25 personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso

Eis uma lista de 25 personalidades que começaram do nada e se tornaram empresários de sucesso. Ao fim da lista, fiz alguns comentários sobre as lições que podemos extrair da mesma.

Obs.: Este texto também pode ser encontrado no blog “Mundo analista“, clicando aqui.

1) Ralph Lauren 

 

Ralph LaurenHoje bilionário, Lauren uma infância difícil. Filho de um pintor de paredes, nasceu em 1939 e se criou no bairro barra-pesada do Bronx, em Nova York. No colégio, para ganhar algum dinheiro, vendia gravatas para seus colegas. Chegou a sofrer bullying, em função de seu sobrenome, Lifshit (que soa como um palavrão, em inglês), o que o levou a mudar de nome posteriormente. Serviu ao exército de 1962 a 1964. Após o serviço militar, ele trabalhou como balconista e, depois, novamente como vendedor de gravatas. Foi quando percebeu a vaidade enrustida dos homens de negócios, e de como havia uma clientela desejosa de novidades. Em 1967, lançou sua própria linha de gravatas, que se tornou um sucesso. No ano seguinte, criou sua primeira linha completa de moda masculina, mas a famosa camisa polo só seria criada em 1972. Hoje, sua fortuna é avaliada em 4,6 bilhões de dólares pela Forbes.

2) Edson Bueno

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Nasceu na pequena cidade de Guarantã, interior de São Paulo. Com 5 anos de idade perdeu o pai. Por isso, teve que trabalhar desde pequeno, como engraxate para ajudar a família. Sua mãe era dona de casa e seu padrasto era caminhoneiro. Com dificuldades na escola, repetiu a quarta série quatro vezes. Sua vida começou a mudar quando sofreu um acidente e foi atendido pelo único médico da cidade. Se encantou pela profissão e, lutando contra todas as dificuldades se formou em medicina. Seu primeiro emprego foi no Hospital São José, em Duque de Caxias. O hospital era pobre e frequentemente deixava de pagar salário. Resolveu tornar-se sócio do hospital então e formou o embrião da Amil. Hoje, a operadora de planos de saúde é uma das maiores do país. Somente no terceiro trimestre de 2010, sua receita foi de 1,9 bilhão de reais. A cifra é 28 vezes maior que o PIB de Guarantã, sua cidade-natal.

3) Chris Gardner

Gardner

Gardner nasceu em 1954, no Wisconsin. Não teve uma infância fácil. O pai já havia se separado de sua mãe antes de ele nascer, e seu padrasto, homem violento, freqüentemente agredia sua mãe, ele e seus irmãos. Na juventude, quis ser médico e chegou a trabalhar como assistente de pesquisa na Universidade da Carolina. Mas, percebendo que não conseguiria cursar medicina, foi trabalhar como vendedor de equipamentos médicos. Com um filho pequeno, buscou um novo emprego para aumentar a renda e, encontrou um corretor de valores bem vestido saindo de uma Ferrari vermelha. Empolgado com a profissão, inscreveu-se no programa de trainees, viu a mulher abandoná-lo, perdeu sua casa e passou a morar em abrigos para sem-tetos. Contratado, iniciou uma trajetória que desembocaria na sua própria corretora, a Gardner Rich, em Chicago. A história de Gardner inspirou o filme À Procura da Felicidade, lançado em 2006 e estrelado por Will Smith.

4) Sérgio Amoroso

Sérgio Amoroso começou em seu primeiro emprego aos 11 anos de idade, trabalhando como assistente de almoxarifado em uma fábrica de calçados na cidade de Birigui (SP). Seus pais haviam se mudado para a cidade, após sua pequena propriedade rural ter falido. Sete anos mais tarde, Amoroso se mudou para a São Paulo em busca de novas oportunidades. Dividindo o apartamento com alguns conhecidos, conseguiu sobreviver por oito meses, até que o dinheiro acabou. Passou fome vários dias até encontrar um emprego numa fábrica de embalagens de papelão. O futuro empresário cresceu na profissão até que a companhia pediu concordata, abatida pela crise econômica que sacudia o Brasil no início dos anos 80. Em 1981, Amoroso e alguns sócios alugaram um galpão na Zona Leste de São Paulo e montaram sua própria fábrica. Era o início do Grupo Orsa, hoje um dos maiores produtores de papel e celulose do país. O grupo faturou 378 milhões de dólares em 2009, segundo a edição especial MELHORES E MAIORES de EXAME.

5) Larry Ellison

Antes de passar a ter uma fortuna de 28 bilhões de dólares, Larry Ellison também teve seus dias de contar centavos. Ele nasceu em Nova York, de uma mãe solteira que não quis criá-lo e o deu para um casal de tios que morava em Chicago. Em meio às dificuldades, conseguiu cursar dois anos da Universidade de Illinois e apenas um semestre da Universidade de Chicago. Quando sua mãe adotiva morreu, Ellison se mudou para a Califórnia, onde teve uma série de empregos simples durante quase dez anos. Em 1977, fundou uma companhia de desenvolvimento de softwares – sim, nascia a Oracle, hoje uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.

6) Thai Quang Nghia

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Foi um petroleiro da Petrobras que deu um novo rumo à vida do vietnamita Thai Quang Nghia. Em 1979, com 21 anos, ele foi encontrado à deriva no Oceano Pacífico junto com mais nove pessoas que fugiam da ditadura de seu país-natal. Resgatado pelo navio, chegou ao Rio de Janeiro sem falar português e foi morar nas favelas da cidade para, depois, se mudar para albergues paulistanos. Durante todo esse tempo, sua única renda eram os 50 dólares mensais que recebia da ONU como auxílio a refugiados. Thai aprendeu nosso idioma lendo dicionários de francês-português em bibliotecas públicas. Em 1986, animado com o lucro que obteve ao vender um lote de bolsas que havia recebido como pagamento de uma dívida, contratou costureiras e começou a fabricar suas próprias bolsas. Era o começo do Grupo Domini. A grande virada veio em 2003, quando voltou de uma viagem ao Vietnã com uma lembrancinha – uma miniatura de sandália dos tempos da guerra. O calçado era feito com sola de borracha de pneus usados. Sim, é o mesmo princípio da sandália Góoc, hoje o principal produto do Grupo.

7) Howard Schultz:

Schultz cresceu em um conjunto habitacional do Brooklyn, enquanto seu pai trabalhava como operário em sucessivos empregos. O empresário só conseguiu cursar a faculdade porque conseguiu uma bolsa para o time de futebol. Seu primeiro emprego foi na Xerox, em 1979, mas as copiadoras não eram o futuro de Schultz. A virada começou quando ele foi contratado pela fabricante suíça de máquinas de café Hammarplast. Foi ali que ele conheceu uma pequena rede de cafeterias de Seattle – a Starbucks. Em 1987, Schultz comprou a empresa por 3,8 milhões de dólares. Nos anos seguintes, transformou a Starbucks na maior rede de cafés do mundo, com 17.000 lojas em 49 países e um faturamento de 10 bilhões de dólares. Presidente do conselho de administração e da diretoria executiva, Schultz embolsou 130 milhões de dólares apenas em salários e bônus nos últimos cinco anos.

8) Marco Franzato

Até os 16 anos, Marco Franzato havia cursado apenas o ensino fundamental. Sua principal ocupação era ser boia-fria, colhendo café no interior do Paraná ao lado do pai. Quando uma forte geada destruiu as lavouras da região, a família se mudou para Cianorte em busca de emprego. Conseguiu com o padrinho uma vaga como ajudante em um escritório de contabilidade. Depois de voltar aos estudos e já casado, Franzato decidiu abrir uma confecção com ajuda da mulher e de alguns amigos, apostando no seu tino como administrador, no bom gosto da esposa e nas habilidades da cunhada, que era modelista. O primeiro salão que alugaram tinha 80 metros quadrados. Hoje, o Grupo Morena Rosa possui quatro marcas. Somente a sede conta com 5.000 metros quadrados. Em 2009, a empresa faturou 200 milhões de reais.

9) Alberto Saraiva

 

Alberto SaraivaNascido em Veloza, uma aldeia simples de Portugal, os pais de Saraiva foram para o Brasil em busca de melhores condições. Morando em uma casa muito humilde, seu pai comprou uma padaria velha e muito ruim. No entanto, com menos de um mes, dois assaltantes mataram seu pai e ele se viu obrigado a assumir o negócio. Teve que mergulhar de cabeça e transformou um lugar quase falido na melhor padaria da região. Nessa época, conseguiu tirar a família do sufoco financeiro em que viviam e aprendeu a estratégia que se tornou fundamental no seu negócio atual – vender a preços “extremamente baratos”. Hoje, no comando de uma empresa com faturamento de 900 milhões de reais, ele é um exemplo da amplitude da mobilidade social no Brasil – termo capaz de resumir o fato de que, apesar do enorme fosso entre ricos e pobres, o país é um dos que oferecem melhores condições de ascensão econômica, mesmo em comparação com nações desenvolvidas.

10) Rolim Amaro

Para conseguir o brevê de piloto, seu sonho, Rolim Amaro abandonou o curso de contabilidade e se mudou para Catanduva (SP). Para bancar as horas de voo necessárias à habilitação, foi mecânico de automóveis, limpou aviões no aeroclube local e trabalhou como taxista. Conquistou seu brevê com 18 anos e tornou-se piloto de táxi aéreo. No final de 1963, foi contratado pela Transportes Aéreos Marília, uma empresa de táxi aéreo fundada por alguns pilotos e que operava aviões Cessna – os populares teco-tecos. Anos depois, Amaro comprou a empresa e a transformou no embrião da TAM, hoje a maior companhia aérea do país.

