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O fim de 2016 foi, talvez, o fim de uma era. A era em que a grande mídia ainda conseguia manipular a opinião pública e influenciar os resultados das eleições e plebiscitos. Em 2016 vimos a grande mídia errar sobre o impeachment da Dilma, o plebiscito dos Acordos de Paz na Colômbia e o referendo que determinou a saída do Reino Unido da União Européia (o “Brexit”). Mas nenhuma gafe foi pior do que prever a “derrota acachapante” de Donald Trump frente à Hillary Clinton nas eleições americanas.

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It’s over. Deal with it.

O self made man novaiorquino entrou na disputa jogando para ganhar, da mesma maneira que conduziu seus negócios ao sucesso. Eleito apesar de ter sido vítima de uma campanha midiática de difamação e chacota global, Donald J. Trump assumiu a Presidência dos Estados Unidos da América no último dia 20 de janeiro. A esquerda ainda está traumatizada com a derrota eleitoral frente a um candidato que jurava “inelegível”. Cantou vitória a campanha inteira e terminou humilhada nas urnas. Mas o dedo na ferida foi precisamente a indiferença com a qual Trump tratou os grandes veículos da mídia. Ganhou não só contradizendo as previsões da grande mídia, mas desprezando e debochando delas.

Trump é a prova cabal de a classe jornalística perdeu o poder que antes possuía nas democracias ocidentais. Isto irrita profundamente a esquerda porque ela passou os últimos 30 anos ocupando espaços na mídia para convencer o povo, através da lavagem cerebral e da doutrinação, a adotar o socialismo pacificamente. Mas a sua rede de desinformação não vai morrer assim tão rápido, é verdade: agonizará muito antes do último suspiro. E, como um paciente terminal que sofre de alucinações, ela morrerá gritando aos quatro ventos a América dividida, a perda dos “direitos das mulheres” (leia-se aborto), o genocídio dos negros e latinos. O fim do mundo, enfim, o apolicapse.

E o que sobra para nós, mortais brasileiros? Fugir do imaginário mundo trumpocalíptico que a esquerda criou para o seu próprio consumo, desligando a televisão e bloqueando-a no Facebook.

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