de cartão coorporativo para comprar tapiocas, Orlando Silva começou a balançar no governo Dilma, logo após denúncias públicas pelo Estadão, que apontavam irregularidades no Programa Segundo Tempo, que teria sido convertido em um esquema para financiar o PCdoB, partido de Orlando. Em outubro novas denúncias surgiram, dessa vez colando Orlando como responsável num suposto esquema de desvio de dinheiro e cobrança de propina, o ministro negou as acusações e prestou esclarecimentos por três vezes ao Congresso, mas sua situação se tornou instável e assim como os outros ministros de Dilma pediu demissão no dia 26 de Outubro.

Carlos Lupi talvez o seja o mais polêmico de todos a cair. Assim como Orlando, Lupi era um veterano no seu ministério, o ministério do trabalho, posto que também ocupava desde o governo Lula. Mas, novamente as denúncias foram a respeito de cobranças de propina. O então ministro não soube explicá-las ao Congresso. Mesmo dizendo que só deixaria o ministério à bala e depois declarar seu amor a Dilma, Lupi entregou sua carta de demissão no dia 4 de Dezembro, num domingo, mesmo domingo que coincidiu com a rodada final do Campeonato Brasileiro de futebol. Talvez tenha sido uma data estratégica, pois boa parte da população não deu destaque ao fato.

 Entre mortos e feridos, o Brasil sofre

Em apenas um ano 7 ministros pediram demissão, com exceção de Nelson Jobim que saiu por fazer criticas ao governo e ter algumas opiniões contrárias. Os outros 6 caíram por denúncias de CORRUPÇÃO. Muitas delas vinham desde o governo Lula,pior são nomes como o de Antonio Palocci, que já havia tido problemas no antigo governo e foi chamado para compor esse novo. Pelo visto temos um “novo” governo com velhos problemas.

Já as denúncias dificilmente vão ser investigadas ou explicadas. Até agora Palocci não disse como aumentou seu patrimônio, muito menos Orlando, Lupi e companhia explicaram as denúncias de cobrança de propina e desvios de dinheiro público.
Que Deus ilumine a cabeça de Dilma Rousseff nas próximas escolhas dela, pois já demonstrou não ter sorte ou competência para cravar boas decisões.

Custo Brasil, Preço dos Grãos e o custo de produção.

Novamente o agro negocio vive uma ótima fase com preços das commodities aquecidos devido a fatores mercadológicos mundiais.  Seria motivo de muita comemoração no Brasil se não fosse por alguns percalços ocorridos no nosso país.

Convivemos com sérios problemas de infra-estrutura, causados pela má administração publica que age com descaso e nos faz perder muito dinheiro, com isso surgiu o fator Custo Brasil.

O Custo Brasil é um termo genérico, usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, ideológicas e econômicas que encarecem o investimento no Brasil, dificultando o desenvolvimento nacional, aumentam o desemprego e o trabalho informal e a sonegação de impostos e a evasão de divisas. Alguns exemplos de como se constitui o Custo Brasil são:

  • Corrupção administrativa elevada.
  • Monopólios estatais na economia, eliminando a concorrência.
  • Déficit público elevado.
  • Legislação ambiental restritiva e inibidora do desenvolvimento.
  • Constituição e leis cerceadoras da livre-iniciativa.
  • Impossibilidade e dificuldades de entrada de capitais externos em diversos setores.
  • Burocracia excessiva para criação de uma empresa.
  • Um dos piores sistemas educacionais do mundo.
  • Incerteza política e ideológica crônica.
  • Manutenção de taxas de juros reais elevadas.
  • Spread bancário exagerado (um dos maiores do mundo).
  • Baixa eficiência portuária, com taxas elevadas e tempos de carga e descarga excessivos.
  • Burocracia excessiva para importação e exportação, dificultando o comércio exterior.
  • Carga tributária excessiva.
  • Custos trabalhistas excessivos, devido a uma legislação trabalhista obsoleta.
  • Altos custos do sistema previdenciário.
  • Legislação fiscal complexa, dando margem a subterfúgios que tornam as operações desnecessariamente complexas e arriscadas.

Apesar da prevalência do termo, não há um indicador específico associado ao conceito. O termo é usado geralmente de forma qualitativa, sendo impossível quantificar de forma exata quando representa o Custo Brasil.

O custo Brasil é real e pesa consideravelmente nos custos de insumos e produtos afetando os preços de forma significativa e prejudicial.

Contudo, o problema em questão é que o Custo Brasil se tornou um forte argumento de fornecedores de insumos agrícolas para justificarem altas “absurdas” e de forma rotineira em tempos de alta das commodities, isso ocorre, pois o custo Brasil se da de forma indireta, não tendo uma forma concreta de mensuração ou calculo para ser controlado ou mensurado de forma exata, servindo assim como argumento de validação para “reajustes mal explicados”. Um exemplo claro ocorreu essa semana, um fertilizante NPK na formula 08-18-18 estava 820 reais a tonelada, essa semana sofreu reajuste de 28%, saltando para 1050 reais a tonelada.

