Tags

, , , , , ,

É evidente para qualquer brasileiro minimamente informado, que o mensalão é o crime organizado mais bem arquitetado da história do Brasil. Sua relação com o PT é inequívoca e auto-evidente, assim como as coisas que são iguais a outras coisas são semelhantes entre si. Seja lá qual for o desfecho desse processo, uma coisa é fato, o brasileiro em geral não faz ideia de um elemento básico da lógica elementar. A causa e o efeito.

Sem interferir no resultado das eleições, ou pouco interferir, prova que o povo brasileiro não liga o crime organizado (denominado de mensalão) aos seus devidos autores, bem como ao partido destes, o PT (José Dirceu, Genoino e João Paulo Cunha).

Nas manifestações orquestradas e copiadas pelos idiotas úteis pode-se como diz o Lobão, compará-las a micaretas do carnaval brasileiro. Após os resultados nefastos ao futuro do Brasil, provenientes do nosso “STF”, nosso “Superior Tribunal de Justiça”, não presenciamos nenhuma grande manifestação, nem aquelas notavelmente percebida como mera escola de samba.

As manifestações que existiram foram poucas e evidentemente inexpressivas frente àquelas que mobilizaram milhares de jovens. Os “úteis”. Existe, portanto duas provas, a primeira é que os milhares de jovens que protestaram a partir da justificativa dos 20 centavos, foram apenas uma massa de manobra, prova essa que a percebemos apenas como um enredo de carnaval. A segunda pela falta de protestos contra o mensalão. Isto prova inequivocamente que o jovem não possui uma pauta, manifesta-se aleatoriamente e cumpre apenas os interesses impostos pela origem da orquestra, cumprem a pauta de uma quadrilha. O que esperar de um jovem proveniente de uma das piores educações do mundo? A resposta é o nada. O título do livro do lobão é bem sugestivo, “O manifesto do nada na terra do nunca”, ou “O imbecil coletivo do filósofo Olavo de Carvalho. Estes retratam bem o universo destrutivo no qual estamos inseridos, no caos de valores supremos, e do abismo que nos separa de um ser civilizado. Pobre selvagem. Pobre bárbaro brasileiro. Assim caminha a humanidade, com passos de bandido e sem vontade.

Se não há indignação, não há sentimento de injustiça, e se isto é um fato, também é verdade que o brasileiro é tão cúmplice dos crimes quanto aqueles que nunca reconheceram os mortos pelo comunismo como prova de uma doutrina nefasta e diabólica. Nada mudará enquanto não mudar o nosso sentimento de culpa, pois, se não nos sentimos culpados, é porque o crime não foi suficientemente danoso. Ou: O que há de diferente entre a ação da quadrilha e as nossas ações? A imagem do povo é a imagem dos políticos? Ou: A imagem dos políticos é a imagem do povo? A resposta é simples, a desorientação é tão grande que as duas respostas fazem sentido, elas se complementam.