11) Soichiro Honda

 

soyichiro hondaSoichiro Honda iniciou sua trajetória profissional aos 16 anos, como aprendiz, numa oficina em Tóquio, Japão. Poucos anos mais tarde, voltou para Hamamatsu, sua cidade natal, e abriu a sua própria oficina. Aos 30 ele pensou em parar de consertar peças para fabricá-las. Investiu tudo o que tinha nesse projeto e começou a fabricar anéis para pistões. Queria vender seu trabalho à Toyota Corporation e trabalhou dia e noite para isso. Chegou a empenhar as jóias da esposa para permanecer no negócio. Quando finalmente terminou os anéis de pistão e os apresentou à Toyota, disseram-lhe que não atendiam aos padrões de qualidade da firma. Voltou, então, à escola por mais dois anos, até conseguir desenvolver anéis de qualidade, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores durante esse tempo. Quando concluiu seu curso e voltou à Toyota, seu projeto foi aceito. Entretanto, seis meses depois, com o advento da segunda guerra mundial, sua fábrica foi bombardeada por duas vezes. Ele reconstruiu sua fábrica em ambas as vezes, porém um terremoto novamente a arrasou. Vindo o fim da guerra, Honda passou a trabalhar com motores recondicionados do excedente do exército. Com o Japão caótico após da guerra, um dos piores problemas era o transporte; os trens andavam lotados e havia um forte racionamento de combustível. Honda, então, improvisou um motor em uma bicicleta e criou a motocicleta. Passou a trabalhar nisso e seu primeiro lote de motocicletas, com 500 unidades, foi vendido rapidamente. Em setembro de 1948, então, foi criada a Honda Motor Company. Hoje ela é uma das maiores fabricantes de motos do mundo.

12) Samuel Klein

Nascido na polônia, em 1923, o judeu Samuel Klein sofreu com sua família em campos de concentração nazistas até o fim da guerra. Tendo sobrevivido, morou na Alemanha, de 1946 até 1951. Em 1952 foi para o Brasil e estabeleceu-se em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo com a família. Foi quando começou a trabalhar como comerciante. Tornou-se mascate, vendendo roupas de cama, mesa e banho de porta em porta, usando uma charrete. Em cinco anos de dedicado trabalho, conseguiu capital para comprar uma pequena loja, que chamou de Casa Bahia, em homenagem a seus fregueses, em sua maioria retirantes baianos vindo tentar a sorte na região. Hoje são mais de 560 lojas e o maior depósito de distribuição da América Latina. As Casas Bahia tornaram-se uma das maiores redes de varejo do País.

13) Silvio Santos

Filho de imigrantes judeus, Silvio Santos nasceu na travessa Bentevi, no bairro boêmio da Lapa, região central do Rio de Janeiro, além de seus pais, Silvio possuía cinco irmãos. Aos catorze anos já era camelô, trabalhando no centro do Rio de Janeiro, geralmente entre a avenida Rio Branco e a rua Sete de Setembro.Um fiscal de posturas da prefeitura carioca, percebendo o potencial de voz de Silvio, o convidou a fazer um teste na Rádio Guanabara(atual Rádio Bandeirantes do Rio de Janeiro).Silvio conquistou o primeiro lugar no teste da rádio, ganhando de nomes como Chico Anysio e José Vasconcelos, mas se manteve apenas 1 mês como radialista pois como ambulante ganhava mais.

Após servir ao exército, como paraquedista, Silvio decidiu ser locutor de uma rádio em Niterói. Percebendo que as viagens das barcas entre o Rio de Janeiro e Niterói eram marcadas pela monotonia, decidiu montar um serviço de alto-falantes nas embarcações. Nos intervalos das músicas, Silvio fazia anúncios de produtos. Nas barcas para a Ilha de Paquetá, os passageiros faziam filas nos bebedouros após dançarem as músicas tocadas por Silvio. Este então teve outra ideia: fez um acordo com a cervejaria Antártica para vender cerveja e refrigerantes. Na compra, o consumidor ganhava uma cartela de bingo e concorria a prêmios como jarras e quadros.

Após um acidente com a barca em que atuava, Silvio ficou sem poder exercer sua função, pois a barca ficou em conserto. Então, o diretor da Antártica o convidou a passar um tempo em São Paulo. Em São Paulo, Silvio começou a trabalhar em bares, apresentando espetáculos e sorteios em caravanas de artistas.

Logo passou à televisão, adaptando o formato dos shows, espetáculos e sorteios que fazia no circo. Seu primeiro programa, Vamos Brincar de Forca, estreou em 1962 e era transmitido pela TV Paulista, à noite. Um grande sucesso. Em 1964, passou a comandar seu programa aos domingos, das 12 às 14 horas. No decorrer dos anos, o formato seria expandido e aprimorado no Programa Silvio Santos. Paralelamente, Silvio partiu para novos empreendimentos: adquiriu de seu amigo Manuel da Nóbrega e de um alemão o Baú da Felicidade, empresa que vendia baús de presentes de Natal para crianças mediante pagamento em prestações. Depois de reformas no plano de negócios, a empresa ficou conhecida pela venda de carnês e sorteios. Quando a TV Paulista foi incorporada à Rede Globo, Silvio seguiu pagando aluguel pelo seu horário dominical, revendendo o tempo dos anúncios a outras empresas. Silvio também chegou a trabalhar na TV Tupi e na Record.

Em 1981, Silvio Santos obteve a licença para operar o canal 4 de São Paulo, que se tornou a TVS da capital paulista. A partir das emissoras do Rio e de São Paulo, surgiu o embrião do SBT. A rede se expandiu rapidamente através de afiliações, mas o Programa Silvio Santos continuava sendo transmitido simultaneamente pela Record, especialmente para alcançar o interior de São Paulo. A marca SBT passou a ser usada em toda a rede no final da década de 1980.

14) Milton Afonso

 

Milton_Soldani_AfonsoNascido em 1921, em uma família pobre, Milton era filho de uma mãe costureira e um pai aventureiro que tinha problemas com o jogo e a bebida. Após a morte do pai, sua mãe o colocou em um colégio adventista que, com muito custo conseguiu pagar. Esforçado, Milton se tornou um estudante prodígio e terminado o colegial, entrou para a faculdade direito. Em 1951, Milton Afonso se formou. Naquele mesmo ano, criou a Casa Editora de Legislação e sua revista Legislação Federal tornou-se a maior revista sobre impostos de renda no Brasil, alcançando a marca de 50 mil assinantes. O plano de ser um advogado famoso mudou para o desejo de ser rico e poder ajudar os pobres.

Em abril de 1971, motivado pelos amigos João Alberto Persson e José Carlos Elias, Milton Afonso criou a Golden Cross, instituição filantrópica com todo lucro direcionado a projetos educacionais, de assistência social e evangelização. Em abril de 1972, dez meses após sua fundação, a Golden Cross atingiu a marca de mil associados. Três anos depois já havia vendido cinco mil planos de saúde. Não demorou muito para que 70 mil contratos fossem vendidos em um só mês. Em 1984, a Golden Cross tornara-se a maior companhia de saúde na América do Sul e a quarta maior no mundo. Hoje, a Golden Cross emprega 70.000 pessoas — dentre estas 18.000 médicos e 5.000 representantes do seguro de saúde — e provê assistência a mais de dois milhões de associados.

No final de 1985, o senador Marco Maciel, então Ministro da Educação, pediu que Milton Afonso fosse a Brasília. Sabendo da ligação de Milton Afonso com o Presidente Tancredo Neves e da escola agrícola que havia fundado em São João Del Rei a seu pedido, o ministro perguntou: “Poderia a Golden Cross assumir a administração da Organização Santamarense de Educação e Cultura? O Governo daria total apoio, menos na área financeira”. Milton aceitou. Entre 1985 e 1994, o Dr. Milton colocou pelo menos 25 milhões de dólares nesse empreendimento, além de ter bancado os estudos de cerca de 60 mil alunos.

Em 1994, a OSEC passou a ser uma universidade plenamente habilitada, conhecida como UNISA (Universidade de Santo Amaro), tornou-se a maior universidade particular na grande área metropolitana de São Paulo, chegando a ter mais de 15 mil alunos, quatro belos campi, e oferecendo 36 cursos superiores. Escolas de medicina, enfermagem, odontologia, veterinária, farmácia, direito, ciência da computação e dois importantes hospitais universitários, são alguns dos investimentos de sucesso da UNISA.

Milton Afonso também se tornou dono de diversas estações de rádio pelo Brasil e pelo mundo, e uma rede de televisão em canal fechado, que hoje é financiado em 50% pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, do qual ele faz parte.

15) Raul Randon

 

raul randonDe família humilde, Raul Randon, já cultivava a terra com os avós aos 11 anos.  Aos 14, fabricava machados, enxadas e outras ferramentas com o pai e estudava à noite. Avesso à escola, desistiu dos estudos sem completar o ensino primário. Aos 18, foi para o quartel. Quando voltou, o irmão mais velho, Hercílio, que fazia um estágio em uma empresa, a 4 quilômetros de casa, sem remuneração, havia aprendido a montar motores à explosão e, na oficina do pai, fazia serviço de reforma de motores. Projeto a que Raul se incorporou. Um ano depois, com um amigo do irmão, formaram uma sociedade para fazer máquinas impressoras. Foram apenas 12 máquinas fabricadas, porque, um incêndio destruiu a oficina e eles ficaram sem nada.

A fé católica evitou que desanimassem. Ao contrário, voltaram à reforma de motores na oficina de manutenção de uma fábrica de tecidos, enquanto construíam o pavilhão para instalar a própria oficina. Em 1953, um amigo lhes apresentou o italiano Antonio Primo Fontebasso, que deu a ideia de fabricar freios a ar para reboques. Como não é de perder oportunidades, abriu a Mecânica Randon Ltda, sociedade que durou dois anos, porque Fontebasso adoeceu e se retirou. Os irmãos passaram a fabricar o 3º eixo para caminhões e semi-reboques de um e dois eixos, uma revolução na época e o primeiro passo certeiro para o sucesso que viria a seguir.

Lá, no início, quando produzia 700 unidades/mês de sistema de reboque e foi à Itália conhecer outras indústrias do setor, voltou com a ideia de aumentar esse número para 1mil/mês. Quatro anos depois, inaugurou a primeira fábrica de caminhões com três eixos brasileira. O mesmo aconteceu quando, também na Itália, visitou uma fábrica de queijos Grana Padano, conduzido por amigo italiano admirador de sua produção de maçãs. Logo, chegavam ao Brasil dois aviões Boeing cheios de vacas holandesas e eram investidos 3 milhões de dólares, que resultaram na produção do Gran Fromaggio.

Ele reconhece que o sucesso da produção de maçãs, vinhos e queijos está ancorado na saúde financeira do braço de máquinas e implementos. Foi de lá que veio o dinheiro para dar início aos agronegócios. Hoje, orgulhoso, percorre as instalações da fábrica de queijos, onde estão armazenadas 23.500 formas de 40kg cada do único queijo do gênero no Brasil. Expandiu a atuação no mercado vinícola e se tornou, junto com a Miolo e a Lavora, um dos sócios da vinícola Almadén, em Santana do Livramento. E, claro, tem muitos planos de expansão.

16) Guilherme Leal

 

guilherme lealApesar de ser filho de funcionário público, Guilherme Leal, com três irmãos, viu que precisaria trabalhar cedo para sobreviver. Assim, começou a trabalhar com 17 anos e resolveu fazer Administração de Empresas na USP, à noite. Chegou a trabalhar numa das superintendências da Fepasa, empresa estatal de transporte ferroviário do Estado de São Paulo. Foi nessa época que conheceu Pedro Passos, que depois viria a se tornar um de seus sócios na empresa de cosméticos Natura. Lá se desiludiu com a corrupção e a ineficiência de algumas instâncias da estatal. Quando foi demitido não quis voltar a uma empresa pública. Então, no fim dos anos 70 resolveu ajudar a construir uma pequena empresa privada. Ela viria a se tornar a Natura. A visão de negócios de Leal, assim como a de seus sócios, Pedro Passos e Luiz Seabra, entende que o papel de uma empresa não se resume à geração de empregos e de impostos e defende que toda organização pode e deve contribuir para a transformação socioambiental. Essa postura imprimiu uma forte identidade à Natura que passou a ser reconhecida como referência em responsabilidade social corporativa e em inovação baseada na sustentabilidade. Leal é hoje um dos homens mais ricos do planeta.

17) Antônio Luiz Seabra

É um dos fundadores da Natura Cosméticos.Tudo começou numa  loja pequena  na rua Oscar Freire em São Paulo onde ele mesmo formulava e vendia seus cosméticos. Em parceria com Guilherme Leal e Pedro Passos, fez da  Natura uma  empresa multinacional, atualmente  em sociedade anônina no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Venezuela, e França, com planos de extensão para os Estados Unidos da América.

18) Luiza Helena Trajano

Luiza

 

Luiza começou a trabalhar com 12 anos como balconista na Magazine Luiza, loja criada pelos seus tios, Luiza e Pelegrino Donato. Passou por diversos cargos até assumir a direção da empresa. Sempre mostrou ser muito competente. Em 1992, antes mesmo da internet chegar ao grande público, ela desenvolveu o conceito de “lojas virtuais”, iniciativa que permitiu a chegada da rede a locais onde ela ainda não tinha presença física – inclusive a São Paulo, o maior centro consumidor do País. Luiza, como gosta de ser chamada, aposta na ampliação do relacionamento pessoal. Sua maior conquista dentro da empresa foi saber oferecer crédito fácil e rápido, com taxas de juros pequenas e prestações suaves, aos clientes, principalmente os de baixa renda. Hoje Luiza é considerada como exemplo de sucesso pelos estudantes de administração, que vêm realizando cada vez mais trabalhos acadêmicos sobre a sua atuação empresarial.

A Magazine Luiza é citada como exemplo em gestão humana. Segundo a empresária: “Quando assumi a direção do Magazine Luiza, procurei alguns bons exemplos em outras empresas. Notei que existiam aquelas que eram muito lucrativas e onde todos pareciam infelizes, e as pouco lucrativas, onde todos pareciam sentir-se bem. Perguntei-me, então: não seria possível juntar o melhor dos dois mundos?“. Ela acredita no potencial de cada ser humano e tem a tecnologia como aliada para aproximar pessoas e simplificar processos. Em suas palestras, ela conta que cada um dos seus funcionários é visto pela empresa como um empreendedor. Isso é uma das receitas para o sucesso da Magazine Luiza, que tem sede em São Paulo e filiais em quase todo o Brasil. Luiza Trajano chegou a ser uma das ganhadoras do Prêmio “As mulheres mais influentes do Brasil” da Gazeta Mercantil e Revista Forbes Brasil. Sua gestão também foi objeto de estudo pela Harvard Business School (EUA) como case de sucesso empresarial e a Magazine Luiza por diversos anos foi eleita a melhor empresa para se trabalhar pelo Great Place do Work/ Revista Exame.

19) João Carlos Paes Mendonça

Nascido na Serra do Machado, em Ribeirópolis, interior de Sergipe, começou ajudando seu pai, dono de uma pequena mercearia, em 1935. O negócio cresceu a tal ponto que João Carlos resolveu trazer as atividades da família para Pernambuco. Foi quando, aos 26 anos, o então dono de mercearia, João Carlos, inaugurou em 1966 a primeira loja da rede de supermercados Bompreço, no bairro de Casa Amarela. A inauguração representou uma inovação no setor. A partir da década de 70, a rede começou a se expandir com novas lojas em Boa Viagem, João Pessoa (PB) e Maceió (AL). Em 81, o Bompreço chegou aos estados do Pará, Espírito Santo e São Paulo.

Em 1982 foi lançado o Hipercard, cartão de crédito que nasceu com a finalidade de diminuir o volume de cheques e fidelizar os clientes. A financeira ultrapassou os caixas do Bompreço e hoje é administrada por um banco privado.

Outro artifício para fidelizar o cliente foi o Bomclube, criado em 1995. Cartão no qual os consumidores ganham bônus, à medida que compram, para trocar por mercadorias. Até que em 1996 o grupo famoso pelo “orgulho de ser nordestino” (slogan usado até hoje pelas empresas de Paes Mendonça) abriu parte de seu capital para o grupo holandês Royal Ahold. Em 2000, a venda do Bompreço para o grupo europeu foi consumada. Uma operação que movimentou 115 milhões de dólares. Depois disso, passou a se dedicar ao ramo da Comunicação e ao setor imobiliário, mas os shoppings são o carro-chefe do grupo. Somente no Nordeste, JCPM mantém 10 centros de compras, sendo cinco em Pernambuco, dois na Bahia, dois em Sergipe e um no Ceará.

Quando perguntado sobre o segredo para se alcançar tal trajetória, ele respondeu: “Você tem que focar, ter perseverança, trabalhar muito, economizar e ter paixão pelo que faz”.

20) Antônio Carlos Ferreira

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O empresário Antônio Carlos Ferreira, hoje com 48 anos, cresceu na pobreza. Quando criança, vivia em uma favela com sua família, na cidade paulista de São Caetano do Sul. Por muitas vezes não teve sequer o café da manhã. Começou trabalhando como engraxate e depois percebeu que podia ganhar mais catando sucata na rua e revendendo para o ferro-velho. Conseguia o equivalente a trinta reais por semana. Durante a manhã, estudava em um colégio público e à tarde catava sucata. Hoje, passadas mais de três décadas, Ferreira é dono da Neolider, fornecedora de tubos de aço, que faturou R$ 200 milhões no ano passado e tem clientes do porte da Petrobras, Nestlé e Coca-Cola.

21) José Alencar

Nascido no município de Muriaé, em Minas Gerais, José Alencar precisou percorrer um longo caminho até montar seu império têxtil e chegar à vice-presidência da República. De família pobre e com 14 irmãos, não tinha energia elétrica, nem água encanada, o que o obrigava a buscar água no poço todos os dias. Sem acesso à escola, Alencar foi alfabetizado pelos próprios pais. Aos 7 anos de idade, Alencar começou a trabalhar, ajudando o pai na venda, e aos 14 deixou a casa da família para trabalhar como balconista numa loja de tecidos. O trabalho obstinado transformou o menino pobre de Muriaé em proprietário de uma lojinha em Caratinga com apenas 18 anos. Ele ainda seria viajante comercial, atacadista de cereais e dono de uma fábrica de macarrão. Criada em 1967 por Alencar, a Coteminas se tornou uma das maiores têxteis do mundo.

22) Antonio Setin

Começou a trabalhar aos 13 anos como uma espécie de faz-tudo em uma marcenaria. Varria, cortava madeira e ajudava na fabricação. Nesse trabalho, onde permaneceu durante 11 anos, ele descobriu seu gosto por desenho e aprendeu a negociar, pois era quem atendia diretamente a clientela. Aos 25 anos, então, formado em arquitetura, abriu seu primeiro escritório, no bairro da Casa Verde, na capital paulista, e mirou em um público a que poucas pessoas davam atenção: a classe C. Ao lado dos irmãos, com o lucro da marcenaria, começou a comprar terrenos e construir casas populares para depois vendê-las. De casas populares, a construtora passou a construir imóveis para a classe média e depois hotéis.Ele afirma que as dificuldades o tornaram mais paciente e persistente. Também diz que nunca pensou em ganhar dinheiro, mas apenas em fazer o que gostava. Hoje ele é dono da Setin, uma incorporadora que fatura R$ 400 milhões.

23) Salim Mattar

 

salim mattarComeçou como office boy e com 17 anos colocou na cabeça que um dia abriria um negócio. Conforme o tempo passou, Salim chegou à gerência de uma mineradora. Ali, abriu a Localiza, locadora de carros, com um sócio. No início trabalhavam todos os dias, 24 horas por dia. Revezavam, passando noites no escritório. Hoje a Localiza é uma das maiores locadoras de carros do país.

 

24) Élio Dávila

Élio

 

Décimo quarto filho de um casal que teve 15 filhos, Élio foi adotado por uma irmã que casou cedo, logo que sua mãe morreu. Como a situação era difícil, ele começou a trabalhar aos oito anos, vendendo pastéis. Seu pai adotivo bebia e o maltratava sempre. Por isso, um dia fugiu e passou a viver na rua. Ficou três meses nessa situação, até que seu pai um dia o achou e levou para casa. Quatro meses depois ele fugiu de novo. Arrumou um emprego como lavador e guardador de carros em frente ao Copacabana Palace. Fazendo amizade com os porteiros, aprendeu conheceu vários guias turísticos. Um deles o levou para conhecer a sra. Stella Barros, com quem aprendeu boas maneiras. Ele trabalhou em sua empresa alguns anos. Hoje é dono da empresa FlyTour, de turismo.

