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A revista Veja acaba de publicar a noticia que o governo Mexicano esta dando um fim no monopólio estatal do Petróleo naquele país.

O México foi um dos “pioneiros” na estatização e expropriação de empresas privadas desse setor, e logo arcou com o fardo dessas medidas estupidas, que após 75 anos de retrocesso começam a ser revertidas.

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) elevou a nota de crédito soberano de longo prazo do México para “BBB+”, um grau acima da classificação anterior. Isso significa que a agência vê um melhor cenário para a economia do país e as contas públicas, especialmente após a aprovação da reforma do setor energético, que abrirá mais a economia ao setor privado. A perspectiva da nota do México é estável.

A melhora do rating coloca a decisão da S&P em linha com os ratings estabelecidos pela Moody’s Investors Service, de “Baa1” com perspectiva estável, e pela Fitch Ratings, de “BBB+” com perspectiva estável.

A agência chamou a reforma energética de “um divisor de águas” por libertar o monopólio estatal do setor de petróleo e gás, que já durava 75 anos, ao investimento privado. As perspectivas para o México estão melhorando.

Quase que instantaneamente já colhem esse ótimo fruto que é o aumento do rating na classificação de risco, mostrando que o país é um local mais seguro para se investir.

Enquanto isso estamos aqui atolados na politica do atraso estatal, presos ao monopólio da “PeTrobras”, que só vem perdendo valor de mercado, cada vez mais dependendo de importações de combustível e tendo prejuízos, sendo que nós pagamos pelo combustível entre os mais caros do mundo, senão o mais caro se for considerar a qualidade do mesmo que aqui é para la de duvidosa. Nosso litro de gasolina na verdade só tem 750 ml de gasolina em teoria, o resto é etanol.

Isso para sustentar o governo inchado e ineficiente, que consome 35,85% do PIB em impostos.

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