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Cartas da Faculdade de Serviço Social, UFJF (Univ. Federal de Juiz de Fora)

Um tremendo absurdo, um delito grave, perjúrio e difamação, financiados através dos impostos oriundos em grande parte do agronegócio, que responde por 1/3 do PIB diretamente e indiretamente sustenta boa parte da industria e serviços que ainda restam no Brasil através da demanda de maquinas, defensivos, fertilizantes, sementes, sistemas de informação e gerenciamento dentre outros. No roda pé vemos o logotipo da via campesina, um braço do MST, sendo esse a sucursal rural da CUT. Fiquei curioso com o canto direito do cartas que tem uma parte rasgada, sera que haveria ali um patrocínio de algum banco ou “empresa” estatal?

“Agronegócio” gera câncer? então por que a cada ano que passa as pessoas de países capitalistas vivem mais e melhor?

“Agronegócio” destrói o meio ambiente? Maiores desmatadores do País são assentamentos do Incra, grileiros e posseiros ilegais não fazem parte do “agronegócio” também, muito menos índios que desmatam ou alugam áreas para outros criminosos desmatarem.

“Agrotóxico” esse termo é uma jabuticaba, algo nato do Brasil, criados pelos comuno-bolivarianos como ferramenta para desestabilizar o setor através do terrorismo junto aos consumidores. Não existe “agro-tóxico”, existem defensivos (pesticidas, herbicidas, fungicidas) que se causassem o mal que os eco-terroristas propagam já teriam matado grande parte da população.

Aos que acreditam que “agricultura socialista” é responsável pelo arroz e feijão na mesa de cada um, procurem visitar esses assentamentos para ver. O argumento que a soja e o milho produzidos em larga escala pelo agronegócio se destina apenas a exportação é uma grande falacia. Mais da metade da produção de soja fica no Brasil para alimentar aves, porcos e bovinos, no caso do milho pelo menos 2/3 da produção fica no Brasil para se tornar proteína animal na mesa do Brasileiro (carnes, leite e derivados, ovos). Mesmo o arroz e feijão diário sai quase na sua totalidade de fazendas comerciais, em geral medias propriedades, como aqueles que o governo socialista expropriou em Raposa Serra do Sol e entregou para os índios transformarem tudo em uma enorme favela rural. La os produtores que ocupavam no máximo 0,7% da área de 1,7 milhões de hectares da reserva indígena, eram responsáveis por praticamente 5% da produção nacional de arroz.

Batatas também são produzidas pelo “agronegócio” em propriedades altamente profissionalizadas em função da complexidade e do custo de produção da cultura, mesmo hortifrútis que são produzidos em pequenas e medias propriedades, muito comuns na região de Campinas SP, em geral baseadas no modelo comercial de produção e não no modelo comunistas que esses indivíduos pregam.

Alias, a Venezuela é um ótimo exemplo de que é uma grande mentira a afirmação que a comida na mesa de cada um de nós advêm basicamente da “agricultura camponesa”. Lá falta tudo, inclusive papel higiênico, sendo que o ditador local já afirmou que a falta de papel higiênico em função da população estar comendo mais e cagando mais. Uma coisa é inegável, eles são muito eficientes em produzir “merda”.

O dr. Carlos Guedes (atual presidente do Incra) dizia, ainda em julho do ano passado, que para aceitar um cargo no governo da presidente Dilma (Rousseff), ele foi convencido que teria meios e autonomia para fazer das ‘favelas rurais’ – palavras dele e da presidente -, algo produtivo. Primeiro para a sua subsistência, já que não produzem praticamente nem para a sua sobrevivência, e para vender o excedente. E a gente não vê uma opção melhor do que a palma de óleo, o açaí, o cacau, que em apenas 10 hectares viram uma revolução num lote desses”, disse o secretário. Fonte

Um livro ilustra bem o modelo agrícola socialista de produção e vale a pena ser lido: