MANIFESTO CONTRA O MARINISMO

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Sarney foi o político mais deletério gerado durante o período militar, e Lula o mais deletério gerado durante redemocratização. Certamente Mariana Silva tem tudo para personificar os piores valores da política contemporânea. Que me desculpem os bem intencionados que veem na dama da floresta uma esperança de dias melhores para a probidade e para as instituições republicanas. Marina se coloca acima do ambiente de debate público, julgando a conduta de seus pares. Os outros tem interesses e fazem politicagem. Ela não. A pura e sacrossanta só pensa na transversalidade nacional, seja lá o que isso significa. Mesmo que sendo apoiadora entusiasmada de um grupo político que domina o Acre há anos, mesmo tendo permanecido no PT durante todos os escândalos do mensalão, mesmo tentando transformar o PV em espelho de sua própria cabeça, mesmo posando de vítima diante da decisão jurídica que não validou seu partido, mesmo tendo entrado no PSB exclusivamente com o interesse de utiliza-lo como hospedeiro de suas ambições, ela ainda é vista como representante do novo. É o novo com cheiro de naftalina. É o novo do tempo do epa.

O lulismo não é o fundo do poço. Esperem só Marina um dia chegar ao poder. Se os partidários do PT sempre se consideraram salvadores da pátria, ao menos jamais tentaram se por acima do ambiente político padrão. Marina não. Com aquela sua fala incompreensível para os que não tem contato direto com Tupã, ela se posta como representante de um apolitiquismo partidário. Por certo, em um eventual governo seu, se valeria de sua auto-concebida virgindade moral para atribuir aos que lhe fizessem oposição o monopólio das baixarias da politicagem mundana. É só observar sua conduta durante a votação do Novo Códio Florestal para constatar seu jeito pacifista de fazer o debate público.

Apoiada desde evangélicos até os ativistas do Greenpeace, tratada como santa pelos entusiastas de sua carreira, Marina é o retrato de um pais que pode ser ainda mais autoritário do que sob o julgo dos petistas. Um autoritarismo bonitinho, um autoritarismo bem intencionado, um autoritarismo sonhático.

Autor: Guilherme Macalossi (Colunista do Jornal Informante, Apresentador do Programa Confronto, na Radio Sonora FM. Formado em Direito pela UCS, cursa Jornalismo na Unisinos.)

Ex “ambientalista” confessa: “Ativistas anti-biotecnologia exploraram medos dos analfabetos”

Um ex ativista do Green Peace que passou a estudar os fatos sobre o que eles atacam expõe a estratégia terrorista por trás dos movimentos “ambientalistas”.

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Ativistas exploram os medos de pessoas analfabetas”. A afirmação é de Mark Lynas, um ambientalista e ex-ativista do Greenpeace, que nos últimos anos mudou sua perspectiva sobre o uso da biotecnologia.

“No meu tempo de ambientalista, eu era contra organismos geneticamente modificados (OGMs). Realmente acreditava que representavam uma ameaça para o meio ambiente”, afirmou Lynas durante sua apresentação no Congresso Maizar 2014, realizado na Argentina.

“Minha idéia começou a mudar em 2009, mas em 2013 decidi aceitar publicamente. Após vários anos de ativismo ambiental, observei evidências científicas mostrando que os transgênicos não produzem nenhum dano”, disse ele. “Antes, eu não tinha lido qualquer trabalho científico sobre biotecnologia. Hoje eu tenho alguns livros escritos. A ciência é muito clara, a melhoria da agricultura é segura”, acrescentou Lynas.

Ele conta que há alguns anos, viu que havia “fome na Zâmbia e o governo daquele país, por lobby ambientalista, se recusou a aceitar a ajuda de alimentos geneticamente modificados, enquanto as pessoas estavam famintas nas ruas. Sua visão é de que os OGMs matam seus filhos. Produtores na Tanzânia, por exemplo, se recusam a produzir milho acreditando que os meninos estavam saindo homossexuais – o que na África é um pecado”.

