Jogo “Quem disse: Hitler ou Che Guevara?”

Coloque à prova os conhecimentos daqueles seus amigos militantes socialistas com este divertido quiz. Será que eles são capazes de diferenciar uma frase dita pelo seu ídolo de uma dita por Adolf Hitler? Compartilhe na sua rede e peça para que eles comentem a pontuação. Veja se conseguem fazer 40 pontos ou mais neste jogo. A diversão é garantida!

Por que a bicicleta é um meio de transporte reacionário

Sou da firme opinião de que a direita deve adotar o cicloativismo e combater o seu monopólio pela esquerda.

Consideremos que, em primeiro lugar, o caos urbano e viário em que nos encontramos neste momento é fruto justamente do planejamento centralizado e burocrático, em todas as esferas de governo: federal, estadual e municipal. São os políticos “progressistas” e seus amigos corporativistas dentro da indústria automobilística os que, desde os anos 50, vêm fazendo este país intransitável para o pedestre, quando não inabitável. Os políticos entraram com a arquitetura e planejamento urbano modernista/brutalista, os corporativistas entraram com os carros.

bike reaça

Estou convencido de no cenário urbano atual nenhum veículo pode ser mais reacionário do que a bicicleta. E dou algumas razões para convencer o leitor da minha opinião. A bicicleta é um meio de transporte reacionário porque:

1. Não paga imposto para transitar. Logo, não financia o Estado, o governo, os partidos, os políticos e o corrupto setor automobilístico brasileiro, que vive de subsídio e protecionismo. Também serve para burlar sistemas de transporte direta ou indiretamente taxados e regulados pelo Estado como ônibus, metrôs, taxis, etc. Até o momento também não temos notícia de multas para bicicletas.

2. Por não usar combustível, além de não poluir o meio ambiente, não financia o monopólio estatal sobre o petróleo e gás e muito menos alimenta a corrupção e o cabedal de empregos da Petrobrás.

3. É uma forma de protesto contra o planejamento urbano e a arquitetura modernista, os quais desde a década de 50 vem moldando as cidades para uso praticamente exclusivo para veículos automotores. Pelo seu pequeno porte, também poupa a cidade da construção de mais estacionamentos, que tendem a ser prédios excepcionalmente feios.

4. Além de prática, é mais livre. Não fica presa em engarrafamento, não precisa se adequar às leis de trânsito mais complicadas, regulações excessivas de segurança, não precisa de muito espaço, não requer licença de condução nem está proibida para menores de 18 anos.

E você, também acha que a direita poderia adotar o cicloativismo?

Vamos rir um pouco: um festival de comentários esquerdistas bizarros

debiiiA postagem mais popular que eu já escrevi chama-se “25 personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso“. Desde que a publiquei até hoje ela já conta com mais de cinquenta mil visualizações. E eu ainda recebo comentários sobre ela periodicamente. Acredito que o sucesso se deve ao fato de que as pessoas costumam a procurar por listas do tipo “top 10”.

O que há nesse texto? Nada de mais. Eu simplesmente reuni 25 pessoas, que encontrei em uma busca rápida no Google, com algo em comum: entraram para o ramo do empreendedorismo, partindo do zero, e se tornaram grandes empresários. Ao fim da lista, fiz algumas reflexões sobre a importância da atividade empreendedora e como uma economia mais livre oferece mais possibilidades de pequenos empreendedores crescerem, mudando sua situação de vida e gerando mais empregos. Uma mensagem simples de entender, não é mesmo?

Não para muitos esquerdistas que entram neste site. Boa parte dos comentários que recebo demonstram que eles tem uma enorme dificuldade de compreensão de texto. E não são poucos os que não conseguem esboçar um argumento racional e reproduzi-lo de maneira educada. Sem capacidade de se portarem como humanos dotados de razão e civilizados, se limitam a expressarem-se da única forma que sabem: com um chororô desgraçado e vários xingamentos. Argumento que é bom… Nada. Resolvi expor a maioria desses comentários aqui para vocês rirem um pouco.

