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ruanda

Toda vez que eu digo a um marxista que os regimes comunistas assassinaram mais de 100 milhões de pessoas ao longo do século XX (e continuam assassinando milhares nos dias de hoje), a resposta é sempre a mesma: “O capitalismo também”. A comparação é disparatada. Acompanhe o raciocínio.

Capitalismo não é um sistema político, mas sim um sistema econômico. E esse sistema econômico pode existir em países com os mais diversos sistemas políticos. Podemos ter capitalismo onde vigora monarquia, presidencialismo ou parlamentarismo; onde há uma teocracia, seja católica, protestante ou hindu; no interior de um estado ateu que persegue religiosos, ou no interior de um estado religioso que persegue gente de outra fé e ateus; em um estado democrático de direito, ou em uma ditadura; em ditaduras ideológicas ou apenas oportunistas. Não há um sistema político prescrito pelo capitalismo ou ao qual o capitalismo pertença. Ele pode se adaptar a variados regimes.

Augusto Pinochet foi um ditador e seu regime reprimiu, prendeu e assassinou milhares de pessoas no Chile. Já Ronald Reagan foi um presidente democraticamente eleito e reeleito nos EUA, que não passou por cima do Estado de direito. Os dois governantes fizeram governos pró-capitalistas, mas um regime era ditatorial, enquanto o outro não era. A comparação poderia ser feita com qualquer outro país capitalista cujo regime político se baseia no Estado democrático de direito: Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Suíça, Japão, Coreia do Sul e etc. O que se modifica entre estes e o Chile de Pinochet não é o sistema econômico (todos são capitalistas), mas o sistema político. Daí decorre o fato óbvio de que não se pode culpar o capitalismo por aquilo que regimes políticos fizeram, já que uma coisa não tem relação com a outra.

Algum marxista pode tentar argumentar que se a motivação de um governo ao reprimir, prender e matar injustamente é promover ou ajudar o capitalismo, então a culpa desses atos é do capitalismo. Isso é bastante questionável. Se, por exemplo, mato minha esposa motivado pela garantia de ficar com o dinheiro dela, podemos culpar o dinheiro pelo assassinato? Foi ele que me motivou, não é verdade? Mas duvido que alguém concorde com isso. O dinheiro pode ter me motivado, mas a culpa é minha. Da mesma maneira, se um regime comete crimes motivado pelo capitalismo, a culpa não é do capitalismo, mas do regime, que é criminoso, ditatorial.

Aqui o marxista vai tentar virar o jogo e dizer que, da mesma maneira, o marxismo não pode ser responsabilizado pelas atrocidades de seus regimes; a culpa é dos ditadores, não do marxismo. O problema é que o comunismo, diferentemente do capitalismo, não é apenas um sistema econômico; é também um sistema político. E o sistema político comunista prevê a centralização política, o totalitarismo, a ditadura do proletariado e as ações despóticas contra burgueses, emigrados e rebeldes. Não sou eu quem digo, é o próprio Manifesto do Partido Comunista.

Não existe isso no capitalismo. O capitalismo se define apenas por ser um sistema onde existe garantia legal do direito à propriedade privada, razoável liberdade econômica e indústrias. Só isso. Não há uma ideologia a ser seguida, um sistema político específico a ser consolidado, um conjunto de regras e metas, ou mesmo uma moral. Não há um livro que imponha o modo como os capitalistas devem agir. Mesmo que houvesse, ele seria irrelevante, pois o sistema capitalista não depende de nada, a não ser os três pilares que elenquei. Portanto, um governo pró-capitalista ou um empresário podem ser morais ou imorais, bons ou maus, egoístas ou altruístas, monarquistas ou parlamentaristas, ateus ou religiosos, defensores da ditadura ou da liberdade. Tanto faz. O capitalismo é amoral, apolítico e agnóstico. É neutro. O comunismo não.

