Tags

, , , , , ,

Participei recentemente de encontro sobre infraestrutura logística no município onde resido e tenho parte de meus negócios. Haviam representantes políticos municipais, estaduais e federais, sendo a grande maioria da nossa “oposição” ao regime PTista.

O encontro foi muito produtivo em relação aos objetivos citados, o que me chamou a atenção diz respeito a questão tributaria nacional durante uma menção feita por um dos participantes.

Durante algumas falas que surgiram puxadas pelo debate mas que não tinham relação direta com o assunto infraestrutura, notei que parecia haver uma certa confusão na logica sobre os impostos, uma confusão não proposital.

Um grupo de produtos básicos no Brasil que tem em media 34% de impostos incidentes, nos países desenvolvidos tem em media 6%, sendo que muitos o imposto é zero.

Ate ai tudo OK, infelizmente temos toda essa carga tributaria que não retorna aos contribuintes na forma que deveria de acordo com a finalidade dos mesmos.

A partir dai percebi um certo “caos de ideias claras”.

Obviamente foi dito que é necessário desonerar a carga tributaria, sem isso estamos seguindo o claro caminho da falência como ocorre com todas nações onde o socialismo esta em estado avançado.

Agora como cortar impostos sem cortar gastos estatais? A matemática nos mostra que a conta não fecha, resultando no que disse acima. Cortar impostos de setores específicos “agraciados” pelos interesses escusos de certos políticos não reduz os impostos pagos pela população, apenas muda o peso dos impostos em grupo de produtos ou serviços que é transferido para outro grupo, pois o governo precisa compensar a perda de receita, já que não há corte de gastos. Muito pelo contrario, ainda há aumento de gastos, esta ai o trigésimo nono ministério inútil recém lançado para comprar apoio do mais novo partido fisiológico da nação.

Se a conta não fecha, o resultado é negativo, prejuízo, endividamento, falência. Não existe “almoço grátis” em lugar nenhum do mundo, tudo teve um custo que é repassado dentro da cadeia econômica e social. É no mínimo incoerente aos meus olhos falar ao mesmo tempo de cortes de impostos e ao mesmo tempo falar em o estado fornecer um bem ou serviço “gratuitamente” a uma parcela população, visto que esse produto teve custos ao longo da cadeia produtiva ate chegar no consumidor, nesse caso o estado que repassa a população. Como o estado por si próprio não gera riqueza, depende da arrecadação tributaria para custear essas e outras despesas, e já conhecemos bem a “eficiência estatal” atuando nesses setores.

Ou seja, todos nós, os contribuintes pagaram por esse produto/serviço, então é ilógico falar em gratuidade, vendo que todo contribuinte pagou por isso e esses custos acabam sendo repassados nos próprios produtos e serviços que consumimos, que no nosso sistema tributaria em cascata, se torna ainda mais nefasto.

Não é possível criar categorias especiais que vão receber do estado benefícios assistencialistas “gratuitamente”. Alguém estará pagando por isso, como explicou Adrian Rogers:

Quando a recompensa é grande, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.

É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.

A ditadura politicamente correta, [consequência da hegemonia politica esquerdista no país, onde monopolizaram a imprensa, a cultura e o ensino em geral, para chegar ao poder e EXTIRPAR QUALQUER OPOSIÇÃO IDEOLÓGICA REAL AO ESQUERDISMO], teve sucesso em conseguir criar a farsa de que certos assistencialismo são realmente gratuitos aos olhos de muitos Brasileiros, empresários, políticos, profissionais liberais, assalariados, etc. pessoas que teriam e ou tem capacidade e discernimento.

Realmente acreditam que algo saia de graça e repetem isso com certa confiança, porem a ciência exata não permite que mesmo com confiança, o caos de ideias claras transpareça.

Com isso parece que poucos conseguem ver que a melhor forma dessas pessoas terem acesso as esses produtos e serviços é justamente o enxugamento do estado que resultaria em menores gastos e menos impostos para sustentar a maquina publica, deixando mais dinheiro no bolso do cidadão que teria preços bem mais acessíveis sem os tributos em cascata, a burocracia, os monopólios estatais que são a causa corrupção que “todos tanto abominam”, sendo que isso se torna um ciclo vicioso e do contrario teríamos um ciclo virtuoso. Uma bola de neve que aumenta geometricamente, pois quanto mais o estado gasta, mais o setor produtivo perde em competitividade, negócios vão a falência resultando em desemprego, o mercado se concentra diminuindo a concorrência que encarece os produtos/serviços e com mais desemprego, mais dependentes o estado terá, recomeçando o ciclo vicioso ate a falência total da nação.

Os governos de esquerda dependem fundamentalmente dessa formula para se perpetuar no poder e eliminar a oposição. No caso o Brasil o PT e seus partidos satélites usam o logica de fomentar a dependência estatal fazendo algumas concessões capitalistas, de acordo com a linha adotada pelos comunista na China.

Assim conseguem retardar a falência da nação, mantendo sob controle os setores produtivos que sustentam a economia, com praticas de todos os tipos como terrorismo praticado pelo MST, Funai e congeneres entre outras. E “alimentam” a outra ponta da corda com politicas assistencialistas e populistas promovendo a luta de classes em troca de votos.

Para “ilustrar”, segue o resultado dos programas “gratuitos” na Venezuela: Maduro, o papel higiênico, as ameaças, as mentiras e a verdade dos números.

“No Brasil, prostituta se apaixona, traficante cheira, cafetão tem ciúme, cristão é comunista, empresário é socialista, e oligarca se emociona.”

pensamento