1

Sim, amigos, o dono desse comentário entrou do nada na página e soltou esse comentário aleatório, falando mal do texto com palavreado de baixo nível, e sem oferecer absolutamente nenhum argumento. Em outras palavras: “Não concordo porque não concordo. Você é feio e mal. Buá! Buá!”. Eu respondi no mesmo tom, evidentemente:

2

Luís parece não ter gostado e passou a espernear como uma criancinha emburrada que sabe que está errada:

3

Veja como Luís além de ser chorão e não ter capacidade de esboçar argumentos, ainda é dissimulado, cínico e desonesto. Todo está vendo que ele entrou no site apenas para encher o saco e agora tenta virar a situação contra mim, me acusando de ad hominem. Ad hominem é uma falácia que consiste em tentar desqualificar um argumento sem analisar o conteúdo, mas apenas ofendendo o autor. Obviamente, é desonestidade. Ocorre que Luís não ofereceu nenhum argumento para que eu pudesse usar de ad hominem. Eu o chamei de “sem cérebro”, não para tentar desqualificar seus argumentos (pois não havia nenhum!), mas justamente porque ele é claramente incapaz de argumentar. É um fato! Respondi o bebezão:

4

Luís não voltou para me responder. Deve ter ido pedir o colinho da mãe. Mas vieram outros. Veja que engraçado:

5

Aqui começa o festival de comentários que me acusam de dizer o que eu não falei em nenhum momento. Segundo Dagmar, eu disse que o pobre tem as mesmas chances de crescer na vida que as do rico. Em nenhum momento eu disse isso. A proposta do texto é muito clara: mostrar que é possível um pobre se tornar um rico empresário. Possível não significa “fácil”. E a mera possibilidade não quer dizer que todo mundo que tentar se tornar um rico empresário vai conseguir.

No texto, eu cito três fatores importantes que uma pessoa precisa ter para se tornar um empresário de sucesso: (1) vontade de ser empresário; (2) coragem para ser um empresário; (3) capacidade para ser um empresário. Mesmo que uma pessoa tenha os três fatores, ela pode não conseguir, seja por azar ou porque o seu país apresenta uma economia ferrada que impede o microempresário de crescer. Mas os dois fatos óbvios que o texto demonstra é que existe a possibilidade de um pobre se tornar um grande empresário e que uma economia mais livre facilita isso.Respondi o seguinte:

33

Difícil de entender? Para os esquerdistas sim. Aí vai outro imbecil:

6

Como sempre, mais choradeira sem argumentos: “Buá, buá!”. Eu respondo o chorão:

7

Aí entra outro chorão para ajudá-lo:

8

“Toma essa” (que apelido infantil, aliás) diz que o blog é ridículo, mas faz questão de entrar para comentar. Não sei vocês, mas eu não perco o meu tempo entrando em blogs ridículos. E se, por algum motivo, preciso ler algo em um blog ridículo, não perco meu tempo comentado. Mas o “Toma essa” é um bebezão. Não trabalha, só chora na barra da saia da mãe e mama. Então, ele tem tempo de ficar chorando em “blogs ridículos”. Mandei ele para o lugar dele:

9

A próxima chorona me causa muita risada. Veja o que ela diz:

10

“De 200 milhões de brasileiros você consegue citar quantos nessa lista? 20? E o único negro é americano, olha só…”. Hahahahahahahaha! A Paula quer que eu analise a vida de cada um dos 200 milhões de brasileiros e faça uma lista com todos os empresários do Brasil que começaram do zero. Essa menina é uma comediante! Mas vamos à resposta:

11

Mais claro que isso impossível, né? Não para os esquerdistas. Eis que me aparece outro, fazendo uma “parede de texto”, me acusando das mesmas coisas, além de dizer outras tantas tolices. Vou expor por partes:

12

Jorge é igual a Paula. Ele acha que eu sou um órgão oficial de pesquisa e que minha obrigação é consultar todos os brasileiros e escrever um texto com todos os casos de pessoas pobres que se tornaram empresários de sucesso. Ele também exige que eu escreva com o rigor de uma tese de doutorado, quando a proposta do texto é claramente ser uma lista simples com as histórias de personalidades conhecidas. Quer dizer, o Jorge e a Paula devem ser drogados. Só pode!

Não satisfeito, Jorge me acusa de não aceitar bem as opiniões divergentes das minhas. Que opiniões? Os xingamentos gratuitos sem argumentos? O chororô histérico da esquerda? Ele quer que eu trate essas opiniões como expressões máximas de inteligência, honestidade e educação? Rapaz, “ó as ideia…”.

Ele continua:

13

“O problema é que segundo o seu ponto de vista, só faz sucesso na vida quem faz fortuna”. Meu Deus! Em que lugar eu disse isso? A proposta do texto é mostrar pessoas que se tornaram empresárias e não pessoas que obtiveram sucesso na vida. Mas que dificuldade de interpretação!