Além do disparate de tratar o capitalismo como um sistema político (o que já vimos que não é), os marxistas caem em outro erro quando dizem que o capitalismo também cometeu genocídios: jogam todo o tipo de guerras na conta desse sistema. Por exemplo, é comum que numa discussão dessas o marxista cite o massacre perpetrado pelos EUA aos índios norteamericanos, alegando ser um resultado do capitalismo. A primeira e a segunda guerra mundiais também são sempre relacionadas ao sistema. Tais alegações são muito questionáveis. Vamos entender.

Guerras entre tribos, povos e nações sempre existiram. A guerra é algo muito anterior ao advento do capitalismo. Ninguém vai dizer, por exemplo, que um uma guerra entre Tupinambás e Tupi Guaranis, no meio da floresta amazônica, no ano 1377, motivada pela extensão de terras, seja uma guerra capitalista. Ninguém dirá que as guerras perpetradas pelo império romano, pelo antigo Egito, pela Grécia, pela Pérsia ou pela Babilônia foram conflitos causados pelo capitalismo.

Essas guerras ocorreram, em última análise, porque o ser humano guerreia entre si; porque o conflito, seja entre nações, seja entre dois pequenos grupos ou indivíduos, é um elemento frequente nesse mundo. As motivações não variam muito. O ser humano guerreia por terras, por riquezas, por comida, por status, por vingança, por proteção ou por poder. Se pudermos resumir tudo isso em uma palavra, a palavra será: lucro. O ser humano guerreia por lucro. Sempre foi assim.

Ora, lucro significa ganho, vantagem, benefício, proveito. A busca por lucros não é uma invenção do sistema capitalista, mas sim uma postura natural no ser humano. Quem não quer benefícios? Acaso alguma sociedade deseja angariar malefícios para si? É normal topar com indivíduos que desejam obter perdas e desvantagens? Há pessoas, tribos, povos e nações que se esforçam para irem de mal a pior? Ora, querer o bem para si é uma postura natural, comum, legítima e existe desde sempre, independentemente de sistemas econômicos.

A desgraça do mundo está no fato de muitas vezes o lucro ser buscado através da guerra, da extorsão, da chacina. Infelizmente, a história de nosso mundo é marcada por conflitos entre os povos em busca de benefícios. E isso não mudou quando o sistema capitalista surgiu. A guerra em busca de lucros não é uma invenção capitalista, mas sim a razão de ser de todas as guerras. Ninguém faz uma guerra para perder, nem mesmo aquele que deseja apenas se proteger – este deseja conquistar o benefício da proteção, da vida, da tranquilidade, da paz. A busca por lucros através da guerra é apenas uma herança perpassada de geração em geração desde os primórdios da humanidade.

O que mudou, portanto, com a chegada do capitalismo? Nada. Os povos continuam guerreando como sempre fizeram. Então, por que deveríamos dizer que as guerras feitas pelo Império Romano ou pelos Tupinambás não foram causadas pelo capitalismo, mas as guerras feitas pelos EUA e outros países capitalistas foram? Será possível provar, por exemplo, que se o capitalismo não existisse, os EUA não teriam feito guerra contra os povos indígenas? Não penso que seja. Não podemos afirmar que determinadas guerras não existiriam se o sistema econômico não fosse o capitalista. A luta pelo lucro não depende do capitalismo para existir. É mais lúcido supor, portanto, que a causa do massacre dos índios norte-americanos foi a ganância do ser humano (que é comum a todos os povos) e a inferioridade bélica dos indígenas.

Colocar o capitalismo como um sistema causador de guerras é ignorar que os povos sempre fizeram guerra uns contra os outros, muito antes do capitalismo existir, e que a busca por lucros não surgiu desse sistema. É culpar um sistema por problemas que já nos acompanham a milênios. Parece-me que o capitalismo entra como bode expiatório nessa história.

