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Um ex ativista do Green Peace que passou a estudar os fatos sobre o que eles atacam expõe a estratégia terrorista por trás dos movimentos “ambientalistas”.

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Ativistas exploram os medos de pessoas analfabetas”. A afirmação é de Mark Lynas, um ambientalista e ex-ativista do Greenpeace, que nos últimos anos mudou sua perspectiva sobre o uso da biotecnologia.

“No meu tempo de ambientalista, eu era contra organismos geneticamente modificados (OGMs). Realmente acreditava que representavam uma ameaça para o meio ambiente”, afirmou Lynas durante sua apresentação no Congresso Maizar 2014, realizado na Argentina.

“Minha idéia começou a mudar em 2009, mas em 2013 decidi aceitar publicamente. Após vários anos de ativismo ambiental, observei evidências científicas mostrando que os transgênicos não produzem nenhum dano”, disse ele. “Antes, eu não tinha lido qualquer trabalho científico sobre biotecnologia. Hoje eu tenho alguns livros escritos. A ciência é muito clara, a melhoria da agricultura é segura”, acrescentou Lynas.

Ele conta que há alguns anos, viu que havia “fome na Zâmbia e o governo daquele país, por lobby ambientalista, se recusou a aceitar a ajuda de alimentos geneticamente modificados, enquanto as pessoas estavam famintas nas ruas. Sua visão é de que os OGMs matam seus filhos. Produtores na Tanzânia, por exemplo, se recusam a produzir milho acreditando que os meninos estavam saindo homossexuais – o que na África é um pecado”.

Na sua luta contra os transgênicos, conta Lynas, os ativistas manipulam informações. “Mostram imagens de ratos com tumores que são falsas: fazem com Photoshop”, revela Lynas. “Minha mudança foi motivada por um futuro mais otimista, que é afinal o que nossas crianças merecem. Há muitas opções para práticas agrícolas mais sustentáveis”, conclui.