Com relação aos nomes que eu não citei, torno a dizer: que insistência em querer que eu faça o trabalho de um IBGE da vida! Bom, se ele quiser me dar dinheiro para isso, eu até faço. 😉

Não satisfeito, o cara retorna depois:

14

Figuraça! Começa pedindo desculpas e depois volta a detonar o texto. Coerência pra quê, né? Mas vamos lá. Há um ditado que diz: “Muito ajuda quem não atrapalha”. Se o governo abaixa o valor dos impostos, deixa de atrapalhar os empresários, portanto, ajudando-os. Isso inclui os pequenos empresários. Não vejo mal nisso. Na verdade, é o que eu defendo no texto: um governo que deixe os empresários empreenderem seus negócios sem altos impostos e grandes burocracias. Por que? Porque isso gera mais empregos.

Outra coisa: que história é essa de dinheiro do governo? O governo não tem dinheiro. O dinheiro do governo é o dinheiro dos nossos impostos (o que inclui os impostos que as empresas pagam). Quando o governo reduz impostos, não está doando dinheiro. Está nos devolvendo.

Se a crítica do Jorge se refere aos empréstimos do BNDES, eu me pergunto: não é para isso que serve o BNDES? Tudo bem que, como direitista, creio que seria melhor o governo não ter um banco estatal emprestando dinheiro para grandes empresas. Isso poderia ser feito por bancos privados. Mas o BNDES existe. E ele existe para isso. Não há ilegalidade ou imoralidade aqui.

Tive que responder o Jorge, né…? Mas eu estava com uma inacreditável paciência nesse dia:

22

Esse próximo é muito comédia também. Olha o que ele diz:

26

Hahahahahahahahahhaha! Os caras quase se debulham em lágrimas aqui dizendo que eu esqueci de colocar outros nomes de empresários que começaram do zero e que eu não pesquisei a vida de 200 milhões de brasileiros, e o Sr. Piropo acha que eu é que estou chorando. Crackudo!

Mas eu sou mesmo um rapaz muito educado. Respondi o “noiado” nos seguintes termos:

27

Outro lesado veio dizer o seguinte:

23

O Thales é outro que leu meu texto e entendeu o seguinte: “Qualquer pessoa, independentemente de querer, ter coragem e ter capacidade de ser empresário, vai se tornar um empresário muito rico se trabalhar bastante”. Mas veja: isso é coisa da cabeça desmiolada dele. Eu não disse nada disso.

Depois de viajar na maionese, ele solta uma frase bastante “imtelequetoal”: “A história é manipulada, mas todos aí tiveram um diferencial que não é citado”. Nossa, cara… Até me emocionei aqui. Que profundidade! Só que não. Dei uma resposta sucinta ao amiguinho teórico da conspiração:

24

Acho que o Thales ficou com preguiça de pesquisar, porque ele não voltou com as “descobertas bombásticas” que eu esperava.

O texto não teve apenas comentários desfavoráveis, claro. Na verdade, a maioria das pessoas elogiou a postagem. Uma delas foi a leitora Amália. Vou expor o comentário dela porque um esquerdista de nome Inácio a respondeu. Veja o comentário dela e a resposta idiota dele:

25

A droga que essa galera está tomando é muito forte, manolo. Na moral. Da onde esse cara tirou que é fácil se tornar milionário? Mas vamos à resposta:

28

A simplicidade disso é tão grande que eu me impressiono de ter que explicar isso para essa galera. E muitos me consideram paciente demais. Veja o comentário de um leitor de direita:

29

Pois é, Gerzon. Haja paciência! Eu poderia mandar toda essa galera tomar naquele lugar. Mas isso seria muito deselegante.

A saga continua. Lembra do Luís? Ele volta, agora para atazanar a vida dos leitores que gostaram do texto. Mas acaba tomando uma “Turn down for what”.

30

É engraçado essa galera de esquerda falar em “lixo de autoajuda”, já que eles vivem dia e noite pregando que as “classes oprimidas” precisam lutar contra as “classes opressoras”, e que a culpa das crueldades do mundo não é do ser humano, mas da classe dominante. Essa filosofia barata de homem bom/luta de classes é feita para quem quer mudar o mundo, mas não quer mudar a si mesmo. Ela diz para os esquerdistas: “Você é bom. Seus companheiros esquerdistas são bons. Não se culpe por nada. Culpe as outras classes”. Enfim… Valeu Raynara por mostrar ao Luís como se expressa uma opinião de maneira decente!

