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Artigo de de Ann Coulter, traduzido por Claudia Costa Chaves:

Da próxima vez que os esquerdistas se indignarem quando alguém disser que eles se importam mais com os criminosos do que com as vítimas de crimes, lembrem-se da choradeira histérica por causa de Clayton Lockett. Estou falando, claro, do vil estuprador e assassino cuja execução na semana passada está gerando mais mídia do que Chris Christie e o escândalo da ponte.

Esta semana, vamos rever alguns fatos que o The New York Times omitiu dos extensos artigos a respeito de Lockett. São informações indignas de serem impressas. Na semana que vem, debateremos a pena de morte com atenção especial para Clayton Lockett.

O principal fato a respeito de Lockett que não será lido no Times ou qualquer outro veículo NFM (Não-Fox Mídia) é o que ele fez com as vítimas. Com as últimas quatro vítimas, bem entendido. Talvez seja uma surpresa descobrir que Locket tinha uma extensa folha corrida.

Em 1999, Lockett e dois cúmplices invadiram a casa de Bobby Bornt para roubá-lo. Bornt reconheceu Lockett, o homem que ele contratara poucas semanas antes para cobrir uma tatuagem.

Lockett usou uma escopeta para surrar Bornt com selvageria por quinze minutos enquanto o filho de Bornt de nove meses uivava no cômodo ao lado. Os três homens amarraram as mãos de Bornt com fita isolante e começaram a vasculhar a casa em busca de alguma coisa para roubar. Lockett derrubou Bornt do sofá, reclamando que ele estava sangrando demais em cima do que ele chamava de “meu sofá.”

Naquela hora, a amiga de Bornt, Summer Hair, passou lá para convidá-lo para uma festa. Os ladrões a puxaram para dentro, empurraram-na contra a parede e bateram nela, encostando uma arma na cabeça dela até ela chamar uma amiga que estava esperando do lado de fora, no carro, insistindo para que ela entrasse. Era Stephanie Neiman.

Stephanie entrou e ela também foi agredida até entregar as chaves da caminhonete. Todas as três vítimas foram trancadas no quarto junto com o filho bebê de Bornt enquanto Lockett & cia. saqueavam a casa, parando apenas para arrastar Hair para fora do quarto e currá-la. Um dos capangas de Lockett a sodomizou oralmente e, depois, a estuprou vaginalmente. Lockett a estuprou vaginal, anal e oralmente.

Lockett instruiu um dos cúmplices a roubar uma pá da casa de Bornt, enfiou todo mundo nas caminhonetes de Bornt e Neiman e os levou para uma área afastada. Lockett arrastou Hair para fora de uma das caminhonetes e novamente a estuprou vaginal e oralmente. Ele a devolveu para o carro, onde o terceiro homem a obrigou a fazer sexo oral nele.

(Paremos um instante para refletir a respeito da histeria do The New York Times a respeito de nebulosas alegações de estupro em compromisso social feitas por universitárias bêbadas em campus de universidades.)

Lockett exigiu que as vítimas garantissem que não contariam à polícia o que ele fizera. Bornt e Hair prometeram, mas Stephanie se recusou. Sendo assim, ele a arrancou do carro e mandou os cúmplices começarem a cavar uma cova.

(Mais tarde, ele contou à polícia que queria matar as três vítimas adultas para que o oficial de condicional dele não descobrisse que ele havia se ausentado do distrito.)

Stephanie ficou ao lado da cova que era escavada para ela por vinte minutos. Lockett atirou nela, mas a arma engasgou. Então, ele se voltou à caminhonete para consertá-la, ouvindo Stephanie chorar, “Meu Deus! Por favor! Por favor!” Os três homens riram dela.

Então, ele retornou e atirou nela outra vez, mas Stephanie ainda respirava. Lockett mandou que os outros a enterrassem assim mesmo. Ela tossiu quando jogaram terra no rosto dela. Ela foi enterrada viva.

Lockett alertou Bornt e Hair: eles seriam assassinados também se fossem à polícia. Então, ele os levou de volta à casa de Bornt. Bornt e Hair deram queixa dos estupros, do sequestro e do assassinato no dia seguinte. Um dos cúmplices de Lockett logo confessou e levou os policiais até o corpo de Stephanie.

Tais fatos não foram contestados por Lockett, que, do modo como escreveu em uma carta enviada da prisão, “disse àquele tonto” – o promotor distrital – “eu atirei naquela vaca.”

Todos os quatro adultos que vivenciaram aquela noite com Lockett o “caguetaram” – os dois cúmplices e as duas vítimas. (Por causa disso, ele fez um grande esforço de dentro da prisão para contratar atentados contra todos os quatro – com cartas que vieram a calhar durante o pedido de clemência dele!)

Um júri condenou Lockett à morte, mas ele viveu por mais quinze anos depois de cometer os crimes hediondos. Nesse tempo, ele foi alimentado, alojado e recebeu tratamento médico sob os cuidados do generoso povo de Oklahoma.

Além de conspirar contra as quatro testemunhas, enquanto estava na prisão, Lockett repetidamente ameaçou os guardas que o pegaram em flagrante com armas improvisadas. Ele também vandalizou a prisão e jogou fezes e urina nos guardas que lhe traziam comida.

Quando chamado para responder por causa de uma agressão a um guarda prisional, ele explicou, “Foda-se esse tribunal fajuto. Da próxima vez, vou usar uma faca.” Quatro dias mais tarde, ele foi pego com um estilete de trinta e cinco centímetros e um porrete de setenta centímetros escondidos na cela.

Em outra ocasião, um estoque improvisado foi encontrado com Lockett. Ele disse ao guarda, “Tu sabe que eu podia ter enfiado ele na porra do teu coração.”

Lockett era tão violento que outros detentos se recusaram a ser alojados na mesma cela que ele mesmo sabendo que poderiam ser punidos por causa da recusa.

Em cartas enviadas da prisão, Lockett disse que planejava “dar um teco no” Bornt. Ele escreveu para uma tia, mãe de um dos cúmplices, avisando-a que os “manos” da prisão estavam “esperando a ordem dele.”

Lockett também planejava matar a ex-namorada, a respeito de quem ele dizia, “Ela vai tomar uma dura, uma lição da real. Ainda vai. É melhor ela ralar peito de Perry” (Oklahoma) “por causa de que meu irmãozinho tá vindo pra cá de San Diego e neguinho acha que eu sou maluco. Espera só até o maluco chegar aqui! Ele já tá fugido de New Orleans por causa de um homicídio.”

Os editores do New York Times podem ter perdido o sono depois da execução de Lockett, mas Bornt, Hair e mais meia dúzia de pessoas dormiram bem melhor.

Em cartas para o sub-xerife, Lockett se gabou da conexão com gangues de rua, dos crimes anteriores e da intenção de matar Bornt e Hair. “É que eu sou dos Crips da Califórnia!” ele disse. “A gente não se entregamos que nem os babaca de Oklahoma. Por que tu acha que neguinho desce a porrada em quem quer sair da gangue? Porque eu sou um assassino. A sangue frio!”

Este é o assassino cuja recente execução levou os esquerdistas às raias do desespero.

* Lockett & Load é um trocadilho feito com a expressão Lock & Load (armado e pronto, ou preparado).