Na sua luta contra os transgênicos, conta Lynas, os ativistas manipulam informações. “Mostram imagens de ratos com tumores que são falsas: fazem com Photoshop”, revela Lynas. “Minha mudança foi motivada por um futuro mais otimista, que é afinal o que nossas crianças merecem. Há muitas opções para práticas agrícolas mais sustentáveis”, conclui.

 

CQD: O PSB é bolivariano:

Todos os comunistas reunidos puxando o saco dos terroristas do MST. Greenpeace, CNBB, PT, PSB, PSOL: O Brasil baderneiro: PT, PSB e outros puxam o saco do MST um dia depois de pancadaria em Brasília

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Ecologia e ideologia

Recebi via e-mail um artigo muito lucido do ex Deputado Xico Graziano, que demonstra as inúmeras falacias em relação a “agroecologia”, que nada mais é que modelo comunista que foi aplicado na URSS e matou milhares de pessoas de fome, fazendo que famílias trocassem seus filhos mortos entre si para servirem de alimento, uma forma “amenizar” a carga psicológica sobre as mesma.

Esse é o método atual para acabar com a propriedade privada, tirando o poder de oposição dos indivíduos contra um regime socialista totalitário, sendo o “verde” a nova cor do comunismo, ou melhor dizendo, Melancias (verdes por fora e vermelhos por dentro),  Segue abaixo:

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O artigo publicado hoje, terça-feira, 12 de novembro, em minha coluna no jornal O Estado de S. Paulo, intitula-se “Ecologia e ideologia”.

Caso não disponha do jornal, o artigo encontra-se abaixo. A relação completa das publicações pode ser encontrada em www.xicograziano.com.br.

Receba um abraço do,

Xico Graziano

Importante tendência ideológica anda se esforçando para dominar o ambientalismo brasileiro. Sua mais recente tacada se materializou com o lançamento, pelo governo federal, do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo). Verdadeiro anticapitalismo no campo.

Recheado de boas intenções, tal plano configura uma espécie de socioesquerdismo esverdeado. Não é fácil defini-lo. Sua articulação política envolve os chamados “povos oprimidos”, em que se misturam índios, quilombolas, quebradoras de coco, comunidades ribeirinhas, pescadores artesanais, grupos em geral alinhados com o ideário do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Na contramão da História, eles propugnam uma “via camponesa” em contraposição ao agronegócio empresarial.

Naquela conferência mundial sobre sustentabilidade promovida em 2012 pela ONU no Brasil (Rio+20) já se podia perceber a força desse movimento, que, mais amplamente, pretende falar pelos “excluídos” da sociedade contemporânea. Lideranças de várias organizações não governamentais (ONGs) lutaram para derrubar o enunciado oficial sobre a “economia verde”, argumentando que pouco lhes interessava esverdear o capitalismo. Defendiam uma sociedade pós-capitalista.

Embora sem jamais explicar ao certo como funcionaria esse mundo alternativo, obtiveram sucesso ao emperrar as negociações da diplomacia internacional. Dezenas de causas, as mais inesperadas, progressivamente postas nas mesas de discussão, embaralharam os debates sobre a agenda do desenvolvimento sustentável. Resultado: tudo se confundiu e nada se decidiu na Conferência Rio+20.

Nessa época, circulava um documento da Articulação Nacional de Agroecologia propondo criar no Brasil uma política distinta para o desenvolvimento rural brasileiro. O texto expressava posição contrária aos empresários do campo e, até mesmo, criticava as políticas de apoio à agricultura familiar, acusando-as de induzirem à vinculação dos pequenos produtores aos setores do agronegócio. Algo como se fosse proibido progredir na roça.

Zander Navarro já apontou, em artigo publicado aqui, no Estado (Fadas, duendes e agricultura, 30/10), a fraqueza teórica e prática desse suposto “modelo agroecológico” de produção campesina. Seus formuladores vivem da retórica, não comprovam viabilidade prática. Existem, sim, casos interessantes de agricultura alternativa. Mas seguem restritos, funcionam isolados, com baixa produtividade, incapazes de gerar excedentes alimentares para abastecer a massa da população.

