Os preços minimos estatais estão matando o livre mercado no país.

O sistema de preço mínimo só serve para desregular e manipular as leis de mercado e o livre mercado que é base de toda economia saudável, piorando a situação da agropecuária nacional a médio e longo prazo.

O governo o usa a política de preços mínimos para manipular e ter poder de controlar os produtores rurais, inocentes úteis, mantendo o preço da comida barata para agradar a seus eleitores, a massa de manobra. Isso é populismo socialista e nós arcamos com isso.

Assim vamos sobrevivendo sempre do mínimo, sendo mantidos reféns do governo sempre, pois acatamos suas “ordens” indiretas e continuamos a produzir apenas com falsas palavras de apoio na hora do plantio. E na hora da colheita ficamos com o mínimo apenas para sobreviver enquanto os lideres socialistas se esbaldam com nossos impostos e com a garantia de votos de suas massas de manobra. Assim o governo alimenta suas hienas e mantêm as pessoas de bem no cabresto, na rédea curta, traçando um caminho sem volta, pois ao produzirmos algo indiscriminadamente, sem olhar para leis de oferta e procura, acabamos por minar outros produtos pela falta de concorrência, criando um círculo vicioso onde tudo ficará inviável em algum momento, e nessa hora o governo nos “executará”.

Um exemplo é o milho. Anos e anos acreditando nas promessas e manipulações do governo e produzindo mesmo com estoques hiper inflados e manipulados pela CONAB, mais uma estatal socialista, safra e safrinha… Produzir, produzir e produzir sem se preocupar com as leis de mercado (oferta e demanda) e com a infra estrutura disponível. Agora na safra de verão a soja vai sentir a conseqüência do milho devido à falta de concorrência entre as culturas e assim inflando seus estoques. Devido há inviabilidade do milho, há uma migração em massa para soja por parte da maioria dos produtores.

Logo essa endemia encontrará uma terceira, quarta ou quinta cultura, sucessivamente, formando um ciclo vicioso, inviabilizando-as devido a perda de competitividade das mesmas, safra à safra. Com isso vamos cavando nossa cova, acreditando nas medidas keynesianas, no socialismo esquerdopata e nas promessas repetitivas dos governos estalinistas.

Sem profissionalismo nos negócios, sem planejamento, gestão e conhecimento das leis de mercado e da realidade política, o livre mercado vai se deteriorar cada vez mais para alegria dos projetos de Fidel Castro e para falência total da nação e da democracia.

Sem planejamento continuaremos operando como numa montanha russa (soviética, para usar o termo correto), hora com o governo “implorando” para que se plante milho neste país com suas falsas promessas e hora com o produtor rezando para encontrar uma forma de sobreviver com uma receita que sequer cobre seus custos, ficando refém de “favores” estatais que custam caro tanto financeiramente como legalmente.

Precisamos rever conceitos, práticas e principalmente a falta de ideologia política de direita no Brasil. Não existe democracia e Estado de Direito sem duas correntes ideológicas disputando as eleições. Aliás, correntes ideológicas que respeitem a democracia e o Estado de Direito, e não um bando de abutres comunistas tiranos que só querem usar a democracia para chegar ao poder de forma escusa e destruir a mesma.

Governo petista: pior do que praga.

(Artigo referente aos problemas vividos na safra de grãos de 2010, porem o foco mensagem continua atual, avisto que o problema prossegue ano após ano.)

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Na Carne

Há mais ou menos um ano atrás a propaganda eleitoral da então candidata a presidência da república, Dilma Rousseff, dizia que o brasileiro estava ganhando mais, comendo melhor e até carne no prato tinha. Todas essas coisas eram graças ao governo Lula, do qual Dilma era ministra. Passado um ano, a inflação é de 13% e o PIB cresceu apenas 3,4%. Logo vamos ter aumento nos preços, que cedo ou tarde vai ser repassado ao consumidor e o consumidor que mais vai sentir isso na carne é o da neo-classe média ou da velha classe média.

A reportagem exibida no programa da Rede Globo  Bom Dia Brasil, do dia 08 de dezembro de 2011, mostra que o preço da carne bovina em São Paulo subiu 10% e o filé mignon está quase 30% mais caro. E aí, Senhora Presidente? O povo tá comendo carne mesmo? Porque a equação é simples: aumento no preço, diminuição no prato.

