Marxismo cultural na prática

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Não é de hoje que venho escrevendo artigos a respeito do marxismo cultural que acontece nos meios de ensino. No meu primeiro artigo “A esquerda e seu modus operandi” explico as técnicas utilizadas pelos esquerdopatas para propagar seu discurso nos meios acadêmicos, na televisão, na igreja e em vários setores da sociedade. No dia 26 de setembro deste corrente ano chegou até a mim uma carta manifesto de um estudante indignado pela doutrinação forçada que os alunos de sua universidade, a Univali, vinham sofrendo por parte de alguns professores.

Esta semana, nas minhas leituras diárias, me deparo com uma notícia de título: Universidade do governo terá aulas de marxismo para politizar trabalhadores.

Segundo a matéria da Veja, os trabalhadores terão aulas de marxismo em uma universidade criada pelo governo, pois o ministro do trabalho afirma serem despolitizados e ele os considera como “peça fundamental na discussão política”.

Que os trabalhadores são peças importantes na política, isso não se discute. Porém o que o governo pretende não é politizar, pois se fosse isso seriam ministradas aulas não só de marxismo e sim de várias correntes ideológicas, para que assim o trabalhador pudesse formar sua própria opinião. Fica claro com essa medida que a intenção é de formar uma gigantesca massa de manobra.  Eles pretendem implantar de forma mais forte o esquerdismo no nosso país. Começaram devagar, despercebidamente, mas agora não se dão ao trabalho de disfarçar.

O primeiro convênio para criação da Universidade do Trabalhador foi firmado com a UFSC que como se sabe tem um amplo número de esquerdistas que inclusive tentaram levar Cesare Battisti com verbas federais para ministrar uma palestra na instituição. A universidade receberá uma verba do governo Federal de 2,5 milhões de reais em dois anos para implantação do tal projeto. O próximo passo será fechar convênio com a UNB.

A pergunta que não quer calar: os Universitários Catarineses deixarão isso acontecer sem se manifestarem contra? Espero que não. Espero inclusive que  o mesmo grupo que organizou a bem sucedida manifestação que intimidou a presença do terrorista Cesari Battisti de palestrar com verbas públicas na UFSC se organize e faça alguma coisa contra essa ação absurda do governo federal.

Leia também: Não deixe que um professor comunista adote o seu filho

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Autor: Rafaela Santos Jacintho

"Posso não concordar com nem uma das palavras que me diz, mas lutarei até com minha vida se preciso for, para que tenhas o direito de dizê-las".

9 comentários em “Marxismo cultural na prática”

  1. Pingback: Anônimo
  2. Esse governo petista é mesmo uma piada de péssimo gosto. Se não houver uma rejeição severa desse absurdo por parte dos estudantes, então, terei a certeza de que estamos perdidos. Quando o povo que pensa vai acordar e reagir ante tantas medidas autoritárias e antidemocráticas.

  3. Para protestar contra isso, é necessário deixar bem claro ao público o motivo desse protesto, caso contrário, será bem fácil para a esquerda espalhar que foi um ato de burgueses contra a politização de trabalhadores!!!

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  5. Cara Rafaela,

    Entendo o desgosto de saber que, reiteradamente, palestrantes/professores/ideólogos são levados às universidades públicas através de verbas públicas. Mas discordo com a sua ideia de fechar o cerco sobre esses agentes de forma a impedir-lhes que se manifestem. Uma sociedade aberta deve ser aberta até mesmo a ideias maníacas. Por outro lado, os estudantes catarinenses devem, sim, ir a estas palestras e confrontar intelectualmente essa gente. Devem também se organizar para convidar professores de seu interesse, de seu espectro político. Somente dessa forma será possível formar uma verdadeira mentalidade estudantil, científica, investigativa – para aqueles que a desejam, obviamente.
    Recentemente, salvo engano, foi Brendan O’Neil – jornalista e palestrante pró-vida – quem teve sua entrada na Universidade de Oxford barrada por jovens esquerdistas que reclamam um falso direito de não ter suas visões de mundo contestadas (um verdadeiro absurdo civilizacional).
    É preciso mostrar o ridículo destas ideias – e não impedir que os outros as conheçam. Caso contrário, estaremos a cometer o mesmo crime que os ideólogos cometem.
    Atenciosamente,
    Alexandre A. Girardi.

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