Talvez o capitalismo seja culpado por possuir uma estrutura que permite facilmente o seu uso por governos belicistas, expansionistas ou ditatoriais. É uma acusação possível de se fazer. E, se isso for verdade, é legítimo lutar pelo comunismo, caso se prove que esse sistema possui uma estrutura que dificulta ou inviabiliza o seu uso por governos de viés belicista, expansionista ou ditatorial. Mas a questão debatida aqui não é essa. O que se debate neste texto é se o capitalismo causa guerras. E isso é questionável. Guerras existem desde sempre e o capitalismo não é um regime político, moral ou ideológico, com regras e metas definidas (como é o comunismo), mas simplesmente um modo de produção. Dito de uma forma simples: o capitalismo não é um vilão que tem a pretensão de dominar o mundo, nem um herói que deseja salvá-lo, mas um automóvel. Pode ser usado tanto pelo vilão, como pelo mocinho.

Bom, ficou bem claro que o capitalismo não é um regime político ou ideologia com regras definidas e, por isso, não pode ser acusado pelos crimes cometidos por ditadores, militaristas e governantes de cada país. Um país pode ser capitalista e ter um governo bom, democrático e pacífico, como também pode ser capitalista e ter um governo ruim, corrupto, autoritário, militarista e belicista. Um sistema não interfere no outro. Resta, no entanto, uma questão: o capitalismo, como sistema econômico, causa genocídios? Se, por um lado, ele não pode ser acusado por crimes perpetrados por regimes políticos, por outro lado, talvez, ele seja um sistema econômico ruim, que gera prejuízos. Será que, nesse sentido, esse sistema foi responsável por genocídios.

Segundo o pensamento marxista, o capitalismo gera a exploração do proletariado pela burguesia, o que resulta em aumento de riqueza para os que já são ricos, agravamento da miséria para os que já são pobres e crescimento do número de miseráveis. Em outras palavras, o capitalismo seria um grande gerador de opressão e miséria para a maioria das pessoas. E isso, claro, implicaria a morte de muitos por fome e doenças. Como exemplos dessa opressão e miséria, os marxistas sempre citam a situação difícil dos operários ingleses do século XIX e a extrema pobreza de trabalhadores nos dias atuais em países de terceiro mundo (sobretudo os da índia e do continente africano). Será que a acusação procede? O capitalismo gera miséria? Na verdade, não gera. Vamos entender também.

Em primeiro lugar, devemos sempre lembrar que a miséria é o estado natural do ser humano. Afinal, para se conseguir comida, vestes, abrigo, objetos para trabalho ou para o lazer, é preciso fazer alguma coisa. Sempre foi assim. Se um homem da pré-história, por exemplo, queria comer, ele precisava ir até algum lugar que tivesse frutas, legumes, verduras ou grãos para comer. Em dado momento da vida, teria de plantar para poder comer. Se quisesse comer carne, teria de caçar um animal. Se quisesse armas para caçar e para proteger sua família, teria de fabricá-las. Se quisesse ferramentas para forjar suas armas ou para lavrar a terra, teria de fazê-las também. E por aí vai. É preciso fazer algo para sair da condição natural de miséria.

Essa condição natural do homem só se agravou com o passar do tempo. Se um grupo solitário de homens pré-históricos já é miserável por natureza, muito mais miserável é uma sociedade com milhares ou milhões pessoas. Na medida em que cresce o número de pessoas no mundo, o trabalho para se conseguir alimento, vestimenta, instrumentos de trabalho, armas e abrigo fica mais árduo. Todos os bens providos pela natureza se tornam mais disputados, pois a procura por eles aumenta. Ademais, os bens naturais não se apresentam de maneira equitativa em cada lugar. Existem lugares que possuem bens naturais que outros lugares não possuem. Essa desigualdade da natureza só agrava a situação de miséria natural, posto que todas as pessoas terão mais trabalho para alcançar alguns objetivos.

