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O Brasil realmente não corre o menor risco de dar certo.

Kátia Abreu, a traidora do agronegócio que subiu no palanque do PT e já defende a pauta do MST, sequer assinou a o requerimento para abertura da CPI da PeTrobras, agora vai cuidar da política publica voltada para o agronegócio nos EUA.

Realmente “muita falta do que fazer”, a começar porque o que os EUA fazem pelos seus produtores é problema deles e não representa praticamente nada dos prejuízos que o próprio governo Brasileiro nos causa, que tal a CNA dar prioridade para:

– Carga tributaria;

– Infraestrutura;

– Segurança Jurídica;

– Direito de propriedade;

– Burocracia;

– Leis trabalhistas;

E quantos aos outros problemas que o nosso próprio governo nos causa e que não esão na pauta da CNA? O que a CNA falou sobre o projeto de tributar as vendas de soja em mais 9%? Nada, nenhum pio e ai esta mais um grave atentado contra o setor produtivo Brasileiro.

Risco de tributação da soja inquieta produtor

Taxação de 9,25% na soja brasileira poderia causar prejuízo de R$ 6 bilhões

Chamar política agrícola de “subsidio ilegal” é absurdo. Se for assim por que o governo Brasileiro não “retalha” os EUA na mesma moeda nos dando melhores condições de trabalho?

Menos impostos, menos burocracia, abrindo o mercado de seguro agrícola para empresas privadas como é nos EUA.

Não passa da velha falácia de governos comuno-socialistas que acusam sempre os EUA pelos males causados por eles próprios. Quem Fidel Castro sempre culpou pelo caos na Cuba? Quem Hugo Chávez culpava pela miséria Venezuelana.

Sempre a culpa era e é dos EUA, sempre buscavam um bode expiatório, nunca se focavam no real problema interno. O Brasil não avança por causa de nós mesmos, nada tem haver com a politica agrícola nos EUA. Esse amontoado de problemas internos e vão se incomodar com a Farm Bill dos EUA? Deveriam parar de reclamar e copiar o modelo Americano que funciona deixando de copiar o modelo Venezuelano que é um fracasso. Vejam ai:

Uma das mudanças apontadas pela presidente da CNA é a transferência dos pagamentos diretos para o seguro agrícola. Desta forma, fica mantido o efeito distorcido dos programas anteriores, pois o seguro garante renda ao produtor em qualquer nível de preço. Conforme Kátia Abreu, fica claro que os americanos não estão buscando eficiência e produtividade. Eles estão premiando apenas a quantidade, disse ela.

Isso só pode ser uma piada, eu mesmo não entendo isso como um “subsidio” maléfico da forma que “nossos representantes” políticos nos tentam passar. Os tais pagamentos diretos nos EUA se referem a terras não cultivadas que os produtores deixam como reservas ambientais, qual o problema com isso? Por que o nosso governo não nos paga também pelas reservas legais que nos foram impostas via Código ambiental? Nos EUA a reserva legal é voluntaria, ninguém é obrigado a inutilizar parte de seu patrimônio sem compensação financeira por isso, direito de propriedade é o principal pilar de qualquer estado democrático. Tudo que é obrigatório não é bom.

O governo Brasileiro também subsidia o seguro agrícola e ate onde sei, proporcionalmente, o subsidio aqui é bem maior que nos EUA. O problema é que nosso seguro estatal é obrigatório/compulsório e não funciona, sequer cobre os custos do produtor e o mesmo ainda é obrigado a contratar o seguro caso precise financiar a safra no Banco do Brasil. Nada que é obrigado é bom ou funciona!

Quem é mais protecionista? segundo o ranking da heritage foundation os EUA estão em décimo segundo lugar enquanto o Brasil em centésimo décimo quarto lugar. Antes de criticarmos qualquer um por protecionismo deveríamos lavar a boca com soda primeiro.

Eu estou revoltado com o seguro agrícola Brasileiro, fui obrigado a contratá-lo para a safra de soja que foi colhida no mês de fevereiro e março de 2014. Tive todo problema possível, seca severa, sol escaldante, granizo… A quebra foi enorme, o prejuízo também e o seguro não cobre nada, pois, a produtividade mínima garantida por hectare é de 27 sacas de soja. Só pagam a diferença abaixo dessa produtividade, que pela realidade tecnológica atual é praticamente impossível de ocorrer, há não ser que um furacão ou um meteoro atinja a região.

O produtor rural paga por um serviço que jamais terá serventia, nunca vai se beneficiar com mesmo. É praticamente extorsão, venda casada, praticas ilegais segundo o a lei Brasileira.

Em 20 anos que exerço a atividade isso nunca ocorreu, o pior ano aqui foi em 2006 que a produtividade atingiu 30 sacas por ha. Segundo produtores que estão há mais tempo atuando na região essa baixa produtividade acontecia nos anos 70, quando a tecnologia era muito defasada, porem os custos eram muito menores e realidade econômica diferente.

Já expliquei como funciona o seguro agrícola nos EUA em Mitos sobre “protecionismo” agrícola nos EUA, baseado no livre mercado e na realidade de cada produtor, onde usam a produtividade media de cada fazenda para definir o nível de proteção. Alguém faria seguro do carro se o índice para ressarcimento em caso de acidente fosse de 200% o valor do veiculo? Claro que não, pois jamais algo assim iria acontecer, em caso de perda total no máximo o custo do carro seria o valor de mercado do mesmo.

Atacar a politica agrícola dos EUA não vai resolver em nada nossos problemas, vamos continuar seguindo esse modelo socialista falido de atacar os outros por problemas causados por nós mesmos ou vamos começar a usá-los como modelo a ser seguido? E dai que os EUA gastem dinheiro dos tributos recolhidos, que foram pagos pelos contribuintes, incluindo produtores rurais, para com políticas publicas voltadas aos cidadãos dos EUA? Essa é obrigação do governo. Qual o tamanho da carga tributaria no Brasil e nos EUA? Muito maior aqui no Brasil e consequentemente a renda per capta é quatro vezes maior nos EUA. E onde estão as contrapartidas publicas por esses impostos que pagamos?

Faça-me rir! Os EUA são ineficientes e improdutivos?! Kátia Abreu tirou essa bobagem de onde? Aderiu definitivamente ao modus operandi bolivariano de culpar “uzamericanu”? Esta andando muito com a Dilma Rousseff pelo visto, a confusão mental parece ser contagiosa.

Lembrem-se, “Os cães ladram e caravana passa”.

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