Como deixar um revolucionário embaraçado com uma única pergunta

Texto de André Assi Barreto, originalmente publicado no blog “O Bico do Tentilhão“. Para ler o original, clique aqui.

Já mostrei que é da natureza do socialismo ser sanguinário (e aqui);não se trata de acidente ou curso desagradável dos fatos: é a coisa posta em prática na sua pura essência. Também é da essência do próprio que seja totalitário: por querer unir poder político a poder econômico, não por resultado do acaso que formam-se Leviatãs gigantescos, que passarão por cima de quem for preciso.Defender publicamente algo assim é extremamente problemático, diante de cupinchas ou no corrompido meio universitário pode passar despercebido ou soar normal, contudo, caso você esteja conversando com um revolucionário, há uma maneira de deixá-lo com as calças nas mãos, caso o público seja neutro (ainda que até mesmo ignorante):

O que você pretende fazer com aqueles que não aderirem à revolução?

A pergunta é simples, objetiva e de fácil resposta. Já tive a oportunidade de encurralar um anarquista e um socialista num debate público com essa pergunta. Force a resposta o quanto necessário (como diz Ben Shapiro, fazer o esquerdista defender sua posição é uma etapa essencial do debate). Nesse momento, você fará o revolucionário ter a árdua tarefa de justificar um morticínio.

Lembrando, a pergunta é para DEIXÁ-LO embaraçado DIANTE DA EVENTUAL PLATEIA, ele próprio não verá maiores problemas em matar alguém (ou alguens) aqui ou acolá. Internamente, o revolucionário já “resolveu” esse problema com sua psicologia pervertida: ele justifica as mortes atuais com vistas ao futuro perfeito (vide Hobsbawn e os 30 milhões de mortos) – característica essencial da mentalidade revolucionária; ou crê em algo ainda mais ingênuo: que por meio de alguma manobra convencerá a todos de sua causa, não precisando matar ninguém (ainda assim, mesmo que ele convença TODOS os proletários, ele terá de exterminar a burguesia, por exemplo).

A possibilidade de um genocídio, mesmo ao ouvido político destreinado, sempre soará absurda ou no mínimo duvidosa. Com a experiência histórica (pois é, os caras tão propondo o mesmo método para resolver os problemas há cem anos e nós que somos os reacionários…) e o senso moral inerente a qualquer ser humano normal, a probabilidade de rejeição à proposta revolucionária é enorme.

Como afirma Thomas Sowell, provavelmente o maior economista vivo, há três perguntas pelas quais praticamente nenhuma doutrina esquerdistas é capaz de passar:

1ª – Comparam [suas políticas] com o quê?

2ª – A qual custo? [processo revolucionário fascista e sanguinário. A qual custo? Milhares de vidas].

3ª – Que prova concreta tem [que suas políticas funcionaram/funcionam]? [notem que a argumentação esquerdista quase sempre se volta para o futuro, pois seu passado é tenebroso e justificá-lo requer diversas torções argumentativas. A promessa pela omelete segue; até hoje, apenas ovos quebrados].

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Autor: Davi Caldas

"Grita na rua a Sabedoria, nas praças, levanta a voz; do alto dos muros clama, à entrada das portas e nas cidades profere as suas palavras: 'Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento? Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei copiosamente o meu espírito e vos farei saber as minhas palavras. 'Mas porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão; também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei, em vindo o vosso terror como a tempestade, em vindo a vossa perdição como o redemoinho, quando vos chegar o aperto e a angústia. 'Então, me invocarão, mas eu não responderei; procurar-me-ão, porém não me hão de achar. Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor; não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão. Portanto, comerão do fruto do seu procedimento e dos seus próprios conselhos se fartarão. 'Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem- estar os leva à perdição. Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal'" (Provérbios 1:20-33).

6 comentários em “Como deixar um revolucionário embaraçado com uma única pergunta”

  1. E o que você propõe em contrapartida ao socialismo? O liberalismo econômico (?), pois pelo que vejo, atualmente os princípios do liberalismo se confundem com a prática capitalista. E enquanto há esta baboseira de discussão entre “pseudo-intelectuais”, o cara que não tem muitos recursos é obrigado a aceitar aquilo que o dito “mercado de trabalho” dispõe, e assim ganhar uma parcela de contraprestação ínfima em relação a riqueza que gera, e deste recurso mínimo tentar sobreviver demandando produtos que “pode pagar” de produtores ávidos por lucros que pensam em aumentar e aumentar sua produção para lotar mercados e vender-vender (sem preocupar com os meios, so com os fins). Ainda tem que ouvir dentro do trabalho que é incompetente, precisa sempre se reciclar em conhecimentos e instruções, e do lado de fora, outros propagandeiam a falsa ilusão que um dia ele pode conseguir algo melhor, com coisa que o mundo suporta um bando bilionário de empresários ou congeneres e ainda tem que ouvir baboseiras de liberais individualistas que estão mais preocupados com a manutenção do seu lugarzinho “país das maravilhas”.
    E tão absurdo e genocida o socialismo quanto o liberalismo, todos esses ideais, ditam falsas ideias, propagam ilusões e mentiras. Lei do mercado, isso é ridículo, a lei liberal econômica só tem validade e resultado quanto você tem um rebanho massificado com a ilusão da possibilidade de ascensão um lutando contra o outro sem no final ninguém vencer, gera violência, incentiva crime, além de criar uma dependência enorme entre as pessoas, pois se você abre um negócio, precisa de um numero x de empregados operacionais, e outro tanto x para comprar seus serviços, enfim, todos subservientes ao outro e ao ideal do mercado. isso não é liberdade, isso não melhora a vida de ninguém, isso é totalitário!!!
    SOCIALISMO E LIBERALISMO, NUNCA MAIS!!!!

    1. Meu querido,

      Primeiro: Você está drogado? O texto está falando contra revolucionários e comunistas. Em nenhum momento foi mencionada qualquer contrapartida ao socialismo. Aí você vem comentar sobre liberalismo e faz um incrível discurso sobre algo que sequer foi citado no texto. Ninguém te ensinou a fazer comentários coerentes com o conteúdo do texto?

      Segundo: Você acha que o pobre não consegue nada na vida porque é oprimido e blá, blá, blá. Não é o que acham essas 25 pessoas que nasceram pobres, começaram do nada e se tornaram empresários de sucesso:

      https://direitasja.com.br/2013/09/15/25-personalidades-que-comecaram-do-zero-e-se-tornaram-empresarios-de-sucesso/

      P.S.: Aconselho ler TODO o texto acima antes de vir aqui comentar qualquer coisa sobre o mesmo.

  2. Eu acredito que temos que “Ensinar a Pescar” para termos CIDADÃOS capazes de PENSAR e ir atrás dos seus DIREITOS REAIS.
    Se só for dado o peixe, sem necessidade nenhuma desta pessoa fazer algo por sÍ mesmo e sua família – veremos um bando de acomodados.

  3. Impressionante como você é um autor extremamente mal-educado, e ignorante, pois o que fiz e sempre faço em qualquer um que critica um comunista ou revolucionário (seja qual principio defenda) é o que ele propõe em contrapartida, e a partir daí sim fiz uma extensão, mencionando a respeito do liberalismo, que comumente vemos como alternativa, não é um comentário de seu texto, que por sinal é péssimo, cheio de clichês, análises atrofiadas, e não permite muita discussão, pois nem começa, nem desenvolve nem termina dizendo nada. Aliás como vários textos por aqui, entrei no site com a esperança de que uma “tal” direita pudesse trazer algo novo frente aos desafios do século XXI, e o que vejo, é crítica contra experiências socialistas, nazifascismos e tantos outros temas que não pesam diante dos debates atuais. Isso aqui não é comentário do seu texto, é uma crítica em relação a ele, e em relação a você que não conheço, nem pretendo é que seja mais educado e consciente das palavras que usa, chamar alguém de drogado, pressupõe um conhecimento sobre quem se diz e não um julgamento prévio on-line, o que acaba é sendo um autor sem nenhum prestígio e que não se deve levar a sério. Isso aqui também não é um comentário sobre seu texto, é um crítica contra você. Segundo, “pobre” é uma expressão que eu não utilizo em momento nenhum, digo do ser humano que enredado num dado contexto econômico tem possibilidades de ações ou não, e todo o discursivo que permeia estas escolhas, não disse em opressão, digo em escolhas diante do que é possível da sua vida concreta, você está todo equivocado ou é você que pressupõe um realidade de pobres oprimidos, lamentável leitura a sua: quer criticar um suposto esquema que eu acredito que exista e acaba me criticando, utilizando este mesmo esquema, além de querer embutir no meu discurso isso (seria você o drogado? ou o incoerente?). E pior me manda uma compilação de resenhas bibliográficas de 25 pessoas, aliás de “pobres” que ficaram rico (ideal do liberalismo, isso sim eu critico no meu comentário, mas não a respeito do seu “texto-nada-diz”) que para mim só reforça minhas ideias defendidas no comentário anterior (de novo, que é uma extensão de uma pergunta que surgiu a partir da leitura do seu “texto-nada-diz”). Isso de propagandear este texto de personalidades que “deram certo”, é a grande furada, e o mundo não suportaria ver “2 bilhões de personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso”, e é desta crua realidade (ou você é um empresário ou um assalariado que quer ser empresário), e daí que surge revolucionários e comunistas, e inacreditavelmente, o que não era de esperar claro, você, como muitos aqui, não contextualizam suas análises e ficam este fosso de ideais “bem intencionados” (e altamente direcionados) e que não atingem ninguém. Reforçando, isso que escrevi não é um comentário sobre seu “texto-nada-diz” (nem vou perder em tirar vários equívocos que vi em seu comentário-de-jornal-televisivo, aff…). De você e de sua postura não espere um elogio ou aplauso que não venha com um faca atrás de suas costas