Some tudo isso ao fato de que a espécie humana em geral tem conservado, desde os primórdios, uma inclinação à busca pela praticidade (o que não é algo ruim, mas pode ser desvirtuado), bem como à preguiça (um desvirtuamento da busca pela praticidade), à ganância, ao conflito e à maldade. Se isso é natural ou cultural (ou um pouco dos dois) não é o foco da discussão aqui. A questão é que essas inclinações da espécie humana, em seu conjunto, acabam por agravar a condição de miséria natural. Fato que pode ser observado é que quanto mais cresceu a população do mundo, cresceu também a miséria e, consequentemente, a fome. Isso, pelo menos, até cerca de trezentos anos atrás.

Quando você entende este fato, já não tem desculpas para dizer que o capitalismo criou a miséria dos operários ingleses do século XIX, ou a miséria dos trabalhadores atuais da índia, do continente africano e da América latina. A miséria, assim como a guerra, são heranças malditas passadas de geração em geração desde os primórdios do mundo. Não foi o capitalismo que inventou a miséria. Quando, portanto, as primeiras indústrias se instalaram na Inglaterra (e em outros lugares), o que se viu não foi um sistema novo criando miséria, mas um sistema novo sendo inserido em uma sociedade que já estava repleta de miseráveis, no interior de um mundo em que a miséria sempre existiu.

Às vezes, parece-me que o marxista, em meio ao seu rancor fulgurante nutrido contra o capitalismo acaba idealizando as sociedades feudais europeias anteriores ao advento do capitalismo, bem como as sociedades tribais africanas, chinesas e hindus, como se não houvesse nelas miséria natural, necessidade de se fazer algo para conseguir alimento, vestes e etc., guerras, injustiças, crueldades, escassez e fome. E essa idealização, talvez inconsciente (e certamente contraditória, já que o próprio Marx dava conta de que a história era marcada por desigualdades e injustiças) transforma o capitalismo em um sistema que destrói o belo mundo de antes. Nada mais falso.

As pessoas que correram para trabalhar em indústrias recém-instaladas na Inglaterra do século XIX, ou em alguns países de terceiro mundo dos dias de hoje, se submetendo a baixos salários e condições ruins de trabalho, não saíram de uma condição melhor para uma condição pior. Do contrário, por que teriam saído da condição melhor? Elas saíram sim de uma condição de miséria sem emprego para uma condição de miséria com um emprego ruim, o que é menos mal. Ignorar isso é culpar o capitalismo por algo que ele não fez. Pode-se, talvez, culpar o capitalismo por não ter retirado imediatamente essa pobre gente da extrema pobreza, mas não por ter jogado essas pessoas nela; não por ter produzido extrema pobreza. Isso já existia.

Mas seria mesmo justo culpar o capitalismo por não ter tirado imediatamente a pobre gente da miséria nos lugares em que começou a instalar indústrias? Isso é algo bastante questionável também. Em primeiro lugar, porque o número de indústrias e negócios no início do capitalismo era muito menor do que é hoje. Isso é óbvio, afinal, era o início do sistema. E o mesmo ocorre quando uma indústria é instalada em um país não capitalista nos dias de hoje: é o início do capitalismo no país; há poucas indústrias e negócios de relevância.

Um grande número de miseráveis e um pequeno número de indústrias e negócios. Esse foi o contexto do início do capitalismo no mundo e esse é o contexto do início do capitalismo em qualquer país. Ora, essa fórmula não faz mágica com os salários. Se há muita mão de obra disponível em relação ao número de empresas, o valor dela será baixo. É a lei da oferta e da procura: quanto mais se tem X, menor é o seu valor, pois qualquer um pode ter X. Em contraponto, quanto menos se tem X, maior é o seu valor, pois, nesse caso, X é mais raro e, por isso, mais disputado. Isso vale tanto para produtos, quanto para trabalhadores.