Há meio século, início do movimento ambientalista, alguns marxistas franceses tencionaram fazer da luta ecológica uma frente de batalha contra o capitalismo. A pregação não vingou plenamente. Uma das razões estava no fato de que os então países comunistas, União Soviética à frente, igualmente depredavam os recursos naturais do planeta. Nesse contexto se formaram inusitados partidos políticos na Europa: nem esquerda nem direita, mas verdes.

Bem antes disso, na agricultura mundial haviam surgido algumas tendências se contrapondo às tecnologias intensivas, principalmente contestando a quimificação. Primeiro nasceu a linha dos alimentos orgânicos, a partir das observações de sir Albert Howard, no começo do século 20, acerca dos métodos indianos de produção rural. Seu princípio básico, um dogma, estabelece que a sanidade das plantas depende do húmus existente no solo.

Outras vertentes se seguiram, cada qual liderada por renomados estudiosos. A biodinâmica iniciou-se na década de 1920, baseada nos princípios filosóficos do humanista alemão Rudolf Steiner, fundador da antroposofia. A agricultura biológica, por sua vez, surgiu entre a França e a Suíça, a partir dos trabalhos de Francis Dhaboussou, voltados para o controle natural de pragas e doenças. Mais recente, a permacultura, encabeçada na Austrália por Bill Mollison, baseia-se nas técnicas indígenas, que intercalam cultivos temporários com plantios florestais.

De todas essas correntes, a que mais se avolumou foi a orgânica, destacando-se principalmente na Europa. Há uma explicação técnica. Acontece que nos países temperados o frio intenso limita a população dos patógenos que atacam as lavouras, facilitando a produção. Nas calorentas e úmidas regiões tropicais, porém, sem neve a hibernar a terra, a enorme proliferação das pragas e doenças torna tudo mais complexo na produção rural. Mesmo assim, no Brasil e na Argentina existem bons produtores orgânicos.

Obrigatoriamente certificada, para comprovar que segue um rigoroso protocolo, a produção orgânica nada guarda de ideologia. Seu intuito é comercial, atendendo aos nichos de mercado constituídos por consumidores mais exigentes e mais ricos, capazes de pagar seu elevado preço. Essa característica advém dos modestos níveis de produtividade com que opera, resultado das tecnologias brandas que utiliza. Por essa razão, fora das quimeras, ninguém imagina que o cultivo orgânico seja capaz de alimentar a humanidade. Não no horizonte atual.

Nisso derrapa o Planapo da presidente Dilma Rousseff. Seus propósitos, positivos no estímulo de formas mais amigáveis de produção no campo, se diluem em seu recheio ideológico, condenando-o ao fracasso. Agora, perigosa mesmo é uma mamata escondida em suas ações. Nele existe uma fabulosa quantia, de R$ 100 milhões, destinada até 2015 ao “fortalecimento de redes de agroecologia, de agroextrativismo e de produção orgânica”. Sabe-se lá o que significam essas “redes”. Cheira a dinheiro público a ser liberado via convênios para entidades, algumas meio fantasmas, criadas para viverem à custa do erário.

Velha esperteza disfarçada na causa ecológica.

*Xico Graziano é agrônomo, foi secretário de Agricultura e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. E-mail: xicograziano@terra.com.br

Atualização, 16/01/14:

A chefe do departamento Climático da ONU, Christiana Figueres, declarou abertamente que a ditadura comunista é a melhor forma de combater as “aquecimento global”.

Não importa que a China seja o país mais poluído do mundo, para a ONU, eles estão fazendo o certo quanto ao aquecimento global.

Esta ai a prova que ambientalismo nada mais é um meio para transformar todo o planeta em uma “nova” União Soviética.

UN Climate Chief says Dictatorships are Best at Fighting Global Warming

UN climate chief: Communism is best to fight global warming

Opinião: Desabafo de um Engenheiro Agrônomo

29/09/10
Por *Eng° Agr° Fernando Sampaio
Opinião: Desabafo de um Engenheiro Agronomo

Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira.
O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo.

Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.

O Sr. Oliveira levanta-se de manhã e veste-se com roupas de algodão, algodão esse crescido nos campos de Chapadão do Sul( MS), Campo Novo dos Parecis (MT) e processado em Blumenau, SC. Talvez esteja um pouco frio e ele use um pulôver de lã de carneiros criados em Pelotas, RS e fabricado em Americana, SP.

Calça seus sapatos de couro vindo de bois do Mato Grosso, e fabricados em Novo Hamburgo, RS.

Ele toma café da manhã, com ovos vindos de Bastos, SP, leite de uma cooperativa do Rio de Janeiro, broa de milho colhido em Londrina, PR, um mamão vindo do Espírito Santo, suco de laranja de Araraquara, SP e um cafezinho vindo direto de São Lourenço, MG.

Ele lê um jornal, impresso em papel feito de eucalipto crescido em Três Lagoas, MS.

O Sr. Oliveira entra em seu carro, abastecido com álcool de cana de açúcar produzida em Piracicaba, SP, com pneus de borracha saída dos seringais de São José do Rio Preto, SP.

Enquanto ele vai ao trabalho, a Sra. Oliveira vai às compras nos supermercados do bairro, sempre pesquisando os melhores preços das frutas, das verduras e da carne para não apertar o orçamento familiar.

No almoço, o Sr. Oliveira come um filé de frango criado no Paraná, alimentado com soja e milho de Goiás e de Mato Grosso, com molho de tomate de Goiás.

Tem arroz do Rio Grande do Sul, feijão dos pivôs do oeste baiano. Tem salada das hortas de Mogi das Cruzes, SP. Suco de uvas do Vale do São Francisco e de sobremesa goiabada feita com goiabas de Valinhos, SP e açúcar de Ribeirão Preto, SP, e queijo de Uberlândia, MG.

Outro cafezinho dessa vez da Bahia.

Hoje a noite é de comemoração. Sua empresa fez um corte de pessoal, mas felizmente o Sr. Oliveira manteve o emprego. Ele leva a esposa jantar fora. Vinho do Vale dos Vinhedos gaúcho. Presuntos e frios de porco criado em Santa Catarina, alimentado com soja paranaense, filet mignon de bois criados no Sul do Pará. Chocolate produzido com cacau do sul da Bahia. E outro café de Minas, adoçado com açúcar pernambucano.

O Sr. Oliveira é um homem razoavelmente informado e inteligente. No dia seguinte ele lerá os jornais novamente.

Pelos jornais ele ficará sabendo que há conflitos em terras indígenas recentemente demarcadas e fazendeiros cujas famílias foram incentivadas a ocupar aquelas terras há décadas atrás.

Pelos jornais ele ficará sabendo que a pecuária é a maior poluidora do país (embora ele mesmo tenha o sonho de um dia abandonar a cidade poluída e viver no campo por uma qualidade de vida melhor). Pelos jornais ele tem notícias de invasões de terras, de conflitos agrários, de saques e estradas bloqueadas (o Sr. Oliveira é a favor da reforma agrária, embora repudie a violência).Pelos jornais ele toma conhecimento de ações do Ministério Público contra empresas do agronegócio (ele não entende que mal há em empresas que ganham dinheiro).Pelos jornais ele acha que a Amazônia está sendo desmatada por plantadores de soja e criadores de boi..

Mas o Sr. Oliveira pensa que isso não tem nada a ver com ele.

Pois eu gostaria de agarrá-lo pela orelha, e gritar bem alto, de megafone talvez, não um, nem dez, mas mil megafones que TUDO ISSO É PROBLEMA DELE SIM!

– Gostaria de lhe dizer que a agropecuária está presente em todos os dias da vida dele, e que o agronegócio gera um terço do PIB e dos empregos do país.

– Gostaria de lhe dizer que quem diz que a pecuária polui mente descaradamente.

– Gostaria de lhe dizer que o maior desmatador da Amazônia é o INCRA, que com o dinheiro dos impostos dele sustenta assentamentos que não produzem absolutamente nada, condenando uma multidão de miseráveis manipulados por canalhas balizados por uma ideologia assassina à eterna assistência do Estado.

– Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.

– Gostaria de lhe dizer, que os mesmos canalhas querem fechar índios, que há 5 séculos estão em contato com brancos, em gigantescos zoológicos onde eles estarão condenados à miséria e ao suicídio.

– Gostaria de lhe dizer que índios são 0,5% da população brasileira e não obstante são donos de 13% do país.

– Gostaria de lhe dizer que querem transformar 2/3 do país em reservas e parque que estão sendo demarcados sobre importantes reservas minerais e aqüíferos subterrâneos essenciais para o futuro do país.

– Gostaria de lhe dizer que a agricultura ocupa apenas 7,5% da superfície do país, e que mesmo assim somos os maiores exportadores do mundo de carne, soja, café, açúcar, suco de laranja e inúmeros outros produtos.

– Gostaria de lhe dizer que podemos dobrar ou triplicar a produção pecuária do país sem derrubar uma árvore sequer.

– Gostaria de lhe dizer que produtores rurais não são a espécie arrogante e retrógrada que os canalhas dizem que são.

– São gente que está vivendo em lugares onde você não se animaria a viver, transitando por estradas intransitáveis e mortais, acordando nas madrugadas para ver nascer um animal, rezando para chover na hora de plantar e para parar de chover na hora de colher, com um contato e um conhecimento da natureza muito maior do que o seu.

São gente cujos antepassados foram enviados às fronteiras desse país para garantir que esse território fosse nosso, incentivada a abrir a mata, abrir estradas, plantar e colher, às vezes por causa do governo, às vezes apesar dele.

-Gostaria enfim de gritar a plenos pulmões, que qualquer problema que afete um produtor rural, uma empresa rural, uma agroindústria É UM PROBLEMA DELE, DO PAÍS E DO MUNDO.

-Sim, porque no mesmo jornal que o Sr. Oliveira leu, há uma nota de rodapé que diz que há 1 bilhão de pessoas no mundo passando fome.

-E grito finalmente para o Sr. Oliveira e tantos outros iguais a ele:

ABRA OS OLHOS! Desconfie daqueles que querem transformar o agronegócio em uma atividade criminosa.
*Associaçao de Engenheiros Agronomos de Mato Grosso

Carta do ano 2080: Agricultores, que saudade de vocês!

Meu querido neto, estamos no ano 2080 e queria lhe contar como o Brasil que era tão promissor no inicio do século, se tornou nisso que vemos hoje.

Tivemos sérios problemas políticos meu neto, nosso país era muito promissor, tínhamos grande capacidade produtiva, principalmente no setor agrícola. Mas alguns países não queriam que o Brasil deslancha-se economicamente, pois seriamos uma ameaça a eles. Creio que ainda nos resta pouco tempo, nosso país vive na total miséria.

Recordo quando tinha 15 anos. Tudo era muito diferente. Havia muita produção, os agricultores plantavam de tudo nessas terras, soja, milho, feijão, arroz, trigo, cevada, pêssegos, uvas, laranjas, tomates, morangos, mangas, entre tantos outros, nas áreas onde não era possível cultivar alimentos, haviam árvores para reflorestamentos, era tudo muito bem utilizado, esse seu querido avô que hoje vive as custas do estado, criava muitas riquezas para esse país meu jovem.

Talvez você não lembre, mas quando bebe você mamou o leite materno no seio da tua mãe, naquela época tínhamos produção de leite das vacas que eram as mais saudáveis do mundo, pois viviam em um clima abençoado, mas acusaram os animais de produzir gás metano, e que as pastagens degradavam o solo e prejudicavam o ecossistema, que terrível engano.

Agora comemos frutas nos dias de festa, antigamente eu comia todo dia, era só tirar no pomar que tínhamos atrás da nossa casa. Hoje nossos alimentos são controlados pelo governo. Antes comíamos o que queríamos, pois nós tínhamos liberdade para plantar o que quiséssemos. Que saudade daquele tempo, meu neto.