Link da matéria: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/12/preco-da-carne-sobe-muito-no-final-do-ano-e-assusta-consumidores.html

Veja mais em:
http://noticias.r7.com/videos/inflacao-alta-afeta-preco-da-carne-bovina/idmedia/4ee140ee92bb67c0a103976d.html

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1204179

Voto Obrigatório

Pagar impostos me dá o direito de utilizar o SUS, mas não me obriga. O mesmo vale para a educação pública, para a biblioteca pública, para os bancos do governo. E por aí vai. Mas existe no Brasil um “direito” curioso, que é o direito ao voto. Diferente dos primeiros citados, que criam uma obrigação por parte do Estado de fornecer um serviço, o “direito” ao voto cria também uma obrigação ao cidadão de se tornar eleitor. Deixa de ser um direito, torna-se uma imposição. Uma agressão à liberdade, um dos mais caros direitos civis. Um dos mais importantes institutos da civilização ocidental.

Por conta dessa intromissão do Estado em nossa liberdade, surgiu um fenômeno lamentável: o suposto “voto de protesto”. Palhaçada. Piada contada por centenas de milhares de palhaços que contribuiram à eleição de Tiririca, Popó, et caterva. Afinal de contas, “Pior que tá, não fica”, não é mesmo?

A obrigatoriedade do voto, a meu ver, busca criar certa consciência cívica na população. Besteira. Essa consciência deve ser construída sobre o respeito que a instituição eleitoral deve conquistar, através da idoneidade e alinhamento ideológico claro dos partidos políticos. Na prática, impor o voto apenas obriga a população a escolher o menos pior. Ou perder tempo indo às urnas para votar em branco e ser excluído do processo, já que esses não são incluídos na contagem, então é como se a pessoa não tivesse votado.

Infelizmente o brasileiro não se importa com seus direitos civis. Tendo comida na mesa e um futebol no fim de semana, a liberdade passa a ser apenas uma questão banal, um instituto piegas, um substantivo bonito para preencher discursos. Prova disso são os constantes projetos de censura por parte do PT: Poucos conhecem, e desses alguns apoiam. Liberdade de expressão para que? Aliás, liberdade para que? Se nenhum dos políticos te agrada, vote mesmo assim!

Já passou da hora de o Brasil amadurecer nesse sentido. A população é tratada como uma criança que não sabe fazer escolhas, por isso deve ser obrigada a certas coisas. Mas na hora de legitimar essa corja que está no poder, logo a opinião dessa criança vale muito. Não ao voto obrigatório. Palhaçada, a partir de hoje, apenas no picadeiro. Nunca nas urnas.

Estatite, o mal do século

O Brasil passa por um estado de saúde grave. É uma doença crônica, endêmica da Europa mas que se disseminou por aqui tão logo quanto chegou. Esta doença se chama estatite (inflamação do Estado), ou, popularmente “inchaço do Estado”.

SAIBA MAIS SOBRE A ESTATITE:

O primeiro país onde houveram surtos registrados e amplamente documentados de Estatite como conhecemos hoje foi a França. Vírus como Luís XIV, Napoleão, Robespierre, Proudhon e Rousseau disseminaram primeiramente formas menos agravadas da doença, cujos sintomas iam desde o nacionalismo exacerbado às revoluções fratricidas passando pelo monopólio estatal e o absolutismo. A situação ficou pior a partir de um surto de Reino do Terror, que matou cerca de 20 mil. Após o vírus Napoleão disseminar o nacionalismo chauvinista na Europa, cada vez mais se multiplicavam as aspirações ao intervencionismo do Estado na vida das pessoas e seu controle total da economia.

“A liberdade guiando o povo”, de Eugene Delacroix. Pintura idealista, massacre realista: a Revolução Francesa custou a vida de 30.000 pessoas. As “revoluções” seguintes seriam ainda piores: a revolução russa desencadeou guerras que mataram mais de 9 milhões.

Após a estabilização dos Estados-nação e de alguma diminuição da convulsão nas fronteiras, novos surtos de estatite viriam a assolar a Europa no século XX. Doenças virais mais antigas viriam então a se mesclar e passar por mutações, resultando em vírus mais perigosos, mais mortíferos e de disseminação mais rápida: o vírus de Lenin (mutação do vírus de Marx) viria a solapar a vida de 9 milhões de russos; sua mutação, Stalin, resultou em mais de 40 milhões de mortes ao longo de toda a Sibéria, Ásia Central e Europa Oriental. Na Europa ocidental, Franco e outros vírus como Mussolini, Hitler, Pavelic e Tizo viriam a causar outras 25 milhões de mortes. Na superpovoada China, o vírus de Mao se disseminou muito rapidamente e resultou também em não menos que 60 milhões de mortes. Durante os anos de 1939 e 1945, muitos destes vírus acabaram destruindo uns aos outros, se espalhando também pela África e pelas Américas, onde houveram surtos menores decorrentes de vírus como Prestes, Castro, La Marca e Guevara. A maioria deles no entanto, permanece por aí, latente, podendo gerar surtos mortíferos a qualquer momento.

I. SINTOMAS PRINCIPAIS:

Inchaço do Estado – O Estado está sempre ‘presente’ na vida do cidadão, cobrando-lhe imposto, determinando seu comportamento, censurando sua leitura ou simplesmente arregimentando-o de última hora nas forças armadas.

Déficit de Atenção para as Necessidades do Povo – O Estado está sempre desatento às necessidades públicas e às suas atribuições como a Justiça e a Segurança. Um caso típico é o de dar especial atenção aos crimes que ocorrem contra os homossexuais em um país onde são assassinadas mais de 40 mil pessoas por ano.

Alucinações – O Estado está sempre envolto em alucinações, utopias, idealismos vãos e políticas vagas que não condizem com a realidade ou a necessidade de seu povo. Também são comuns totais surtos psicóticos como a crença em absurdos (guerra de classes, pureza racial, combate ao lucro, etc.).

Dupla personalidade – O Estado apresenta sempre uma imagem dúbia e hipócrita com relação ao seu povo, censurando o que ele próprio faz ou louvando aquilo que ele não faz e nunca fez. Um exemplo de dupla personalidade é a defesa da causa do MST (reforma agrária) e o enriquecimento do Estado pelo agronegócio. Outro exemplo comum é a implantação de cotas raciais nas universidades, mas não no Congresso ou no Parlamento.

Inversão das relações de causa e efeito – O Estado culpa o trabalhador pelo banditismo, e dá regalias aos bandidos e punição aos trabalhadores na esperança de assim reduzir a criminalidade e tornar a sociedade mais ‘justa’. Outro exemplo comum é culpar o mercado pelos problemas causados pela intervenção do Estado na economia. Mais comum ainda é culpar empresários pelo desemprego e agricultores pela fome.

Egocentrismo e arrogância – O Estado desenvolve uma obsessão pela sua casta governante, desenvolvendo um culto à personalidade do Estado e do estadista. Se vê como o dono dos frutos do trabalho dos outros. O Estado também se acha melhor do que o cidadão em tudo, seja na produção de batatas, na providência de serviços ou mesmo em termos morais.

Burocracia – O Estado desenvolve um complexo sistema para se alimentar do dinheiro e da força de trabalho do seu povo, além dos usuais métodos de tributação opressora. A complexa burocracia cria um sistema onde só os mais aptos a encontrar falhas podem se dar bem, e portanto incentiva o desenvolvimento de talentos como a corrupção, o nepotismo, a chantagem, a proprina. A este conjunto de habilidades adquiridas deu-se o nome popular de “jeitinho”. A estrutura complexa também permite o domínio das classes mais abastadas de uma casta político-ideológica privilegiada sobre os pobres e pessoas de pouca instrução.

Desemprego – O Estado rigidifica tanto o seu mercado de trabalho com regulamentações e restrições que cria coágulos de estudantes ou recém-formados desempregados. Este estancamento acaba por gerar uma falência dos órgãos. Não raramente, empregadores, empregos e trabalhadores ainda sadios evadem do corpo para habitar outro Estado onde as condições de vida são mais amenas.

