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Repórteres do Projeto Veritas se infiltram em gigantes da tecnologia para expor a censura em massa e a corrupção. Graças à James O’Keefe e sua equipe, agora dispomos de prova inegável de que os empregados do Twitter admitem que há censura e imparcialidade na aplicação de regras na plataforma.

People holding mobile phones are silhouetted against a backdrop projected with the Twitter logo  in Warsaw

Olinda Hassam é a Gerente de Políticas da Equipe de Confiança e Segurança do Twitter. Sua equipe é responsável pela aplicação das regras do Twitter e decidir quem ou o quê é permitido na plataforma. O Projeto Veritas a gravou dizendo o seguinte:

Jornalista do PV: “Mas como você mantém, digamos, minha linha do tempo… como você mantém certas coisas fora dela? As pessoas sempre retuitam.”

Olinda: “Estamos tentando baixar a visibilidade, mas você também deve ter controle sobre sua linha do tempo.”

Jornalista do PV: “Já tentei, tipo, bloquear pessoas como Cernovich e coisas assim, bloquear e tal, mas ainda assim aparecem, tipo, o tempo todo.”

Olinda: “É. É algo que ainda estamos trabalhando. Estamos tentando fazer com que as pessoas mais merdas não apareçam. É um tema de produto que estamos trabalhando.”

Outras confissões capturadas pelo Projeto Veritas são impressionantes e confirmam que gigantes do Vale do Silício estão censurando apoiadores de Trump, conservadores e qualquer um de quem discordem politicamente.

Se você é conservador, liberal ou libertário, dê valor à sua liberdade de expressão: saia já do Twitter e migre para o Gab.ai, o Steemit ou o Minds.  Estas três redes sociais tem encabeçado o ativismo pela liberdade de expressão na rede e merecem o nosso apoio.

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