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Nos últimos dias a Venezuela tem visto correr pelas suas ruas multidões clamando pelo reestabelecimento da democracia e da liberdade no país. Milhares de venezuelanos tem se reunido nas praças e vias principais da cidade para protestar contra a ditadura em que vivem já há 15 anos. A polícia, mais as militâncias armadas a serviço do governo ditatorial de Nicolás Maduro, têm reprimido violentamente os protestos. Mais de 70 pessoas foram feridas e outras em número similar foram presas. Pelo menos 3 jovens venezuelanos foram mortos.
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A psicopatia do governo chavista de Nicolás Maduro é nítida. Não bastando a violência contra os protestantes, o governo venezuelano ainda acusa suas vítimas de “fascistas” e “golpistas” e ainda proíbe redes nacionais de televisão de reportarem os incidentes. Talvez porque ele tema que, na sua atual condição de tirano, o povo tem o direito de tirá-lo do poder por golpe, ou rebelião. Na minha sincera opinião, Maduro merece o mesmo fim de Mussolini e Ceausescu pelo que fez aos venezuelanos.

Mas, mais do que isso, a extrema-esquerda latinoamericana merece ser ridicularizada e vir abaixo. Em pouco tempo, seus gritinhos de “fascista”, “reaça”, “golpista” e “coxinha” serão motivo de vergonha, a evidência denunciadora de um colaborador das mais nojentas ditaduras deste continente, porque o que passa na Venezuela não pode ser mais escondido e prenuncia o fim da “onda bolivariana”. O seu legado? Totalitarismo, aparelhamento da justiça, da mídia e dos sindicatos, a falência econômica, a violência e a ruptura social entre venezuelanos. O Brasil vai pelo mesmo caminho errado, mas uma mudança de rumos na Venezuela será decisiva também aqui e na Argentina.

A América Latina não precisa de mais milícias de extrema-esquerda como os capachos do chavismo e os Black Blocs a soldo do PSOL. Precisamos, isso sim, dos Vlaclav Havels, Ion Iliescus e Lech Walesas que Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil possam produzir.