O que deixa os produtores indignados é que eles sempre têm algum “bom” argumento para justificar essas altas. Quando o dólar sobe, os insumos são reajustados pela alta do dólar, mas quando o dólar cai esses mesmo insumos não sofrem reajustes proporcionais à queda ou nem mesmo tem alteração nos seus preços, isso quando não tem alta, que no caso é justificado da seguinte forma: – “o dólar caiu, mas o custo Brasil subiu e por isso o insumo X teve alta ou impediu a baixa do preço”.

Eu não estou dizendo que o custo Brasil não incida sobre os produtos, pelo contrario, tenho plena certeza do tamanho da incidência dele sobre esses fornecedores gerando problemas e prejuízos aos mesmos e a todos nós, porem, eles tem usado isso de forma abusiva, pois o custo Brasil que conhecemos não oscilou nas proporções da variação cambial ou da alta doa commodities para justificar esses aumentos.

Vou dar mais alguns exemplos práticos aqui para fundamentar e abrir um debate sobre o tema buscando esclarecer e corrigir essas “discrepâncias”. Há alguns anos, no exato dia em que o dólar chegou a 4,01 reais eu fiz uma compra de herbicida Roundup Original em uma revenda tradicional da minha região, o qual paguei 5,80 reais por litro. Hoje esse mesmo produto esta acima de 13 reais na mesma revenda, alta de mais de 125% e nessa época a soja estava beirando os 50 reais, hoje mesmo com a saca a 45 reais, que é um ótimo preço, ainda sim 10% abaixo do preço da época em que comprei o produto, e o dólar 56% mais baixo, na casa de 1,70 R$. Mesmo assim o preço desses insumos veio subindo constantemente, mesmo com a queda do dólar e quando a soja, milho e trigo chegaram a preços absurdamente abaixo do custo de produção, Milho a 9 R$, Soja a 18 R$ e trigo a 15 R$ sendo esses preços na minha região. Para se ter uma idéia, em países vizinhos encontramos produtos similares ao roundup por 2 $ o litro, que hoje não custaria 4 R$, o mesmo acontece com outros insumos e maquinas.

Nesse intervalo de tempo, em algumas ocasiões, para “disfarçar” as altas absurdas constantes os produtos tinham queda nos preços, desproporcionais a realidade cambial e aos fatores mercadológicos, apenas para conter e acalmar os “ânimos” dos produtores e entidades afins, geralmente após uma alta considerável, por exemplo, de 50%, após um relativo curto período de tempo, ocorria um reajuste negativo de 15%, desproporcional a realidade econômica vivida no momento em questão, deixando uma falsa impressão de alivio em muitos, sendo que na realidade o produto tinha encarecido 35% sem reais motivos explícitos a todos. Muitas vezes também usam a alta dos commodities como argumento, mas o aumento de preços dos insumos geralmente não tem proporcionalidade nesse aspecto também.

Devemos nos conscientizar, informar e participarmos ativamente junto de entidades do setor que estão ai para nos apoiar e cobrarmos de nossos representantes políticos atitudes  em relação a esse câncer chamado Custo Brasil que da margem para tantos problemas a todos nós, muitos dos quais verídicos que afetam verdadeiramente a empresas e produtores, mas também que dão margem para justificar alguns abusos e irregularidades.

Para encerrar com outro exemplo que reforça a situação, vai uma comparação que foi usada em panfletos distribuídos durante o protesto Grito do Ipiranga:

Alerta do Campo

Confira as variações de preços em reais de alguns produtos que proporcionaram a crise na agricultura Brasileira!!!

Produto/Moeda

2002

2006

Variação

Dólar

3,02 R$

2,05 R$

-47%

Diesel

0,83 R$

1,98 R$

+138%

Adubo

498,50 R$

700,00R$

+40%

Soja

43,00 R$

19,00 R$

-126%

1000 SACAS DE SOJA EM 2002 COMPRAVAM:

DIESEL

51.807 LITROS

ADUBO

86 TONELADAS

1000 SACAS DE SOJA EM 2006 COMPRAM:

DIESEL

9.600 LITROS

ADUBO

27 TONELADAS

O panfleto distribuído nas estradas pelos produtores durante o protesto encerrava com a mensagem “E ainda Vamos continuar Plantando??? Não, não vamos!! Quem votou no Lula que morra de fome!”.

O BRASIL VIVE UMA DITADURA BRANCA, POR OMISSÃO DA MAIORIA. O POVO ANESTESIADO PELA POLÍTICA DE PÃO E CIRCO NÃO SE MOBILIZA E DEIXA TUDO NAS MÃOS DE POPULISTAS PILANTRAS. ESSA SITUAÇÃO É INSUSTENTÁVEL COMO UM CÂNCER, EM ALGUM MOMENTO ELE VAI SE CONSUMIR E MATAR O PAÍS.