Antes o meu pai cortava lenha no mato, não precisava de gás e muito menos de energia, e em pouco tempo o mato voltava e recuperava aquela árvore, mas hoje não podemos nem tirar uma folha dela para fazer chá, pois seremos presos por crime ambiental. Comíamos carne quando quiséssemos, era só comprar, ou então abater o nosso próprio gado que nós criávamos, mas agora é proibido, pois os direitos dos animais nos proíbem de fazer isso.

Hoje todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos são controlados pelo governo. Ele faz o que bem entende com ele e nós não podemos nem chegar perto, pois isso é crime de poluição.

A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela má alimentação, cheios de chagas na pele pelo trabalho braçal, pois não temos tecnologia, porque dizem que ela polui, mas as consequências em nossos corpos ninguém dá valor. Saudade de quando tínhamos maquinas, ninguém reclamava de ficar o dia todo em cima delas, pois sabíamos que estávamos produzindo alimentos de qualidade.

Imensas propriedades que antes criavam riquezas, hoje constituem a paisagem horrível que nos rodeia por todos os lados, só se vê ervas daninhas e insetos, onde antes tinha alimentos. Os agrotóxicos que eram os remédios das plantas foram proibidos. As infecções gastrointestinais por fungos dos alimentos são constantes. As contaminações com Bactéria Staphilococus ou Escherichia Coli que estão presentes no esterco que hoje é tido como fertilizante natural é muito mais dolosa do que uma contaminação de molécula de IA de Defensivo, que antes eram usados para pulverizar os alimentos e hoje são as principais causas de morte, somente atrás da fome, ah a fome meu neto, aquela que antes matávamos com facilidade, hoje nem os ricos conseguem.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas estatais são a principal fonte de emprego e pagam-te com alimento em vez de salário. Têm-se notícias que nas periferias pessoas praticam canibalismo, pois não tem o que comer.

Os assaltos por comida são comuns nas ruas. A comida é semelhante às rações usadas para dar aos animais. Antes sentíamos o gosto dos alimentos saborosos, hoje comemos para viver, que saudade dos agricultores.

O governo nos cobra por tudo, menos pelo ar que respiramos. Somente os comandantes vivem bem nesse país, estranho pois éramos o futuro do mundo. Desde que no inicio dos anos 2000 um partido politico chegou ao poder nosso país começou a ser destruído. Quantos erros, meu neto.

Os agricultores advertiam que havia gente que não queria cuidar das plantações, mas destruí-las e que ninguém viveria sem alimentos. Fizeram pouco caso. Hoje, meu neto, quando sua mãe me pergunta como foi que deixamos isso chegar até esse ponto, eu lhe falo: “Foi sua geração que fez isso, caíram aos encantos de ONGs internacionais que tinha outro foco, como o Greenpeace que hoje junto com a ONU e a Unesco governam o planeta inteiro e quem se opor a eles, na melhor das hipóteses, será preso. Muitas pessoas sumiram sem deixar rastro.” As obras que denunciavam os males dessas ONGs foram censuradas, como ninguém deu valor a isso?

Por isso, meu neto, que lhe descrevo o tão bonito eram as plantações, os trigais ao vento, a soja pintando de verde os campos, o gado com sua imponência nos pastos. Éramos felizes, não nos demos conta do que estava acontecendo, de que cor nosso país estava ficando, hoje ele é vermelho, a foice e o martelo são o símbolo dele.

Agora quando você me pergunta: “Vovô, por que acabou os alimentos?” Então, sinto um nó na garganta, não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que destruiu os agricultores, não tomamos conta com tantos avisos que eles davam. Agora os nossos filhos e netos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na Terra já não será possível porque a destruição dos que produziam riquezas chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer alguma coisa para salvar a nossa pátria amada Brasil!

*Obra adaptada da “Carta do ano 2070” pelos administradores da pagina Agricultura Brasil: Vade Bernaski, Alison Ciceri, Micael de Aguiar Marsiglio e Ricardo Angonese.

