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Confort zone

Episódios recentes me levaram a refletir sobre essa mania moderna de que pessoas e partidos não tomam… partido. São da turma do nem-nem: nem de direita, nem de esquerda. Afinal, são rótulos ultrapassados. Só há um problema: invariavelmente quando vejo esse discurso e olho para além da máscara, encontro alguém… de esquerda!

Os mais cínicos diriam que é uma tática deliberada, a estratégia das tesouras: a hegemonia de esquerda deve ser preservada sempre jogando mais para a esquerda o centro. É assim que um partido social-democrata como o PSDB, claramente de esquerda, vira direita ou até “extrema-direita” no Brasil. É assim que até o PT já é “acusado” de ser de direita por muitos esquerdistas. (Leia a integra)

Míriam Leitão e a miséria do debate

Quero ficar famoso à custa de certa jornalista de economia!