25) Afonso Celso de Barros Santos

 

Afonso Celso de Barros SantosCom uma infância pobre, Afonso viu sua família ser despejada diversas vezes de casas por não conseguir pagar o aluguel. Chegou a ser Office boy do Bradesco para ajudar nas despesas de casa. Com muito custo, montou uma pequena locadora de carros. No início era um negócio com 21 carros e quatro funcionários. Hoje, são 18 mil carros e duas locadoras: Avis e Budget.

 

Alguns comentários sobre essa lista

Há algumas lições que podemos tirar dessa lista de empresários que começaram do zero:

Primeira Lição: Ela detona o vitimismo que a esquerda criou para nos fazer acreditar que quem nasce pobre e oprimido, passará a vida inteira pobre e oprimido. A esquerda quer que acreditemos nisso porque é baseado nisso que ela tenta vender a ideia de que precisamos do Estado para mudar esse quadro. O vitimismo tem como objetivo criar dependência do governo, aumentando suas funções e, obviamente, o seu poder. Ele se torna o responsável por redimir os pobres de seu destino cruel, destino este que eles não poderiam mudar sozinhos, segundo a esquerda.

Alguém poderia dizer aqui que é um número ínfimo de pessoas que consegue a proeza de começar do nada e se tornar um rico empresário e que, por isso, não devemos achar que os outros podem mudar seus destinos sozinhos. Mas há uma falha nesse argumento. Ele presumi que todos tem o perfil necessário para se tornar empresários e só não conseguem porque é muito difícil. Acontece que nem todo mundo tem vontade, aptidão ou coragem para se tornar empresário. Da mesma forma, nem todo mundo tem vontade, aptidão ou coragem para ser médico, jornalista, marceneiro ou professor. Isso vale para todas as profissões. Não podemos simplesmente pegar todas as pessoas do mundo e calcular quantas delas se tornam médicas ou carpinteiras, por exemplo. Se o fizermos, chegaremos à conclusão de que um número ínfimo de pessoasse tornou um desses profissionais e que, por isso, todas as pessoas precisam ser ajudadas pelo governo para se se tornarem médicas, carpinteiras e etc.

O leitor percebe a falha do argumento? O que deve ser levado em consideração aqui é sempre o perfil da pessoa. Ou seja, quantas pessoas com perfil de médico (isto é, que querem, tem coragem e tem aptidão para serem médicas) se tornam médicas? E o mesmo para todas as demais profissões, inclusive a de empresário. Quando limitamos o cálculo a quem, de fato, tem o perfil da profissão, percebemos que o número de pessoas que começa do zero e consegue algo não é tão pequeno assim. E eu não estou falando apenas de ficar milionário, mas simplesmente de ter um negócio bem sucedido.

Há ainda outro ponto que precisa ser ressaltado. Em um mundo em que a mentalidade dos governos é cada vez mais intervencionista, muitas pessoas não conseguem deslanchar em seus negócios por culpa do governo. Altíssimos impostos, burocracia, inflação são alguns exemplos que muitos pequenos empresários enfrentam ao abrirem seus negócios, o que acaba por fazê-los falir. Neste caso, portanto, o que a esquerda diz ser o remédio é justamente o que impede uma pessoa com perfil de empresário mudar de vida.

É óbvio que não estou dizendo que qualquer pessoa com perfil de empresário conseguirá se dar bem na vida ou que existem muitas pessoas com esse perfil. O que estou dizendo é simplesmente que é perfeitamente possível sair do zero e conseguir ser bem sucedido. E eu acredito que isso não é “extremamente improvável”, como querem nos fazer crer os esquerdistas.

Segunda Lição: Os integrantes desta lista fizeram muito mais para melhorar o mundo do que o governo, com suas empresas públicas e seus assistencialismos. Em primeiro lugar, porque quando o governo tem uma empresa e essa empresa consegue bons resultados (o que é muito raro, diga-se de passagem), o investimento gasto para alcançar esses bons resultados é feito com dinheiro público, isto é, o nosso dinheiro. E quando se trata de governo, sabemos que a quantia gasta é sempre astronômica, porque o dinheiro é público, pode ser esbanjado à vontade pelo governo, pois sempre haverá mais. Em contrapartida, os empresários de nossa lista não usaram nosso dinheiro e tampouco tiveram a sua disposição quantias ilimitadas. Todo o dinheiro de investimento que tiveram para chegar até onde chegaram foi dinheiro privado e limitado (como é da natureza do dinheiro privado).

Em segundo lugar, porque assistencialismo não resolve problemas. O que resolve problemas é emprego. E para que exista emprego é necessário que haja empresas. E quanto maiores forem essas empresas, mais empregos teremos. Então, as 25 personalidades de nossa lista não apenas mudaram seu próprio destino, tornando-se ricas, mas geraram milhares de empregos.

A verdade é que os empresários dessa lista foram muito mais nobres e honestos do que qualquer marxista sincero ou manifestante revolucionário que tenha passado a vida inteira lutando contra a burguesia. Afinal, nossos “queridos” anti-burgueses desejam melhorar o mundo lutando contra quem gera empregos, a fim de expropriar-lhes os bens e deixá-los mais pobres. Isso, além de ser desonesto, é idiota.

Vamos imaginar uma situação surreal em que um grupo esquerdista põe a cabo um plano magnífico, onde todos os bens de Silvio Santos são vendidos e dados aos pobres. Sabe quais seriam as conseqüências disso? Primeira: poucos seriam os ajudados, pois a fortuna de Silvio Santos não pode salvar todo mundo. Segundo: o dinheiro desses poucos iria acabar logo (pois com tantas pessoas para dividir, ninguém ficaria rico) e eles voltariam para suas vidas miseráveis. Terceiro (e este é ponto mais importante): um número enorme de pessoas passaria por mais privações. Começaria pelos milhares de funcionários das empresas de Silvio, que perderiam seus empregos. Depois os funcionários de empresas que de alguma maneira dependiam das empresas de Silvio. Depois os funcionários de bancos que de alguma maneira ganhavam com as empresas de Silvio. E por aí vai. É uma reação em cadeia. Com isso concluímos que lutar contra empresas é algo cruel. Dependemos delas.

Terceira Lição: A lista nos ensina que o dono de uma empresa pode administrá-la como bem entender. Isso quer dizer que há espaço para pessoas preocupadas com a proteção à natureza ou com o bem estar de seus funcionários ou mesmo com os pobres da sociedade (e, de fato, essas pessoas existem, como vimos no caso de Guilherme Leal, Luíza Trajano e Milton Afonso). Tal constatação me faz, uma vez mais, pensar na desonestidade dos esquerdistas. Eles pregam o ódio às empresas privadas e querem abocanhar todos os seus lucros. No entanto, eles mesmos não incentivam que cada um ponha a mão na massa, criando empresas que trabalhem dentro de seus ideais. Ora, há tantos esquerdistas por aí. Será que ninguém tem perfil de empresário? Será que ninguém consegue montar uma empresa do zero e criar um império? Por que eles insistem em fazer “justiça social” em cima do esforço e do dinheiro dos outros?

Vou mais longe. Se ser empresário é algo tão desprezível, e os funcionários são os únicos que merecem o lucro da empresa (conforme a visão dos marxistas e esquerdistas radicais), devemos concluir que montar e gerir uma empresa é algo muito fácil. Afinal, o empresário não tem mérito nenhum. A coisa deve ser simples demais e qualquer um pode fazer. Seguindo essa lógica, porque os esquerdistas não se formam diversas empresas que façam a tal “justiça social” como eles querem? A resposta é simples: desonestidade. Eles querem distribuir dinheiro, mas o dinheiro de outros.

Quarta Lição: A lista nos ensina que a iniciativa privada é capaz de fazer milagres do nada, ao contrário do governo. Conseguiria o governo gerir uma empresa começando do zero? É claro que não. O governo, para fazer qualquer coisa chegar próximo de dar certo, precisa gastar bilhões e bilhões de investimento, desde o início. Isso me põe a pensar se não seria melhor permitir que a iniciativa privada tomasse as rédeas da economia, deixando para o governo apenas a função de manter a paz, as leis e os contratos.

Quinta Lição: Quando um esquerdista se coloca contra todo o empresariado, está se colocando também contra estes empresários que começaram do nada. Penso que essa atitude é muito grave. Afinal, não são os esquerdistas que lutam para os pobres e os proletários tenham uma vida melhor? Como então eles se posicionam contra aqueles que conseguem vencer as adversidades e mudarem suas vidas? E mais uma vez: eu não estou falando só desses que se tornaram milionários. Há milhares e milhares de pequenos empresários que também começaram do nada e, embora não tenham se tornado sequer ricos, têm hoje uma boa condição e geram empregos.

No bairro pobre onde eu moro há vários exemplos. Há uma casa de doces que já tem uns 5 anos, acredito. A loja é um cubículo. Seus donos são um casal de senhores que começaram trabalhando sozinhos. A loja hoje tem uns três funcionários, além deles mesmos. Há um mercadinho que já tem mais de dez anos. Ele não tem filiais, mas desde que começou, já expandiu bastante seu espaço. Os donos ainda trabalham ativamente no local, juntamente com seus funcionários (que devem ser uns quatro). Ele aproveitou seu lucro e alugou espaços ao lado para outros comércios. Também montou alguns apartamentos logo em cima de sua loja. Gente boa e simples. Há uma padaria que é de dois irmãos. Eles também trabalham lá até hoje, embora a padaria tenha vários funcionários. O pão de lá é gostoso e eu acredito que eles tenham um bom lucro. E por aí vai. Todas essas pessoas são pobres e já foram proletários algum dia. E todas elas, muito embora sejam empresárias hoje, continuam trabalhando em união com seus funcionários. Lutar contra essas pessoas me parece um crime.