Abaixo arcabouço teórico, à principio pode parecer uma teoria da conspiração, mas estudando esses artigos vocês terão noção do que vem ocorrendo:

  1. Verde a nova cor do Comunismo
  2. Agrotóxicos, remédios para as plantas
  3. Ecobobice é a religião da nova era
  4. Instrumentalização política do movimento ambientalista
  5. Interesses econômicos por trás de ONGs

Meio ambiente, “sustentabilidade” e a importância do livre mercado para todas commodities agrícolas

A reportagem abaixo trata da técnica de plantio direto, seus fundamentos e métodos, visando esclarecer onde estão as falhas e erros na adoção do sistema. No quesito técnico esta impecável, a rotação de culturas é um dos pilares do sistema (tripé: não revolvimento do solo, manutenção do solo permanentemente coberto com palha e rotação de culturas), porem nas considerações além dos fundamentos técnicos do sistema essas pessoas estão atacando o efeito e não as causas do problema.

Plantio Direto ainda apresenta deficiências no Paraná

Um dos pesquisadores chega ao absurdo culpar diretamente o livre mercado pelos problemas encontrados na adoção correta do sistema de plantio direto no Brasil, sendo que é justamente o contrario, a falta de livre mercado que impede o produtor de praticar corretamente o sistema, que é uma ferramenta importantíssima para agricultura moderna.

Segundo ele, uma das razões para que a técnica não tenha sido aplicada de forma plena é o fato de o sistema de produção ser baseado no livre mercado. “Isso foi bom em determinado momento porque aconteceram grandes mudanças no sistema produtivo. Por outro lado, a total liberdade trouxe obstáculos econômicos.” Ralisch explica que o mercado dita aos produtores o que devem ou não plantar. “Os produtores são imediatistas porque o sistema os induz”, completa o professor.

Sem o livre mercado sequer teríamos uma agropecuária moderna e competitiva, vide o mesmo setor em regimes comunistas, onde sequer existe plantio direto e “sustentabilidade”. Então a total liberdade trouxe obstáculos econômicos? Deve ser por isso que a Venezuela é a “maravilha” que é?! Os regimes totalitários, onde o estado controla a tudo e a todos provam que o resultado dessas praticas levam toda economia do país a falência.

Se temos limitações para uso pleno do plantio direto é justamente pela falta de liberdade (excesso de intervenção estatal) e de livre mercado, que inviabiliza economicamente outras culturas que poderiam servir para o proposito de rotação. Como obrigar um produtor a destinar parte de sua capacidade produtiva para investir em algo que terá retorno a longo prazo se ele mal consegue cobrir os custos de produção da atividade? Isso é a logica aplicada em ditaduras comunistas, iluminados ditando o que melhor para o povo.

Há um tempo atrás em uma reportagem sobre o mesmo assunto outro pesquisador chegou a sugerir que o Estado devesse proibir os produtores rurais de revolverem o solo, somente com autorização especial do governo. Um completo absurdo, como se a pratica não fosse necessária ate mesmo para construir as bases do plantio direto, que demanda correção do solo em perfis, descompactação e nivelamento.

Como se a solução fosse menos liberdade, menos livre mercado e mais Estado Paternalista pagando  “bolsas isso e aquilo”, outra sugestão dada no mesmo artigo, onde o governo daria “créditos” para os usuários do sistema. Os resultados desse sistema assistencialista/protecionista geram dependentes eternos do estado e corruptos, nada benéfico para o regime democrático. Os eco radicais não se cansam de tentar impor a qualquer custo sua agenda, se valendo de toda sorte de táticas, abraçando e distorcendo sistemas uteis e viáveis para o seu fim.

Como anda o sistema de plantio direto, a preservação ambiental e a sustentabilidade nos assentamentos Indígenas e do MST???

o Estado não é a solução, é o problema. Ronald Reagan

O principal problema que o produtor de grãos enfrenta ao diversificar a produção de grãos em sua propriedade é que no Brasil somente a soja e o milho (sendo o segundo menos que a primeira) são regidos pelos princípios do livre mercado, as leis de oferta e demanda. Outras culturas que seriam alternativas são inviáveis economicamente devido a diversos fatores como falta infraestrutura, baixa liquidez, preços manipulados pelo governo e por protecionismo estatal dispensado há alguns grupos específicos através de “bolsa BNDES” ou politica de tarifação que impedem a livre concorrência (protecionismo direto) dentre outros fatores conhecidos e tratados como custo Brasil.

