Mais uma farsa sendo exposta, a preservação da “cultura” indígena

Outra mentira dos ambientaloides politicamente correto vem abaixo, o principal argumento deles para expropriar propriedades rurais e passá-las ao índios, mais falsos que nota de 3 reais diga-se de passagem, é que esses necessitam das mesmas para preservar sua “cultura”, seus costumes e tradições.

Desde quando ter smartphone, internet, notebook faz parte da cultura indígena? Muito menos plantar soja comercialmente.

Eram para estar vivendo da coleta, caça e pesca, no meio do mato, de acordo com suas tradições originais.

Funai financia plantio de lavoura em propriedade invadida por índios no Mato Grosso do Sul

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Autor: Guilherme Frederico

Produtor rural e agro empresário.

4 comentários em “Mais uma farsa sendo exposta, a preservação da “cultura” indígena”

  1. Eu sou expressamente contra qualquer forma de propriedade privada, e sou favorável, em contrapartida, o direito de todos nela fixar-se e produzir; e dela se beneficiar na medida exata do seu esforço empreendido. Você está certo só em um sentido, em uma sociedade que diz defender a propriedade privada, não se justifica expropria-la para dar benefícios econômicos para uns em prejuízo de outro (quem tinha a propriedade e posse anteriormente), o mais correto, dentro desta sociedade, era negociar então outra terra para atividade econômica. O que as transformações ocorridas nos fins do século XX, com a queda do socialismo (vivo ainda só em idealismos irrealizáveis), a ineficiência do Estado do Bem-estar social (e o preço exorbitante de manter o Estado-elefante), a péssima distribuição de renda, o inchaço da classe econômica dita “média” (que aumentou foi miseravelmente um poder de compra de produtos supérfluos e descartáveis), a redução da cultura aos índices de “audiência e público” e a superficialização do conteúdo cultural, a prática de um individualismo não que preze as liberdades individuais, mas a propagação totalitária de um cultura do desprezo e da indiferença, a compreensão da política como meio de beneficiar interesses particulares e da qual não se pode esperar muita coisa, mas da qual se deve sempre manifestar por “melhoras” (melhorias que não mudam, ou transformam qualquer ordem estabelecida), o discurso administrativista da eficiência como parâmetro da avaliação da trajetória humana na terra, a “escravização” do dito “trabalho livre” (hoje você não é o escravo-coisa propriedade do senhor, hoje você pode escolher o seu senhor, viva a liberdade!!!); tudo isso e mais um monte de elementos que enredam este início de século XXI põe em cheque velhas idéias e desafia, se quisermos mudarmos algo, pensarmos em novas ideias ou para progredir ou para regredir “vivendo da coleta, caça e pesca, no meio do mato (chamado a metrópole urbana)”.

  2. É inadmissível isso mesmo, o Estado de um lado como protetor dos índios e do outro, omisso na prática do arrendamento, em prejuízo do antigo proprietário, só neste vídeo você constata violação de direitos constitucionais consagrados (parece que só no papel), justiça morosa, cara e ineficiente, corrupção (na prática do arrendamento e destes “brancos” que tiram proveito das terras), entre outras; é este imbróglio de contradições, injustiças e desrespeitos que devemos lutar por mudanças e combater velhas hierarquias; e neste processo temos também que ver os dois lados, e é isso que nunca acontece e daí que emergem totalitarismos, autoritarismos, fisiologismos e todos os “ismos” imprestáveis que submetem a humanidade a um mundo cada vez mais desumano. defender o índio, sim; defender o dono da terra que quer produzir, sim; um, sem prejuízo para o outro.

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