Sexta Lição: A evolução do mundo empresarial nos trouxe duas coisas interessantes que os primeiros marxistas e o próprio Marx não poderiam prever: a possibilidade de promoções de cargo e a possibilidade de se tornar acionista da empresa. Sem dúvida isso embaralha toda a teoria da luta de classes, com patrões contra empregados, cada qual em sua função bem definida. Como pudemos ver na lista, alguns empresários alcançaram sua posição atual começando como office boy. Outros se tornaram acionistas, o que cria uma categoria de classe onde uma mesma pessoa é burguês e proletário.

Sétima Lição: Um rico empresário não precisa sair distribuindo dinheiro para melhorar o mundo. Se ele quiser fazê-lo, um tanto melhor. Mas o simples fato de ele ser rico e bem sucedido e continuar sendo rico e bem sucedido, melhora o mundo. É a sua permanente riqueza que gera empregos, que auxilia outras empresas e que move a economia. O dinheiro que um rico empresário tem no banco, por exemplo, já tem uma importância enorme, pois é o que irá alimentar o banco, os projetos do banco, os funcionários do banco e todos os que dependem dos projetos e dos funcionários. Enfim, lutar contra empresários é uma sandice.

Conclusão

Essa lista é um resumo do que pessoas com perfil empresarial podem fazer. O empreendedorismo é uma habilidade admirável e muito importante para a sociedade. Da mente arguta de empreendedores, muitos empregos surgem, muitas pessoas sobem de cargo, muitos talentos são encontrados. Todos saem ganhando. Até o governo, pois quando uma pessoa se torna rica e suas empresas ficam grandes, os impostos sobre ela aumentam. Então, os políticos que querem fazer “justiça social”, ainda podem fazê-la por meio dos impostos arrecadados. Mas se adotamos a postura de lutar contra os empresários e suas empresas, o que nos resta são apenas enormes empresas públicas deficientes e algumas poucas macro empresas privadas que descansam sem competição porque o governo mata a iniciativa privada, deixando-as sozinhas no cenário empresarial. Este é o mundo esquerdista. Este é o tenebroso “capitalismo” de esquerda.


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Autor: Davi Caldas

"Grita na rua a Sabedoria, nas praças, levanta a voz; do alto dos muros clama, à entrada das portas e nas cidades profere as suas palavras: 'Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento? Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei copiosamente o meu espírito e vos farei saber as minhas palavras. 'Mas porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão; também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei, em vindo o vosso terror como a tempestade, em vindo a vossa perdição como o redemoinho, quando vos chegar o aperto e a angústia. 'Então, me invocarão, mas eu não responderei; procurar-me-ão, porém não me hão de achar. Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor; não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão. Portanto, comerão do fruto do seu procedimento e dos seus próprios conselhos se fartarão. 'Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem- estar os leva à perdição. Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal'" (Provérbios 1:20-33).

100 comentários em “25 personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso”

    1. Meu amigo, antes de falar bobagem, pesquise um pouco. O Eike nunca começou do zero. Sempre foi de família rica, herdando, inclusive, minas de ouro quando tinha apenas 18 anos. Estudou em faculdades internacionais e tudo mais. A lista que o amigo fornece aqui são de pessoas que começaram do zero, com histórias de garra e coragem e não de um “playboy” que sempre teve tudo na vida.

      1. thiago ele não aprezentou essa ideia de [ começar do zero] como uma unica regra ate mesmo porque toda regra tem exceçoes, e nesse caso o eike pode ser uma destas excessôes amigão, em minha opinião ele vendeu muito bem o peixe dele, gostei e esta de parabéns,

  1. O Eike não começou do nada…ele foi estudar na Alemanha o pai ele aproveitou bem a oportunidade como MINISTRO DE MINAS E ENERGIA, e o Eike vende idéias e não fatos…ele não é meu ídolo.

  2. Grande lição de vida das 25 personalidades, devemos absorver tudo aquilo que eles disseram em relação as suas experiências de vida, se Eike Batista aproveitou a oportunidade do pai ou não não mim importa, o texto relata situações interessantes que devemos absorver da melhor maneira possivel.

  3. EXCELENTE post! Simplesmente INSPIRADOR! Tenho 32 anos, sou formado em Administração de Empresas em uma universidade federal, filho de pais pobres. Fui industriário, bancário, já fiz bico como montador de canetas, vendi bolsas femininas etc. Hoje sou funcionário público federal. Mas sempre cultivei e ainda trago no peito o desejo de ter meu próprio negócio, fazer acontecer, poder ajudar os outros criando uma fundação educacional com o lucro da minha futura empresa (penso longe, apesar de estar hoje onde todos aqueles que estão neste post começaram, no zero rsrs). Na esfera pública você também pode ajudar o povo fazendo seu papel honestamente, mas vc só atinge poucas pessoas e tudo é lento, burocrático.
    Seu texto me deu a motivação necessária para continuar com meu sonho, seguir em frente. Já passa da 01h da manhã em Manaus (sou cearense, mas minha família veio buscar melhoria de vida nesta cidade acolhedora) e estou com energia para mudar o mundo!
    Davi, tenho certeza que seu texto fez a diferença na vida de ao menos uma pessoa: na minha.
    Obrigado.

  4. Conheço o Marco Franzato…realmente uma história de vida marcada por muito sofrimento no inicio, muito trabalho e muita fé em Deus!!! Com certeza um exemplo a ser seguido pelos empreendedores do Brasil!

  5. Sensacional, tenho 16 anos, curso administração em uma escola técnica de são paulo e posso te dizer com toda certeza que esse artigo é um dos mais inspiradores que já li.
    Parabéns!

  6. Parabéns pelo post. Fui funcionaria de uma grande loja aqui em Belém do Pará, após ser demitida eu tinha comigo mesmo o desejo de ser empresaria, começei com uma loja de descartavel mais pude perceber que não era o que queria, passei a tirar cópias, gostei do negocio.
    Hoje ja se passou 7 anos, montei uma papelaria, uma grafica, uma camisaria e uma loja de serviços diversos, colocando todos de minha casa para trabalhar.
    Eu continuo na luta.
    Post,verdadeiramente inspirador.

  7. Visões, diferentes visões sobre os empresários que começaram do zero, todas essas pessoas lutaram e conseguiram e creio que todos deviam fazer o mesmo ser persistente e não desistir porque erraram, pois isso não se torna a melhor solução para problemas. Tiro de exemplos de empresas que resolvem problemas da sociedade (se a sociedade tem um grande problema sua empresa se tornará grande).

  8. Como diz o amigo Eduardo Magalhães, esse seu texto é muito INSPIRADOR! Sou formado em contabilidade, mais hoje sou empresário e apesar de minha pouca idade, 23 anos, já tenho 3 lojas, posso dizer sem medo que comecei do ZERO, tenho minhas dificuldades, principalmente com a carga tributaria brasileira, mas vou trabalhando e seguindo em frente já planejando para abrir a 4 loja. Hoje emprego cinco funcionários, poderia ter mais, mas com a falta de interesse do povo em não querer trabalhar esta cada vez mais difícil encontrar profissionais. Infelizmente a politica de esquerda deixa muito a desejar, mas é onde se tira os votos e isso nunca vai se acabar…

  9. Realmente muito inspirador… Alguns esquerdista provavelmente vão querer achar casos de ricos que se mantem ricos, mas não é disso que trata a reportagem 🙂 existe um caso gritante no Rio de Janeiro que estes tal esquerdistas brigaram muito contra uma casa de shows em Botafogo …ate que conseguiram desativar o Canecão e hoje já se passaram mais de 5 anos e aquilo que era uma boa casa de shows com apresentações de diversos artistas e que movimentava o bairro e a cidade toda, hoje é apenas A B A N D O N O, a pergunta é: Eles os de esquerda ficaram satisfeitos?e agora qual é a desculpa pra aquilo não servir à sociedade??Agora é um espaço MORTO para a comunidade TODA, inclusive do campus da UFRJ.

  10. Eu tenho 16 anos, e sempre trabalhei fazendo bicos com meu pai, apesar da família de minha mãe ser muito rica, não tive essa sorte e desde cedo conheço o valor do suor,atualmente sou estagiário da prefeitura, e vejo que posso muito mais com p´próprio esforço e correndo atrás dos meus sonhos, e principalmente nunca esquecer de minhas origens.

  11. Fiz ótima leitura até ao final da lista. Quando começa o comentário percebo que ele foi escrito por alguém que domina mal a língua portuguesa, falha em seus silogismos e ainda se atrela aos maniqueísmos tão próprios dos extremistas que se acham defendendo a esquerda. Vale lembrar que o PT só chegou ao poder do país não por conta de sua orientação ideológica, mas sim por causa da desilusão do povo com a direita. Se esta retornar ao Planalto, como vaticinam alguns, devem se lembrar que se proverem a educação e a saúde de que os brasileiros precisam, a lista de empreendedores com estas experiências de superação levaria meses pra ser terminada.

    1. Prezado Pedro Figueiredo,

      Por gentileza exponha por que acha que me atrelei a maniqueísmos e explique quando foi que tivemos uma direita no Planalto. Aliás, comente também o que entende por direita e esquerda.

      Desde já agradeço a atenção.

      Cordialmente,

      Davi Caldas (o autor do texto).

  12. Davi, parabéns pelo texto! Extraordinário e esclarecedor seu ponto de vista… ah, quem dera os mais pobres procurassem se informar melhor através de artigos como este que elaborou.
    Se de cada dez leitores, pelo menos cinco valorizar seu ponto de vista, sua missão com a sociedade já está cumprida querido!
    Uma pena que diante de toda informação útil e gratuita que passou, o sr. Pedro Figueiredo, atentou-se a detalhes fúteis e preocupou-se em demasia com a escrita, o silogismo e blá blá blá… tendo em vista que nenhuma das vinte e cinco personalidades que apresentou, saíram do zero e se tornaram o que são hoje por escreverem impecavelmente bem, e sim, pela necessidade, trabalho, dedicação, persistência, foco, disciplina, criatividade, paixão pelo que fazem e com certeza pela boa relação e respeito com as pessoas, as boas intenções e o ponto de vista delas… o que pelo visto falta no sr. Pedro Figueiredo! Ninguém veio até a sua página na internet procurando aprender escrever “tão impecavelmente bem” quanto ele. Esses devem buscar no Google pelo professor Pasquale!
    Obrigada por dividir comigo e com tanta gente seus sábios pensamentos!