Eu termino a exposição por aqui. Espero que tenham se divertido bastante.

P.S.: Vou colocar essa postagem fixada lá no post original, para servir de aviso aos próximos esquerdistas que quiserem falar besteira por aqui.

Lutando contra a opressão do sistema aritmético: 2 + 2 = 5

Uma esforçada ativista lutando contra o imperialismo e a exploração aritmética. Ela vai chegar ao resultado 2 + 2= 5.

De vez em sempre, esquerdistas simpáticos ao marxismo nos dizem
que os regimes comunistas que se instauraram na URSS, China,
Camboja, Vietnã e etc. não representam o verdadeiro comunismo,
pois desvirtuaram a teoria original. Bom, eu concordo plenamente
que o regime instaurado nesses países não se deram como Marx um dia imaginou. Mas tal fato nada faz para tornar a teoria marxista aceitável (o que me parece ser o objetivo de quem usa esse argumento). Afinal, o que temos aqui é uma teoria que prevê um resultado que jamais poderá ser alcançado. Para entender isso, lancemos mão de uma analogia.

Imagine que alguém proponha a seguinte teoria: 2 + 2 = 5. Não
importa o quão bem intencionada seja a pessoa que formulou esta teoria, ou quão bem intencionados sejam os que procuram colocá-la em
prática… o resultado jamais será 5, porque 2 + 2, na prática,
sempre será 4.

Aqui está o ponto cômico da história. Quando os marxistas dizem
algo como “nestes regimes ditatoriais não se instaurou o
verdadeiro comunismo e, portanto, devemos continuar tentando”,
estão essencialmente dizendo o seguinte: “Nestes regimes, 2 + 2 deu
4. Mas esta não é a verdadeira teoria contra a opressão aritmética. Na verdadeira teoria, 2 + 2 é 5. Portanto, vamos continuar tentando colocar a verdadeira
teoria em prática”.

Conclusão: Mesmo que isso custe a vida de milhões de pessoas e a
liberdade de dezenas de países, não devemos parar de lutar contra o imperialismo e a opressão do maldito sistema aritmético. Se a teoria diz que 2 + 2 deve ser igual a 5, então 2 + 2 será igual a 5. E quem reclamar, vai pro Gulag.

Artista tcheco manda cumprimentos aos comunistas

David Černý é um artista tcheco conhecido pela sua rebeldia. Seu meio favorito de expressão é a escultura, e frequentemente opta por atacar nacionalistas e comunistas em suas intervenções. Algumas das suas obras são memoriais: sua obra Quo Vadis evoca as tentativas de fuga dos alemães orientais para a Alemanha Ocidental através da República Tcheca, representadas na obra como um Trabant (carro típico da Alemanha Oriental socialista) com pernas humanas.

Uma obra que lhe rendeu até prisão foi pintar de rosa um monumento nacional da República Tcheca: um tanque soviético que simbolizava a expulsão dos nazistas pelos soviéticos, mas que se tornou um símbolo de poder do governo comunista não menos totalitário que por décadas submeteu o país. A intervenção artística tornou o “monumento” até mais agradável:

david-cerny-pink-tank2

Mas agora nosso amado artista foi, digamos, um pouco menos sutil. Ele decidiu mandar seus cumprimentos ao governo tcheco e ao Partido Comunista instalando uma belíssima escultura sobre uma plataforma no rio Vltava bem em frente ao Castelo de Praga, a residência presidencial. O motivo, especula-se, sejam as próximas eleições onde se prevê uma participação social-democrata com apoio do Partido Comunista, que não tem participação política significante no país desde a Revolução de Veludo que derrubou o comunismo tcheco.

Vejam que maravilha:
Cerny Middlefinger

Da série: coisas que nunca escutarei um esquerdista dizer

 

Mal posso esperar para acontecer a revolução bolchevista! Assim posso ser um dos operários obedientes que trabalhará sem descanso para o bem comum e sem perspectiva nenhuma de crescimento pessoal! Caso eu não dê muito certo, o pior que pode acontecer é trabalho forçado!

Disse militante comunista nenhum na história. Não sei porque, mas eles sempre se imaginam como o Querido Líder.