Expondo a farsa do dito “pacifismo” Islâmico

Um amigo me encaminhou esse artigo pelo Facebook, ao que tudo indica foi traduzido por um Português, porem perfeitamente compreensível, apenas fica nota que  “Puto” significa criança, menino em Portugal.

Encontrei o Blog do Senhor Collard, porem não encontrei esse texto especifico, mas minha busca foi superficial. Porem o que é descrito no texto é basicamente o discurso de quase todo líder religioso Islâmico, praticamente sem exceção.

Mensagem de um advogado na França. (Gilbert Collard)

Bom dia,


Como demonstram as linhas que se seguem, fui obrigado a tomar consciência da extrema dificuldade em definir o que é um infiel.


Escolher entre Alá ou o Cristo, até porque o Islamismo é de longe a religião que progride mais depressa no nosso país. O mês passado, participava no estágio anual de actualização, necessária à renovação da minha habilitação de segurança nas prisões. Havia nesse curso uma apresentação por quatro intervenientes representando respectivamente as religiões Católica, Protestante, Judaica e Muçulmana, explicando os fundamentos das suas doutrinas respectivas. Foi com um grande interesse que esperei a exposição do Imã.


A prestação deste ultimo foi notável, acompanhada por uma projecção vídeo.
Terminadas as intervenções, chegou-se ao tempo de perguntas e respostas, e quando chegou a minha vez, perguntei: “Agradeço que me corrija se estou enganado, mas creio ter compreendido que a maioria dos Imãs e autoridades religiosas decretaram o “Jihad” (guerra santa), contra os infiéis do mundo inteiro, e que matando um infiel (o que é uma obrigação feita a todos os muçulmanos), estes teriam assegurado o seu lugar no Paraíso. Neste caso poderá dar-me a definição do que é um infiel?”


Sem nada objectar à minha interpretação e sem a menor hesitação, o Imã respondeu: “um não muçulmano”.


Eu respondi : “Então permita de me assegurar que compreendi bem : O conjunto de adoradores de Alá devem obedecer às ordens de matar qualquer pessoa não pertencendo à vossa religião, a fim de ganhar o seu lugar no Paraíso, não é verdade?


A sua cara que até agora tinha tido uma expressão cheia de segurança e autoridade transformou-se subitamente ao de “um puto” apanhado em flagrante com a mão dentro do açucareiro!!!


É exacto, respondeu ele num murmúrio.


Eu retorqui : “Então, eu tenho bastante dificuldade em imaginar o Papa dizendo a todos os católicos para massacrar todos os vossos correligionários, ou o Pastor Stanley dizendo o mesmo para garantir a todos os protestantes um lugar no Paraíso.”


O Imã ficou sem voz !


Continuei : “Tenho igualmente dificuldades em me considerar vosso amigo, pois que o senhor mesmo e os vossos confrades incitam os vossos fiéis a cortarem-me a garganta !”


Somente um outra questão : “O senhor escolheria seguir Alá que vos ordena matar-me a fim de obter o Paraíso, ou o Cristo que me incita a amar-vos a fim de que eu aceda também ao Paraíso, porque Ele quer que eu esteja na vossa companhia ?” Poder-se-ia ouvir uma mosca voar, enquanto que o Imã continuava silencioso.


Será inútil de precisar que os organizadores e promotores do Seminário de Formação não apreciaram particularmente esta maneira de tratar o Ministro do culto Islâmico e de expor algumas verdades a propósito dos dogmas desta religião.


No decurso dos próximos trinta anos, haverá suficientes eleitores muçulmanos no nosso país para instalar um governo de sua escolha, com a aplicação da “Sharia” como lei.


Parece-me que todos os cidadãos deste país deveriam poder tomar conhecimento destas linhas, mas como o sistema de justiça e dos “media” liberais combinados á moda doentia do politicamente correto, não há forma nenhuma de que este texto seja publicado.


É por isto que eu vos peço para enviar a todos os contactos via Internet.


Gilbert Collard

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Autor: Guilherme Frederico

Produtor rural e agro empresário.

Uma consideração sobre “Expondo a farsa do dito “pacifismo” Islâmico”

  1. Estou de acordo com o texto, espero que existem mais pessoas como você em seu país para poder tentar brecar o avanço do islamismo, a mídia está ajudando muito nesse processo, mais ainda é pouco, o perfil das pessoas convertidas são bem parecidos, são pessoas perdidas, que não confiam em ninguém apenas em si mesmas e nas próprias convicções, são pessoas que procuram algo, exemplo: o homem muçulmano é obrigado a manter a sua esposa, ou seja ela só vai trabalhar se quiser ou com a ordem do esposo, eles não fazem sexo oral ou anal, elas geralmente que também não gostam optam por isso, bom são várias situações. Bom se você for um ex muçulmano e quiser dar seu testemunho conheça meu blog.

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