    1. Impressionante como você é um autor extremamente mal-educado

      Não sou mal-educado. Eu sou seletivo. Respondo bem quem eu vejo que realmente quer discutir construtivamente. Respondo mal quem só quer encher o saco. Posso ter errado quanto a sua intenção? Posso. Erros acontecem. Peço desculpas se foi o caso.

      o que fiz e sempre faço em qualquer um que critica um comunista ou revolucionário (seja qual principio defenda) é o que ele propõe em contrapartida, e a partir daí sim fiz uma extensão, mencionando a respeito do liberalismo, que comumente vemos como alternativa,

      Me parece (preste atenção: me PARECE) que você não gosta muito de críticas a comunistas e revolucionários e que, por isso, não consegue ler um texto que os critique sem tentar criticar a ideologia da pessoa que escreveu. Por isso, entrou no assunto do liberalismo, a fim de tentar me jogar contra a parede. Acontece que para ser contrário ao comunismo não é necessário defender o liberalismo (ou defendê-lo em toda a sua plenitude). Então, não vejo muito nexo em iniciar uma discussão sobre liberalismo aqui. Sobretudo, porque você não sabe o que eu defendo.

      não é um comentário de seu texto, que por sinal é péssimo, cheio de clichês, análises atrofiadas, e não permite muita discussão, pois nem começa, nem desenvolve nem termina dizendo nada.

      O texto NÃO é meu. Ele foi tirado do blog “O Bico do Tentilhão” e foi escrito por André Assi Barreto. Essa é a primeira informação dessa postagem. Vejo que você não leu. Mais um motivo para eu achar que você entrou aqui só pra encher o saco.

      Aliás como vários textos por aqui, entrei no site com a esperança de que uma “tal” direita pudesse trazer algo novo frente aos desafios do século XXI, e o que vejo, é crítica contra experiências socialistas, nazifascismos e tantos outros temas que não pesam diante dos debates atuais.

      Nesse blog existem muitos textos atuais, mas acreditamos aqui que o estudo do que ocorreu no passado nos ajuda a entender o presente e não cometer os mesmos erros do futuro. Essa é a síntese do pensamento conservador, aliás. Vejo que você despreza o estudo do passado e aquilo que experiência nos ensina. Não acho uma postura muito prudente.

      Isso de propagandear este texto de personalidades que “deram certo”, é a grande furada, e o mundo não suportaria ver “2 bilhões de personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso”, e é desta crua realidade (ou você é um empresário ou um assalariado que quer ser empresário), e daí que surge revolucionários e comunistas, e inacreditavelmente, o que não era de esperar claro, você, como muitos aqui, não contextualizam suas análises e ficam este fosso de ideais “bem intencionados” (e altamente direcionados) e que não atingem ninguém.

      Seja mais claro, por favor. Você mistura as ideias e fica difícil de acompanhar seu raciocínio. O que exatamente você critica no texto das 25 personalidades? Enumere suas críticas. Fica mais fácil de responder assim.

      Reforçando, isso que escrevi não é um comentário sobre seu “texto-nada-diz” (nem vou perder em tirar vários equívocos que vi em seu comentário-de-jornal-televisivo, aff…).

      Você não comentou o texto em momento algum. Entrou aqui só pra criticar o liberalismo, que nem é citado no texto. Não me admira que não vá comentar nada agora também. Mais um motivo para eu achar que você só quer encher o saco. Sobre sua denominação do texto como “texto-nada-diz”, isso é só uma estratégia para denegrir o texto sem precisar citar os pontos que discorda e discutir construtivamente sobre ele.

      Na boa, posso ter errado e sido muito agressivo com você. Mas se te tratei assim é porque eu já conheço o seu tipo de perfil. Entra no site, pega um texto aleatório, escreve uma montanha de coisas sem parágrafo, sem nexo, juntando vários assuntos, não comenta os pontos do texto, não enumera as críticas, se desvia do tema central… Me desculpa, mas eu já não tenho mais muita paciência com isso.

  4. Comentários (des)construtivos a respeito do seu comentário (enumero conforme os 6 trechos que você destacou do meu comentário, foram 6):
    1º: repetindo, não estou comentando texto-algum, apenas sugerindo uma discussão, uma extensão das ideias que o “tal” texto lança, se você não acata isso, desconsidere, é o melhor que faz (por exemplo, eu desconsiderei o “tema-central” do texto e achei mais interesse pensar “naquilo que ele suscita”);
    2º: o tema do liberalismo saiu em referência ao seguinte: se o texto critica os comunistas e revolucionários, no final o autor cita Thomas Sowell, que é um defensor do liberalismo, e do liberalismo pensado no lado economicista, daí veio a extensão da minha discussão, não quero discutir as teses de Sowell, muito menos o que defende o autor, mas a partir de tal texto, é pensar para além dos esquemas ideológico que permearam o século passado e não trazem elementos suficientes e enfrentadores da realidade do século XIX que é produto deste passado, de seus debates e debatedores mas com novos problemas (em outras palavras, estas ideias surgem em crítica a uma dada realidade e promovem debates para uma nova realidade, vencem na medida do possível e o produto disso, é a construção de uma nova realidade com novos problemas diverso daqueles da realidade anterior). Por isso, coloquei “socialismo e liberalismo nunca mais” (primeiro coment), pois, minha opinião agora, considero estes como os esquemas-pilares dos debates oitocentistas e do séc. XX, e as outras alternativas como variedades, contrapontos dessas teorias, mas isso é outro assunto, que não cabe aqui. uma coisa, não que houve citação de um liberal que obrigatoriamente, o texto defende isso, mas uma forma de criticar o texto e pensar, nas entrelinhas, o que ele diz e quem diz o que nele se expõe, o texto não faz ponderações a respeito disso o que sugere uma vinculação imediata, mas concordo que isso possa ser questionado.
    3º: o texto não é seu, inclusive entrei no site do autor, e só reitero o que penso (lança ideias-clichês, senso-comum, sem contextualização, esperando apenas comentários que reforcem os elementos que trazem).
    4º: não compartilho a ideia de história como “lição”, isso dentro do debate historiográfico (e não no senso-comum) é altamente debatido e criticado; e você concluiu o contrário do eu penso, eu prezo a análise contextual para, a partir de uma genealogia, compreender as raízes em que estruturam as discussões, senão fica superficial, e é nesse sentido que sou tolerante a qualquer experiência histórica, não aceitando “os erros”, mas entendendo-os dentro de um contexto de idéias e práticas, elemento essencial para entendermos o que somos hoje e podemos construir aquilo que queremos ser no futuro; isso de passado como lição pressupõe um progressismo moral da ação humana e uma tendência de pensar que a história é progresso (e neste sentido que o site é importante, pois ele reconhece práticas e ideias atuais que trazem o “retrocesso”); posso desejar “algo melhor”, mas nunca penso que a história é progresso isso implica muitas questões problemáticas (que não debato aqui elas);
    5º: se você não entendeu o ponto principal é: o que você quer que eu acredite pegando um rol de 25 biografados, que de pobres tornaram-se “grandes empresários”? Você quer que eu acredite que o mundo é cheio de oportunidades para todos se tornarem assim, bastando a eficiência de cada um orientá-lo rumo ao sucesso? ou outra coisa? Diante da experiência humana e dos bilhões de habitantes da terra que demandam bens e serviços ofertados por alguns, é desvantagem você pegar um quantitativo tão ínfimo para justificar o que for; acho que o texto tem mais alcance se você conseguir amalgamar um rol quantitativo e qualitativo maior de indivíduos, e não a partir da “história de poucos” entender a história de todos (isso para mim é inconcebível). Uma coisa, não digo que você defende no texto “história de todos”, mas vejo um idealismo orientado, como você mesmo se definiu “seletivo”, e esta seleção sua diz muita coisa, pois poderia ler e seria show de bola, ler algum assim “25 pessoas que não se tornaram grandes empresários”…. (isso é uma extensão de pensamento, por favor).
    6º: aqui retomo a indagação inicial: “o que se propõe em contrapartida?” (tirei o socialismo, pois nisso você acertou existe outras alternativas,e então sem ser direcionado e parecer partidário, apesar da descrença em relação a todas as alternativas postas). Eu não quero criticar o liberalismo? o liberalismo, o socialismo, ou qualquer outra alternativa é criticável, não existe um ideal pronto que vai satisfazer todos, “resolver a vida de todos”, o que não se pode é defendermos ideias que nos submetem a “regimes de modo de viver” incompatíveis com os objetivos libertadores da proposta defendida, ou seja, por exemplo, defender um liberalismo que nos escraviza a uma dada liberdade de consumo, ou um socialismo que a custo da igualdade reduz as condições de vida a patamares miseráveis para se poder igualitariamente salvar a todos. E por mais que muitos não consideram isso para mim isso é sim opressão e somos todos oprimidos quando aceitamos tal imposição.
    Considero que não há mais nada para comentar, pois vi que o que importa aqui é apenas ater-se ao tema central do texto, não permite indagar e promover discussões decorrentes, qualquer disfunção é incoerência, e como prefiro ficar a margem (apesar de não avistar centro algum aqui, referência), deixo o espaço para quem quiser comentar algo.

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