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* Escrito e denunciado por Nilton Carvalho da Silva, produtor invadido.

Em 2013, lendo o site da Famasul, vi em destaque a notícias da formação de indígenas para instrutores do Senar.
Me chamou atenção que Joãozinho da Silva, da etnia terena, aldeia Ipegue, foi selecionado como instrutor.
Conheço Joãozinho, pai de Tainara já contratada do Senar.
Pois bem, a família participou da invasão da Fazenda Esperança; pai, avó, filho.
Joãozinho é funcionário demitido da Funai , enquadrado na Lei 8112 e com base nos artigos 116 incisos I, II, III, VII e IX, artigo 117 inciso IX, artigo 132, inciso IV (improbidade administrativa).
Tainara divulga fotos de banho de açude no retiro Cedral, na Fazenda Esperança, invadida em 31/05/2013.
Todos estes fatos já foram relatados documentalmente aos responsáveis pela Famasul e Senar. Solicitei providências sabendo que o sistema CNA/Famasul/Senar é mantido por contribuições de nós produtores rurais.
Hoje, lendo o jornal Folha Campo Grande, vejo que nenhuma providencia foi tomada o que me causa indignação.

As perguntas que não me fazem calar:

1- como um funcionário demitido a bem do serviço público por faltas graves, envolvido em invasão de propriedades legalmente tituladas é treinado e admitido no Senar ?
2- como o Senar, sabedor desta situação, não se preocupa com a idoneidade daqueles que o representam, que levam o seu nome ?
3- se somos hoje uma classe de vilões para Joãozinho e sua família, como eles aceitam um emprego desses vilões?
4 se os produtores rurais fossem consultados a respeito desta situação acima relatada, qual seriam suas posições?
5- Famasul, Senar e CNA podem servir a dois senhores?