Repressão, doutrinação e censura – O Estado se sente no direito de advogar pela verdade, a sua verdade, e portanto não aceita que qualquer cidadão discorde de sua opinião. Para isso, ele monopoliza a educação como meio de doutrinação, criminaliza opiniões divergentes, censura veículos de comunicação e pode mesmo chegar à surtos de fratricídio, politicídio ou mesmo genocídio.

Morte – Decorrente do déficit de atenção em saúde e segurança, o Estado pode causar a morte de um grande número de pessoas. Um exemplo disso é um sistema de saúde falido ou taxas de homicídio crescentes. Ocasionalmente também há guerras, revoluções internas e execuções em massa.

II. CURA:

A estatite é uma doença que não tem cura, tendo ciclos históricos instáveis. Contudo, é passível de tratamento.

III. TRATAMENTO:

Normalização do Estado – O Estado precisa de repouso. Por isso, precisa parar de sobrecarregar-se com atribuições que não são suas e concentrar apenas nas suas tarefas (justiça, segurança, diplomacia, etc.)

Atender às necessidades do povo – Focar-se nas necessidades mais urgentes dos cidadãos, como a educação, a saúde e a segurança. Um bom exemplo é atender primeiro as necessidades dos deficientes físicos.

Honestidade e clareza – Não usar as estruturas do Estado para favorecer uma determinada concepção de mundo, seja política, ideológica ou religiosa, deixando o cidadão livre para o exercício de aprendizagem e escolha. Não usar de discursos vazios ou ambíguos para confundir o povo e implantar políticas que contradizem o senso comum e os valores do povo a que serve. Não desviar verba pública para financiar campanhas partidárias e não fazer policiamento ideológico nos livros do ensino público e na mídia são excelentes exercícios para melhor condicionamento moral.

Integridade – Manter compromisso com suas propostas e planejar dentro das suas responsabilidades e capacidades, para não legar ao próximo governante um país em frangalhos. Concluir obras públicas dentro de um prazo razoável sem superfaturamento, não desviar verba da merenda escolar, dos hospitais ou da aposentadoria dos idosos já é um bom começo.

Coerência – Tratar as pessoas de acordo com suas capacidades e méritos, não de acordo com a cor, classe social, religião ou opção sexual. Aprender a recompensar quem trabalha e punir quem pratica o crime. Não defender ditaduras, narcotraficantes ou genocidas. Dar tratamento digno aos trabalhadores mais importantes de um país: o médico, o professor e o policial.

Respeito – Respeitar o cidadão, individual ou coletivamente, como ele é. Permitir que ele faça escolhas, pense livremente e trabalhe do modo que melhor lhe convém.

Eficiência – Desmantelamento de toda burocracia desnecessária, planejamento eficiente e reformas para tornar os processos mais ágeis. Permitir ao cidadão que obtenha informações, assistência ou recursos a ele garantidos o mais rápido possível, com o menor custo possível e da maneira mais simples possível. Com isso, todos os cidadãos tem igual assistência, independente de sua condição social ou nível de instrução.

Liberdade econômicaReduzir restrições e abolir regulamentações excessivas, permitindo uma maior fluidez de bens e serviços na sociedade, flexibilizando o mercado de trabalho – dando mais opções ao trabalhador – e facilitando a vida do micro, do pequeno, do médio e do grande empresário. Com isto, os empreendimentos nacionais crescem, os profissionais talentosos permanecem no país e os produtos outrora caros se popularizam.

Liberdade de pensamento, opinião, expressão e imprensa – O Estado se abstém de censurar o pensamento e a expressão do cidadão. Para isso, ele usa a educação como meio de instrução e expressão, desenvolvimento de pensamento livre e análise dos fatos. Permite a livre manifestação de opiniões divergentes, e não impõe policiamento ideológico aos veículos de comunicação.

IV. RESULTADOS DE UM TRATAMENTO EFICIENTE E CONTÍNUO:

Qualidade de vida – Resultado de um esforço conjunto entre governo e cidadão, é a construção de uma sociedade segura, sadia, bem educada, moral, justa e trabalhadora através do bom emprego dos recursos arrecadados para a educação, a saúde e a segurança pública, da defesa dos direitos de propriedade e de um ambiente propício ao crescimento empreendedor.