Tags

, , , , ,

Este artigo pode ser considerado a continuação do artigo Terrorismo contra o “agronegócio” oriundo de universidades estatais.

250694_610469518979208_1860833545_n

O portal G1 noticiou recentemente que produtores rurais do sul do Brasil estão atravessando a fronteira para comprar pesticidas no Uruguai e Paraguai em função preço muito menor, chegando em alguns casos a custa 1/3 do valor praticado no Brasil. A matéria fala em metade do preço, tenho contato com um engenheiro agrônomo que trabalha no Paraguai e costumo me informar sobre os preços praticados por lá, já vi casos de um princípio ativo custar 38,00 U$ por lá e aqui custar 400,00 R$ há alguns anos atrás.

A reportagem ouviu apenas um representante do Ibama, que mencionou o fato dos produtos não terem registros concedidos pelos órgãos estatais no Brasil, sendo assim proibidos pela legislação Brasileira. Também fala sobre riscos ambientais e da qualidade do produto em relação a falsificação. Falou em fiscalização rígida pelos órgãos Brasileiros, realmente alguns órgãos Brasileiros são extremamente rígidos com o povo, desde que se trate tirar algo do contribuinte como faz a Receita Federal, já na hora de fornecer as contrapartidas são completamente moles e inaptos.

Existem sim casos de falsificação de defensivos agrícolas no Paraguai, assim como há de outros produtos, mas essa não é a regra. Existem muitos produtores rurais Brasileiros cultivando o solo Paraguaio, os chamados Brasiguaios que imigraram em busca de melhores condições de trabalho (maior liberdade, segurança jurídica e menor carga tributaria), sendo que esses utilizam esses mesmos produtos com total eficiência comprados de empresas legalizadas, como as que temos por aqui.

Se o produto é falsificado e não presta por que os produtores de lá ainda os usam? Como esses países vizinhos ainda são habitáveis pelos seres humanos se esses produtos são tão destrutivos ao meio ambiente e a saúde humana?

Esse discurso de órgãos estatais Brasileiros (Anvisa, Ibama, Fiocruz, etc) é viciado, com viés socialista visando fomentar a instalação de um regime SOCIALISTA autoritário centrado no Estado. Será que porque esses órgãos suspeitos não autorizam um produto o mesmo não presta? Sabemos como funcionam os regimes discricionários comunistas em Cuba, na Venezuela, na Coreia do Norte e como funcionou em locais que já foram completamente destruídos pelo socialismo como a URSS. Só é aprovado pelo Estado o que esses “iluminados” acham que devem ser aprovado segundo seus critérios ideológicos. Todos esses órgãos tem fortes vínculos com grupos terroristas como o MST.

A grande maioria desses defensivos agrícolas, tem o principio ativo autorizado por órgãos no Brasil sob algum nome comercial, sera que ao cruzarem a fronteira ocorrera alguma alteração química repentinamente nesses produtos que altere seu funcionamento ou a questão do nome comercial no rotulo o torne um produto letal? Será que a soja e milho Paraguaia, o arroz e trigo Uruguaios são “alienígenas” a ponto de responderem de maneira totalmente diferentes a esses produtos que são quimicamente idênticos?

Até pouco tempo atrás dois fungicidas no Brasil que se diferenciavam apenas pelo fabricante, nome comercial e em um pequena diferença concentração do principio ativo NÃO TINHAM registro para as mesmas culturas. Um deles de um grande empresa tinha registro para culturas de trigo, soja, milho, aveia, cevada e mais algumas culturas do gênero, já o outro de uma indústria de menor porte, somente tinha o registro para cultura da soja em função do custo de se registrar os produtos junto aos órgãos “responsáveis” e da forma discricionária no processo de registro, onde se registra nome comercial e não princípios ativos, além da necessidade do registro por cada cultura, mesmo estas sendo de um mesmo grupo vegetal, praticamente idênticos como ocorre com as principais culturas de grãos (soja, milho, trigo, algodão, aveia, cevada) sendo que os custos aumentam geometricamente se tornando proibitivos para empresas menores. O Custo disso tudo e a burocracia servem para limitar a concorrência e fomentar a concentração de poder e mercado.

Lembrando que no Brasil leva-se até 10 anos para obter registro de um produto, enquanto nos EUA demora no máximo dois anos sendo que é esse máximo de 2 anos é exceção e não a regra, acarretando em um custo burocrático infinitamente menor, refletindo no preço final do produto. Já ouvi relatos de que normalmente em 6 meses o registro esta autorizado, o mesmo ocorre na vizinha Argentina.

Sera que essa eficiência toda na liberação de defensivos nos EUA prejudica o país e a população? Eles estão todos morrendo intoxicados pelos pesticidas?

Um breve resumo sobre os alimentos “contaminados” com pesticidas não quer dizer que esses façam mal a saúde humana, apenas que fora pulverizados com algum defensivo que não tenha obtido registro junto a Anvisa, mesmo que esse venha sendo usado legalmente a muitos anos em países desenvolvidos, se trata de uma mera questão burocrática, que é tratada como fato cientifico.

Vejam, quando se fala que, 91,8% das amostras de pimentão, 63,4% do morango, 57,4% do pepino, como exemplo, estão contaminadas ou reprovadas, não significa que você estará intoxicado ou haverá algum dano a sua saúde caso utilize este alimento. No caso do pimentão é mais emblemático ainda: das 91,8% das amostras analisadas nenhuma amostra apresentou LMR (Limite Máximo de Resíduos) acima do permitido. O que ocorreu foi o uso não autorizado deste defensivo para produzir este alimento. E agora, devemos proibir a produção de pimentão, sendo que o próprio governo não autoriza produtos para a cultura? E o produtor está errado em produzir e usar estes produtos?

Com base nas regras atuais, o registro de uma  molécula componente de herbicida, fungicida ou inseticida, independente de ser nova ou idêntica a de produtos em uso há 20, 30 ou 40 anos no país, depende do aval do Mapa, do Ibama e da Anvisa, que avaliam o processo separadamente. O trâmite consome, em média, dez anos. Geralmente, quando sai o registro de um determinado produto, sua formulação já está ultrapassada no resto do mundo. “Estamos sempre correndo atrás do prejuízo e o Brasil jogando a estrela da sua economia no ralo”, simplificou Junji.

A burocracia afasta investimentos e pune os setores com menor escala de produção, como as minor crops (horti frutis) que em função do menor volume de produto demandado, torna mais caros os mesmos devido a diluição dos custos fixos de produção sobre o volume de unidades produzidas.

Toda esse burocracia fomenta a mentira e a corrupção, levando a população informações distorcidas e falsas. O intuito desses órgãos estatais é desestabilizar e enfraquecer um dos únicos setores da economia nacional que independente e eficiente, onde o Estado Totalitário não tem pleno controle, ainda…

quando a ideologia entra para porta da frente da universidade a ciência sai pela porta dos fundos.

professor e médico da UNICAMP, Sr. Zeferino Vaz (in memorian)

Os dois primeiros artigos da lista compilada abaixo esclarecem diversos mitos sobre a contaminação de alimentos por “agrotóxicos”, esse termo inventando por socialistas para denegrir o setor que garante a segurança alimentar da população, RECOMENDO A LEITURA DE AMBOS, os outros ilustram o quanto é tendenciosa e proselitista a atuação de órgãos como a Fiocruz: