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Esta chegando a hora, teremos que quitar o debito de anos e anos de politicas econômicas populistas irresponsáveis onde se gasta mais que arrecada e pior, gasta mal esse dinheiro, gasta-se esses recursos em “coisas” que não geram riqueza, não criam bases solidas para o crescimento econômico do país.

Meu bisavô dizia “é do couro que se faz a correia”, ou seja, se quisermos ter resultados é necessário investir na produção.

Não é isso que tem ocorrido no Brasil, aqui estimulou-se o consumo de itens supérfluos, bens de consumo, coisas sem sentido. Por exemplo, temos uma empresario A e o empresario B.

O empresario A pegou os recursos disponíveis e investiu em maquinas, insumos, infra estrutura e mão de obra da sua empresa para produzir um determinado bem ou serviço.

O empresario B na mesmo situação usou esses recursos e construiu um opulenta sede, com escritórios cheios de mobiliá extravagante, TV’s de LCD, decoração exuberante, iPhone’s, iPad’s, iMac’s, etc e deixou relegado a segundo plano o investimento no básico, na fonte de suas receitas.

Qual dos dois vai quebrar quando a fonte de financiamento se esgotar? Claro que é o B, afinal ele tem um bela sede empresarial, mas não produz nada.

Já o empresario A estará produzindo bens e serviços e como consequência disto terá como quitar os empréstimos que fez com investidores e dentro de suas possibilidades construir uma “opulenta sede para sua empresa”. Isso, o luxo, é uma consequência do sucesso, do resultado de um bom trabalho. Aqui no Brasil passou a ser “um direito” de qualquer um financiado pelo Estado.

Gastar mais do que se ganha e pior, ainda usar esses recursos em futilidades que não agregam nenhuma riqueza a vida cotidiana é investir na falência, com progressão geométrica.

É isso que o governo Brasileiro tem feito, gastar o dinheiro do contribuinte em “futilidades”. Nossa divida publica total atingiu o record de 2,12 trilhõesde R$, não vimos esse dinheiro nos possibilitar melhora de infraestrutura, maior competitividade e eficiência, pelo contrario esse dinheiro é gasto com “supérfluos”, corrupção, populismo (compra de votos), farras nababesca por parte dos nossos “representantes” e muitos outros absurdos como investimentos em infraestrutura de ditaduras comunistas.

Essa conta terá que ser paga em algum momento, creio eu que essa hora esta chegando muito rápido. O país torrou uma enormidade de dinheiro em baboseiras, investiu em sonhos mirabolantes que estão se tornando e vão se tornar pesadelos horripilantes. E quando essa fatura chegar não teremos meios produtivos para quitá-la, mas estaremos rodeados de quinquilharias tecnológicas seminovas e obsoletas, uma montanha de carros de qualidade duvidosa sem ter ruas e rodovias descentes para utilizá-los e muito menos combustível para abastecê-los, teremos carnes com centenas de parcelas para vencer sem ter uma fonte de renda estável.

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Uma pesquisa mostrou que 80% dos Brasileiros não controlam suas finanças e 70% dos consumidores que têm pouco conhecimento sobre suas contas termina o mês sem dinheiro na conta corrente. “Os representantes políticos nada mais são que o fiel retrator da grande maioria do povo”, essa pesquisa é uma grande prova dessa máxima.

Continuamos a gastar mais do arrecademos, o Estado, grande parte das pessoas, varias empresas beneficiarias do bolsa BNDES e gastando esse dinheiro em projetos sem sentido, gastando em futilidades sem ter poupança para o momento das “vacas magras”, em produtos e serviços que não tem uma demanda real.

Os investidores estrangeiros não são idiotas, eles se mantêm muito bem informados, sabem o que se passa, não são idiotas cheios de dinheiro como muitos Brasileiros imaginam. Sabem que o modelo econômicos dos últimos anos é artificial, deficitário e que não gera riqueza, consequentemente não gera poupança.

Gastar mais do que se ganha só pode levar a um lugar, a falência, como disse Margaret Thatcher, “O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”. O governo não tem mais como agradar os investidores estrangeiros sem prejudicar muito o setor produtivo nacional, o cobertor é curto, isso causa deterioração geral no país e assusta o investidor estrangeiro, que mesmo com juros públicos altíssimos, prefere a segurança de países estáveis. É aquela historia, de que adianta eu aceitar um oferta estratosférica por algo, muito fora da realidade do mercado se no final não vão me pagar mesmo? O Investidor já percebeu que entramos na queda espiral e começou a se mandar, agora quem vai financiar a farra com dinheiro publico, mesmo o estado pagando juros altissimos?

A conta não fecha, “é a matemática, estupido”.