    Um grande abraço!
    Polyana Matos.

  13. Parabéns ao Davi Caldas pelo conteúdo do Site. Conheci duas pequenas lojas, nos anos 50, que cresceram e se tornaram grandes exemplos de trabalho e sucesso. Uma era uma pequena doceira, no Brás, em frente à estação dos bondes, com 4 ou 5 metros de largura, na Avenida Rangel Pestana. Era servida por um ou dois senhores, e devia ter, no máximo, umas 3 ou 4 pessoas ali trabalhando. Cresceu, instalou-se em Guarulhos, numa área enorme e é responsável pelo abastecimento nacional de panetones, pães e biscoitos, que fabrica o ano inteiro. Outra doceira, na praça Clovis Beviláqua, com uns 5 ou 6 metros de frente que, depois, criou filial em Santa Cecília, depois um super-mercado, e não parou mais foi a Pão de Açúcar, nas mãos dos pais de Abílio Diniz e depois com ele e seus irmãos. Outro exemplo é o do Banco Itaú, que começou com a fusão de bancos menores, e de pequenas e médias empresas, como a Deca, num trabalho excepcional da família de Olavo Fontoura.

  14. Nossa Pedro, que comentário mas sem nexo. Você lê um texto como esse e se atem a erros de português ou algum erro de concordância? Meu amigo, em tempos de google, palavras dificeis, citações filosoficas não impressionam. o que nos faz pensr são iniciativas como a do Pedro, e fica aqui minha parabenização. Você se quer entendeu o contexto político aplicado. O que se trata aqui não é de discussões fundamentalistas, estamos falando de um governo que massacra seus empreendedores. Que não só não os estimula, como os oprime, e impõe sim uma política assistencialista maldita que acaba minando inclusive a mão de obra. E é uma boçalidade você dizer que essa lista seria interminavel se tivessemos mais educação e saúde. Pasme a lista seria exatamente a mesma. O mundo é formado por lideres e liderados, a um cacique para muitos indios e não o contrário e sabe por que? Por todos nascem sob as mesmas condições. Não financeiras, mas de luta e conquista, mas poucos tem a disposição e determinação necessária. Poucos estão prontos a lutar muuuuuuito para ter seu objetivo alcançado. Sou empresária, comecei meu negócio a 7 meses, e não comecei do zero, comecei do negativo. E são histórias como essas que me fazem ter força para continuar a luta, por que tenho certeza de que nasci para lutar como general e não como soldado. Aconselho a todos que se posicionem. Que saibam exatamente o que querem, pois nascemos todos em igualdade de capacidade de conquista. Se me permite só um adendo a seu texto, PERFEITAMENTE escrito Davi, aqueles que decidiram ser liderados, o façam também com excelência. Há muitas formas de se medir o sucesso, e se vc for bom no que faz, seja em qualquer posição, sempre terá destaque. O primeiro passo para o sucesso é se destacar! Obrigada Davi por dedicar seu tempo e me ajudar a continuar acreditando.

    1. Bela porcaria de comentário, Luís. Um lixo como esse bem que poderia fazer parte de um livro sobre “comentários prontos de esquerdistas histéricos que não têm cérebro para argumentar”.

      1. Larga de ser desonesto, Luís!

        Você posta um comentário chamando meu texto de lixo e de porcaria, sem a mínima decência de me dizer quais são as suas razões e quais são os pontos fracos de meu texto em sua opinião. Ou seja, um comentário negativo sem argumento. E uma ofensa, a julgar pelo seu modo pejorativo de se referir ao que escrevi. E agora você tem a coragem de reclamar porque eu te chamei de “sem cérebro”?

        Luís, eu errei. Você não é alguém sem cérebro. Você é um hipócrita.

      2. Davi, você não está sendo profissional. Quase não reconheço em você a polidez e a postura de um gentleman do jornalismo em meio ao cipoal de respostas emputecidas. Suas respostas dizem tudo o que eu queria saber sobre você. Adeus.

  15. Davi,você tinha que ser Caldas,rs. Bela visão sobre a postura dos seguidores da esquerda. Temos que ter essa visão holística sobre assunto e você foi preciso em suas opiniões. Parabéns!

    1. Uma das maiores curiosidades que tenho nessa vida é a seguinte: o que leva uma pessoa a entrar em uma página séria para fazer um comentário de duas míseras frases, que não somam sequer duas linhas no Word – em Times, 12 – e que ainda conta com dois xingamentos e, obviamente, NENHUM argumento. Eu definitivamente não consigo entender uma mente assim. Entendo que alguém possa entrar aqui e discordar construtiva e educadamente de mim, expondo suas razões de pensar diferente. Mas esse tipo de histerismo primitivo é realmente impressionante. Não consigo imaginar a pessoa que escreveu isso como alguém civilizado. A imagem que me vem a mente é a de um daqueles homens da caverna expressos em filmes, que se comunicavam por grunhidos e pequenas frases imperativas.

      Ugah! Ugah!

      Davi Caldas.

  16. Eu sou contra o goveno que não deixa o pobre crescer, e não contra os empresários. Seu pensameto está errado dizendo que o pobre tem as mesmas chance de crescer que a do rico. Você está viajando nas ideias.

    1. Quem nasce rico tem alguns atalhos, da mesma maneira que alguém nasce pobre pode vir a ter.

      Quantos filhos de papai recebem de tudo que pedem e se tornam mimados? Dificilmente serão pobres no futuro, realmente. Irão estudar nas melhores escolas particulares de suas cidades, para depois cursarem faculdade, pós, mestrado, quem sabe doutorado, além de intercâmbio para aprimorar língua estrangeira e melhorar currículo. Garantirão um bom salário para o resto da vida, assim como uma aposentadoria gorda. Não tenho dúvidas disso.

      Mas se eles não receberem uma educação adequada dos pais, viverão essa mesma vida sempre. Já alguém que nasceu pobre mas de família boa, se do lado financeiro não teve facilidade, terá outras vantagens que aqueles que tiveram a mão na cabeça a vida inteira não terão.

      1. Bartolomeu,

        Sua capacidade de entrar em um site sério e fazer uma crítica de duas linhas me impressiona. Procure ser mais profundo.

        Att.,

        Davi Caldas.

      2. Site sério?? AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

        Vc não tem espelho em casa, né papa hóstia? Assim como todo blog político, esse site é ridículo. Ainda bem que eu uso adblock e não dou dinheiro para vcs.

    2. Dagmar,

      Eu não afirmei em nenhum momento no texto que o pobre tem as mesmas chances de crescer que o rico. O que eu disse foi (1) que muitos pobres conseguiram se tornar ricos, (2) que a profissão de empreendedor é muito importante para a sociedade, (3) que a iniciativa privada é capaz de fazer mais do que empresas públicas e ações governamentais.

      Por favor, atenha-se ao que foi dito no texto.

      Att.,

      Davi Caldas (o autor).

  17. Não existe vitimismo da esquerda. Existe ser realista. A meritocracia que você defende é uma ilusão. Apenas observar nossa sociedade e a proporcionalidade de pessoas pobres que continuam pobres e as pessoas que conseguiram ascender socialmente. De 200 milhões de brasileiros você consegue citar quantos nessa lista? 20? E o único negro é americano, olha só… quando a grande maioria da população pobre brasileira é de negros e mulatos devido a nossa sociedade escravista.

    1. Paula,

      Em primeiro lugar, é óbvio que a intenção aqui não foi citar todas as pessoas que ascenderam socialmente. Seria impossível eu rastrear todas elas, conhecer suas histórias e descrever todos aqui.

      Em segundo lugar, eu deixei claro em um trecho do meu texto que nem todo mundo tem perfil de empresário. Ou seja, nem todo mundo nasceu com vontade, coragem e capacidade para se tornar empresário. Na verdade, a maioria das pessoas não tem esse perfil. A maioria das pessoas quer apenas trabalhar para alguém e ter um salário fixo mensal, sem ter que se preocupar em gerir algo e pagar funcionários. Eu mesmo não tenho perfil de empresário. Então, você contar comigo e outros como eu para dizer que não estamos nessa lista é desonestidade. É claro que eu e outros como eu nunca estaremos nessa lista! Nós não buscamos isso. Não temos esse perfil. Da mesma forma, você nunca vai me ver na lista de médicos.

      Em terceiro lugar, a ascensão social de quem não quer ser empresário depende muito de como anda o empreendedorismo e a economia do país. Se o país tem pouca liberdade econômica e sufoca o empreendedorismo, não haverá muitas empresas, nem muita competição e, consequentemente, não haverá muitos empregos, nem concorrência entre produtos mais baratos. A lista que mostrei aqui pretende tão-somente mostrar que é possível (1) alguém com perfil de empresário sair do zero e se tornar um empresário bem-sucedido, (2) isso é mais fácil de ocorrer quando o país cria boas condições para a iniciativa privada e (3) quanto mais pessoas com perfil de empresários conseguem criar e desenvolver suas empresas, mais a oferta de empregos cresce, a economia se movimenta e o povo é beneficiado.

      Em nenhum momento falei de nada utópico aqui. Apenas falei do que é lógico e que tem acontecido na prática em lugares como a Coreia do Sul, Austrália, Canadá, Suíça, Nova Zelândia, Singapura e até em países social-democratas, como Suécia, Finlândia e Noruega, que apresentam bons índices de liberdade econômica e facilidade de se fazer negócios.

  18. Sinceramente falando…. É lamentável, triste e desprezível ler alguns comentários tão sem cabimento, tão digno de dó….Davi Caldas você está de parabéns pelo belíssimo trabalho…. Amei!!!! Está de parabéns também, pela sua nobreza de caráter ao responder educadamente pessoas que nem se quer mereciam respostas…. Davi Caldas, que Deus continue te abençoando! Você arrasa muito!