Mitos sobre “protecionismo” agrícola nos EUA

Vou usar o exemplo de um cultura que poderia ser uma grande alternativa para rotação de cultura, potencializando o sistema de plantio direto, o trigo. Para semear o trigo em um cenário desse é necessário que o próprio produtor esteja altamente capitalizado e estruturado, com sistema de armazenagem próprio, podendo assim aguardar longos períodos  ate que surja uma oportunidade viável de negocio. É um investimento arriscado, devido as incertezas desses mercado especifico em função da falta de livre mercado. Outro aspecto é o custo de se ter o sistema de armazenagem próprio no Brasil, onde poucas unidades estão dentro das fazendas, ao contrario de países onde impera o livre mercado.

O trigo foi sepultado no Brasil justamente pela falta de livre mercado, pelas constantes investidas estatais no setor que afugentaram a iniciativa privada e seus investimentos e pesquisa, desenvolvimento e mercado. Não é a toa que o Brasil figura nas primeiras posições do ranking de importação de trigo mundial, sendo que já foi o maior importador individual mundial do cereal ate pouco tempo atrás.

Sem capital de giro fica difícil para o produtor pensar “no longo prazo” como sugerem os pesquisadores e não é por falta de conhecimento, mas porque não tem como arcar com esse “investimento” ate que o mesmo gere retorno. Não é por falta de vontade, é por falta de condições estruturais e econômicas que estão inviabilizando a atividade e aumentando desproporcionalmente o ponto de equilíbrio mínimo na escala de produção para diluir esses altos custo.

Como fazer investimentos de médio e longo prazo em um ambiente onde direito de propriedade legal não esta sendo respeitado por quem deveria protegê-lo?

No Brasil devido aos custos elevados em função da alta carga tributaria, péssimos serviços públicos, burocracia, infraestrutura caótica, INSEGURANÇA JURÍDICA e tudo mais que já conhecemos não é possível e nem viável o produtor adotar culturas alternativas que não lhe gerem receita para ao menos ter capital de giro e diluir custos fixos, que por sinal são estratosféricos, sendo esse um dos principais motivo da baixa adesão a rotação de culturas no sistema de plantio direto, resultando em um sistema de cultivo mínimo, tratado como plantio direto na palha. Os altos custos fazem com que o produtor tenha que aproveitar e explorar todo capacidade produtiva de suas terras, o que tem gerado o binômio soja verão e milho inverno, em função principalmente dos altos custos dos fertilizantes, que encarecem principalmente a cultura do milho verão (alternativa de rotação), que demanda maior volume dos mesmos, sendo que soja fixa naturalmente nitrogênio no solo, deixando esses disponível para o milho plantado subsequentemente no inverno, reduzindo a necessidade de fertilizante nitrogenado para a cultura, tornando a mais viável e diluindo riscos.

Faço uso do plantio direto há 15 anos, fui diretor de uma associação de produtores que utilizam plantio direto em minha região por alguns anos, é uma excelente ferramenta para o produtor, mas não existem normas fixas para agricultura, o setor é dinâmico, em algum momento sera necessário usar outra ferramente para corrigir um eventual problema. Impor o sistema não é uma solução e tão pouco sera benéfico para o mesmo, visto que nada que é obrigado e ou imposto gera resultados positivos.

Claramente a ideologia socialista arraigada nos pesquisadores estatais acaba criando certas visões utópicas que só tendem a piorar a situações de técnicas e tecnologias fundamentais que seriam viáveis economicamente, ampla e corretamente aplicadas pelos produtores gerando os inúmeros benefícios conhecidos e possibilitando a descoberta de novos.

Mais sobre sistema de plantio direto: