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Marina Silva, a Aiatolá eco-facista não consegue esconder suas reais intenções, para o bem de todos nós, que jamais poderão dizer no futuro que não sabiam o que estavam fazendo ao votarem nela.

Novamente fez um ataque rasteiro a todos produtores rurais Brasileiro quando atacou Ronaldo Caiado sem nenhum motivo logico:

Se prosperar a contribuição da Rede, é obvio que o (deputado Ronaldo) Caiado (DEM-GO) não se sentirá confortável nesse quadro, e imagino que ele já esteja se preparando para ir para a candidatura do Aécio. Porque, obviamente, na cultura da Rede não há lugar para um inimigo histórico dos trabalhadores rurais, das comunidades indígenas e para quem articulou a derrota do Código Florestal.

Quem sustenta o crescimento brasileiro é a agropecuária, mas Marina prefere colocar girinos como prioridade? O latifúndio virou inimigo dos trabalhadores rurais?

Ela não sabe que os Estados Unidos são grandes produtores de grãos, justamente pelo investimento tecnológico de grandes empresas no campo? Vai preferir tomar o partido dos “índios” representados por lideranças hipócritas em conluio com corruptos da Funai? É esse o avanço na política?

Marina é uma eterna petista, “saiu” do partido para dividir a “oposição”, pelo menos a que temos, se é que podemos chamá-la assim. A velha tática: dividir para somar. Em eventual segundo turno entre o PT e outro partido que não o dela, vota no PT. Saiu do PT mas o PT nunca sairá dela.

Como bem disse o roqueiro Lobão em recente entrevista para a Veja, se ele um dia for eleita o Brasil vai se transformar numa “clorofilocracia teocrata”.

O PSB também não tem nada alternativo, é tão bolivariano quanto o PT, participa ativamente do Foro de São Paulo e apoia os terroristas do Hamas. Aqui outra noticia do site do PSB sobre a atuação no Foro de SP.

Marina está sendo tratada por boa parte da imprensa como uma espécie de reinvenção da cidadania e da política. Em muitos aspectos, reeditam-se procedimentos antes dispensados apenas a Lula, no tempo em que ele era um líder da oposição, tido como puro e autêntico, ainda não corrompido pelo jogo do poder. Até parecia que ele disputava coisa diferente dos demais — como parece agora, no caso da ex-senadora. (Reinaldo Azevedo)

O artigo O Marinês de Denis Lerrer Rosenfield no Estadão é leitura indispensável para quem queira ajudar a impedir que o Brasil volte ao período jurássico. Segue um trecho:

O marinês é uma nova língua política que se caracteriza por abstrações e fórmulas vagas com o intuito de capturar o apoio dos incautos. Suas expressões aparentemente nada significam, porém procuram suscitar a simpatia de pessoas que aderem ao politicamente correto. Mas só aparentemente nada significam, pois carregam toda uma bagagem teórica que, se aplicada, faria do Brasil um país não de sonháticos, mas de pesadeláticos.

Para encerrar, entre caso se confirme a desgraça de um segundo turno entre os comunistas verdes e comunistas vermelhos, eu votarei NULO, pois os Melancias ao meu ver serão piores que os atuais vermelho no poder, os métodos dos Eco-fascistas serão mais agressivos e diretos contra a propriedade privada e a constituição. Nesse caso o voto nulo serve como um voto de protesto, ficando registrado que repudiamos ambas as cores da tirania comunista, pois o caos sera praticamente o mesmo com qualquer uma das duas no poder.

Dilma e Marina MST