  19. gostei muito destes trechos de empresarios, realmente fiquei encantado eu montei um negocio de prestação de serviços informatico, mas não é facil tudo requer dedicação

  20. Prezado Senhor Caldas,

    Se senhor teve a intenção de publicar uma lista que não é de sua autoria – suponho eu – o senhor deveria ao menos citar as fontes, para dar credibilidade ao que o senhor expôs. Mas se é de sua autoria, essa lista carece de uma boa pesquisa e de isenção, pois a sensação que se passa é que o senhor só incluiu um nome negro, para não ser tachado de preconceituoso. Se a lista foi totalmente elaborada pelo senhor deveria, ainda citar as fontes e dizer: … segundo ou de acordo com Davi Caldas. Mas percebo, pelos seus comentários que o senhor não aceita bem as opiniões alheias, sobre o quê o senhor escreve. Lhe parabenizo pela sua intenção, mas não pelo conteúdo, pois até concordo com a Paula, que fez uma análise sócio-econômica, da população brasileira, e foi mais feliz do que o senhor. Mas o conteúdo é fraco porque não é original, pois há outros exemplos de brasileiros e brasileiras, que saíram do zero e atingiram o sucesso na carreira. O problema é que segundo o seu ponto de vista, só faz sucesso na vida quem faz fortuna. – NÃO! Eu digo que não, pois há pessoas no Brasil que tiveram enorme sucesso na carreira mas não ganharam tanto dinheiro assim ( Betinho, Chico Mendes, Prof. Newton Santos, Joaquim Barbosa ), outras que fizeram fortuna saindo da classe média, que perseveraram, TREINARAM MUITO, ARRISCARAM MUITO e fizeram fortuna ( Airton Sena, Bernardo Paz e Abílio Diniz). A conclusão é: se fazer sucesso é ter dinheiro e vindo do nada… na lista do senhor deveria ter sido incluído o nome do Senhor Pablo Escobar. Agora, se senhor tivesse um pinguinho de seriedade acadêmica com essa lista o Senhor começaria com o nome de ZICA ASSIS – MULHER, NEGRA, BRASILEIRA, EMPREGADA DOMÉSTICA E DO CABELO DURO, FEZ DO PRECONCEITO E DA LIMITAÇÃO ESCOLAR UM MOTIVO PARA CRESCER E FAZER RIQUEZA – É A DONA DO INSTITUTO BELEZA NATURAL, . E O SENHOR TERIA SIDO MAIS FELIZ SE CITASSE UM NOME DE UM OUTRO NEGRO AMERICANO, QUE TAMBÉM VENCEU A BARREIRA DO PRECONCEITO: ALVIN AILEY – .Mas infelizmente talvez o senhor nem saiba quem é e nem de quem se trata, pois o senhor se liga em celebridades e não nas pessoas que tiveram a capacidade de arriscar tudo, e… mudaram o mundo, como o Senhor Eike Batista, por exemplo, que definitivamente não sabe de quem se trata. Boa sorte para o senhor da próxima vez..

  21. Senhor Davi Caldas eu lhe peço desculpas por ter feito os comentários que fiz. Sinceramente se eu tivesse lido as suas “lições” eu nem teria perdido o meu tempo, pois chega ser cômico o que senhor escreve sobre os empresários, rsrsrs, TÁ PRA NASCER O EMPRESÁRIO QUE NÃO DEPENDA DO GOVERNO E DA AJUDA DOS GOVERNOS. E BURRO SERÁ O GOVERNO QUE NÃO FIZER ISSO. Se o senhor acha que assistencialismo é bolsa família, bolsa aquilo…. O senhor não tem a capacidade para entender que quando o governo reduz o IPI dos carros e dos eletro-domésticos de linha branca… é uma forma de transferência de renda, só que para ricos, pois o tal e imaculado empresário irá vender mais. E pra terminar, pq eu não vou ficar aqui escrevendo para quem não tem o domínio do assunto, mas por gratidão, se o senhor quiser eu lhe mando quanto cada um desses empresários usou do dinheiro do governo, para alavancar os seus negócios, que se não fosse ajuda direta ou indireta do GOVERNO, eles jamais teriam chegado onde chegaram. Dessa lista de empresários brasileiros que o senhor tanto engrandece, por favor, me poupe, eu lhe mando, desde que o senhor tenha a humildade de citar as fontes e colocar os valores que cada um recebeu do Governo. Boa sorte no próximo texto, pq esse eu acho que não é seu.

    1. Prezado Jorge,

      Preparei esta lista me baseando em listas que saem de vez em quando sobre empresários de sucesso que começaram do zero. Não julguei necessário colocar fontes porque estes empresários são conhecidos e qualquer um pode consultar sua história em sites confiáveis da internet. Como este não é um trabalho acadêmico, mas apenas um texto simples, não penso que eu tenha cometido pecado grave em não acusar aqui minhas fontes de pesquisa.

      O motivo que me levou a fazer essa lista não foi esgotar o assunto, expondo milhares e milhares de empresários que começaram do zero, desde Silvio Santos até o português da padaria do meu bairro. Também não foi meu objetivo afirmar que qualquer pessoa consegue enriquecer. E muito menos foi meu objetivo ensinar que ser bem sucedido na vida é ser rico. Meu objetivo foi simplesmente mostrar uma lista de empresários famosos que começaram do nada. Coloquei 25, poderia ter colocado 30, ou 40. Poderia ter feito uma pesquisa mais à fundo. Mas eu não quis. Eu fiz uma pesquisa rasa e puxei os primeiros nomes que vieram (nomes estes que são os mais famosos e, por isso, mais fáceis de achar).

      Acho muito chato essa tendência de pessoas como você que vem ao meu texto para me acusar de coisas que eu não disse, fazer interpretações preconceituosas e elitistas em cima do que falei e ficar procurando ninharias para criticar meu texto, seja na estrutura ou construção de frases. Solicito a gentileza de que você os demais se atenham ao que escrevi a abstenham-se de críticas tolas.

      Att.,

      Davi Caldas.

      1. Nossa, cara. Para de chorar e aceita as críticas.

        Ou então só escreva e depois mostre para a tua mãe. Quanta imaturidade.

      2. Prezado Sr. Piropo,

        Eu não aceito críticas? Tenho aceito todos os comentários, mesmo sendo boa parte deles um tanto imbecis. O que tenho pedido é que os comentaristas façam comentários relevantes e que se atenham ao texto. O problema é que toda hora abro isso aqui e vejo comentários como: “Ah, texto lixo”, “Ah, autor idiota”, “Ah, autor elitista”, “Ah, o texto está defendendo que todo mundo pode virar um magnata”. Sr. Piropo, todos esses comentários são rasos e fogem ao escopo do texto. É como se eu entrasse em um site de culinária, em uma postagem sobre “como fazer um bolo de chocolate”, e comentasse: “Autor idiota. Está defendendo o massacre dos judeus”. Entende? É um comentário totalmente desconexo e idiota.

        Estou disposto a debater honestamente. Mas nos últimos seis meses, mais da metade da galera que vem comentar esse texto, vem ou para me xingar, sem argumentar nada sobre o texto, ou para acusar o texto de algo que ele não está dizendo. Isso está cristalino nesses comentários. O que me faz suspeitar fortemente que você é mais um dos que entraram aqui não para discutir algo educadamente, mas apenas para me xingar e torrar minha paciência.

        Att.,

        Davi Caldas.

  22. São poucas as pessoas que tem a paciência pra tratar esquerdistas como você , não sei se te parabenizo por esse dom dos enclausurados religiosamente falando , ou pelo seu singular texto!!

  23. Foi somente eu que achei bacana a historia deles, sao ate muito parecidas, começaram do zero e com muito trabalharam motaram uma pequena locadora, ou abriram uma loja, ou compraram a empresa que trabalhavam… Desse jeito demonstra que qualquer um pode ficar rico no capitalismo, fato esse que é bem falso. Essa historia de que se trabalhar duro vc vai ficar é mentira. A historia é muito manipulada, mas todos ai tiverem um diferencial que nao é citado.

    1. Prezado Thalles,

      A história dessas pessoas é conhecida. Se você supõe haver um diferencial em todos eles, pode pesquisar à vontade.

      Att.,

      Davi Caldas.

  24. Brasil é um país aonde ainda se pode sonhar e conquistar. Basta ter força de vontade para realizar seus sonhos aqui não estamos falando de políticos e seus efeitos em nossas vidas, porém de Sonhos Realizados,ir além do que a sua capacidade lhe permiti. Muitas pessoas não entendem porque já deixaram de acreditar nas suas próprias capacidades, só enxergam as sua necessidades, não tem a ousadia de ir além.

      1. Prezado Inácio,

        Em primeiro lugar, em nenhum momento eu disse que se tornar um empresário milionário é “tão fácil”. Você está sendo desonesto.

        Em segundo lugar, eu mencionei no texto e nos comentários que uma pessoa precisa de pelo menos três fatores para se tornar um empresário de sucesso:
        (1) capacidade (ou dom) para ser empresário;
        (2) vontade de ser empresário;
        (3) coragem para ser empresário.

        Eu não tenho nenhum dos três fatores.

        Atenciosamente,

        Davi Caldas.

  25. Davi Caldas, parabéns!Sei que o seu objetivo não é causar polêmica aqui, mas, sim, trazer fatos reais de gente que se deu bem financeiramente.E como você mesmo disse: riqueza material nunca será sinônimo de felicidade plena. Esta última, apenas com Cristo Jesus.

  26. São realmente historias de pessoas corajosas,persistentes,guerreiras,sábias,que não tiveram medo de transformar os sonhos em realidades, e que merecem ter o sucesso que tem.
    Que as pessoas possam se espelhar nesses exemplos e perder o medo de tornar sonhos em realidade, e ter a autoconfiança.

  27. Muito bom o texto.Me deu mais motivação para seguir em frente. Em relação ao esquerdopatas criticos deste texto fiquem com as “esmolas” da “esquerda”…

  28. Excelente texto perante a eloquência da percepção esquerdista. Concordo perfeitamente com o conteúdo do texto. Não acredito em assistencialismo, dá ao entender que desta forma, os menos favorecido, passam a ser refém de um sistema de “voto de cabresto” e manter o puder. Em vez de realizar de forma honesta, uma economia forte geradora de emprego. Sistema tributário eficiente em pró do desenvolvimento econômico. O governo “os governantes” deve ter consciência que podem se conciderar como “vela mestra”, mas o motor, a força desta proporção são as empresas deste país, qual seja seu tamanho.
    Parabéns pelo texto.