O início do capitalismo nunca muda imediata e plenamente a vida daqueles que já estão em condição de miséria. No entanto, isso é apenas a fase inicial. Os salários começam a aumentar (e as condições de trabalho a melhorar) na medida em que também aumenta o número de empresas. Isso começa a tornar menor a mão de obra disponível para cada empresa, diminuindo a disputa de vagas entre trabalhadores e aumentando a disputa de trabalhadores entre as empresas. A mudança não se dá apenas em relação à quantidade, mas a qualidade. Com a concorrência das empresas e o seu desenvolvimento, cada qual começa a precisar de mais funcionários qualificados e especializados, o que inicia uma disputa empresarial pelos melhores trabalhadores. E isso, claro, elevará gradualmente a oferta de salários.

O crescimento do número de negócios também irá gerar maior oferta de produtos e serviços do que antes, o que também jogará os preços para baixo. A concorrência ainda dará um jeito de baratear ainda mais os custos de produção, o que tornará os preços ainda mais acessíveis. Com mais empregos, produtos mais baratos e uma tendência ao aumento de salários, a miséria se reduz, os pobres elevam seu padrão de vida e muitos até conseguem se tornar ricos. Esse parágrafo poderia ser taxado de idealista, não fosse fato de que esta é a descrição real e literal do que ocorreu em todos os países capitalistas que hoje são chamados de primeiro mundo. E ocorre também nos de terceiro mundo, embora com menor velocidade.

Esse, aliás, é o problema dos países de terceiro mundo. Contando com governos que dificultam o empreendedorismo, o livre comércio e a livre concorrência, e que sugam a sociedade com impostos, gastos públicos excessivos, má gestão do dinheiro público, autoritarismo e restrições desnecessárias, esses países não conseguem ver o capitalismo se desenvolver e, por consequência, não veem seu padrão e vida se elevar. O que ocorre em seguida é muito triste: como apenas algumas poucas empresas (sempre as grandes) conseguem sobreviver e dominar o mercado nesses países de economia tão engessada, passam a existir alguns monopólios privados protegidos pelo governo, o povo se torna “refém” desses monopólios, os pequenos e médios empresários não conseguem se manter na disputa, a iniciativa privada não vai para frente e aquela relação “muitos miseráveis x poucas empresas” permanece quase inalterável ao longo do tempo. Aí o marxista olha para todo esse gigantesco efeito e diz que a causa dele é justamente o que falta ao país miserável: capitalismo.

Capitalismo, como podemos ver claramente aqui, não é um sistema gerador de miséria e opressão, mas de riqueza. Através do capitalismo as pessoas podem empreender, as empresas podem disputar clientes entre si, gerando produtos mais baratos e melhores, os clientes podem escolher o que mais lhe agradam, o número de empresas privadas pode crescer, gerando mais empregos e elevando os salários, a criatividade pode rolar solta, o dinheiro pode ser poupado e investido, as novas tecnologias podem se tornar comuns e produzir maior bem estar para um maior número de pessoas.

Portanto, como sistema econômico, o capitalismo também não causou genocídios, mas apenas melhorou a vida das pessoas, quando os governos assim permitiram. Eu disse há pouco que a miséria aumentou no mundo na medida em que a população também foi aumentando, pelo menos até trezentos anos atrás. Com o advento do capitalismo, algo incrível começou a acontecer. A miséria passou a recuar. E a cada ano que passa, o número de pessoas abaixo do nível da pobreza diminui. Isso não quer dizer que um dia o mundo será perfeito ou que o capitalismo não tenha falhas. Significa apenas que esse sistema econômico tem um enorme potencial e que, até o momento, não há outro que seja superior a ele.

A conclusão desse texto é que a resposta do marxista é uma grande mentira. Não, meu amigo, o capitalismo não causou genocídios. Ele é apenas um sistema econômico, que pode existir no interior de diversos regimes políticos; e um sistema econômico que gera riqueza, oportunidades, grandes avanços tecnológicos, recuo da miséria, aumento de salários, desenvolvimento econômico e bem estar social. Quem cometeu genocídios foi mesmo o comunismo, um sistema econômico e político que prevê o totalitarismo, a ditadura do proletariado e à repressão a burgueses, emigrados e rebeldes.