As fantasias do dia do professor: NÃO BASTA EU ME AMAR!

Itamar Flávio da Silveira*

Como nunca fiz mesmo questão de ser simpático… lá vou eu mais uma vez provocar meus coleguinhas! Na maioria dos casos as pessoas foram levadas a profissão de professor por uma série de circunstâncias que nem elas mesmas sabem dizer ao certo. Mas, hoje elas estão na profissão e é isto o que importa. Para muitos parece que ser professor é fruto de puro masoquismo, pois vivem reclamando da má sorte, e muitas vezes fazem isto com razão. Afinal, ser professor em escolas despida de disciplina e hierarquia é uma tarefa para pessoas desesperadas. Nos casos mais extremos dá a impressão de que alguns colegas são escravos de um deus impiedoso que os condenou a sofrer o resto da vida.

A profissão de professor em si, como outra qualquer, pode ser usada para o bem ou para o mal. Na atual situação da educação brasileira, tomada pelas ideias totalitárias do marxismo cultural, com professores formados para combater a sociedade das liberdades individuais, com educadores instruídos por uma literatura revolucionária, não temos muito motivos para glorificar os profissionais do ensino. As homenagens para uma profissão se deve aos resultados que esta produz aos demais membros da sociedade. Será que os professores estão efetivamente melhorando a vida da nação brasileira com o trabalho que desempenham?

Todos nós ficamos emocionados quando assistimos pela televisão as atitudes heroicas de profissionais que ariscam sua própria vida para salvar a vida de outros. É realmente louvável quando pessoas diligentemente instruem uma mãe em pânico a desengasgar seu filho! É admirável quando entre escombro em chamas visualizamos a figura de um bombeiro carregando nos braços o corpo de alguém que insiste em viver! E nós professores? Estamos resgatando vidas com nosso trabalho ou estamos apenas cumprindo o contrato de trabalho esperando o mês terminar? Estamos levando conhecimento ou apenas inflamando nossos alunos para destruir a sociedade que lhe sustenta? Não tenho dúvida que na maioria das vezes os professores mal formados atuam apenas na multiplicação da desinformação (informando errado). Os professores, em sua maioria, cultivam os princípios decrépitos do marxismo cultural; admiram facínoras como Che Guevara, Fidel Castro, Lênin e Stálin; se fundamentam em teóricos mentirosos como Rousseau, Marx, Engels, Gramsci, Lukács e Marcuse; sonham com regimes totalitários como o socialismo cubano, soviético e norte coreano.

Como diz o provérbio “O tenor merece os aplausos pelo que canta e não pelo fato de limpar a garganta”. Não basta ter uma vida sofrida, o professor precisa efetivamente cumprir seu papel de informar e formar seus alunos. Mas, para tanto, é preciso conhecer efetivamente o que se ensina, é preciso honestidade, é preciso sinceridade. Não é qualquer conteúdo que melhora a sociedade, não é qualquer professor que contribui para o desenvolvimento do país. Os professores hoje, em sua maioria, cumprem muito bem o papel do Partido e efetivamente contribuem para um Brasil pior! Sei que as pessoas gostariam que eu estivesse aqui a amaldiçoar o patrão e extremar o sofrimento da categoria, mas acho que isto não contribui para efetiva melhoria do país. Fui para profissão livremente e adoro o que faço. Está aí… falei!

*Professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Maringá.

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Autor: Guilherme Frederico

Produtor rural e agro empresário.

2 comentários em “As fantasias do dia do professor: NÃO BASTA EU ME AMAR!”

  1. Muito interessante esse desabafo do professor Itamar Flávio da Silveira. Sua atitude corajosa ante o sombrio quadro que se desenha no horizonte da educação brasileira, deixa para todos nós um certo alento, ou seja, o fato de que a categoria não está toda dominada pelas ideias gramscinianas de destruição da sociedade judaico-cristã, que norteia a civilização ocidental, da qual, efetivamente, fazemos parte.
    Que existem, no meio dessa categoria, professores dotados de discernimento suficiente para perceber as más intenções dos atuais detentores dos poderes do Estado e combatê-las de peito aberto, intimorato, mesmo sabendo da disparidade de forças e da possibilidade de ser perseguido pelos poderosos de plantão e por alguns de seus colegas engajados no projeto do Partido, seja por convicção, equivocada, diga-se de passagem, ou por medo de represálias ou, simplesmente, por puro comodismo.
    É cediço, que faz parte dessa estratégia de poder a destruição desses valores judaico-cristãos já referidos, herdados pelo mundo ocidental e sua subsequente substituição pelos valores do marxismo-leninismo, através de táticas elaboradas por Lênin, Marx, Gramsci, Marcuse e outros teóricos dessa seara, que pretendem, tomados pela sanha egoística da tomada do poder pelo poder, pelo simples fato de detê-lo em proveito próprio e da elite socialista, que sempre é formada quando eles estão no comando de um país, a exemplo de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Argentina, Coréia do Norte, etc.
    Esse tipo de regime totalitário já foi experimentado em diversos países asiáticos, destacando-se dentre eles, o socialismo soviético e no continente americano, o cubano, ambos com resultados dramáticos, tanto para o povo, quanto para o sistema econômico em geral. Se é isso aí que os professores desejam para nossos filhos e netos, que continuem ensinando nossos jovens as vantagens do “socialismo” que o Foro de São Paulo que nos impingir. Certamente, os atuais professores, que colocam em prática essas teorias esdrúxulas e antiocidentais, serão lembrados como os algozes de nosso mais caro valor: a liberdade individual, que, pelos seus ensinamentos em sala de aula e por meio de movimentos culturais dirigidos, trocaram-na pelo coletivismo de Estado.

  2. Estranho, Itamar você entrou na UEM e reclama da sorte? No seu tempo não era necessário o mestrado. Isso em meados de 1991… e suas aulinhas eram muito fracas… e olha que sou um liberal viu..

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