  29. sou de moçambique, tenho nivel de mestrado, a minha vida sempre foi marcada pelos pequenos negocios, sou professor universitario, agredito que um dia serei um empresario de sucesso . tenho muita fe, gostei de ver os depoimentos. mas fiquei com uma pergunta, sera que os negros nao sao empreendedores de sucesso? olha nao quero iniciar discussao sobre racismo muito longe desse pensamento.

    1. Boa tarde, Estevão.

      Não vemos nada de racista no seu comentário. Pelo contrário, entendemos que é natural que os negros queiram se sentir representados e ver bons modelos seus na internet. Afinal, todas as pessoas gostam de se sentir representadas e ver bons modelos a seguir. Infelizmente, no Brasil, há dois fatores que contribuem para que hajam tão poucos empreendedores negros de sucesso: a falta de incentivo ao empreendedorismo combinada com a burocracia e a situação econômica desfavorável desta parte da nossa população. De qualquer forma, fica aí uma boa sugestão de pesquisa para um próximo artigo.

      Atenciosamente,

  30. …acredito que este no qual escreveu alguns relatos de grandes empreendedores esteja um pouco mal informado,tem pessoas ai relatadas que jamais conseguiram o que tem trabalhando,e nunca começaram do (zero),afinal podemos escrever aquilo que queremos que o leitor goste! mas publiquem com seriedade.

  31. Ótimo artigo, parabéns . Já le este artigo várias vezes e sempre apresento aos meus colegas de faculdade por conter várias histórias inspiradoras. Sou estudante de administração e acredito no potencial das pessoas independente de sua situação financeira .

    1. Caro Pedro Lote,

      Como disse no texto, não sou empreendedor. Meu conselho é que procure orientação pesquisando mais sobre a vida dessas 25 personalidades e fazendo amizade com pequenos e médios empresários que tem obtido sucesso em seus negócios. Lembrando que você terá de ter muita garra, coragem e disposição, já que no Brasil o governo atrapalha bastante a vida de quem quer empreender.

      Att.,

      Davi Caldas.

      1. Pedro penso que aqui nesse site, sem fontes e sem fundamentos vc não vai encontrar respostas, pois esse rapaz Davi Caldas não tem a menor noção do que é empreender, ele vive do anonimato da internet, esse rapaz tem lá condições de dar conselhos a alguém? Da maneira que vc colocou o segmento aves e frangos é muito vago, mas comece procurando ajuda com o pessoal do SENAC, e se for na área de granjas, procure o pessoal da EMBRAPA – que é um órgão do Governo que nunca atrapalhou a NENHUM EMPREENDEDOR AGRÍCOLA OU PECUARISTA DE CRESCER E GANHAR DINHEIRO. SÓ OS IGNORANTES QUE NÃO TRABALHAM SÃO CAPAZES DE FALAR ASNEIRAS COMO ESSAS. VIVEM DO BRILHO ALHEIO. FUJA DAQUI PEDRO! BOA SORTE.
        Jorge

      2. Jorge Dellás,

        Você disse que o site não tem fontes, nem fundamentos. Bom, nós nos baseamos nas concepções políticas, econômicas e históricas de:

        – Adam Smith (1723-1790)
        – Edmund Burke (1729-1797)
        – Thomas Jefferson (1743-1826)
        – Frederic Bastiat (1801-1850)
        – Alexis de Tocqueville (1805-1859)
        – John Stuart Mill (1806-1873)
        – Carl Menger (1840-1921)
        – Eugen von Bonh Bawerk (1851-1914)
        – Warren G. Harding (1865-1923)
        – Calvin Coolidge (1872-1933)
        – Winston Churchill (1874-1965)
        – Ludwig von Mises (1881-1973)
        – José Ortega y Gasset (1883-1955)
        – Friedrich Hayek (1899-1992)
        – Eric Voegelin (1901-1985)
        – Michael Oakeshott (1901-1990)
        – Karl Popper (1902-1994)
        – Ayn Rand (1905-1982)
        – Ronald Reagan (1911-2004)
        – Milton Friedman (1912-2006)
        – Russel Kirk (1918-1994)
        – Margaret Thatcher (1925-2013)
        – Paul Johnson (1928-)
        – Antony James Gregor (1929-)
        – Roger Scruton (1944-)
        – Olavo de Carvalho (1947-)
        – John N. Gray (1948-)
        – Marco Antonio Villa (1955-)
        – Luiz Felipe Pondé (1959-)
        – Jonah Goldberg (1969-)
        – Rodrigo Constantino (1976-)
        – Leandro Narloch (1978-)
        – Bruno Garschagen
        – Bene Barbosa
        – Flavio Quintela
        – Heitor de Paola
        – Flavio Morgenstern

        Entre muitos outros nomes.

        Att.,

        Davi Caldas.

      3. Senhor Davi, o que o senhor faz é copiar e colar, e CITAR A FONTE, significa indicar onde o senhor está buscando as informações para divulgá-las aqui. A isso chamamos de respeito pela propriedade intelectual alheia, e consideração com os seus leitores. Sabe nada né inocente?

  32. Título: “25 personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso”.

    Um trecho da notícia… “Luiza começou a trabalhar com 12 anos como balconista na Magazine Luiza, loja criada pelos seus tios…”

    Não tenho nada contra a pessoa citada, mas sim com a matéria em si que se contradiz no assunto…

  33. Parabéns Jorge,pelo seu posicionamento e argumento ,mostra o quanto vc tá mais a par da realidade,o outro apenas argumentou como uma pessoa que copia e cola uma receita de bolo,porém com um agravante,sabe a receita mas na prática não sabe fazer o bolo,porque não tem vocação.

  34. Caro Davi, estou impressionada com tudo, pra começar como é possível aparecer aqui estas pessoas, que não foram chamados na conversa, chegamos aqui procurando coisas positivas, inspiradoras, eu achei. Outra coisa você escreveu este texto em 2013, cara se for republicado hoje: 09/09/2016, ele estará mais atualizado do que nunca( situação do Brasil).
    Parabéns,continue assim inspirando-nos.

    1. Cara Raquel,

      Fico grato pelas palavras. É ótimo receber comentários positivos (ou, quando não, críticas construtivas). Fico, também, feliz em ter colaborado com sua busca.

      Abraços,

      Davi Caldas.

  35. Ola meu nome é Patricia tenho 37 anos três filhos r um sonho … Sempre fui independente financeiramente sempre trabalhei para manter minha casa sem ajuda nenhuma … Fui casada mas infelizmente não deu certo … Até que a dois anos a traz uma tragédia na família mudou todo meu caminho … Éramos apenas dois filhos meu irmão e eu e uma fatalidade o levou de nos … Minha mãe com a perca do meu irmão ( mais velho ) entrou em uma depressão profunda e como consequência tive que largar tudo.  , meu trabalho minha casa praticamente abandonar a minha vida e vir para a cidade onde moramos hoje para cuidar dela … Passados dois anos Ola está .melhor mas a vida em cidade pequena do interior não é fácil … Não temos empregos … Assim com a cabeça cheia de sonhos venho por meio desta pedir ajuda de vcs para realizar um deles … Abrir meu próprio negócio … Uma lanchonete onde vou poder trabalhar e conseguir novamente manter minha família vivemos atualmente com o salário de aposentada da minha mãe que todos sabem não é nenhuma fortuna e mal da pra pagar as contas da casa ainda mais que pagamos aluguel … Somos cinco pessoas em uma casa para se manter com salário mínimo aí então resolvi arrecadar doações e abrir um brechó tudo ia muito bem até abrirem mais 6 brechós … E agora infelizmente tive que fechar pois estava dando mais despesas que lucro … Acredito que uma lanchonete daria muito certo pois só temos uma aki na cidade … Quem puder ajudar para melhorar a nossa situação agradeço …pois não peço dinheiro para gastar … E sim para poder dar entrada em um sonho de poder trabalhar me esforça e fazer dar certo …obrigado  MEU NOME É PATRICIA DANIELA CRESPIM DA SILVA  MORO NA CIDADE DE BOM RETIRO SC  AV MAJOR GENEROSO 916  BAIRRO SÃO JOSÉ  MEU TL (49)991585260 CPF06108702974  QUEM PUDER AJUDAR QUE Ñ QUEIRA PELO VAQUINHA TENHO A CONTA POUPANÇA NA CAIXA ECONOMICA FEDERAL POSSO PASSAR PELO WHATSSAP NO NUMERO ACIMA ASSIM COMO MAIS INFORMAÇÕES FOTOS E EXPLICACÕES SOBRE ESTA VAQUINHA AGRADEÇO A ATENÇÃO E COLABORACÃO

  36. Gente….Que trabalho, aliado á persistencia, intuição e muita coragem pode te levar a um certo patamar, sem duvida, isso é possivel….Agora dizer que uma pessoa começando do ZERO poderá ficar rico em nosso pais, ai já é hipocresia pura. A materia em questão fala sobre pessoas que ¨SAIRAM DO ZERO¨ e alcançaram a riqueza. Porém, notadamente, se esqueçeram de citar em muitos casos, o momento em que tal pessoa VIRA O JOGO…Qual motivo, o que levou, o que aconteçeu para estas pessoas simplemente, num estralo de dedos, ver um centavo se transformar em um milhão, bilhão, sem a ajuda de ninguém?….Seria muita infantilidade de nossa parte acreditar num conto de fadas desses, ne?….Em nosso pais, para se chegar num patamar desses é necessarios todas as qualidades acima citadas, porem, se vç não tiver um bom ou otimo relacionamento com pessoas influentes, que conheça o caminho das pedras, que seja LOBISTA junto ao governo com o intuito de alavancar um EMPURRAOZINHO, difiçilmente vç não chegará a lugar algum….A maioria dos nossos grandes empresarios são corporativistas junto ao governo…É dando que se recebe…Começar do zero sem nenhuma ajuda, vç certamente continuará no zero!!!!

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