Estudo do Congresso: Taxa de homicídios cai na razão em que a propriedade de armas aumenta

Um relatório de Serviço de Pesquisa do Congresso mostra que enquanto a propriedade de armas subiu de 192 milhões de armas de fogo em 1994 para 310 milhões de armas de fogo em 2009, a criminalidade caiu, e caiu fortemente.

De acordo com o relatório, a taxa de “assassinatos e homicídios não culposos ligados a arma de fogo” era de 6,6 a cada 100.000 norte-americanos em 1993. Seguindo o crescimento exponencial no número de armas, esta taxa caiu para 3,2 para cada 100.000 norte-americanos em 2011.

Esta taxa cresceu de 2004 para 2005 e chegou a ser maior do que 3,9 entre 2006 e 2007, mas voltou a cair em 2008, o ano em que a Suprema Corte norte-americana, julgando o caso “District of Columbia X Heller”, decidiu que a posse de armas individual é protegida pela Constituição Federal – particularmente no que diz respeito à autodefesa. Desde então a taxa chegou a 3,2 em 2011.

Em outras palavras, quando o número de armas de fogo quase dobrou durante o período de quase vinte anos, os “assassinatos e homicídios não culposos ligados a arma de fogo” caíram a menos da metade.

Adicionalmente, a taxa global de homicídios caiu de 9,0 para cada 100.000 norte-americanos em 1994 para apenas 4,7 em 2011. O total estimado de vítimas caiu de 23.326 em 1994 para 14.612 em 2011. Considerando apenas vítimas de crimes praticados com armas de fogo, o número de vítimas caiu de 16.333 em 1994, para 9.903 em 2011.

As armas que mais apareceram na pesquisa entre 1994 e 2004 foram as portáteis. A maioria eram “pistolas, revólveres e “derringers”, armas mais fáceis de portar de forma oculta.

Então mesmo após todo o programa anti-armas e toda a propaganda recente que afirmava que a disponibilidade de armas elevava o crime, o relatório do Congresso mostrou que quanto maior o número de armas – especialmente armas de porte – menor o número de crimes.

Original em: http://www.breitbart.com/…/Congressional-Research…

Traduzido por Arnaldo Adasz – www.facebook.com/aadasz

1460_479153092137192_22573429_nLeia também: MORE ARMED CITIZENS EQUALS FEWER DEAD COPS? Data suggests that an armed society is a safer society for law enforcement officers, too

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Autor: Guilherme Frederico

Produtor rural e agro empresário.

8 comentários em “Estudo do Congresso: Taxa de homicídios cai na razão em que a propriedade de armas aumenta”

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  2. .

    #3 Agapito Costa 13-04-2011 14:08
    Criminosos são e serão uma pequena minoria em qualquer época, lugar ou países. E o dano que eles causaram à humanidade é infinitesimal quando comparado com os horrores, o derramamento de sangue, as guerras, as perseguições políticas, os fanáticos religiosos, as fomes, as escravizações e as destruições em grande escala perpetrada pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo é a mais perigosa ameaça aos direitos do homem: ele mantém o monopólio do uso de força física contra as vítimas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo é o mais mortal inimigo do homem.
    A necessária conseqüência do direito do homem à vida é seu direito à legítima defesa. Numa sociedade civilizada, força é usada somente em retaliação e somente contra aqueles que iniciaram seu uso. Lembramos os que desencadearam o movimento de 64 foram os que hoje querem nos desarmar. Por quê ? Por outro lado se toda sociedade pacifista renunciasse o uso da força retaliatória, estaria deixada abandonada a mercê do primeiro matador que se decidisse ser imoral. Tal sociedade alcançaria o oposto da sua intenção. Invés de abolir a maldade, ela o encorajará e premiará o crescimento do mal. Mais uma vez vamos dizer um não bem grande ao desarmamento. Todos os cidadãos com menos de sessenta anos lembrem-se que os governos militares jamais mandaram desarmar um cidadão, salvo algum mal entendido; mesmo o país vivendo um clima de tensão seguido de atentados.
    Citar | Reportar ao administrador

  3. As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela
    razão e pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você tem a
    opção de me convencer via argumentos ou me obrigar a me submeter à sua
    vontade pela força. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas
    categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade
    realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela persuasão.

    A força não tem lugar como método válido de interação social e a única
    coisa que remove a força da equação é uma arma de fogo (de uso pessoal),
    por mais paradoxal que isso possa parecer.

    Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela Força. Você
    precisa usar a Razão para tentar me persuadir, porque eu possuo uma
    maneira de anular suas ameaças ou uso da Força.

    A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma
    mulher de 50 Kg e um assaltante de 105 Kg; um aposentado de 75 anos e um
    marginal de 19, e um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com
    bastões de baseball.

    A arma de fogo remove a disparidade de força física, tamanho ou número
    entre atacantes em potencial e alguém se defendendo. Há muitas pessoas que
    consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. São
    essas pessoas que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas
    de fogo fossem removidas da sociedade, porque uma arma de fogo deixaria o
    trabalho de um assaltante (armado) mais fácil. Isso, obviamente, somente é
    verdade se a maioria das vítimas em potencial do assaltante estiver
    desarmada, seja por opção, seja em virtude de leis ? isso não tem validade
    alguma se a maioria das potenciais vítimas estiver armada.

    Quem advoga pelo banimento das armas de fogo opta automaticamente pelo
    governo do jovem, do forte e dos em maior número, e isso é o exato oposto
    de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser
    bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da
    força.

    Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais
    confrontos os que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse
    argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os
    confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo
    ferimentos seríssimos sobre os vencidos.

    Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força
    letal, estão assistindo muita TV, onde as pessoas são espancadas e sofrem
    no máximo um pequeno corte no lábio. O fato de que as armas aumentam a
    letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não
    do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado.
    A arma de fogo é o único instrumento que é igualmente letal nas mãos de um
    octogenário quanto de um halterofilista. Elas simplesmente não
    funcionariam como equalizador de Forças se não fossem igualmente letais e
    facilmente empregáveis.

    Quando eu porto uma arma, eu não o faço porque estou procurando encrenca,
    mas por que espero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa
    que eu não posso ser forçado, somente persuadido. Eu não porto arma porque
    tenho medo, mas porque ela me permite não ter medo. Ela não limita as
    ações daqueles que iriam interagir comigo pela razão, somente daqueles que
    pretenderiam fazê-lo pela força. Ela remove a força da equação. E é por
    isso que portar uma arma é um ato civilizado.
    Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente
    armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados.

    Lembre-se sempre:

    “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.

    Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil.

  4. Armas são instrumentos eficazes usados para garantir a lei e a ordem. Protegem autoridades, protegem políticos, mesmo que corruptos.
    Protegem os “Mensaleiros”. É ou não é ministro da justiça Eduardo Cardoso?
    Armas protegem os bancos, protegem o Congresso Nacional, mesmo sabendo que lá também tem bandido…
    Infelizmente estamos em um país onde os governantes não admitem que possamos defender a nossa casa a nossa família…
    Temos é um verdadeiro festival de incompetência sendo vendido diariamente pela Rede Globo de Televisão.
    Tenho pressentimentos que algo muito obscuro se esconde por trás destes pacifistas.
    Acorda ministro Ministra Maria do Rosário, volta para há sala de aula.

  5. Cornelius Tacitus, 116 D.C., “Quanto mais corrupto um governo, maior o número de leis contra a posse de armas”.
    Alguém tem duvida sobre a corrupção no governo do PT?
    (Tacitus: The Annais of Imperial Rome (trad. M. Grant 1956).

  6. Desarmamento por quê ?
    “Guarde com cuidadosa atenção a liberdade pública. Suspeite de todos aqueles que se aproximam daquela joia. Infelizmente, nada irá preservá-la senão inequívoca forças. Sempre que você abandona tal força, você está arruinado.”
    “O grande objetivo é, que todo homem esteja armado […]. Todos capazes podem ter uma arma.”
    Lembre-se que os fetiches com armas estão documentados pelo mundo inteiro, desde os tempos antigos até a modernidade. Pesquisas sociológicas contemporâneas têm confirmado a existência de manifestações desse fenômeno tão relativamente sutil, que normalmente não são identificadas. Não sendo adequadamente descritas, na consciência do dia a dia, essas influências representam portanto, uma ameaça mais insidiosa à estabilidade humana, do que formas mais rudes e prontamente identificáveis de fetichismo do armamento. Tenha em mente que quando desembarcou a primeira “Legião romana” na Judéia, a primeira medida foi proibir os judeus de portarem espadas, arco e flechas.
    As centúrias romanas patrulhavam as margens dos rios provando a água para descobrirem onde havia fundições.

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